A academia tava cheia naquela tarde, o cheiro de suor misturado com aquele aroma de borracha dos aparelhos e o barulho constante das anilhas batendo. Eu e a minha namorada, a Bianca, finalmente tínhamos conseguido encaixar um treino junto depois de semanas. Ela tava linda pra caralho, como sempre. Cabelo preto liso caindo pelas costas, pele branquinha que contrastava com a legging preta colada no corpo. Peitos firmes apertados no top esportivo, bunda redonda e carnuda que balançava a cada passo. A gente tava no leg press, revezando. Eu tinha acabado de fazer minha série e fiquei de pé, esperando ela. Bianca sentou, ajustou os pés na plataforma e começou a empurrar. Foi aí que eu vi. Na primeira repetição o tecido da legging esticou pra caralho na virilha e na bunda. Transparente pra porra. Dava pra ver claramente a calcinha fio-dental rosa, aquele pedacinho de renda que mal cobria a buceta dela. O grelinho marcava, o contorno gordinho dos lábios aparecia nítido, e quando ela abria as pernas pro movimento, o fio entrava no meio do cu, deixando as duas metades da bunda quase peladas sob o tecido fino. — Porra… — murmurei baixo, sem conseguir tirar o olho. Ela não tinha a menor ideia. Continuava empurrando, respirando fundo, focada. A cada descida o tecido grudava mais, molhado de suor, revelando tudo. Eu sentia a pica endurecendo dentro do short. Lembrei de tempos antigos, daquela fase em que eu gostava de ver minha mulher sendo olhada, desejada. Sensação que eu achava enterrada, mas que subiu quente na garganta na hora. Um cara alto, corpo de academia de verdade, ombros largos e braços veiados, sentou no banco ao lado. Olhou de relance e travou. Eu vi o olhar dele fixar exatamente naquele ponto transparente. Ele não desviou. Ficou ali, fingindo ajustar o tênis, mas os olhos voltavam toda vez que Bianca empurrava. A pica dele também deve ter revidado, porque ele cruzou a perna de um jeito estranho. Bianca fez a décima repetição e soltou um gemido baixo de esforço. — Ai, caralho… tá pesado hoje. Eu me aproximei, fingindo só ajudar, mas meu dedo deslizou por trás dela, tocando de leve a bunda através da legging. — Tá transparente pra porra, amor — sussurrei no ouvido dela. — Dá pra ver o fiozinho rosa enfiado na sua buceta. E aquele cara ali tá babando. Ela congelou no meio do movimento. Olhou pra baixo, viu o tecido grudado e a calcinha marcando. O rosto dela ficou vermelho num segundo. — Merda… sério? — a voz dela saiu baixa, meio envergonhada, mas eu senti o corpo dela tremer. Não de vergonha pura. Tinha excitação ali. — Sério. E ele não tira o olho da sua xota. Continua. Ela hesitou só um segundo. Depois retomou as repetições, mais lenta. Cada empurrão agora era deliberado. As pernas abriam mais, o quadril subia de um jeito que o fio entrava ainda mais fundo. Eu via o volume da pica do cara aumentando no short. Ele nem disfarçava mais. Quando Bianca terminou a série, eu puxei ela pro canto, perto do espelho. Meu pau tava duro pra caralho, batendo contra a barriga dela. — Quer continuar o treino ou quer que eu te foda agora? Porque eu tô louco pra enfiar essa pica nessa buceta enquanto ele olha. Ela mordeu o lábio, olhou de canto pro cara e sussurrou: — Leva eu pro vestiário… rápido. A gente quase correu. O vestiário masculino tava vazio naquele horário. Empurrei ela contra a parede assim que a porta fechou. Puxei a legging pra baixo num movimento só. A calcinha rosa tava encharcada, o fio completamente enfiado no meio da buceta inchada. O cheiro dela subiu forte, doce e safado. — Olha o estado dessa xota… — falei, passando o dedo por cima do tecido molhado. — Tudo porque um desconhecido tava olhando seu cuzinho e sua buceta marcando. — Cala a boca e me fode — ela