O sol já tinha esquentado a terra vermelha da fazenda quando ela chegou. Maria desceu do carro com o vestido leve grudando na pele suada, o cabelo preso de qualquer jeito. Vinha visitar o tio, mas o que realmente a puxava pra lá era o homem que cuidava do gado: o Zé, vaqueiro de braço grosso, peito largo e cheiro de couro, suor e feno. Ele tava no curral, camisa aberta, peito peludo brilhando de suor, chapéu de aba larga jogado pra trás. Quando viu ela, deu um sorriso manhoso, daqueles que já prometem porrada. — Óia só quem apareceu… a moça da cidade veio ver o bicho bruto trabalhar, foi? Maria engoliu em seco. A buceta já latejava só de ouvir aquela voz rouca, sotaque puxado, sem nenhuma delicadeza. — Vim ver se o vaqueiro ainda tava inteiro — respondeu, se aproximando. — Ou se já tinha virado bicho de verdade. Zé riu baixo, escancarou a porteira e puxou ela pra dentro do curral. O cheiro dele bateu nela de uma vez: suor, terra, macho. Ele não perdeu tempo. Passou a mão grossa pela cintura dela, apertou a bunda e puxou pra cima do corpo dele. — Então vai ter que aguentar o tamanho da pica, menina. Aqui não tem frescura. Quer sentir o cheiro de fazenda mesmo? Ela só balançou a cabeça, já com a mão descendo pro volume grosso que marcava a calça de brim. A pica dele era pesada, quente, quase latejando. Zé soltou um gemido baixo quando ela apertou. — Porra… já tá molhada só de olhar, né? Deixa eu ver essa buceta. Ele a virou de costas, ergueu o vestido e puxou a calcinha pro lado. Os dedos calejados passaram direto no meio da fenda, encharcada. — Caralho, tá pingando. Grelinho inchado já… você é safada pra caralho, Maria. Dois dedos entraram de uma vez, fundo, sem carinho. Ela gemeu alto, a testa apoiada na cerca de madeira. — Ah… porra, Zé… assim… — Fala direito. Fala que quer a pica do caipira. — Quero… quero a pica grossa desse vaqueiro… enfia tudo… Ele riu, abriu a calça e a pica saltou pra fora: grossa, veias saltadas, cabeça rosada e molhada de pré-porra. Passou a cabeça pela entrada dela, esfregando o grelinho até ela tremer. — Agüenta… — avisou, e cravou de uma vez só. Maria gritou. A pica abriu a buceta com força, esticando tudo, chegando fundo até o fundo da barriga. Zé segurou os quadris dela e começou a meter com força, cada estocada batendo a pele suada dele na bunda dela. — Ahh… ahh… porra… que pica… — ela gemia, a voz já quebrada. — Mais forte… me fode mais forte, Zé… Ele não economizou. Segurou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás e meteu sem dó, o pau saindo todo e entrando de novo, molhado, fazendo barulho molhado de porra e gozo. — Essa buceta é minha agora, ouviu? Vai gozar no pau do caipira… vai… Maria já tava perdida. Os gemidos saíam desesperados, altos, quase gritos: — Ahh… ahh… não para… vai… vai enfiar tudo… ahh porra… eu vou gozaaaaar… Zé tirou o pau, virou ela de frente, levantou uma perna dela e enfiou de novo, agora olhando nos olhos. A pica entrava até o fundo, o grelinho dela sendo esmagado a cada estocada. — Goza. Goza nessa pica. Ela gozou gritando, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes, o corpo todo tremendo. Zé não parou. Continuou metendo enquanto ela ainda gemia, a voz falhando: — Ainda… ainda tá metendo… ahh… caralho… Ele tirou o pau, ainda duro e brilhando de gozo dela, e a virou de costas de novo. — Agora o cu. Abre. Maria espalmou as mãos na cerca, abriu as pernas e empurrou a bunda pra trás. Zé cuspiu no cu dela, passou a cabeça da pica e foi entrando devagar, mas sem pedir licença. O cu abriu, ardeu, e ela gemeu de dor e tesão misturados. — Porra… que cu apertado… — ele rosnou, enfiando mais. — Relaxa… deixa o vaqueiro foder esse cu. Quando entrou todo, começou a meter com força. Maria gemia alto, quase chorando de prazer: — Ahh… ahh… me fode o cuuuuuuuu… mais fundo… ahh porra… que pica grossa… Zé metia sem piedade, a mão batendo na bunda dela, o outro braço segurando a cintura. O cheiro de sexo, suor e terra misturava no ar quente do curral. Ele sentiu o saco endurecer. — Vou gozar, sua cachorra… onde quer? — Dentro… goza dentro do meu cu… enche… Ele enterrou fundo e gozou com um gemido rouco, jatos quentes enchendo o cu dela. Maria sentiu cada pulsação, o corpo ainda tremendo. Quando ele saiu, o gozo escorreu pela coxa dela, misturado com a porra da buceta. Zé a puxou pela cintura, beijou o pescoço suado e falou no ouvido, ainda ofegante: — Próxima vez você vem mais cedo. Tem muito mais pica pra te dar, menina. Maria só conseguiu sorrir, as pernas bambas, a buceta e o cu latejando. O cheiro dele ainda grudado na pele. E ela já queria de novo.
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