Toda vez que meu irmão saia nu do banheiro, eu me acabava chupando a pica dele!
O irmão saiu do banheiro com o corpo ainda pingando, a toalha jogada no ombro esquerdo como sempre. Eu já estava ali, encostada na parede do corredor, completamente nua. Os peitos levemente arrepiados pelo ar-condicionado, o grelinho já úmido só de antecipar. Ele parou na hora. Os olhos desceram pelo meu corpo sem disfarçar. Eu vi o pau dele, ainda mole, dar uma contraída forte. — Porra… você tá de novo assim. — E você também. Sempre sai com essa pica à mostra. Eu gosto de ver. Ele engoliu seco. Eu me aproximei. A distância entre a gente era de menos de um metro. O cheiro de sabonete dele misturado com o cheiro quente de pele molhada. — Seu corpo tá ficando mais definido. Essa pica… tá maior, irmão. Ou é impressão minha? Ele soltou um risinho nervoso, mas não se afastou. — Para com isso… — Posso tocar? Ele hesitou só um segundo. Depois assentiu com a cabeça, quase imperceptível. Eu me ajoelhei ali mesmo, no tapete do corredor. As mãos dele ficaram penduradas ao lado do corpo. Peguei o pau mole com as duas mãos. Quente, macio, ainda um pouco úmido do banho. Acariciei devagar, sentindo ele engrossar entre os dedos. A glande foi aparecendo, vermelha, brilhante. Em poucos segundos a pica já estava dura, pesada, latejando na minha palma. — Caralho… — ele murmurou, a voz baixa. Eu olhei pra cima. Os olhos dele estavam escuros. Levei a cabeça até a ponta e lambi. O gosto de sabonete ainda estava ali, mas por baixo já vinha o gosto dele. Abri a boca e engoli a cabeça. A língua rodou em volta da glande enquanto eu chupava devagar, sentindo ele crescer ainda mais dentro da minha boca. — Porra, irmã… Eu gemí em resposta, o som vibrando no pau dele. A mão esquerda desceu e apertou as bolas, massageando. A direita segurou a base e foi subindo e descendo enquanto eu chupava com mais vontade. Saliva escorria pelo queixo. Eu engolia fundo, sentindo a ponta bater no fundo da garganta, e depois puxava quase tudo pra fora, só a cabeça dentro, chupando forte. Ele agarrou meu cabelo. Não puxou com força, só segurou. Os quadris dele começaram a se mexer sozinhos, empurrando a pica mais fundo na minha boca. — Assim… continua assim… porra… Eu acelerava. A boca fazia barulho molhado. Saliva escorrendo pelos dedos, pingando no meu peito. Eu olhava pra cima o tempo todo, vendo o rosto dele se contorcer. Ele mordia o lábio inferior, os olhos semi-cerrados. — Tô gozando… — ele avisou, a voz rouca. Eu tirei a boca na última hora. Segurei a pica com a mão direita e bati rápido, a cabeça apontada pro meu rosto. Ele soltou um gemido alto, quase um rosnado, e jatos quentes bateram na minha testa, no nariz, na boca, no queixo. Eu abri a língua e peguei o que consegui. O gosto salgado invadiu. Continuei masturbando até o último espasmo, sentindo a pica latejar e soltar os últimos fios brancos que escorriam pelos meus dedos. Quando ele terminou, eu estava com o rosto inteiro lambuzado. Levantei o olhar. Ele olhava pra mim como se não acreditasse no que tinha acabado de fazer. Eu passei o dedo no queixo, peguei um pouco do porra e chupei. — Gostoso. Ele não falou nada. Só respirou fundo, ainda com o pau semi-duro, brilhando de saliva e gozo. Naquela noite não falamos mais sobre isso. No dia seguinte também não. Mas três dias depois, quando nossos pais saíram de novo, eu estava de novo esperando do lado de fora do banheiro, nua. Ele saiu. Me viu. A pica dele já estava meio dura só de me ver ali. Dessa vez eu não pedi. Só me ajoelhei. Ele abriu as pernas um pouco e eu engoli a pica inteira de uma vez. Chupei com fome, gemendo alto, a mão livre esfregando o grelinho molhado. Ele gemeu mais alto dessa vez. — Porra, sua boca… caralho, sua boca é boa pra caralho… Eu tirei a pica da boca só o suficiente pra falar, a voz embargada de saliva: — Então goza nela de novo. Goza na minha cara, irmão. Quero sentir essa porra quente escorrendo. Ele agarrou meu cabelo com as duas mãos e fodeu minha boca. Empurrava fundo, a glande batendo na garganta, eu engasgava e ainda assim pedia mais com os olhos. Quando ele gozou, foi ainda mais. Jatos grossos, um atrás do outro, cobrindo a testa, os cílios, os lábios. Eu engoli o que caiu dentro da boca e deixei o resto escorrer. Depois daquilo a rotina se instalou. Duas, três vezes por semana. Sempre quando a casa estava vazia. Sempre sem conversa depois. Só o barulho molhado da minha boca, os gemidos dele e o cheiro de sexo no