Minha colega crente do laço cor de rosa!

Bom pessoal, como sempre falo aqui, todas as minhas histórias são reais, algo que eu vivi, não consigo entender como alguém gosta de ler algo inventado, mas respeito.
Durante o último ano do ensino médio, convivi com muitas pessoas, mas tive uma grata surpresa com uma colega de sala, evangélica, extremamente religiosa. Que saudades Bia. Peço desculpas qualquer erro de português.
Foi numa terça feira, trabalho de escola, me dirijo até a casa de minha colega, lembro que o silêncio na sala de estar da casa de Bia era absoluto, interrompido apenas pelo som ritmado de uma caneta batendo contra a borda da mesa de centro. O ar condicionado, antigo e barulhento, lutava contra o calor úmido da tarde tropical, mas a brisa que saía das grelhas parecia apenas mover o cheiro de verniz de madeira e o aroma adocicado do perfume de lavanda que Bia usava. Eu estava sentado no tapete de lã, cercado por livros de História abertos e fichas resumos espalhadas, mas sua atenção desviava-se, magneticamente, para a jovem sentada no sofá de veludo verde.
Bia era o retrato daquilo que sua família e a igreja esperavam dela. O cabelo castanho, liso e escorrido, estava preso num rabo de cavalo impecável, firmado por um lacinho de cetim rosa choque que contrastava com a sobriedade de sua postura. Ela usava uma blusa de manga comprida, de um tecido grosso que escondia qualquer linha do corpo, e uma saia longa que descia até os tornozelos, cobrindo as pernas que ela mantinha cruzadas com uma rigidez quase marcial. Seus óculos de armação fina deslizavam um pouco para a ponta do nariz enquanto Bia lia em voz baixa um trecho sobre a Revolução Industrial.
Eu nunca tive qualquer intenção com ela, éramos colegas, super amigos, mas a sua religiosidade e seu comportamento, indiretamente me afastava de Bia. Além disso viviamos em classes sociais totalmente diferentes, Bia era filha de médico bem sucedido e de uma advogada e pastora da cidade, e eu de classe média. Naquele dia, lembro de observar a nuca dela, a pele pálida e exposta entre o cabelo e a gola da blusa, o modo como o maxilar se movia ao pronunciar as palavras técnicas. Havia uma tensão no ar, uma carga estática que parecia aumentar a cada respiração. Então me aproximei dela sentando do seu lado e começamos a fazer perguntas sobre o assunto estudado, até que em determinado momento, Bia pegou um biscoito e foi me oferecer colocando próximo de minha boca, quando me aproximei, ela se afastou como se tivesse brincado comigo.
— Bia, para com isso — falei, quando na tentativa de pagar toquei em seu peito sem querer, roçando acidentalmente.
Ela estremeceu, o livro fechando com um baque seco. O corpo dela endureceu, os ombros subindo numa reação de defesa imediata, mas ela não recuou. Os olhos dela, castanhos e grandes, encontraram o meu rosto.
— É... é só uma brincadeira — disse ela, a voz falhando.
— Você está tensa, Bia — Eu disse
Ela engoliu em seco, o pescoço movendo-se num movimento convulsivo. A mão direita dela afastou um fio de cabelo preso a seu rosto.
— Meus pais vão demorar para voltar do culto de oração — ela sussurrou, como se estivesse confessando um segredo. A menção à igreja parecia aumentar o rubor nas bochechas dela, um vermelho que subia do pescoço e manchava as orelhas, e notei que aquele dia seria diferente, comecei a sentir tesão por aquele momento com Bia. Algo importante de dizer aqui, eu jamais faço ou faria algo em que a mulher não permitisse, sempre gostei de Bia como uma amiga, e acho que se não fosse as diferenças, certamente teria noivado com ela. Mas, logo...
Percebi a mudança na respiração dela. O peito, embora oculto pela blusa larga, subia e descia mais rápido. Então coloquei a mão sobre o joelho dela, sentindo o tecido áspero da saia jeans sob a palma. Bia não afastou a perna. Pelo contrário, os músculos da coxa tremeram levemente, cedendo à pressão.
— A gente precisa relaxar — insisti, deixando a mão deslizar lentamente para o interior da coxa.
Bia soltou um suspiro curto, abafado. A cabeça dela pendeu para trás, encostando no espaldar do sofá, os olhos fechando. O lacinho rosa parecia vibrar com o movimento.
— Não ... nós não podemos — a voz dela era fraca, sem convicção. — Eu prometi... eu preciso me guardar para o casamento.
— Eu sei — interrompi, aproximando o rosto, seus lábios roçando a pele sensível do pescoço dela. Eu senti o pulso dela acelerar. — Mas a gente não precisa fazer... tudo.
Minha mão subiu mais, encontrando a barra elástica da saia e o tecido fino da calcinha de algodão por baixo. Bia prendeu a respiração, as mãos agarrando-se aos meus ombros, as unhas cravando levemente na camiseta.
— Não... lá não — ela disse, um pouco mais firme, tentando empurrá-lo, mas a força era pífia. — Isso é pecado. Eu não posso entregar a minha... a minha flor.
