O rolê começou numa sexta qualquer, daquelas em que a gente já tava com o olho meio vermelho e a cabeça leve. Eu e o Caio (meu melhor amigo de anos) távamos na varanda da casa dele, naquele sofá de fibra que a mãe dele sempre reclamava que a gente ia estragar. O cheiro de maconha tava forte, a brisa da noite entrava e a gente ria de qualquer merda. A casa era grande pra caralho, piscina, academia particular no fundo, tudo do bom e do melhor. A mãe dele, a Helena, era daquelas mulheres que a academia não mentia: corpo duro, bunda empinada, peitos firmes mesmo depois dos quarenta e poucos, cabelo sempre arrumado e aquele jeito de quem sabe que manda no pedaço. Ela apareceu de surpresa, com um copo de vinho na mão, o roupão de seda meio aberto mostrando a curva dos seios e a marca da calcinha fina. Olhou pra gente, sorriu daquele jeito que já me deixava com o pau latejando dentro da calça. - Vocês tão fumando de novo, né? – falou, sentando do meu lado, perto demais. A coxa dela roçou a minha e eu senti o calor da pele. – Me fala a verdade… como é que é transar chapado? Eu nunca experimentei. Fico imaginando se o pau fica mais duro, se a buceta molha mais, se a gente goza diferente… O Caio deu uma risadinha forçada e olhou pra mim, meio incomodado. Eu quase falei a merda que tava na ponta da língua: “quer testar?”. Mas segurei. Ainda assim, o olhar dela desceu direto pro volume da minha calça. Eu tava de short largo, sem cueca, e o pau já começava a engrossar só de sentir o cheiro dela, aquele perfume caro misturado com o cheiro de mulher quente. Naquela noite ela bebeu mais, ficou me abraçando por trás quando eu ia na cozinha buscar água, a mão deslizando pelo meu peito, o corpo colado nas minhas costas. Sussurrou no meu ouvido: - Você tá cada dia mais gostoso, hein… essa pica aí deve ser uma delícia. Cuida bem dela pra mim. Eu engoli seco. Minha namorada, a Lara, tava em casa esperando. Eu amava a Lara de verdade, o corpo dela, o jeito que ela gemia quando eu enfiava fundo, o grelinho inchado que ela deixava eu chupar até ela tremer. Mas aquela mulher… a Helena… era fogo no rabo. Duas semanas depois eu não aguentei. Mandei mensagem no WhatsApp dela, direto, sem enrolação. - Helena, ainda tá curiosa pra saber como é foder chapada? A resposta veio em menos de um minuto. - Vem pra cá agora. O Caio saiu com a namorada e só volta amanhã. A porta tá aberta. Cheguei chapado pra caralho, a cabeça leve, o pau já semi-duro só de imaginar. Ela me recebeu de lingerie preta, o sutiã empurrando os peitos pra cima, a calcinha fio dental sumindo no meio da bunda. Me puxou pela mão, me levou pro quarto dela, trancou a porta. - Tira essa roupa – mandou, já passando a mão na minha pica por cima do short. – Quero ver esse pau grosso que você esconde. Eu puxei o short pra baixo e a pica saltou pra fora, dura, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela soltou um gemido baixo, se ajoelhou na minha frente e enfiou a boca sem cerimônia. A língua quente enrolou na glande, chupou fundo, engoliu até a garganta apertar. Eu segurei o cabelo dela e enfiei mais, ouvindo o barulho molhado de saliva e o gemido dela abafado. - Porra, que boca gostosa… chupa essa pica, mamãe… engole tudo. Ela tirou a boca só pra falar, a voz rouca: - Me chama assim de novo… me chama de puta, de cadela… eu quero. Eu puxei ela pra cima, rasguei a calcinha no meio e enfiei dois dedos na buceta molhada pra caralho. O grelinho tava inchado, duro, e quando eu esfreguei ela tremeu inteira. - Essa buceta tá escorrendo, hein… quer essa pica agora? - Quero… enfia tudo, porra… me fode chapada, me usa. Empurrei ela de quatro na cama, a bunda empinada, o cu piscando. Lambi a fenda inteira, do grelinho até o cu, chupei o clitóris até ela gemer desesperada, a voz alta, sem vergonha. - Aiii… assim… chupa esse grelinho, caralho… tô gozando… tô gozando já… Ela gozou na minha boca, o corpo tremeu, a buceta latejou. Eu não esperei. Encostei a cabeça da pica na entrada molhada e enfiei de uma vez, fundo, até as bolas baterem. O gemido dela foi animal, desesperado. - AAAAAAH PORRAAAA… que pica grossa… me arromba… me fode sem dó… Comecei a meter com força, o pau entrando e saindo molhado, o barulho de pele batendo, o cheiro de sexo enchendo o quarto. Ela rebolava pra trás, enfiando a bunda na minha pica, gemendo alto. - Mais fundo… mais forte… arrebenta essa buceta… eu sou a puta da mãe do seu amigo… usa essa cadela… Eu segurei o cabelo dela e puxei, metendo mais fundo ainda. A outra mão foi pro cu dela, enfiou o dedo enquanto a pica martelava a buceta. Ela gritou. - ISSO… dedo no cu… mete os dois… eu quero os dois buracos cheios… Troquei. Tirei a pica da buceta e enfiei no cu de uma vez. O cu apertado engoliu tudo, quente, apertando. Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, a voz falhando. - AIII MEU CUUUU… tá me arrombando… não para… não para nunca… Eu fodia o cu dela com força, o pau saindo sujo de porra e saliva, entrando de novo. Ela se masturbava o grelinho desesperada, gemendo sem parar. - Vou gozar de novo… vou gozar com essa pica no cu… AAAAH PORRAAAA… Quando ela gozou, a buceta e o cu apertaram tanto que eu quase gozei junto. Tirei, virei ela de barriga pra cima, enfiei de novo na buceta e continuei. Os peitos balançavam a cada investida, os mamilos duros. Eu chupava um, mordia, enquanto metia. - Fala que ama essa pica… fala que é a melhor pica que já te fodeu. - Amo… amo essa pica grossa… arrebenta minha buceta… goza dentro… enche essa puta de porra… Eu meti mais rápido, o pau latejando. Ela enfiou a mão entre a gente e esfregava o grelinho enquanto eu fodia. Os gemidos dela ficaram altos, desesperados, quase gritos. - NÃO PARA… NÃO PARA… TÔ GOZANDO DE NOVO… AIIIIIIII… Quando eu senti que ia gozar, tirei, subi no peito dela e jatei porra quente na cara, na boca, nos peitos. Ela abriu a boca, engoliu o que conseguiu, passou a língua nos lábios. - Que porra gostosa… agora limpa essa pica com a boca. Eu enfiei de novo na boca dela, ela chupou até limpar tudo, gemendo enquanto engolia o resto. A gente ficou ali, ofegante. Ela ainda com a perna tremendo, a buceta e o cu latejando. - Vem de novo amanhã – sussurrou. – Quero essa pica de novo. E se a sua namorada ligar… foda-se. Eu quero mais. Eu saí dali com o pau ainda semi-duro, a cabeça chapada, o corpo cheirando a sexo. No caminho de casa a Lara mandou mensagem perguntando se eu tava bem. Eu respondi que sim. Mas a verdade é que eu já tava pensando na próxima vez que ia meter a pica naquela buceta rica, naquele cu de academia, nos gemidos desesperados da mãe do meu melhor amigo. E eu sabia que não ia parar.
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