Me fodendo gostoso com uma colher!



Tava sozinha em casa, o silêncio só quebrado pelo barulho distante da rua. O tesão tava me comendo por dentro desde de manhã. Não aguentei. Fui pro banheiro, liguei o chuveiro bem quente e entrei debaixo da água. A água batia no meu corpo e eu já ia passando a mão na buceta, esfregando o grelo inchado. Fiquei um tempão assim, gemendo baixinho enquanto a água escorria pelos peitos, pela barriga, descendo até a xoxota. Saí do banho, me sequei rápido e passei aquele creminho hidratante no corpo inteiro. A pele ficou macia, brilhante. Fiquei peladinha, só de chinelo, e fui até a cama.
Deitei, abri as pernas e olhei pro meu bucetão. Tava inchadinho, os lábios molhados, o grelo saltado pra fora, latejando. Passava o dedo devagar e sentia o melzinho escorrendo. Aí me veio a ideia safada. Levantei, fui até a cozinha e peguei uma colher de sobremesa de aço inox. Lavei bem com água e sabão, enxaguei, sequei e voltei pro quarto com ela na mão.
Deitei de novo, abri bem as pernas, ergui os joelhos e comecei a passar a parte de trás da colher na bucetinha. O metal tava frio pra caralho. O contraste com a minha buceta quente me fez arrepia toda. Esfreguei devagar no grelo, apertando um pouco.
- Aaaahh, que delícia… - gemia baixinho, rebolando a bunda no colchão.
Fui descendo a colher, abrindo os lábios com o metal e empurrando devagar. A colher entrou fácil. Minha buceta tava tão molhada que engoliu ela quase inteira de uma vez. Senti o frio do aço me abrindo por dentro, batendo no ponto G. Comecei a meter devagar, enfiando e tirando, sentindo o metal liso roçando nas paredes quentes. O barulhinho molhado era nojento de gostoso.
Acelerei. Metia mais forte, girava a colher lá dentro, esfregava a parte arredondada bem no fundo. Peguei o celular com a outra mão e comecei a gravar, mirando bem na minha xoxota engolindo a colher.
- Aaaahh… que gostoso… puta que pariu… - gemia mais alto agora, sem vergonha nenhuma.
A colher fazia uns barulhos safados toda vez que entrava e saía, o melzinho escorrendo pelos meus dedos, pingando no lençol. Continuei enfiando bem fundo, roçando sem parar no ponto G. Meu grelo latejava tanto que eu tinha que passar o dedo nele ao mesmo tempo. A pressão foi subindo rápido. Senti a buceta apertar, o corpo tremer.
Gozei pela primeira vez com força, o cu contraindo junto, a buceta esguichando um pouco em volta da colher. Tremi toda, apertando a colher lá dentro com força, mas não tirei. Continuei metendo bem devagar enquanto passava o dedo no grelo, esfregando em círculos.
- Aiii, caralho… ainda tô gozando… - falava pro celular, a voz embargada.
Fiquei um tempo assim, metendo a colher bem fundo e brincando com o grelo. O tesão não baixava. Queria mais. Tirei a colher da buceta. Ela saiu toda brilhando, escorrendo melzinho grosso. Cheirei, passei a língua na parte suja e senti o gosto da minha própria putaria. Virei de quatro, empinei a bundinha bem alto, abri as nádegas com uma mão e passei a colher gelada bem no meio do cuzinho. O metal frio tocando o cu me deixou doida.
- Aiiii meu Deus… tá geladinho… - gemia, rebolando a bunda pra trás.
Empurrei devagar. O cuzinho foi abrindo, engolindo a colher centímetro por centímetro. Quando ela entrou quase toda, o frio do aço dentro do meu cu me deu um choque de tesão absurdo. Senti o metal frio me dilatando, o cu pulsando em volta. Comecei a foder meu cuzinho com a colher, entrando e saindo bem devagar no começo. Depois mais rápido. A outra mão foi direto pra bucetinha. Enfiei dois dedos de uma vez, metendo fundo enquanto a colher entrava e saía do cu.
Tava uma bagunça gostosa. Eu gemia alto, rebolando na colher, o cu fazendo barulho molhado, a buceta escorrendo nos dedos.
- Aiiiii caralho… tá me deixando louca… mete, mete… - falava sozinha, a voz já rouca.
