Ele me viu nua, após isso transei gostoso com ele!
O bar do clube tava lotado pra caralho naquela noite de sexta. Luzes baixas, cheiro de perfume barato misturado com suor e álcool, música batendo forte no peito. Eu tava atrás do balcão, seios pesados e nus balançando a cada movimento, só de salto e uma saia minúscula que mal cobria a bunda. Era noite de nudez total pra festa privada daquela organização local. Meus peitos grandes e pesados chamavam atenção o tempo todo, os mamilos duros de frio e tesão, a buceta já um pouco úmida de tanto olhar que eu recebia. Eu sacudia a coqueteleira com força quando ele entrou. Meu subordinado direto. O designer quieto, aquele que sempre me mandava os arquivos no horário e nunca dava problema. A gente se reconheceu no mesmo segundo. O olhar dele desceu direto pros meus seios, ficou preso nos mamilos, depois subiu de novo pro meu rosto. Eu senti o rosto esquentar, mas continuei batendo o drink como se nada. Ele chegou no balcão, voz baixa: - Um Manhattan. Por favor. Eu preparei, seios balançando na frente dele, o pau dele já marcando no jeans. Entreguei o copo e ele sumiu na multidão. Meu coração batia forte. Porra, ele tinha me visto nua. Completamente nua. Os seios grandes, a buceta depilada, o cu à mostra quando eu me inclinava pra pegar gelo. Assim que consegui um intervalo, chamei ele pro corredor dos fundos, longe dos olhos dos outros. A porta do depósito de bebida fechou atrás da gente. Eu tava de frente pra ele, peitos nus quase encostando no peito dele, a respiração quente. - Olha… o que você viu aqui fica aqui. No escritório ninguém pode saber. Combinado? Ele engoliu seco, o olhar descendo de novo pros meus seios. - Combinado. Não falo nada. Eu sorri, já sentindo o calor subir entre as pernas. Ofereci antes que ele pedisse: - Pra selar o acordo… eu te dou uma foda agora. Bem fodida. Você topa? Ele só conseguiu responder com a voz rouca: - Porra… topa. Eu travei a porta, ajoelhei na frente dele e abri o jeans com pressa. A pica dele saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Enrolei a mão em volta e chupei fundo de uma vez, a garganta abrindo pra engolir até o saco. Ele gemeu alto, a mão agarrando meu cabelo: - Caralho… sua boca… Eu chupava com vontade, a língua rodando na glande, a saliva escorrendo pelo pau e pingando no chão. Os seios balançavam a cada movimento da cabeça. Levantei, virei de costas, levantei a saia e mostrei a bunda. A buceta já tava pingando, os lábios inchados, o grelinho latejando. Empurrei a bunda pra trás e senti a cabeça da pica dele esfregar entre os lábios molhados. - Enfia essa pica gostosa na minha buceta agora – eu disse, a voz embargada. Ele empurrou tudo de uma vez. A pica grossa abrindo minha xoxota, entrando fundo até o saco bater na minha bunda. Eu gritei de prazer, a testa encostada na parede fria: - Aiiiiii porra… que pica grossa… me fode… Ele começou a meter com força, as mãos apertando meus seios, beliscando os mamilos. Cada estocada fazia os peitos balançarem pra frente e pra trás. O pau dele saía quase inteiro e entrava de novo, molhando de porra e do meu tesão. Eu gemia desesperada, a voz saindo alta demais: - Mais forte… fode essa buceta… enche ela de porra… Ele puxou meu cabelo pra trás e meteu ainda mais fundo. O som da pica entrando e saindo era molhado, obsceno. Eu sentia cada veia, cada centímetro. Minha buceta apertava em volta dele, o grelinho sendo esmagado a cada movimento. Ele gemeu no meu ouvido: - Sua buceta tá me engolindo… porra, que buceta apertada… Virei de frente, subi numa caixa de bebida e abri as pernas. Ele enfiou de novo, agora olhando nos meus olhos enquanto metia. Os seios balançavam na cara dele. Eu puxei a cabeça dele e enfiei o mamilo na boca. Ele chupava com força enquanto fodia, a língua rodando, os dentes beliscando de leve. Eu já tava gozando, a buceta contraindo em volta da pica: - Tô gozando… aiiiii porra… tô gozando na sua pica… Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu tremia, o orgasmo me sacudindo inteira. Quando eu ainda tava ofegante, ele tirou o pau, virou eu de novo e enfiou no cu de uma vez. Eu gritei, a dor misturada com prazer puro: - Caralho… no cu… enfiou no cuuuuuu… A pica grossa abrindo meu cu, entrando devagar no começo e depois metendo com tudo. Eu empurrava a bunda pra trás, sentindo ele chegar fundo. A mão dele desceu e esfregou meu grelinho enquanto fodia meu cu. Eu gemia sem parar, a voz rouca: - Fode meu cu… enche meu cu de porra… porraaaa… Ele meteu mais rápido, o saco batendo na minha bunda, o pau latejando dentro do meu cu. Senti ele engrossar ainda mais e então a porra quente estourou lá dentro. Jato atrás de jato enchendo meu cu, escorrendo quando ele tirou. Eu ainda tremia quando ele virou eu de novo, ajoelhou e chupou minha buceta suja de porra e saliva. A língua dele entrava fundo, chupando o grelinho, lambendo tudo. Eu gozei de novo, as pernas fraquejando, a mão no cabelo dele: - Chupa essa buceta… aiiiii caralho… Quando ele levantou, a boca suja, eu me ajoelhei e chupei a pica mole e suja de porra e do meu cu. Limpei tudo com a língua, chupando até a última gota. Ele ainda gemia baixo: - Porra… você é uma puta gostosa… Eu limpei a boca com o dorso da mão, ajeitei a saia e abri a porta. - Segunda-feira a gente se vê no escritório. Bem vestidos. E ninguém fica sabendo de porra nenhuma. Ele só conseguiu acenar com a cabeça, o pau ainda meio duro dentro do jeans. Eu voltei pro bar com o cu escorrendo porra, a buceta latejando, os seios nus balançando de novo na frente de todo mundo. E eu só pensava em como ia ser olhar pra ele na segunda, de blusa fechada e calça social, sabendo que ontem ele tinha gozado no meu cu e chupado minha buceta até eu tremer.
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