A campainha tocava insistentemente, cortando o silêncio da casa. Eram quase 11h da manhã. Acordei com a cabeça pesada, latejando, a boca seca e um gosto amargo subindo pela garganta — ressaca pura. Aquela sensação de nunca mais eu bebo... A noite anterior era um borrão confuso. Levantei zonzo, o corpo ainda mole de sono e ainda sob algum efeito da bebida, vestindo apenas uma samba-canção preta. Fui até o portão sem me importar com nada. Abri. Do outro lado estava uma mulher de uns trinta e poucos anos, baixinha, um pouco acima do peso, pele clara, óculos de armação fina e cabelo loiro preso em um boné. Ela usava um Uniforme da prefeitura, calça caqui e colete verde com um crachá de identificação, Flor - Agente de Saúde. Ela me olhou com algum espanto, eu tava só de cueca, com o pau meia bomba, a tal da ereção matinal...ela deu uma secada rápida no meu corpo e depois sorriu discretamente, mesmo ao me ver daquele jeito. — Eita! Te acordei moço, Bom dia! Desculpa incomodar tão cedo… ou quase cedo — disse ela, rindo baixinho, os olhos brilhando por trás dos óculos. — Sou a Flor, agente de saúde da Prefeitura. Estamos fazendo uma campanha de prevenção a dengue. Posso dar uma olhadinha no seu quintal, para ver se temos algum possível foco? Ela era bem falante e simpática. Mesmo eu respondendo meio seco por causa da ressaca, ela continuou sorrindo e conversando...eu só abri o portão e fiz sinal pra ela entrar...e quando passou por mim....algo me chamou a atenção, uma tremenda bunda...redonda e grande....quase desproporcional ao corpo daquela fêmea....o meu pau mexeu na cueca quase que instantaneamente...que rabo maravilhoso...até tinha curado um pouco da minha ressaca... Enquanto caminhávamos pelo quintal, ela estava alheia aos meus olhares... ia fazendo as perguntas de praxe, mas também puxando papo: — O senhor mora sozinho? — perguntou, olhando ao redor com atenção, mas sempre com um sorriso no rosto. — Moro — respondi, coçando a nuca... — Ah, entendi. Faz tempo que mora aqui na casa? Eu também moro nesse bairro, sabe? Logo ali, umas quadras pra baixo. É bem tranquilo, né? Só esses mosquitos que não perdoam — riu ela, gesticulando animada. Ela era risonha, falante, fazia comentários leves sobre o bairro, sobre o trabalho dela e até brincou com o calor do dia. Eu observava, ainda zonzo, mas já reparando na forma como aquela bunda grande e pesada balançava a cada passo, a calcinha aparecia levemente por baixo quando ela se abaixava para checar algum canto. Depois de alguns minutos, ela terminou a vistoria. — Pronto! Só preciso anotar aqui rapidinho — disse, ainda sorridente. — Pode me mostrar onde fica a guia da prefeitura?...geralmente fica colada na porta da cozinha... Fiz sinal para ela ir na frente até a porta da cozinha. Ao passar por mim, seu olhar desceu sem querer para minha samba-canção. Meu pau estava bem mais duro agora, marcando o tecido de forma óbvia. Ela fez uma cara de alguma surpresa.. e um pouco corada comentou... — Parece que alguém acordou bem animado hoje, hein… — com um tom meio brincalhão e safado ao mesmo tempo, me olhando nos olhos em seguida... Já que deu abertura, fui pra cima... — Você que deixou ele assim — respondi.. Ela sorriu, e falou: — Ai meu Deus… que situação! — me encarando... Ela foi até a porta...o papel estava um pouco alto. Ela ficou na ponta dos pés, esticando o corpo pequeno, a bunda empinando de forma irresistível. Me aproximei por trás, encostei meu corpo no dela e coloquei as mãos grandes em sua cintura macia. — Quer ajuda? — sussurrei no ouvido dela, esfregando devagar meu pau duro e quente contra aquela bunda farta e macia. Flor soltou um suspiro longo e trêmulo, o corpo estremecendo contra o meu. —Aii Moço… — murmurou, mas não se afastou. Terminou de anotar com a mão tremendo. Quando se virou, eu a puxei para um beijo intenso. Nossos lábios se encontraram molhados e urgentes. Minha língua invadiu sua boca. O beijo era babado, quente, cheio de desejo. Minhas mãos apertavam aquela bunda pesada, os dedos afundando na carne macia. — Ai, moço… eu sou casada… não pode… — gemeu contra minha boca, mas suas mãos subiam pelo meu peito nu, apertando meus ombros. Ela ainda tentava resistir com palavras, mas o corpo e os beijos mostravam o contrário. Peguei a mão dela e guiei até meu pau. Seus dedos pequenos envolveram o comprimento grosso e pulsante. — Nossa… — sussurrou, ofegante, enquanto começava a me punhetar devagar, o olhar vidrado. Você é um preto muito gostoso. Levei-a até o quarto, ainda trocando beijos molhados. Virei-a de costas contra a beira da cama, abaixei sua calça e calcinha de uma vez. A bunda empinada, branca, enorme e macia na minha frente. Pincelei a cabeça grossa do pau entre os lábios molhados da buceta lisa dela, sentindo o calor escorregadio e o tesão pingando. — Você quer, né, safada? — murmurei. — Aiii… — ela gemeu, rebolando devagar contra mim. Meti devagar, sentindo cada centímetro dela me apertando quente, molhada e aveludada. Depois acelerei, bombando fundo e forte, o som molhado de pele contra pele ecoando. Segurei sua cintura e puxei seu cabelo loiro, já solto — Aiii… que delícia… tarado… — gemia ela, agora sem disfarçar o prazer, toda manhosa... Sua buceta tava bem molhada...Seus gemidos aumentaram...senti que ela ia gozar, acelerei mais. Flor tremeu inteira, a pele arrepiada, gozando forte ao redor do meu pau. — Vou gozar… — avisei. — Não goza dentro, não sou operada...goza na minha boca… por favor… — pediu, virando-se rapidamente. Ela se ajoelhou, engoliu meu pau gulosa, chupando com vontade. Gozei forte, enchendo sua boca com jatos grossos. Parte escorreu pelos lábios e sujou a blusa da prefeitura. Ela engoliu sorrindo, lambendo os cantos da boca com cara de safada. Depois, ainda ofegantes, ela disse com as pernas bambas e a mão no rosto: — Ai meu Deus, que loucura....Preciso de um banho… Ela parecia meio assustada, mas ainda sorria, mas me olhando com uma cara de quem tinha feito uma loucura......Peguei uma toalha e entramos juntos no chuveiro. Debaixo da água quente, nos pegamos novamente. Beijos quentes, Levantei sua perna, encostei-a na parede e a fodi com força, os gemidos dela ecoando no banheiro molhado. Gozamos juntos mais uma vez. Fiquei olhando ela se vestir... — Você vai me dar seu telefone? ...perguntei... — Melhor não, eu te falei que eu sou casada, isso nunca me aconteceu.... Insisti, já no portão ela disse, deixa que eu te ligo... Ela não ligou... Uns meses depois, fui a feira no bairro e a encontrei... acompanhada de um homem, que provavelmente era seu marido e uma criança de uns 7 anos... Ela disfarçadamente me olhou e sorriu....o suficiente pra deixar meu pau duro mais uma vez...
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