Não consigo parar de trepar com um colega de trabalho nojento!
Eu estava bêbada pra caralho na confraternização da empresa. Já era a terceira dose de vodca com energético e a frustração sexual tava me comendo por dentro. Eu só queria sumir, então subi as escadas e entrei num quarto no fundo do corredor. Fechei a porta, sentei na beira da cama e respirei fundo tentando acalmar a cabeça. Não deu nem um minuto e a porta abriu de novo. Era ele. O colega de trabalho nojento. Gordo, peludo pra porra, cabelo no peito, na barriga, nas costas, na porra do cú. Sempre com aquelas piadas idiotas, aquelas piadinhas sexuais no escritório que me davam vontade de esganar ele. Ego do tamanho do Everest. Tarado de carteirinha. Ele entrou, fechou a porta atrás de si e ficou me olhando com aquele sorrisinho de quem já sabia o que ia acontecer. — Tava te procurando, putinha — ele disse, já descendo o zíper da calça. Eu devia ter gritado, devia ter mandado ele sair, mas meu corpo não obedeceu. Quando ele baixou a calça e a cueca, a pica dele saltou pra fora. Grossa, veiuda, vermelha, já pingando pré-gozo. Eu nunca tinha visto uma pica tão grande na vida. Meu estômago revirou de nojo e ao mesmo tempo minha buceta latejou forte, molhando a calcinha num segundo. Ele se aproximou, agarrou meu cabelo e enfiou a pica na minha cara. — Chupa essa porra, vagabunda. Abre essa boca. Eu abri. Não consegui me controlar. Lambei a cabeça, senti o gosto salgado, engoli o pré-gozo e enfiei o máximo que deu na garganta. Ele gemeu baixo e começou a meter a pica fundo, segurando minha cabeça com as duas mãos. Eu engasguei, baba escorrendo pelo queixo, lágrimas nos olhos, mas continuei chupando como uma puta desesperada. Ele me puxou pelo cabelo, me jogou de costas na cama e rasgou minha calcinha. Sem nenhum carinho, nenhum beijo. Só enfiou dois dedos gordinhos e peludos na minha buceta já encharcada. — Olha essa puta molhada. Tava precisando de pau, né? Tava com a buceta latejando atrás de uma pica de verdade. — Vai se foder… — eu consegui falar, mas a voz saiu fraca, trêmula. Ele riu, tirou os dedos, se posicionou entre minhas pernas e cravou a pica inteira de uma vez. Eu gritei. O pau dele abriu minha buceta toda, esticou as paredes, chegou fundo pra caralho. Ele começou a meter com força, sem dó, a barriga gorda batendo na minha, o cheiro de suor e sexo enchendo o quarto. — Aiiiii, porra… aiiiii, caralho… mais fundo… — Grita, putinha. Grita pra eu ouvir essa buceta engolindo essa pica. Ele me engasgou. A mão grande e peluda apertou meu pescoço enquanto ele fodia sem parar. Eu via estrelas, a buceta contraindo louca, o orgasmo subindo rápido demais. Quando gozei, gozei tão forte que molhei a cama toda, gritando abafado pela mão dele no meu pescoço. — Isso, goza nessa pica, sua puta nojenta. Sente essa pica te destruindo. Ele gozou dentro. Quente, grosso, enchendo minha buceta até vazar. Quando ele saiu, o esperma escorreu pelo meu cú, pela coxa. Eu fiquei ali, tremendo, odiando ele e odiando a mim mesma. Mas não parou. Nas semanas seguintes eu continuei. Todo dia. No banheiro do escritório, no carro dele no estacionamento, no depósito de materiais. Ele me mandava mensagem no meio do expediente: — Desce pro banheiro agora, sua puta. Quero essa buceta no meu pau. E eu ia. Sempre ia. Ele me virava de costas, puxava a saia, enfiava a pica de uma vez e me fodia até eu gozar abafando o grito no ombro dele. Depois eu saía com a calcinha molhada de