Meu nome é Milena, tenho 18 anos e essa ideia começou a roer minha cabeça naquela tarde, enquanto eu fingia mexer no celular no sofá da sala. Os quatro estavam ali: o marido da minha irmã, meu melhor amigo e o namorado dele. Minha irmã tinha saído pra fazer unhas. Eu ouvia tudo, mesmo com a cara de quem não estava prestando atenção. Ele reclamava baixinho, a voz carregada de frustração. - Ela nunca chupa, mano. Nunca. Diz que dá nojo, que não gosta do gosto, que prefiro foder. Mas eu sinto falta pra caralho de uma boca quente engolindo essa porra. Meu amigo soltou uma risada suja e olhou pra mim de canto. - A vagabunda da Milena faria. Olha a cara dela. Parece que nasceu pra chupar pau. Meu amigo disse baixinho, pensando que eu não estava ouvindo e meu cunhado riu também, aquele riso de quem está meio embriagado de vontade. - Provavelmente seria melhor mesmo. A mulherada daqui em casa não sabe nem segurar direito. Eu senti a buceta latejar na hora. A ideia de ajoelhar na frente do marido da minha própria irmã, engolir aquele pau gordo enquanto ela estava fora, me deixou molhada na calcinha. Suja. Deliciosamente suja. Esperei eles irem pra cozinha buscar mais cerveja e mandei a mensagem. “Meu amigo não estava mentindo, a propósito. Eu faria isso.” Cinco minutos de troca rápida. Ele perguntou se eu estava falando sério. Eu respondi que sim, e que estava molhada só de imaginar. Ele mandou o endereço do quarto de hóspedes no fundo da casa, o mesmo que usavam quando alguém dormia lá. Disse pra eu ir devagar, sem fazer barulho. Entrei no quarto e fechei a porta com cuidado. Ele já estava sentado na beira da cama, a calça aberta, a mão segurando o pau grosso e semi-duro. O cheiro de homem, de porra acumulada e de desejo, bateu forte no meu nariz. Eu me ajoelhei na hora, sem dizer nada. Puxei o pau pra fora da cueca e senti o peso na mão. Grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. - Porra, olha isso… - murmurei, a voz rouca. - Sua esposa não sabe o que tá perdendo. Ele soltou um gemido baixo quando eu passei a língua na cabeça, lambendo o líquido salgado. - Cala a boca e chupa, putinha. Antes que alguém venha. Eu abri a boca e engoli a cabeça inteira, sugando forte. O gosto era forte, masculino, e eu adorei. Desci mais, sentindo a glande bater no fundo da minha garganta. Meu olho lacrimejou, mas eu forcei. Queria engolir tudo. Queria sentir aquele pau gordo esticando minha boca. Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e começou a foder minha cara, devagar no começo. - Isso… toma essa pica. Chupa direito, sua vadia. Sua irmã nunca fez isso. Nunca engoliu até o fundo. Eu gemi em volta do pau, o som abafado, molhado. A saliva escorria pelo queixo e pingava nos meus peitos. Minha buceta estava escorrendo, a calcinha encharcada. Eu meti a mão por baixo da saia e comecei a esfregar o grelinho enquanto engolia ele. O clitóris já estava duro, sensível pra caralho. Ele acelerou. A pica entrava e saía da minha boca com um barulho molhado, gosmento. Eu sentia cada veia, cada impulso. Meu nariz batia na base quando ele enfiava fundo. - Porra, sua boca é quente pra caralho… - ele rosnou. - Mais fundo. Engole essa porra. Eu engasguei, saliva e pré-gozo escorrendo pelo meu queixo, mas não parei. Continuei chupando como se minha vida dependesse disso. A sensação de estar ali, ajoelhada no quarto de hóspedes, enquanto meu amigo e o namorado dele estavam na sala, me deixava louca. Suja. Traidora. E porra, como eu estava gostando. Ele puxou o pau da minha boca de repente. - Abre a boca. Tira a língua. Eu obedeço. Ele bateu a cabeça do pau na minha língua algumas vezes, espalhando o líquido pegajoso. - Olha pra mim enquanto eu te encho de porra. Ele começou a bater punheta rápido, a mão grossa subindo e descendo no pau gordo. Eu ficava de boca aberta, a língua pra fora, o olhar fixo no dele. Dois minutos depois ele gemeu alto, o corpo travando. - Toma… toma essa porra toda, sua puta… O primeiro jato acertou minha língua. O segundo bateu no meu lábio superior e escorreu pro queixo. O terceiro e o quarto sujaram minhas bochechas e a ponta do meu nariz. Eu senti a porra quente, espessa, escorrendo pelo meu rosto. Continuei de boca aberta, engolindo o que caía dentro. Ele respirou fundo, o pau ainda latejando. - Porra… você é uma vadia mesmo. Eu limpei um pouco da porra com o dedo e chupei, olhando pra ele. - Ainda não terminei. Quero mais. Ele riu, aquele riso baixo e sujo. - Então sobe na cama. Vou te foder essa boceta molhada depois. Mas eu neguei com a cabeça. Me ajoelhei de novo, limpei o pau com a língua, lambendo cada gota que ainda escorria. Em poucos minutos ele já estava duro outra vez. Eu engoli tudo de uma vez, a garganta se abrindo pra receber aquela pica gorda. Dessa vez ele não teve piedade. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a meter fundo, fudendo minha boca como se fosse uma buceta. - Isso… engole. Engole essa pica. Sua irmã nunca fez isso. Nunca engoliu até o fundo como uma puta de verdade. Eu gemia, o som abafado, a saliva escorrendo em fio. Minha mão não parava no grelinho. Eu esfregava rápido, circular, sentindo o orgasmo se aproximando. Cada vez que ele enfiava fundo, meu clitóris latejava mais forte. - Eu vou gozar de novo… - ele avisou, a voz rouca. - Dessa vez na sua boca. Engole tudo. Eu apertei os lábios em volta do pau e chupei com força, a língua pressionando a veia de baixo. Ele gemeu alto, o corpo tremendo, e jorrou direto na minha garganta. Quente, espesso, em jatos fortes. Eu engoli tudo, sentindo a porra descer. Continuei chupando até ele tirar o pau, ainda latejando. Eu me sentei no chão, o rosto sujo de saliva e porra, a boca inchada, a buceta latejando. Ele olhou pra mim, o peito subindo e descendo. - Você é uma puta do caralho… - murmurou. - Sua irmã nunca vai saber. Eu limpei o canto da boca com o polegar e sorri. - Essa foi a vingança por ela nunca me deixar jogar PlayStation. Ele riu baixo, ainda sem fôlego. Eu me levantei, ajeitei a saia, e saí do quarto sem fazer barulho. Na sala, meu amigo me olhou de canto e ergueu a sobrancelha. Eu apenas sorri de volta, o gosto da porra ainda na língua, a calcinha encharcada, e a certeza de que eu faria de novo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.