Pagando uma dívida com o cu!

O que aconteceu foi assim. Eu tinha 28 anos, trabalhava num emprego merda que mal pagava as contas, e um dia levei um assalto que limpou quase todo o meu salário. Sobrou um trocado e umas economias que cobriam metade do que eu devia. Tentei de tudo. Empréstimo no banco, ajuda de família, nada. Foi quando contei pro meu amigo, aquele que sempre andava por perto, meio grosso, meio interessado demais nas minhas curvas. Ele emprestou o dinheiro. Dois meses pra pagar. Eu aceitei, confiante de que daria um jeito.
Dois meses depois eu não tinha nem metade. Ele cobrou. Pedi mais um mês. De novo nada. No dia do vencimento ele bateu na minha porta já com a cara fechada. Entrou, olhou pro meu rosto e falou seco:
- Não me importo. Preciso do meu dinheiro.
Eu engoli seco, o coração batendo forte.
- Juro que quero te pagar. Eu até daria meu traseiro pra conseguir o dinheiro...
A frase saiu sem eu pensar direito. Ele me encarou, os olhos estreitando.
- Você tá falando sério?
Fiquei em silêncio. O silêncio pesou. Ele repetiu, mais baixo, mais perto:
- Tá falando sério ou é papo furado?
Respirei fundo. A vergonha já queimava, mas a conta também. Respondi baixinho:
- Sim.
Ele deu um sorrisinho torto.
- Então aceito seu cu como pagamento. Mas é muito dinheiro pra uma vez só. Quero quatro. Quatro dias seguidos. Só no cu. Sem boca, sem buceta. Só a bunda. E eu vou foder com raiva, porque você me fez esperar. Aceita?
Eu acenei. A boca seca, a buceta já latejando sem eu querer. Combinamos. Ele saiu. Eu fiquei ali, de pé na sala, sentindo o cu se contrair só de imaginar.
No dia seguinte ele chegou cedo. Eu abri a porta de roupão. Ele entrou sem falar muito, trancou a porta e mandou:
- Tira essa porra. Quero te ver nua.
Tirei. O roupão caiu. Ele me empurrou de bruços no sofá, puxou meus quadris pra cima, me deixando de quatro. Os dedos dele abriram minhas nádegas. Eu senti o olhar quente no meu cu.
- Tá apertadinho ainda. Vai doer. Bom.
Ele cuspiu bem no meio. O dedão grosso forçou a entrada. Eu soltei um gemido baixo, o corpo retesando. O dedo entrou até a base, rodou, esticou. Depois dois. Eu mordia o braço do sofá, o grelinho latejando contra o nada. Ele tirou os dedos, abriu o zíper. A pica dele saiu dura, grossa, veias saltadas. Ele esfregou a cabeça no meu cu molhado de saliva.
- Respira fundo. Agora.
Empurrou. A cabeça abriu o anel. A dor veio afiada, quente, queimando. Eu gritei abafado:
- Ahh porra... devagar...
Ele não foi devagar. Enterrou mais, centímetro por centímetro, até o saco bater nas minhas nádegas. Ficou parado um segundo, sentindo meu cu apertar a pica inteira.
- Tá engolindo tudo. Que cu guloso.
Começou a foder. Estocadas curtas no começo, depois mais longas, mais fortes. Cada vez que a pica saía quase inteira e voltava de uma vez, eu soltava um gemido desesperado. O sofá rangia. Minha buceta escorria, o grelinho inchado, pedindo atenção que não vinha. Ele me fodia só no cu, com raiva mesmo, as mãos apertando minha cintura com força, os dedos marcando a pele.
- Isso... aperta... aperta esse cu na minha pica...
Eu apertava. A dor ia misturando com um prazer sujo, profundo. Cada estocada batia em algum ponto que fazia minha perna tremer. Eu gemia alto agora, sem vergonha:
- Ahh... ahh porra... tá arrombando meu cu... mais fundo...
Ele riu baixinho, suado, e meteu mais forte. O barulho molhado da pica entrando e saindo enchia a sala. Meu cu fazia barulho de sucção. Eu gozei sem tocar na buceta, só com a pica no cu, o corpo inteiro tremendo, o grelinho pulsando no ar. Ele sentiu e acelerou.
