O sofá da sala estava naquela bagunça gostosa de sempre, almofadas jogadas, controle remoto sumido debaixo de alguma coisa. A gente tava assistindo qualquer merda na TV, o volume baixo, só pra ter barulho de fundo. Minha irmã, a porra da minha irmã de 22 anos, tava do meu lado, como sempre. Só que dessa vez ela tinha chegado de roupa e, do nada, sumiu pro quarto e voltou só de lingerie. Aquela transparentona preta que deixava os peitos quase estourando pra fora e a calcinha tão fininha que dava pra ver o desenho da boceta toda. Eu, 24, sentado ali, já tava com a pica durona só de olhar. Anos ouvindo ela provocar, andando de calcinha pela casa quando eu tava perto, se esfregando, apoiando a cabeça na minha barriga e descendo cada vez mais. Eu sabia que ela queria. E eu queria também, caralho, queria desde que ela tinha 20 e começou essa putaria toda. Ela veio direto pra mim. Sentou no meu colo de frente, as pernas abertas em cima das minhas, a boceta quente pressionando a minha calça. O tecido fino da calcinha já tava molhado, eu sentia a umidade esquentando a minha pica por baixo. — Porra, irmão… olha o que você faz comigo — ela sussurrou, a boca colada no meu ouvido, a voz rouca. — Toda vez que eu me esfrego em você fica esse grelinho latejando. Ela começou a se mover devagar, rebolando o cu no meu pau, esfregando a boceta gordinha pra cima e pra baixo. O tecido da calcinha entrava no meio da xota, marcando os lábios inchados. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, apertando forte, abrindo as nádegas. — Continua, putinha… — eu falei baixo, a voz já falhando. — Continua se esfregando nessa pica. Ela gemeu baixinho, um som molhado saindo da garganta, e acelerou. O peito dela batia no meu peito a cada movimento. Os mamilos duros furavam o sutiã transparente. Eu não aguentei. Baixei a mão, abri o zíper da calça com pressa, a pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra pré-gozo. Ela olhou pra baixo, os olhos arregalados, a boca entreaberta. — Caralho… tá tão duro — ela murmurou. — Queria chupar essa pica faz tempo, irmão. Sem pedir licença, ela escorregou do meu colo e caiu de joelhos entre as minhas pernas. As mãos dela subiram pelas minhas coxas, apertando. Uma mão segurou a base da pica, a outra puxou o saco pra baixo. Ela olhou pra cima, me encarando, e lambeu a cabeça devagar, a língua quente e molhada rodando o freio. — Hmmm… gosto de porra já tá saindo — ela falou, a voz embargada. — Vou engolir tudo depois, não se preocupa. Ela abriu a boca e engoliu a cabeça inteira de uma vez. O calor úmido me fez jogar a cabeça pra trás. A língua dela rodava embaixo enquanto ela descia mais, a garganta se abrindo, o nariz quase tocando a minha barriga. Eu segurei o cabelo dela, puxando um pouco. — Isso… engole essa pica, irmã. Chupa fundo. Ela gemendo com a boca cheia, o som molhado de saliva e sucção enchendo a sala. Babava pra caralho, a saliva escorria pelo pau e pingava no saco. Ela subia e descia rápido, a boca apertando, a língua pressionando a veia de baixo. De vez em quando parava só com a cabeça dentro e chupava forte, o vácuo puxando a porra pra fora. — Porra… sua boca é uma putaria — eu gemi, a voz já alta. — Continua, não para. Ela tirou a pica da boca com um barulho molhado, um fio de saliva ligando os lábios à cabeça vermelha. — Tá gostoso? — ela perguntou, a voz rouca, a mão masturbando rápido. — Quer que eu chupe o saco também? Antes de eu responder ela já tinha descido a língua, lambendo as bolas inteiras, chupando uma de cada vez, a mão subindo e descendo no pau. Depois voltou pra cabeça e engoliu de novo, dessa vez mais fundo. Eu senti a garganta dela contraindo em volta da pica. — Ahh… caralho… vou gozar se você continuar assim — eu avisei, o quadril já subindo sozinho, enfiando mais fundo. Ela não parou. Acelerou. A mão que não estava no pau desceu pra calcinha dela, empurrou o tecido pro lado e começou a se dedar. Dois dedos entrando e saindo da boceta molhada enquanto ela me chupava. O barulho da xota molhada se misturava com o barulho da boca dela no meu pau. — Hnnnng… irmão… sua pica… — ela tentava falar entre as chupadas, a voz abafada. — Tá me deixando toda molhada… Eu puxei o cabelo dela com mais força e comecei a foder a boca dela de verdade. Empurrando o quadril pra cima, a pica sumindo e aparecendo entre os lábios inchados. Ela engasgava, lágrimas escorrendo no canto dos olhos, mas não pedia pra parar. Ao contrário: empurrava a cabeça pra baixo, engolindo mais. — Isso… engole, puta… engole essa pica toda — eu gemia, sem nenhum controle. — Sua boca foi feita pra isso, irmã. Ela se dedava mais rápido, o polegar esfregando o grelinho inchado. O corpo dela tremia. De repente ela tirou a boca só o suficiente pra falar, a voz desesperada: — Goza na minha boca… quero engolir tudo… porra, goza… Não deu pra segurar. A porra subiu com força. Eu segurei a cabeça dela firme e enfiei até o fundo enquanto jorrava. Jatos quentes e grossos batendo direto na garganta dela. Ela engolia, engolia, a garganta trabalhando, um pouco de porra escorrendo pelo canto da boca. Eu continuei gozando, o corpo inteiro contraído, gemendo alto, sem nenhum pudor. Quando finalmente parou, ela tirou a pica da boca devagar, ainda lambendo o que sobrou. A língua limpou a cabeça, desceu pelo pau, chupou o saco de novo. Depois olhou pra cima, a boca suja de porra, e engoliu o resto que tinha ficado na língua. — Hmmm… gostoso pra caralho — ela murmurou, a voz baixa, satisfeita. — Tinha muita porra. Eu ainda tava ofegante, a pica latejando, sensível. Ela se levantou, limpou a boca com o dorso da mão e se sentou de novo no sofá, do meu lado, como se nada tivesse acontecido. Puxou a minha calça de volta, ajeitou a lingerie e se aconchegou, apoiando a cabeça no meu peito. A gente ficou ali, quietos, o som da TV de fundo. O cheiro de sexo ainda pairava no ar. A mão dela descansava na minha barriga, bem perto da pica que ainda estava meio dura. Eu passei o braço por cima dela, apertando o ombro. Nenhum dos dois falou nada sobre o que tinha acabado de acontecer. Só ficamos ali, como sempre fazíamos. Mas agora eu sabia. E ela também. A provocação tinha virado realidade. E eu já tava pensando na próxima vez que ela ia voltar de lingerie. O silêncio era gostoso. O corpo dela quente contra o meu. E a certeza de que aquilo não tinha sido só uma vez.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.