Ajudando meu irmão mais a conseguir gozar gostoso!
A casa estava em silêncio absoluto naquela tarde. Só o barulho distante de algum carro passando na rua e o ventilador do quarto dele girando preguiçoso. Eu tinha 21, ele 19, e a gente sempre foi colado demais. Coisa de irmão que divide tudo, inclusive as merdas da vida. Aquela tarde a gente tinha a casa só pra nós dois por umas boas horas. Ele estava sentado na beirada da cama, ombros caídos, cara de quem tava prestes a explodir de frustração. Eu entrei sem bater. - Que porra foi essa agora? Tá com cara de quem perdeu a guerra. Ele respirou fundo, passou a mão no cabelo e não olhou pra mim de imediato. - É foda... eu tô com uma tesão do caralho há dias e não consigo gozar. Ontem fiquei quase uma hora batendo uma e a porra não saiu. A pica fica dura pra caralho, latejando, mas não vem. Tô ficando maluco. Sentei do lado dele. O cheiro dele tava mais forte que o normal, aquele cheiro de homem excitado que já conhecia de longe. - Deixa eu ver essa pica aí. Tira essa calça. Ele hesitou só um segundo. Depois puxou o elástico da calça de flanela pra baixo, até os joelhos. A pica dele saltou pra fora, grossa, veia marcada, a cabeça já roxa e brilhando de pré-gozo. Tava inchada de tanto ele forçar. A bolsa pesada, cheia, o pelezinho enrugado na base. - Porra, tá dolorida mesmo. Olha o estado dessa cabeça... Passei o dedo de leve pela fenda. Ele tremeu inteiro e soltou um gemido baixo, quase um rosnado. - Não faz isso... se tu mexer eu vou ficar ainda mais doido. - Cala a boca. A gente cuida um do outro, né? Deita. Ele deitou de costas, pernas abertas. Eu me ajoelhei entre elas. O cheiro da pica dele subiu forte, aquele aroma de porra acumulada e suor. Segurei o pau com a mão direita, sentindo o calor e o peso. A pele tava quente demais. Passei a língua devagar pela base, subindo até a cabeça, lambendo o pré-gozo salgado que escorria. - Ahhh, caralho... irmã... Enrolei os lábios em volta da cabeça e chupei devagar, só a glande, fazendo sucção leve enquanto a língua rodava em círculos no freio. Ele arquejou a coluna e agarrou o lençol. - Porra, que boca gostosa... continua assim, não para... Comecei a descer mais, engolindo centímetro por centímetro até sentir a cabeça bater no fundo da minha garganta. O pau dele era grosso o suficiente pra esticar meus lábios. Baba escorria pelos cantos da boca enquanto eu subia e descia devagar, chupando com força na subida e afrouxando na descida. A língua pressionava a veia de baixo o tempo todo. Ele já tava gemendo sem controle. - Ahh... ahh porra... assim... não para de chupar essa pica... Puxei o pau pra fora da boca com um estalo molhado e comecei a lamber as bolas, sugando uma depois a outra enquanto a mão subia e descia no pau babado. Ele abriu mais as pernas. - Chupa as bolas... isso... ahhh caralho... Voltei pra boca, agora mais rápido. O barulho de saliva e sucção enchia o quarto. Cada vez que eu descia fundo ele soltava um gemido mais alto, a voz quebrando. - Tô perto... porra, tô perto... não para... Mas eu sabia que se parasse agora ele ia ficar frustrado de novo. Então continuei, acelerando, chupando com força, a garganta engolindo a cabeça toda vez. A mão livre apertava as bolas dele com cuidado, massageando. - Goza na minha boca... enche minha boca de porra... Ele não aguentou. O corpo inteiro tremeu. A pica latejou forte contra a minha língua e jorrou. Porra quente, grossa, jorrando direto na minha garganta. Engoli o primeiro jato sem pensar, mas veio mais, e mais. A boca encheu. Um pouco escorreu pelo canto e escorreu pelo queixo. Continuei chupando devagar enquanto ele gozava, tirando até a última gota. Quando ele parou de tremer, puxei o pau pra fora. Ainda tava semi-duro, brilhando de saliva e porra. Lambi os lábios, engolindo o que restava. - Melhor? Ele tava ofegante, olhos vidrados. - Porra... nunca gozei tão forte... ahh caralho... Mas a pica dele não amoleceu de verdade. Continuava inchada, a cabeça ainda roxa. Eu ri baixo. - Ainda tá duro. Quer mais? Ele olhou pra mim com uma cara de fome. - Quero. Quero foder essa boca de novo. Quero gozar outra vez. Levantei a blusa e tirei o sutiã. Meus peitos caíram livres. Ele sentou na cama e puxou um deles pra boca, chupando o mamilo com força enquanto a mão apertava o outro. Eu gemi