- Tá gozando só no cu, sua puta. Olha só.
Metade da pica ainda dentro, ele puxou quase tudo e enterrou de uma vez. Eu gritei. Ele gozou fundo, jatos quentes enchendo meu intestino. Ficou pulsando lá dentro enquanto eu soluçava gemidos. Quando tirou, o porra escorreu pelo meu cu dilatado, escorrendo pela buceta e pela coxa. Ele limpou a pica na minha nádega e falou:
- Amanhã de novo. Deixa o cu assim, aberto.
Saiu. Eu fiquei de quatro no sofá, o cu latejando, a vergonha e o prazer misturados.
No segundo dia ele chegou e me encontrou já nua, de quatro na cama, como ele tinha mandado por mensagem. Sem preliminares. A pica já dura. Ele cuspiu de novo, enfiou dois dedos pra checar e meteu de uma vez. Eu gritei no travesseiro:
- Caralho... ainda tá inchado...
Ele fodeu mais bruto. Estocadas profundas, o saco batendo forte. Uma mão desceu e apertou meu grelinho sem entrar na buceta, só esfregando o botão inchado enquanto a pica arrombava meu cu.
- Gozar de novo. Quero sentir esse cu engolir enquanto você goza.
Eu gozei chorando de prazer, o corpo sacudindo. Ele não parou. Continuou fodendo meu cu até gozar de novo, ainda mais fundo. Quando tirou, meu ânus ficou aberto, pulsando, o creme branco escorrendo. Ele passou o dedo, coletou um pouco e esfregou no meu grelinho.
- Chupa.
Eu chupei o dedo, o gosto de porra e do meu próprio cu. Ele riu e saiu.
No terceiro dia a dor já era diferente. Meu cu estava acostumado e ao mesmo tempo mais sensível. Ele me colocou de lado, uma perna levantada, e meteu de lado. Assim a pica entrava em outro ângulo, batendo mais fundo. Eu gemia desesperada, a mão dele no meu peito apertando o mamilo enquanto a outra segurava minha coxa aberta.
- Fala o que você é.
- Sou uma puta que paga dívida com o cu... ahh porra... fode mais...
- Mais o quê?
- Fode meu cu com raiva... arromba... enche de porra de novo...
Ele obedeceu. Fodeu até eu gozar duas vezes seguidas, o grelinho esguichando um pouco sem ninguém tocar de verdade. Quando ele gozou, jatos e mais jatos, meu cu não aguentava mais e escorria tudo enquanto ele ainda metia.
No quarto e último dia eu já estava viciada naquele prazer sujo. Abri a porta nua, de joelhos. Ele puxou meu cabelo e enfiou a pica na minha boca só pra umedecer, depois me virou e me fodeu de quatro no chão da sala. Dessa vez ele me pegou pelo cabelo e me puxava pra trás a cada estocada, a pica sumindo inteira no meu cu. Eu gemia alto, a voz rouca:
- Ahh... ahh caralho... meu cu é seu... usa... usa até acabar...
Ele meteu até o fim, ficou parado, e falou no meu ouvido:
- Goza. Agora. Sem mão.
Eu forcei o músculo do cu, apertei a pica dele o máximo que pude, e gozei de novo, o corpo inteiro em espasmo, o grelinho latejando tão forte que doía. Ele sentiu e descarregou pela última vez, jatos quentes enchendo tudo. Quando tirou, meu cu ficou aberto, vermelho, latejando, escorrendo porra misturada com saliva. Ele passou a mão na minha bunda, deu um tapa e falou:
- Dívida paga. Mas se um dia precisar de novo...
Saiu. Eu fiquei no chão, o corpo mole, o cu arrombado e satisfeito, a vergonha subindo aos poucos. Até hoje, quando vejo ele na rua, meu cu se contrai sozinho e o rosto esquenta. Porque eu sei exatamente o que aquele homem fez comigo. E eu sei que, no fundo, parte de mim ainda queria mais quatro dias.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pagando uma dívida com o cu!

Codigo do conto:
268435

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/07/2026

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