Meu irmão me comeu gostoso, após me ouvir trepando!
Eu ainda estava com o cheiro dele na pele quando o sol começou a entrar pela fresta da cortina. O cara tinha me fodido até as quatro da manhã. Pica grossa, grossa pra caralho, que abria minha buceta com força e ainda assim eu pedia mais. Eu gemia alto, sem vergonha nenhuma. A casa estava vazia, meus pais longe, e eu não me importava se o mundo inteiro ouvisse. Só não tinha pensado no meu irmão no quarto do lado. Ele saiu de manhã cedo, me beijou a boca e sumiu. Eu fiquei na cama, pernas abertas, buceta ainda latejando, gozo escorrendo pela coxa. Fechei os olhos e me toquei de novo, só pra sentir o gosto da noite. Os dedos entraram fácil, a buceta estava escorregadia, quente, inchada. Eu gemendo baixinho dessa vez, imaginando a pica dele ainda dentro, batendo fundo. Mais tarde, quando desci, meu irmão estava na cozinha. Ele me olhou de cima a baixo, aquele sorrisinho de canto de boca que eu conheço desde criança. - Parece que você se divertiu ontem à noite. Eu ri, nervoso, e tentei disfarçar. - Espero que você não tenha ouvido demais. Ele não desviou o olhar. - Eu gostei do que ouvi. Meu rosto esquentou na hora. Eu saí dali quase correndo, coração batendo no peito. O resto do dia passou em câmera lenta. Toda vez que eu passava perto do quarto dele, o corpo inteiro reagia. A buceta apertava sozinha. Os mamilos ficavam duros debaixo da camiseta. Eu odiava admitir, mas o fato de ele ter escutado me deixava molhada pra caralho. À tarde eu passei de novo pela porta dele. - Vou ficar em casa hoje. Preciso descansar depois da noite passada. Ele estava deitado na cama, camisa aberta, mão atrás da cabeça. - Nada de sair essa noite? - Não. Você vai conseguir dormir tranquilo. Ele sorriu de novo, mais lento. - Eu não reclamo quando não consigo dormir por sua causa. Eu fechei a porta na cara dele antes que ele visse meu rosto vermelho. Corri pro meu quarto, travei a porta e me joguei na cama. A mão já estava dentro do short. A buceta estava encharcada. Eu esfreguei o grelinho rápido, sem piedade, imaginando ele do outro lado da parede, ouvindo tudo de novo. Gozei em menos de dois minutos, mordendo o travesseiro pra não gritar. À noite eu não aguentei. Tomei banho demorado, me depilei toda, deixei a buceta lisinha e o cu bem limpinho. Passei óleo no corpo, nos seios, nas coxas. Coloquei só uma camiseta fina e calcinha de renda preta. Deitei na cama, pernas abertas, e liguei o celular no volume baixo. Coloquei um vídeo de uma mulher gemendo bem alto enquanto levava pica no cu. O som encheu o quarto. Eu comecei a me tocar devagar. Dois dedos entrando e saindo da buceta, o polegar no grelinho. O líquido já escorria pro cu. Eu gemia alto de propósito, fazendo o som bater na parede. - Aaaah… porra… mais fundo… A porta do quarto dele se abriu. Eu ouvi os passos. Meu coração disparou, mas eu não parei. Continuei enfiando os dedos, abrindo as pernas mais ainda. Ele parou do lado de fora da minha porta. Eu sabia. O corredor era silencioso. Eu falei mais alto: - Me fode… me fode essa buceta… quero sua pica… Silêncio. Depois o barulho da maçaneta. A porta não estava trancada. Eu tinha “esquecido” de trancar de propósito. Ele entrou. Eu não cobri nada. Fiquei exatamente como estava: camiseta subida até os seios, calcinha puxada pro lado, dois dedos dentro da buceta, gozo brilhando na pele. Ele fechou a porta atrás de si e ficou olhando. A pica já marcava forte na bermuda. - Continua – ele disse, voz baixa, rouca. Eu obedeço. Empurrei os dedos mais fundo, abrindo a buceta pra ele ver. O barulho molhado encheu o quarto. - Você ouviu tudo ontem? – perguntei, ofegante. - Ouvi cada gemido. Cada vez que você pedia pra ele meter mais