Eu comprei aquele vibrador numa sexta-feira à noite, depois de um dia inteiro de trabalho olhando o site da sex shop no celular escondido. O anúncio prometia sucção forte no clitóris e um vai-e-vem que simulava pau de verdade. Custou setenta e nove reais. Eu cliquei no botão sem pensar duas vezes. Quando o pacote chegou, eu já estava molhada só de imaginar. Abri a caixa no sofá, tirei o brinquedo da embalagem e senti o peso dele na mão. Uma ponta era a boca sugadora, redonda e macia. A outra era um eixo grosso, com veias moldadas, que se movia pra frente e pra trás sozinho. Eu limpei tudo com cuidado, passei lubrificante generoso e me deitei na cama de barriga pra cima. Primeiro teste foi só a sucção. Encostei a boquinha no meu grelinho e liguei no modo médio. O aparelho agarrou meu clitóris como se tivesse fome. Chupou, puxou, soltou, chupou de novo. Eu arqueei as costas e soltei o primeiro gemido alto: — Porra… que delícia… A sucção era muito melhor que o vibrador velho que eu tinha quebrado de tanto usar. Em menos de dois minutos eu já estava encharcada, a buceta latejando. Mas eu não queria só isso. Eu gosto de dar o cu. Sempre gostei. Deslizei a ponta do eixo pro meu cuzinho. Empurrei devagar. O lubrificante fez o caminho fácil. Senti a cabeça grossa abrindo o anel, entrando centímetro por centímetro. Quando o brinquedo começou o movimento de vai-e-vem automático, eu quase gritei. Ele metia sozinho. Entrava fundo, saía até quase escapar, entrava de novo. Vibrava ao mesmo tempo. Eu abri as pernas o máximo que consegui e apertei os seios com as duas mãos. — Come meu cu, porra… come esse cuzinho apertado… O aparelho obedeceu. Cada estocada batia no fundo, fazendo meu rabo tremer. A sucção continuava chupando meu grelinho sem parar. Eu gozei a primeira vez em menos de cinco minutos. O corpo inteiro se contraiu, o cu apertou o brinquedo com força e eu senti o líquido escorrer pela bunda até o lençol. Não desliguei. Continuei. O vai-e-vem seguia metendo, agora um pouco mais rápido. Eu gemia sem parar, com a voz rouca: — Isso… enfia tudo… arromba meu cu… caralho que gostoso… Lembrei do meu ex. Ele foi o primeiro a me ensinar a gozar no cu. No começo eu tinha vergonha. Ele me deu um plug pequeno e mandou eu usar o dia inteiro. — Coloca esse plug e anda com ele. Vai deixar teu rabo molinho pra eu comer à noite — ele disse, enquanto me beijava o pescoço. Eu obedeci. Trabalhei o dia inteiro com o plug dentro. Cada vez que sentava na cadeira, ele se mexia e eu sentia um calor subindo pela espinha. À noite ele chegou, tirou o plug e enfiou a pica grossa de uma vez. — Que cuzinho gostoso… fica aberto pra mim, putinha… Eu gemia no travesseiro enquanto ele metia sem dó. Ele gozava dentro, bem fundo, e eu sentia o porra quente escorrendo depois. Aquele homem me viciou. Depois que terminamos, eu continuei sozinha. Comprei plugs maiores. Comprei dildos. E um dia vi uma mulher na internet metendo pepino no cu. Fui direto no mercado. Comprei três pepinos de tamanhos diferentes. Lavei, passei óleo e comecei pelo menor. Sentada no vaso do banheiro, fui empurrando o pepino verde até sumir quase inteiro. O médio entrou com mais dificuldade. O maior… puta merda. Eu precisei respirar fundo, abrir as pernas bem abertas e empurrar com as duas mãos. Quando a ponta mais grossa passou o anel, eu gozei. Gozei só com o pepino parado dentro do meu cu, apertando e soltando. Desde então eu uso pepino de vez em quando. Gosto da sensação fria e dura. Gosto de sentir o cu se esforçando pra engolir aquilo. Mas o vibrador novo é outra história. Ele não para. Ele mete no ritmo que eu quero e ainda chupa meu clitóris ao mesmo tempo. Na primeira noite eu gozei quatro vezes. Na segunda noite, seis. Agora já perdi a conta. Hoje de manhã eu acordei com vontade. Peguei o brinquedo ainda carregado, me ajoelhei na cama de quatro e enfiei o eixo no cu sem cerimônia. Liguei no modo mais forte. O vai-e-vem começou bruto, batendo fundo. A sucção agarrou meu grelinho e começou a sugar com força. Eu enterrei o rosto no travesseiro e gritei: — Aaaaaah porra… come meu cu… come esse cuzinho de puta… Cada estocada fazia meu rabo tremer. Eu empurrava pra trás, encontrando o movimento do brinquedo, querendo mais fundo. O barulho molhado do lubrificante misturado com o gemido alto enchia o quarto. Eu masturbava a buceta com os dedos enquanto o aparelho me fodia. — Mais rápido… arromba… quero gozar com o cu aberto… O orgasmo veio forte. Meu corpo inteiro tremeu, o cu se fechou em volta do eixo e eu senti um jato quente escorrer pela coxa. Nem desliguei. Continuei. O brinquedo seguia metendo, agora mais lento, como se estivesse me provocando. Passei a manhã inteira assim. De quatro, de lado, de barriga pra cima com as pernas no peito. Em todas as posições o aparelho comia meu cu e chupava meu grelinho. Eu gozava, descansava dois minutos, ligava de novo. A cada orgasmo a voz saía mais desesperada: — Não para… não tira… quero mais… enche meu cu… À tarde a bateria começou a fraquejar. Eu senti o movimento ficar mais fraco e xinguei alto: — Filho da puta… não acaba agora… Corri até a tomada, pluguei o carregador e fiquei olhando o aparelho piscando. Enquanto esperava, escrevi esse texto. A bateria ainda está carregando. Mas assim que completar, eu volto. Vou ajoelhar de novo, abrir o rabo e enfiar o eixo até o fundo. Nenhum homem comeu meu cu tantas vezes em tão poucos dias. Nenhum. Eles gozam uma ou duas vezes e cansam. O vibrador não. Ele mete, chupa, mete de novo. Eu já perdi a noção de quantas vezes gozei essa semana. Meu cuzinho está sempre um pouco aberto, sempre um pouco inchado, sempre pronto. E eu adoro. Quando a luz verde acender, eu vou desligar o celular, deitar de quatro e deixar o brinquedo me foder até eu não aguentar mais. Vou gemer alto, xingar, pedir mais. Vou gozar com o cu latejando e a buceta escorrendo. E depois vou carregar de novo. Porque eu não canso de dar o cu. Nunca cansei. O brinquedo está quase pronto. Eu já estou molhada só de pensar. Vou parar de escrever agora. Preciso abrir as pernas e deixar ele me comer de novo.
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