Tudo começou inocente pra caralho. Eu tava numa fase fodida da vida, sem emprego, morando de favor na casa da minha tia, e ela… minha prima. Casada, dona de casa, com um quarto sem graça nenhuma e um marido que só aparecia pra comer, dormir e ir trabalhar. A gente conversava todo dia. No sofá, na cozinha, no quintal. Falava de tudo. De como a vida dela tava vazia, de como o marido mal olhava pra ela, de como ela se sentia invisível. Eu escutava. E ela ia se abrindo mais e mais. Um dia a gente tava na casa dela. Marido no trabalho, filhos na escola. Rolou uma briguinha de travesseiro. Bobagem. Ela riu, eu ri, a gente começou a se bater com os travesseiros no meio da sala. Ela me empurrou, eu caí por cima dela no sofá. Antes de eu perceber, minha mão já tava dentro da blusa dela, apertando o peito quente, o mamilo duro sob o sutiã. Ela não afastou. Só olhou pra mim com aqueles olhos molhados e eu beijei a boca dela. Foi o beijo mais puto e apaixonado da minha vida. Língua, dente, saliva, gemido baixo. Quando eu tirei a mão da blusa e desci pro short dela, ela já tava encharcada. Eu enfiei dois dedos na buceta molhada dela e ela arquejou no meu ouvido: — Porra… não para… enfia mais fundo… Eu tirei a calça, tirei o short dela e enfiei a pica de uma vez. Ela era apertada pra caralho, quente, escorrendo. Eu meti devagar no começo, sentindo cada centímetro entrar, e ela gemia como se tivesse segurando o grito há anos. — Aiiiiii, caralho… sua pica… tá tão grossa… fode essa buceta… Eu segurei o pescoço dela e comecei a meter mais forte. O sofá rangia. O cheiro de sexo subiu rápido. Quando ela gozou, a buceta apertou minha pica tão forte que eu quase gozei junto. Mas segurei. Virei ela de quatro no sofá, cuspi na entrada do cú e enfiei o polegar. Ela gemeu alto: — Isso… brinca no meu cu também… porra… Eu tirei o polegar, alinhei a pica e enfiei no cú dela devagar. Ela gritou no travesseiro. Eu meti fundo, segurando os quadris dela, ouvindo o som molhado da pica entrando e saindo daquele cu apertado. Quando gozei, gozei dentro, enchendo o cú dela de porra quente. Ela ficou tremendo, o esperma escorrendo pela coxa, e eu lamei a buceta dela até ela gozar de novo. Depois daquele dia a gente não parou mais. Durante oito anos a gente se fodeu em todo canto possível. Quando o marido saía, ela me mandava mensagem: — Ele saiu. Vem. Tô sem calcinha e a buceta já tá latejando. Eu ia. Entrava pela porta dos fundos, ela me puxava pro quarto, tirava a roupa e sentava na minha pica ainda de pé. Eu segurava a bunda dela e metia de baixo pra cima enquanto ela gemia no meu pescoço: — Mais fundo… arromba essa buceta… o marido nunca me fode assim… Uma vez a gente tava no banheiro. Ela de quatro na banheira, eu atrás, metendo a pica na buceta e chupando o pescoço dela. Ela gemia desesperada: — Aiiiiii, porra… vai gozar… goza dentro… enche essa puta de porra… Eu gozei fundo e continuei metendo enquanto a porra escorria. Depois tirei a pica, enfiei de novo no cú e continuei fodendo até ela gozar chorando de tanto prazer. O tabu tornava tudo mais forte. Saber que o marido dela podia chegar a qualquer momento, saber que eu era o primo, saber que a gente tava traindo tudo e todos… fazia a buceta dela ficar ainda mais molhada. Uma tarde ela me chupou no carro no estacionamento do mercado. Eu segurei o cabelo dela e enfiei a pica até a garganta. Ela engasgou, baba escorrendo, mas continuou chupando como uma puta faminta. — Engole essa pica… engole até o fundo… Quando eu gozei, ela engoliu tudo e ainda lamei a boca, mostrando a língua suja de porra. — Gosto da sua porra… quero mais… Outra vez a gente fodeu na cama do casal. Ela de bruços, eu por cima, metendo no cú enquanto apertava o pescoço dela. Ela gemia abafado no travesseiro: — Mais forte… fode esse cu… me usa… me usa como a puta que eu sou… Eu gozei dentro do cú dela e depois chupei a buceta até ela gozar de novo, lambendo o grelinho inchado enquanto os dedos entravam e saíam molhados. Durante oito anos a gente foi o melhor sexo um do outro. Eu conhecia cada centímetro daquele corpo. O jeito que a buceta apertava quando ela tava perto de gozar. O gemido estrangulado quando eu engasgava ela. O cu que abria devagar e depois engolia a pica inteira. Ela sabia exatamente como me chupar, como rebolar sentada, como gemer no meu ouvido pra me fazer gozar mais forte. Uma noite o marido viajou. A gente passou a madrugada inteira se fodendo. Eu a chupei até ela gozar três vezes seguidas, depois enfiei a pica na buceta, no cú, de novo na buceta. Ela gemia sem parar: — Não para… não para nunca… fode essa puta… essa buceta é sua… esse cu é seu… Quando finalmente cansamos, ela ficou deitada no meu peito, a porra escorrendo entre as pernas, e sussurrou: — Ninguém me fode como você. Ninguém. E eu respondi, ainda com a pica semi-dura: — E ninguém vai. Essa buceta continua minha. Oito anos. Oito anos de mensagens escondidas, de portas trancadas, de gemidos abafados, de porra escorrendo, de nojo misturado com prazer, de tabu que só fazia a gente querer mais. Eu nunca me cansei daquela buceta. Ela nunca se cansou da minha pica. E cada vez que eu entrava nela, cada vez que ela gemia meu nome enquanto eu arrombava o cú dela, eu sabia que a gente tava fodido. Mas eu não queria parar. E ela também não.
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