O sofá da sala era o único lugar quente da casa naquela noite gelada de dezembro. Minha mãe tinha saído pra trabalhar no plantão da madrugada e a gente ficou sozinho. Eu e a amiga dela que vinha tomar conta de mim e de minha irmã, que nesse dia tinha saído. A amiga de minha se chamava Franciele, 36 anos, corpo pequeno, cabelo nos ombros, bunda redondinha que o short curto não conseguia esconder. Os seios pequenos apertavam a camiseta fina e eu já estava de pau duro só de olhar. A gente cobriu com o cobertor e ficou conversando baixo. O frio fazia a gente se encostar mais. De repente minha mão desceu sozinha e pousou na bunda dela. Os dedos apertaram uma bochecha macia. Ela não afastou. Só deu um sorrisinho de canto e continuou falando como se nada tivesse acontecido. Eu apertei de novo, mais forte, e senti o calor da pele dela através do short. Meu pau latejou dentro da calça. — Tá gostando de sentir, né? — ela murmurou sem olhar pra mim. Eu não respondi. Só deslizei a mão por baixo do short e encontrei a calcinha já úmida. O dedo passou pelo meio da bunda e desceu até a fenda. Ela abriu um pouco as pernas e soltou um gemido baixo. — Porra… seu dedo tá quente. Levantei o cobertor e me debrucei nela. A boca dela encontrou a minha. Beijo molhado, língua enfiada fundo, dente batendo. Eu puxei a camiseta dela pra cima e os seios pequenos saltaram. Os mamilos já duros. Lambi um, chupei o outro, mordi de leve. Ela arquejou e enfiou a mão nos meus cabelos. — Chupa mais forte… assim… ahhh porra. Desci beijando a barriga até o umbigo. Puxei o short e a calcinha juntos. A buceta apareceu: grelinho inchado, pelinhos ralos, lábios rosados e molhados. Cheirei fundo e enfiei a língua. Ela soltou um grito abafado e segurou minha cabeça. — Assim… lambe esse grelinho… ahhh caralho… sua língua é quente pra porra. Chupei o clitóris como se fosse a última coisa do mundo. Dois dedos entraram fáceis na buceta molhada e eu fodi ela com a mão enquanto chupava. Ela tremia, rebolava, puxava meu cabelo. — Vai… mais fundo… enfia os três… ahhh porra assim eu vou gozar… Quando ela gozou, apertou minhas orelhas com as coxas e esguichou um pouco na minha boca. O gosto era azedo e doce ao mesmo tempo. Levantei, tirei a calça e meu pau saltou duro, veias saltadas, cabecinha brilhando de pré-gozo. Ela olhou e lambeu o lábio. — Que pica linda… vem cá. Ela me puxou e enfiou a boca. Chupou só a cabeça primeiro, depois engoliu até o meio. A língua rodava, a mão apertava o saco. Eu segurei o cabelo dela e enfiei mais fundo. Ela engasgou, babou, mas não parou. — Engole essa pica… isso… chupa até o fundo… ahhh sua boca é de uma puta. Ela tirou a boca, cuspiu na minha pica e se levantou. Empurrou meu peito pro sofá e montou de costas. Segurou o pau com uma mão, abriu a buceta com a outra e encaixou. Desceu devagar. Eu senti cada centímetro entrando naquela buceta quente e apertada. — Ahhh… que pica grossa… tá abrindo tudo… caralho… Quando enfiou até o fundo, ela ficou parada um segundo, respirando fundo. Depois começou a rebolar. A bunda batia na minha barriga, o cu piscava bem na minha frente. Eu apertei as duas bochechas e abri, vendo o cu apertado e a buceta engolindo meu pau. — Olha essa putinha montando… rebola mais… assim… ahhh porra sua buceta tá me mamando. Ela acelerou. Segurou os próprios seios e gemía alto, sem se importar. — Me fode… me fode essa buceta… ahhh eu tô gozando de novo… caralho… Gozei quase junto. Segurei a cintura dela e enfiei fundo, jorrando porra quente dentro. Ela sentiu e gozou de novo, apertando meu pau com a buceta em espasmos. Quando parou, desceu devagar e a porra escorreu pela coxa. A gente ficou ali, ofegantes. Ela limpou a buceta com o dedo e chupou. — Gostoso… sua porra. Depois daquilo a gente só se olhava. No dia seguinte minha mãe tomou banho e a gente fodeu de novo no mesmo sofá, rápido e silencioso. Eu enfiei ela de quatro, segurando a bunda, enfiando até o saco bater. Ela mordia a almofada pra não gritar. — Mais forte… arrebenta essa buceta… ahhh porra seu filho da puta… Gozei de novo, dessa vez no cu dela. Ela pediu. Abri o cu com dois dedos, cuspi e enfiei. Apertado pra caralho. Ela gemeu baixo e veio junto. Um ano depois ela voltou. Eu estava doido. Na primeira sexta ela dormia no sofá. Esperei minha mãe apagar a luz do quarto e fui. Toquei o ombro dela. Ela abriu o cobertor sem dizer nada. Eu entrei. A boca dela já estava na minha. Beijo urgente, mão na pica, mão na buceta. — Tava esperando isso o ano inteiro… — ela sussurrou. Tirou minha calça e engoliu o pau de uma vez. Chupou fundo, babando, olhando pra mim. Eu enfiei a mão no cabelo e fodi a boca dela. — Chupa essa pica… engole tudo… ahhh sua boceta de puta. Ela se ajoelhou no sofá, de quatro, e eu entrei por trás. A buceta já estava escorrendo. Enfiei tudo de uma vez e ela gritou no travesseiro. — Ahhh caralho… que pica… me fode… me fode sem dó… Bati forte. A bunda tremia a cada estocada. Segurei o cabelo dela e puxei, enfiando mais fundo. O som molhado de pau entrando e saindo enchia a sala. Ela gemía desesperada. — Assim… arrebenta… enfia no cu também… por favor… Cuspi no cu, enfiei o polegar e continuei fodendo a buceta. Depois troquei. Puxei o pau, alinhei no cu e empurrei. Ela soltou um grito longo. — Ahhh porra… tá entrando… que grosso… ahhh não para… Fodi o cu dela até ela gozar de novo, tremendo toda. Depois voltei pra buceta e gozei dentro, jorrando tanto que escorreu pelo sofá. No dia seguinte, enquanto minha mãe tomava banho, a gente fodeu de novo. Dessa vez ela me chupou até eu gozar na boca e engoliu tudo. Depois montou e rebolou até eu gozar de novo dentro. Quando ela foi embora a gente ainda falava. Ela mandava foto da buceta molhada, do cu piscando, dos seios. Eu batia punheta olhando e mandava foto da pica dura. Com o tempo foi esfriando. Mas aquela noite no sofá, o cheiro da buceta dela, o gemido dela pedindo pra eu arrebentar, a porra escorrendo… isso ficou. E toda vez que eu penso nisso meu pau ainda fica duro.
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