Parei o movimento, mas não retirei a mão. Olhei nos olhos dela, vi o conflito devastador: o desejo físico gritando contra anos de doutrinação. O corpo dela respondia, molhando a calcinha, mas a mente dela travava no conceito de pureza vaginal.
— Tá bom — disse. — A gente respeita isso.
Bia pareceu relaxar, os ombros afundando, aliviada. Mas o alívio durou apenas o tempo que levou para eu girar o corpo dela com firmeza, manobrando-a de bruços sobre o sofá. Ela protestou, um gemido surpreso abafado pelo encosto do sofá, mas não resistiu. Eu puxei a saia jeans para cima, revelando as nádegas brancas e redondas, contrastando com a linha da calcinha branca.
— E aqui? — perguntei com os dedos roçando a pele firme e lisa do meio das nádegas dela. — Aqui também não pode?
Bia enterrou o rosto no braço do sofá, o lacinho rosa tremendo violentamente. O corpo dela tremeu todo, uma onda de vergonha e excitação misturada.
— Isso... isso não conta — ela sussurrou, a voz abafada pelo tecido do sofá, mas as palavras saíram claras o suficiente. — Isso é só... é só uma necessidade. Não é o mesmo.
Aquela fala tirou o sorriso mais sincero de mim, sorri, sentindo o cheiro do sexo que começava a emanar dela. Ela desceu a saia e a roupa íntima até os joelhos, prendendo o movimento das pernas dela. A visão era perfeita: a garota mais devota da turma, debruçada no sofá da sala de visitas, expondo sua bunda branca, sua bucetinha e cuzinho rosinha para mim. Cuspi na mão e espalhei a saliva na entrada do cuzinho dela, preparando o caminho. O músculo contraiu automaticamente, mas insisti com o polegar, massageando em movimentos circulares, sentindo a resistência derreter.
— Ah, Deus... — ela gemeu, o som estranho e profano vindo daquela boca que sempre pronunciava versículos.
Me posicionei atrás dela, alinhando meu pau duro e pulsante com o cuzinho apertado. Empurrei devagar, sentindo a abertura resistente ceder milímetro por milímetro. O calor era intenso, uma compressão esmagadora que o fez sussurrar entre dentes. Bia prendeu a respiração, os dedos agarrando o tecido do sofá até os nós brincarem, o corpo arqueando para receber aquela invasão.
Quando a cabeça do pênis passou pelo anel muscular, ela soltou um grito curto, abafado contra o braço do sofá. Entendi a deixa, não parei. Continuei empurrando, entrando até a base, sentindo as paredes internas apertadas e quentes massageando cada centímetro do meu pau. O contraste entre a santidade dela e a sujeira daquele ato era um afrodisíaco poderoso.
Comecei a mover-se, puxando quase até sair e entrando fundo novamente. O ritmo foi acelerando, o som da pele batendo na pele ecoando na sala silenciosa, misturado com os gemidos abafados de Bia. O lacinho rosa balançava para frente e para trás com o movimento das estocadas, uma testemunha silenciosa da profanação.
— Sim... assim — ela gemia, a voz distorcida, perdida em sensações que a igreja nunca lhe ensinara a nomear. O corpo dela empurrava de volta contra, buscando mais profundidade, mais pressão.
Eu estava louco, era um tesão fora do normal, peguei no cabelo dela, puxando a cabeça para trás, forçando-a a olhar para a frente, para a estante cheia de livros religiosos que ficava em frente ao sofá e para mim.
— Olha para mim, Bia — sussurrei no ouvido dela, sem parar de bombardear o traseiro dela. — Olha para mim enquanto eu te como aqui.
A visão dos livros religiosos junto da olhada para mim, enquanto era tomada por trás pareceu ser o estopim final para ela. Bia gemeu alto, um som animal, desprovido de qualquer reverência. O ânus dela contraiu violentamente ao redor do pênis, tentando sugar, prender, extrair o prazer. Nesse instante eu senti meu controle falhar.
Aprofundei a última penetração, enterrando-se até o fim, o corpo colado ao dela, e segurou firme. O orgasmo explodiu, ondas de prazer irradiando de toda a parte inferior do corpo. Gozei jatos grossos e quentes de esperma sendo disparados para dentro das entranhas dela, marcando o território, enchendo-a. Bia estremeceu com cada pulsação, sentindo o calor líquido se espalhar dentro dela, uma sensação nova e proibida que a fez tremer da cabeça aos pés.
Permanecemos assim, colados, ofegantes, o som da respiração pesada preenchendo a sala, até que ela levantou e foi direto para o chuveiro. Tive outros momentos com ela, comecei a gostar dela, e me apaixonei por Bia, mas fui extremamente machucado por ela, devido ao fato de não ser da mesma igreja, seus pais foram contra nosso namoro.
Entretanto, se não fosse esse episódio, provavelmente teria perdido tantas coisas em minha vida, como sempre digo, sou uma pessoa de sorte. Vivi experiências incríveis.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha colega crente do laço cor de rosa!

Codigo do conto:
268231

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
25/07/2026

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