O frio da colher no cuzinho combinado com os dedos na buceta me fez perder o controle. Acelerei as duas mãos. A colher entrava fundo no cu, os dedos socavam a buceta. Senti o orgasmo subindo de novo, mais forte. Gozei absurdamente. O cuzinho apertou a colher várias vezes seguidas, a buceta esguichou de verdade, melando a mão, o lençol, a coxa. Continuava metendo a colher no cu enquanto gozava, tremendo tanto que quase caí de quatro.
- Aaaaahhh… porra… tô esguichando… - gemia desesperada, a voz falhando.
A colher saiu do cu toda brilhando, melada de melzinho da buceta e do cu misturado. Fiquei deitada de lado uns minutos, ainda tremendo, com a colher suja na mão. Olhei pra ela. Tava completamente melada, escorrendo minha safadeza. Cheirei de novo, chupei o cabo, limpei com a língua o que deu.
Mas não tinha acabado. O cuzinho ainda tava sensível, latejando, aberto. Voltei a deitar de costas, abri as pernas de novo e enfiei a colher de volta na buceta, dessa vez mais fundo. Comecei a meter com força, batendo a parte arredondada no ponto G sem dó. Com a outra mão abri os lábios e esfreguei o grelo bem rápido, sem parar.
- Isso… assim… vai me fazer gozar de novo… - gemia, a bunda subindo e descendo no colchão.
O barulho molhado era constante. A buceta já tava inchada, vermelha, pingando sem parar. Senti outro orgasmo chegando. Apertei as pernas, enfiei a colher até o fundo e esfreguei o grelo como uma louca. Gozei de novo, mais forte ainda. O corpo inteiro tremeu, a buceta se contraiu em volta da colher, o cu se abriu e fechou sozinho. Esguichei mais um pouco, o melzinho saindo em jatos curtos.
Fiquei deitada, ofegante, a colher ainda dentro da buceta. Tirei devagar, sentindo o vazio. Passei a colher suja no grelo, esfregando o metal frio e molhado. Depois levei até a boca e chupei tudo, limpei a colher com a língua, sentindo o gosto forte da minha putaria.
Ainda não tava satisfeita. Virei de quatro de novo, empinei a bunda e enfiei a colher limpa (mas ainda gelada) no cuzinho de uma vez só. Dessa vez entrei mais fácil, o cu já tava aberto e relaxado. Comecei a meter com força, rebolando pra trás, enquanto a outra mão enfiava três dedos na buceta.
- Aiiiiii porra… meu cu tá tão aberto… - gemia alto, a voz quebrada.
Metia a colher fundo no cu, girava, puxava quase até sair e enfiava de novo. Os dedos socavam a buceta sem parar. O tesão tava tão alto que eu sentia o corpo inteiro formigando. Gozei mais uma vez, o cu apertando a colher com força, a buceta escorrendo nos dedos. Continuava metendo mesmo depois do orgasmo, prolongando o máximo que dava.
Quando finalmente parei, tirei a colher do cu e me joguei de bruços na cama. A colher tava suja de novo, brilhando. Fiquei olhando pra ela, ainda tremendo. Meu cuzinho latejava, aberto, sensível. A bucetinha tava inchada, latejando, o grelo doendo de tanto esfregar.
Fiquei deitada um tempão, o corpo inteiro mole, a respiração ainda pesada. Peguei o celular e olhei o vídeo que tinha gravado. Vi minha buceta engolindo a colher, meu cu se abrindo pro metal frio, o melzinho escorrendo, os gemidos desesperados. Fiquei com tesão de novo só de ver. Mas o corpo não aguentava mais.
Ainda tô sentindo o cuzinho sensível e a bucetinha latejando horas depois. Foi uma das masturbações mais gostosas e safadas que eu já fiz. A colher ficou lá na mesa de cabeceira, suja, como troféu. Toda vez que olho pra ela, lembro do metal frio entrando no meu cu e na minha buceta, do barulho molhado, dos gemidos que soltei sozinha.
E já tô pensando em repetir.

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Comentários


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pelotoque Comentou em 31/07/2026

Que tesão! Adoro quando uma mulher se masturba, seja sozinha ou acompanhada, mostrando que sabe dar prazer a si mesma. Sou um admirador de siririca e punheteiro por opção.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Me fodendo gostoso com uma colher!

Codigo do conto:
268228

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
25/07/2026

Quant.de Votos:
3

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