porra, o cheiro dele colado em mim, o nojo subindo na garganta… e já pensando na próxima vez. Uma tarde ele me agarrou no elevador vazio. Apertou o botão de emergência, me empurrou contra a parede e ajoelhou. Lambuzou a língua na minha buceta por cima da calcinha, depois puxou o tecido pro lado e chupou meu clitóris com fome. Eu segurei a barra do elevador e gemei baixo: — Porra… não para… chupa esse grelinho… aiiiii, caralho… Ele enfiou a língua no meu cú enquanto dedava minha buceta. Eu gozei em pé, tremendo, molhando a cara dele. Depois ele se levantou, me virou e me fodeu de quatro no chão do elevador. A pica entrando e saindo molhada de porra e saliva, o som molhado ecoando. Eu gemia desesperada: — Fode mais forte… arromba essa buceta… enche de porra de novo… Ele gozou fundo e me deu um tapa na bunda. — Sua cachorra de merda. Olha o estado dessa buceta. Tá inchada de tanto levar pica. Eu tentei parar. Fui pra casa de um cara bonito, magro, cheiroso, o tipo que eu sempre gostei. Deitei na cama dele, deixei ele me beijar, me chupar… e não senti nada. Quando ele enfiou o pau, eu fiquei olhando pro teto esperando alguma coisa acontecer. Não gozei. Não gemí de verdade. Depois fiquei deitada pensando na pica gorda e veiuda do colega, no jeito bruto que ele me engasgava, no cheiro de suor dele. No dia seguinte mandei mensagem pra ele: — Preciso dessa pica agora. Ele respondeu só com um endereço de motel. Cheguei, ele já tava pelado, a pica dura apontando pra mim. Eu tirei a roupa sem falar nada, ajoelhei e engoli aquela pica até a garganta doer. Ele me puxou pelo cabelo, me jogou na cama de quatro e cuspiu no meu cú. — Hoje eu vou te foder nesse cu. Abre essa bunda, putinha. Eu abri. Ele enfiou o polegar primeiro, depois a cabeça da pica. Eu gritei quando o pau grosso abriu meu cú. Doeu pra caralho no começo, mas ele foi metendo aos poucos até estar inteiro dentro. Depois começou a meter com força, segurando meus quadris, a barriga dele batendo nas minhas nádegas. — Aiiiiii, porra… meu cú… tá arrombando meu cúuuu, desgraça… — Grita mais alto. Quero ouvir essa puta gemendo enquanto leva pica no cu. Ele enfiou os dedos na minha buceta ao mesmo tempo, massageou meu grelinho e eu gozei chorando, o orgasmo tão forte que minha visão ficou preta por uns segundos. Ele gozou dentro do meu cú, encheu tudo, e quando saiu a porra escorreu quente pela minha coxa. Eu fiquei deitada de bruços, ofegante, odiando cada segundo e precisando de mais. Agora é assim todo dia. Eu acordo já molhada pensando naquela pica. No trabalho eu sinto o olhar dele e minha buceta lateja. À noite ele me manda áudio: — Tô com o pau duro pra você, sua vadia. Amanhã eu quero essa buceta e esse cu bem abertos pra mim. E eu respondo: — Vem me foder até eu não aguentar mais. Enche essa puta de porra. Eu sei que ele é nojento. Sei que nunca namoraria ele. Sei que depois do sexo eu fico enojada de mim mesma, limpo a porra que escorre, tomo banho quente tentando tirar o cheiro… e mesmo assim, no dia seguinte, eu já tô pedindo de novo. Não consigo parar. A pica dele me viciou. O jeito bruto, o engasgo, o tapa, o gemido dele quando goza fundo… nada se compara. Outros caras são água. Ele é a porra toda. E eu continuo. Continuo sentando nessa pica gorda, gemendo como uma puta, pedindo mais, mais fundo, mais forte, enquanto o nojo e o prazer se misturam até eu não saber mais onde um começa e o outro termina.
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