gemeu, já puxando meu short. Tirei a calcinha dela com os dentes, ajoelhei e enfiei a língua direto no grelinho. Bianca soltou um grito abafado, as mãos agarrando meu cabelo. — Porra… assim… chupa essa puta… Lambia rápido, chupava o clitóris inchado, enfiava a língua dentro da buceta molhada. Ela tremia, gemendo alto demais pro lugar. — Mais fundo… aiiii caralho… vai engolir essa porra toda… Levantei, virei ela de costas e enfiei a pica de uma vez só. A buceta dela engoliu tudo, quente e apertada. Empurrei até o fundo, batendo as bolas na pele dela. — Isso… mete nessa puta… ai caralho que pica grossa… Batia forte, o barulho molhado ecoando no vestiário. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. Eu segurava o cabelo dela e falava no ouvido: — Imagina se aquele cara tivesse entrado agora. Via sua legging transparente, sua buceta rosa, e agora via essa pica sumindo dentro de você. Queria que ele chupasse seu cu enquanto eu te fodo? — Queria… porra, queria… — ela gemeu desesperada, a voz falhando. — Fala mais… fala que ele ia enfiar o pau no meu cu… Acelerei. A mão dela desceu e esfregava o próprio grelinho enquanto eu metia. — Ele ia te abrir o cu com a língua, depois enfiar aquela pica grande até o fundo enquanto eu te enchia a buceta de porra. Você ia gozar gritando, putinha exibida… Bianca veio primeiro. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertou minha pica num espasmo forte, e ela gritou: — Aiii caralho… tô gozando… enche essa buceta… porraaaa… Continuei metendo, mais fundo, mais bruto. O cu dela se abria e fechava a cada estocada. Passei o dedão molhado de saliva e enfiei devagar. Ela gemeu ainda mais alto. — Isso… enfia o dedo no cu… fode os dois buracos… Não aguentei. Empurrei até o talo e jorrei dentro dela, porra quente enchendo a buceta. Continuei metendo enquanto gozava, sentindo o líquido escorrer pelas coxas dela. Ainda ofegante, virei ela de frente e ajoelhei de novo. Lamba a mistura de porra e porra dela que escorria. Bianca olhava pra baixo, olhos vidrados, ainda gemendo baixo. — Suja pra caralho… — ela sussurrou. — Adorei… adoro quando você me trata assim. Saímos do vestiário depois de limpar o mínimo. A legging ainda transparente, agora manchada de porra por dentro. O cara ainda tava lá, no mesmo aparelho. Quando Bianca passou por ele, o olhar dele desceu direto pro meio das pernas dela. Ela não desviou. Segurou meu braço e sussurrou só pra mim: — Ele viu de novo… e eu tô toda melada da sua porra. Naquela noite, em casa, a gente não parou. Eu a coloquei de quatro na cama e fodi de novo, falando do cara o tempo todo. Ela gozou gritando, pedindo pra eu imaginar o desconhecido chupando o cu dela enquanto eu metia. A pica nunca ficou mole. Cada gemido dela era mais desesperado, mais sujo. — Mete… mete nessa buceta de puta… fala que ele ia gozar na minha cara… E eu falava. Falava até a voz rouca. Enfiava os dedos no cu dela, chupava o grelinho inchado, batia de leve na bunda e via a marca vermelha aparecer na pele clara. Bianca choramingava de prazer, pedindo mais, pedindo mais forte. Quando finalmente paramos, ela tava toda marcada, a buceta vermelha e aberta, o cu piscando. Eu beijei o pescoço dela e falei baixo: — Da próxima vez a gente deixa a legging ainda mais transparente. Ou melhor… esquece a calcinha. Ela sorriu, safada, e puxou minha pica de novo pra dentro da boca, chupando o gosto da própria porra. Aquela tarde na academia não foi só um acidente. Foi o começo de algo que a gente nem sabia que ainda queria tanto. E eu não pretendo avisar ela da próxima vez que a legging ficar transparente. Vou só ficar olhando… e depois foder ela até ela não conseguir mais andar.
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