corredor. Uma tarde ele saiu do banheiro e eu já estava de quatro no chão, o cu e a buceta à mostra, o rosto virado pra ele. — Hoje eu quero mais. Ele ficou em silêncio por uns segundos. Depois ajoelhou atrás de mim. As mãos grandes agarraram minha bunda e abriram. Eu senti o hálito quente dele e depois a língua. Ele lambeu minha buceta de baixo pra cima, devagar, a língua larga e molhada. Eu gemí alto, o rosto afundado no tapete. — Porra… lambe essa buceta… assim… mais fundo… A língua dele entrou. Chupou o grelinho com força. Eu empurrava a bunda pra trás, esfregando a cara dele. Ele gemeu contra a minha carne e o som vibrou no clitóris. Eu estava pingando. Quando ele introduziu dois dedos de uma vez e chupou o grelinho ao mesmo tempo, eu gozei. As pernas tremeram, a buceta apertou os dedos dele com força e eu gritei, o som abafado pelo tapete. Ele não parou. Continuou chupando e dedando até eu gozar de novo, mais fraco, soluçando. Quando eu me virei, a pica dele estava dura pra caralho, a cabeça roxa, uma gota de pré-gozo escorrendo. — Coloca na minha boca de novo. Ele se levantou. Eu me ajoelhei. Engoli tudo. Chupei com a urgência de quem precisa. A mão dele no meu cabelo guiava o ritmo. Quando ele estava perto, eu tirei a boca e abri a língua. — Goza. Tudo. Na minha cara. Ele gozou. Muito. Eu senti os jatos quentes, o cheiro forte, o gosto salgado. Quando terminou, eu estava irreconhecível, o rosto coberto de branco. Ele passou o polegar pelos meus lábios, empurrando um pouco de porra pra dentro da minha boca. Eu chupei o dedo dele. Na semana seguinte foi mais longe. Eu estava deitada na cama dele, nua, as pernas abertas, quando ele entrou no quarto depois do banho. A toalha caiu no chão. Ele subiu na cama sem falar nada. Abaixou a cabeça e engoliu meu grelinho. Chupou com fome, os dedos entrando e saindo da buceta molhada. Eu gemía sem parar, as mãos no cabelo dele, empurrando a boca dele mais fundo. — Chupa esse grelinho, caralho… assim… porra, irmão… Quando eu estava prestes a gozar de novo, ele parou. Subiu o corpo. A pica dura bateu na minha coxa. Eu agarrei e levei até a entrada da buceta. — Enfia. Ele empurrou. Lento no começo. Eu senti cada centímetro entrando, abrindo, enchendo. Quando ele enterrou até o fundo, os dois gememos juntos. — Porra… sua buceta… tá apertada pra caralho… Ele começou a foder. Primeiro devagar, depois mais rápido. O barulho molhado de pele batendo em pele encheu o quarto. Eu enrolava as pernas na cintura dele, puxando mais fundo. As unhas arranhavam as costas dele. Ele mordia meu ombro, gemendo alto. — Mais forte… fode mais forte… quero sentir essa pica toda… Ele obedeceu. As estocadas ficaram brutais. A cama batia na parede. Eu gozei de novo, a buceta apertando o pau dele com força, os fluidos escorrendo pelas minhas coxas. Ele não parou. Continuou fodendo através do meu orgasmo até gozar dentro, jatos quentes enchendo minha buceta. Eu senti cada pulsação. Quando ele saiu, a porra escorreu. Eu passei os dedos, peguei e chupei. Depois daquilo não tinha mais volta. Agora é quase todo dia. Quando os pais saem, a gente se encontra. Às vezes no banheiro, eu ajoelhada no box ainda molhado, chupando a pica dele enquanto a água escorre. Às vezes no sofá da sala, eu montada nele, a buceta engolindo a pica inteira enquanto eu rebolo, os peitos balançando na cara dele. Às vezes ele me vira de quatro e fode meu cu, devagar no começo, depois com tudo, a mão no meu grelinho ao mesmo tempo. Eu gozo com o cu cheio de pau, gemendo como uma puta. A gente quase não fala. Só gemidos, ordens baixas, palavrões. — Abre mais essa perna. — Chupa mais fundo. — Goza na minha cara de novo. — Enfia tudo no meu cu. E ele faz. Sempre faz. Ontem à noite, enquanto os pais dormiam no quarto do fundo, eu entrei no quarto dele de madrugada. Tirei a camiseta e a calcinha. Subi na cama. Ele acordou com a minha boca na pica, já dura de manhã. Eu chupei devagar, saboreando. Depois montei e enfiei. Fodemos em silêncio, só o barulho abafado da cama e os gemidos engasgados. Quando ele gozou dentro, eu continuei rebolando até gozar também, o corpo tremento em cima dele. Desci. Lambei a pica limpa. Deitei ao lado. Ele passou o braço por cima de mim. Não falamos nada. Mas eu sei que amanhã, quando a casa estiver vazia de novo, a gente vai se encontrar no corredor. Eu nua. Ele saindo do banho. A pica já endurecendo só de me ver. E eu vou me ajoelhar. De novo.
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