Casada me mamou na viagem á trabalho!



O evento da empresa sempre era a mesma merda: um hotel caro pra fingir que a gente era uma grande família, open bar pra todo mundo se embriagar e esquecer que no dia seguinte ia voltar a se odiar no WhatsApp do trabalho. Eu já estava no terceiro uísque quando vi a Fernanda atravessando o salão. Trinta e cinco anos, magra pra caralho, pele branca que parecia nunca ter visto sol de verdade, cabelo preto liso caindo até o meio das costas, rosto de patricinha que fazia qualquer um querer sujar. Vestido leve, curto o suficiente pra mostrar aquelas pernas finas, decote discreto mas que ainda assim deixava a imaginação rodar solta. Joceany, era casada com um diretor de outra empresa, casada com aquele tipo de marido que deve achar que a esposa é só decoração de jantar de negócios.
A gente se conhecia há anos. Mesma função, unidades diferentes. Conversas de corredor viraram almoços, almoços viraram WhatsApp até altas horas. Nunca tinha rolado nada além de flerte pesado, mas naquela noite ela estava diferente. Bebida solta no corpo dela. Veio direto pra mim, pegou na minha mão como se fosse a coisa mais natural do mundo, passou a ponta dos dedos pelo meu antebraço, falou tão perto que eu senti o cheiro do vinho tinto na boca dela.
- Tá me olhando desse jeito desde ontem...
- Porque você tá linda pra caralho.
- Mentiroso. Você tá me olhando porque quer me comer.
Ela riu baixo, aquele riso de quem já sabia exatamente o que estava fazendo. Os dedos dela apertaram meu braço um pouco mais forte. Eu estava com o pau já duro dentro da calça, batendo contra o zíper toda vez que ela se mexia. Em certo momento ela parou na minha frente, me encarando nos olhos, boca entreaberta, como se estivesse esperando eu puxar ela pela nuca e enfiar a língua goela abaixo ali mesmo, no meio do salão. O tesão subiu tão forte que eu quase fiz merda. Foi quando a amiga dela – aquela chata de sempre – puxou Fernanda pelo braço e arrastou embora, murmurando alguma coisa sobre “hora de ir pro quarto”.
Fiquei ali, pau latejando, respiração pesada. Alívio e raiva ao mesmo tempo. Alívio de não ter beijado a esposa de outro homem na frente de metade da empresa. Raiva porque meu saco estava inchado de tesão. Assim que cheguei no quarto mandei a mensagem:
- Sua amiga atrapalhou nossa conversa.
- Foi até melhor, senão a gente ia fazer besteira...
- Na frente de todo mundo é foda. Você poderia vir pro meu quarto...
Ela demorou uns minutos pra responder. Eu já estava deitado na cama, mão dentro da cueca, apertando o pau duro pra caralho.
- Não dá. Ela vai ver eu saindo.
- Então me manda uma foto dessa boceta molhada aí.
A conversa degenerou rápido. Ela começou a descrever como estava com o dedo no grelinho, gemendo baixinho pra não acordar a amiga. Eu gozei duas vezes só de ler as mensagens, mandei foto do pau babado de porra, ela respondeu que queria chupar até a última gota. Quando finalmente dormi, sonhei com ela de quatro na minha cama, cabelo preto grudado no suor das costas, gemendo meu nome enquanto eu metia fundo.
Na manhã seguinte mandei de novo:
- Vem pro meu quarto. Agora.
Ela demorou quase meia hora pra responder. Eu já estava quase desistindo quando a mensagem chegou:
- Tô indo.
Bati a porta atrás dela com o coração batendo na garganta. Fernanda entrou com o mesmo vestido da noite anterior, maquiagem ainda no rosto, cabelo um pouco bagunçado. Não teve conversa. A gente se jogou na cama e a boca dela encontrou a minha como se estivesse com fome. Beijo molhado, língua quente, dentes puxando o lábio inferior. Eu passei a mão pela coxa dela, subindo até sentir o calor da calcinha. Quando tentei puxar o vestido pra cima ela segurou meu pulso.
- Infelizmente não temos tempo. Você esperou o evento acabar pra tomar atitude... Daqui a pouco o ônibus vai sair...
- Podemos fazer outras coisas...
Abri o zíper da calça. O pau saltou pra fora, duro, veias saltadas, cabeça já brilhando de pré-gozo. Fernanda olhou pra ele como se estivesse hipnotizada. Não pegou com a mão. Simplesmente desceu a cabeça e engoliu. Aquele primeiro contato da boca quente e molhada me fez soltar um gemido baixo e gutural.
- Porra, Fernanda...
Ela mamava devagar no começo. Língua girando em volta da cabeça, chupando só a ponta, fazendo barulhinho molhado toda vez que soltava. Olhava pra cima com aqueles olhos de safada, sorrindo com a boca cheia de pau. Eu puxei o cabelo preto dela pra trás, formando um rabo de cavalo improvisado, e segurei firme.
- Suga forte. Só a cabeça.