forte. Cada “ai, porra, goza dentro”. Ouvi você gozar três vezes. A última você gritou meu nome. Eu gemi alto só de ouvir isso. Meu irmão. A porra do meu irmão. Ele se aproximou da cama. Tirou a camisa. Depois a bermuda. A pica saltou pra fora, grossa, veia saltada, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Maior do que eu lembrava de quando a gente era adolescente e brincava de se olhar no banho. - Abre mais as pernas – ele mandou. Eu abri. Ele ajoelhou entre elas. Sem pedir licença, enfiou a língua inteira na minha buceta. Lambendo, chupando, sugando o grelinho com força. Eu agarrei o cabelo dele e empurrei a cara contra a minha carne. - Isso… chupa essa porra… come essa buceta… Ele chupava como se estivesse com fome há anos. A língua entrava, saía, subia pro cu, voltava pro grelinho. Eu tremia inteira. Quando ele enfia dois dedos no cu ao mesmo tempo que chupava, eu gritei. - Aaaaaah porraaaa… tô gozando… tô gozando no seu peito… O orgasmo veio violento. Minha buceta se fechou nos dedos dele, o gozo espirrou na boca dele. Ele bebeu tudo, lambendo até o último fio. Antes que eu recuperasse o fôlego, ele subiu no meu corpo. A cabeça da pica bateu na entrada. Ele olhou nos meus olhos. - Quer essa pica? - Quero. Mete. Mete agora. Ele enterrou de uma vez só. A pica abriu tudo, fundo, até o fundo do útero. Eu gritei no ouvido dele. Ele começou a meter com força, a cama batendo na parede, o som molhado da buceta engolindo a pica ecoando pelo quarto. - Porra… que buceta apertada… você goza fácil pra caralho… - Mais forte… me fode como ele te ouviu me fodendo… Ele agarrou minhas coxas e abriu mais. A pica entrava e saía brilhando de porra. Cada estocada batia no ponto certo. Eu já estava gozando de novo, as paredes se contraindo, o cu piscando vazio. Ele tirou a pica, virou meu corpo de bruços e me puxou pelo quadril. A cabeça molhada escorregou pelo meu cu. Eu engoli seco. - Vai no cu – eu pedi, voz embargada. – Quero sentir você me arrombando. Ele cuspiu na mão, passou no cu e empurrou. A cabeça entrou devagar, esticando. Eu gemendo alto, a testa no travesseiro, as unhas arranhando o lençol. - Aaaaaai… porra… que pica grossa… vai… enfia tudo… Ele enterrou até as bolas. Ficou parado um segundo, respirando pesado, sentindo o cu apertar. Depois começou a foder. Estocadas longas, profundas, o som de pele batendo em pele. Minha buceta escorria gozo na cama. Eu empurrava o cu pra trás, pedindo mais. - Me fode esse cu… me usa… me enche de porra… Ele acelerou. Uma mão no meu ombro, outra no cabelo, puxando minha cabeça pra trás. A pica entrava com violência agora. Eu gemia sem parar, sons desesperados, quase chorando de prazer. - Tô gozando de novo… aaaaah… o cu tá gozandoooooo… O orgasmo anal veio diferente, mais fundo, mais quente. Meu corpo inteiro tremeu. Ele meteu mais umas dez vezes e gozou. A pica latejando dentro do meu cu, jatos quentes enchendo tudo. Ele ficou enterrado até o fim, gemendo no meu ouvido. - Porra… que cu gostoso… você engole tudo… Quando ele saiu, o gozo escorreu pelo meu cu e pela buceta. Eu virei de lado, ofegante, as pernas mole. Ele deitou atrás de mim, a pica ainda semi-dura colada nas minhas nádegas. Ficamos em silêncio por um tempo. Só a respiração. Depois ele falou, baixo: - Amanhã de novo. Eu sorri, ainda com o cu latejando. - Pode deixar a porta aberta. Ele passou a mão pela minha barriga, desceu até a buceta e enfiou dois dedos no meio do gozo misturado. - Eu vou te ouvir toda noite agora. E quando eu quiser, vou entrar e te foder até você não conseguir mais gritar. Eu apertei os dedos dele com a buceta e gemi de novo. A noite ainda era longa. E a casa estava só nossa.
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