alto. - Ahh... isso... chupa o peito... Desci a calça e a calcinha de uma vez. A buceta já tava encharcada, o grelinho inchado e latejando. Me ajoelhei de novo entre as pernas dele e engoli o pau inteiro de uma vez, agora sem piedade. Chupava com força, a cabeça batendo na garganta, saliva escorrendo pela base e molhando as bolas. Ele agarrou meu cabelo e começou a foder minha boca de verdade, subindo o quadril. - Toma... engole essa pica... ahhh porra que boca gostosa... O barulho era obsceno. Molhado, fundo, desesperado. Cada vez que ele enfiava fundo eu engasgava e mais saliva escorria. A buceta pingava no chão. Tirei o pau da boca e me virei de costas, ajoelhada na cama, o cu e a buceta expostos pra ele. - Mete. Mete essa pica grossa na minha buceta agora. Ele não precisou de mais convite. Segurou minha cintura e enfiou de uma vez só. A pica abriu a buceta com força, o barulho molhado ecoando. Eu gritei. - Ahhhh caralhooooo... que pau grosso... Ele começou a foder sem piedade, socando fundo, as bolas batendo na minha buceta a cada estocada. A mão dele desceu e encontrou o grelinho, esfregando em círculos rápidos enquanto fodia. - Porra, que buceta apertada... tá engolindo a pica inteira... - Mais forte... fode mais forte... ahhh ahhh ahhh... Cada estocada era mais profunda. O pau dele batia no fundo, esticando tudo. Eu empurrava o quadril pra trás, engolindo cada centímetro. O grelinho tava tão inchado que doía de tão bom. Ele puxou meu cabelo pra trás, arqueando meu corpo, e meteu ainda mais fundo. - Vai gozar? Vai gozar nessa pica? - Vou... ahhh porra vou gozar... não para... O orgasmo veio como um soco. A buceta apertou o pau dele com força, pulsando, esguichando um pouco enquanto eu gritava desesperada. As pernas tremeram. Ele não parou. Continuou fodendo através do meu orgasmo, as estocadas molhadas e barulhentas. Quando eu ainda tava tremendo ele tirou o pau, me virou de barriga pra cima e enfiou de novo, agora de frente. As pernas abertas no máximo. Ele metia fundo enquanto chupava meu peito, mordendo o mamilo. - Quero gozar dentro... posso? - Goza... enche essa buceta de porra... Ele acelerou. O corpo batendo no meu, o pau latejando. De repente ele enterrou até o fundo e soltou um gemido gutural. A pica jorrou dentro de mim, jatos quentes enchendo a buceta. Eu sentia cada pulsada, cada jato. A porra começou a escorrer pra fora enquanto ele ainda gozava. Quando acabou, ele ficou em cima de mim, ofegante, a pica ainda dentro, escorregando na mistura de porra e gozo. - Ainda tá duro... - Porque eu quero te foder de novo. Quero teu cu agora. Virei de quatro de novo, sem hesitar. Ele passou o polegar no meu cu, já molhado da porra que escorria da buceta, e empurrou devagar. O dedo entrou fácil. Depois dois. Quando sentiu que tava aberto o suficiente, posicionou a cabeça da pica e empurrou. - Ahhhhh caralhooooo... devagar... ahhh... O pau grosso abriu o cu centímetro por centímetro. A sensação de ser preenchida ali era intensa demais. Quando ele chegou fundo, ficou parado um segundo, me deixando acostumar. - Porra, que cu apertado... tá engolindo tudo... Começou a foder devagar, estocadas longas e profundas. Cada vez que entrava eu gemia alto, o corpo inteiro tremente. A mão dele voltou pro grelinho, esfregando enquanto fodia meu cu. - Isso... fode meu cu... ahhh porra... mais fundo... Ele acelerou. O barulho de pele batendo em pele, o gemido dele misturado com o meu. A pica entrava e saía coberta de porra e saliva. Eu empurrava pra trás, engolindo cada estocada. - Vou gozar de novo... ahhh caralho... O segundo orgasmo veio ainda mais forte. O cu apertou o pau dele com força enquanto a buceta esguichava de novo. Ele não aguentou. Enterrou até o fundo e gozou dentro do meu cu, jorrando outra carga quente. Ficamos ali um tempo, ele ainda dentro, os dois ofegantes. Quando ele tirou, a porra escorreu dos dois buracos. Eu me virei, agarrei o pau ainda sujo e limpei com a língua, chupando a mistura de porra, gozo e saliva. - Melhor agora? Ele riu, a voz rouca. - Melhor pra caralho. Mas se a pica ficar dolorida de novo... - É só chamar. A gente se ajuda. O quarto cheirava a sexo, a porra, a suor. E a gente ainda não tinha terminado. Porque quando a casa tá só pra nós dois, uma sessão nunca é suficiente.
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