Ela obedeceu. Bochechas retraíram com força, sugando a glande como se quisesse extrair a alma pelo canal. Eu sentia a língua dela apertando a fenda, lambendo o pré-gozo que já escorria. O barulho era obsceno – aquele “glub-gluc” molhado de boca cheia de pica. Eu empurrei a cabeça dela um pouco mais pra baixo. Ela engasgou, mas não puxou. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos meus saco.
- Isso, puta... engole esse pau.
Aumentei o ritmo. Segurei o rabo de cavalo com as duas mãos e comecei a meter na boca dela de verdade. Empurrava até sentir a cabeça bater no fundo da garganta, segurava dois segundos, puxava quase pra fora e metia de novo. Fernanda gemendo ao redor do meu pau, olhos marejados, saliva escorrendo em fios transparentes. Eu olhava pra baixo e via meu pau sumindo e reaparecendo, coberto de baba, enquanto a colega de trabalho casada se engasgava gostoso.
A sacada estava aberta. Qualquer um que passasse no corredor ou olhasse pela janela do outro lado veria a cena: eu de pé, calça na altura das coxas, metendo a pica na boca da Fernanda, que estava de bruços na cama, vestido amassado, cabelo preso na minha mão. O risco só aumentava o tesão. Eu sentia o saco subindo, a porra subindo pelo canal.
- Levanta... é melhor – ela pediu, ofegante, quando eu soltei a cabeça dela pra deixar respirar.
Fiquei de pé ao lado da cama. Fernanda se ajeitou de bruços, peito colado no colchão, cabeça virada pro lado. Eu agarrei a nuca dela com uma mão e a testa com a outra, posicionando o pau na boca entreaberta. E meti. Sem dó. Empurrava fundo, sentindo a garganta dela se abrir pra me receber. Cada estocada fazia um barulho molhado e profundo. Ela aguentava. Não pedia pra parar. Só gemía com a boca cheia, um gemido abafado e desesperado que vibrava no meu pau.
- Toma... toma essa pica na goela, sua putinha casada...
- Hmmm... glub... glub...
Eu olhava pra janela aberta e imaginava alguém vendo. Imaginava o marido dela chegando em casa e beijando aquela mesma boca que agora estava esticada ao redor do meu pau. O pensamento me deixou louco. Acelerei. Metia com força, usando a cabeça dela como se fosse um brinquedo. Saliva escorria pelo pescoço dela, pingava no colchão. O grelinho dela devia estar latejando de tesão, mas a gente não tinha tempo pra isso. Só pro meu pau.
- Vou gozar... – avisei, a voz rouca.
Ela se moveu rápido. Saiu da posição, ajoelhou no chão na minha frente, agarrou meu pau com as duas mãos e começou a bater uma com força, língua de fora, boca aberta, olhos fixos na cabeça inchada. O primeiro jato saiu grosso e quente, acertando a bochecha direita dela e escorrendo pro queixo. Antes do segundo ela já tinha engolido o pau de novo. Senti a boca quente sugar enquanto eu gozava direto na garganta dela. Jato atrás de jato. Ela engoliu tudo. Não perdeu uma gota. Quando finalmente soltou, limpou a cabeça do meu pau com a língua, sugando as últimas gotas que ainda pingavam.
Ficamos ali por alguns segundos, só respirando pesado. Ela se levantou, passou a mão no queixo pra limpar o que tinha escorrido, e me olhou com aquele sorriso de safada.
- Agora a gente se fodeu de verdade...
- Ainda não. Ainda falta enfiar esse pau na sua buceta.
Ela riu baixo, mas o olhar dela era sério. O ônibus saía em vinte minutos. Não tinha tempo. Fernanda se ajeitou no vestido, passou a mão no cabelo e saiu do quarto sem olhar pra trás. Vinte minutos depois a gente estava sentado no ônibus da empresa, cada um no seu lugar, fingindo que nada tinha acontecido. Eu ainda sentia o gosto da saliva dela na boca. Ela ainda tinha um pouco da minha porra secando no canto dos lábios.
Durante a viagem inteira eu fiquei imaginando o que a gente ia fazer da próxima vez. Porque uma coisa era certa: aquilo não tinha acabado. A boca dela ainda precisava de mais pau. E a minha pica ainda precisava sentir o aperto daquela buceta casada.
Nos meses que se seguiram a gente se falou pouco. Mensagens curtas, profissionais, como se o hotel nunca tivesse existido. Mas toda vez que eu batia uma, a imagem voltava: Fernanda de joelhos, boca aberta, esperando minha porra. Toda vez que eu fechava os olhos no banho, sentia o cabelo preto dela na minha mão e o gemido abafado dela engolindo meu pau até o fundo.
Um dia, quase um ano depois, o evento se repetiu. Mesmo hotel. Mesma festa. Mesma Fernanda de vestido leve e olhar safado. Dessa vez a amiga não estava por perto. Dessa vez a gente não ia se contentar só com a boca.
Mas essa... essa é outra história.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Casada me mamou na viagem á trabalho!

Codigo do conto:
268161

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
25/07/2026

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