Irmã mais velha nos pegou no flagra, não resistiu e participou também!
A gente tava no meu quarto, a porta trancada por dentro, o filme rodando no notebook só pra enganar. Eu e a Lara, minha irmã do meio, a gente se chupando já fazia um tempão. Eu metia a língua fundo na boca dela, sugava aquela língua molhada enquanto as mãos dela apertavam minha pica por cima da cueca. Ela tava de shortinho e camiseta larga, sem sutiã, os peitos duros marcando o tecido. Eu empurrei ela de quatro na cama, puxei o short pra baixo junto com a calcinha e fiquei olhando aquela bunda redonda, a rachinha da buceta já molhada, o grelinho inchado e brilhando. Passei a língua inteira de baixo pra cima, do cu até o grelinho, chupando forte. Ela gemeu baixinho: — Porra, irmão… chupa esse clitóris direito, caralho… Eu enfiei dois dedos na buceta quente e apertada dela enquanto lambia o cu, girando a língua no furinho. Ela empurrava a bunda pra trás, gemendo mais alto: — Ahhhh, assim… mete os dedos fundo… caralho, tô gozando já… Não aguentei. Levantei, tirei a cueca e enfiei a pica de uma vez só na buceta molhada dela. Aquele calor apertando meu pau inteiro me fez gemer alto: — Porra, Lara… essa buceta tá mais apertada que da última vez, caralho… Comecei a meter forte, de quatro, segurando os quadris dela e batendo as bolas naquela bunda. Cada estocada fazia um barulho molhado, a buceta engolindo a pica até o fundo. Ela enterrou o rosto no travesseiro mas ainda assim gritava: — Aaaaaahhh! Mais forte, irmão! Arrebenta essa buceta! Porraaaa! Eu metia sem dó, puxando o cabelo dela pra trás, vendo a pica sumir e aparecer toda molhada de porra dela. O grelinho batia na base do meu pau a cada movimento. Eu cuspía na mão e esfregava o cu dela enquanto fodía, enfiando o dedão no furinho apertado. Ela quase gritou: — Aiiiiiii caralho! Meu cuuuu! Mete o dedo mais fundo enquanto fode essa puta! A gente tava tão no embalo que não ouviu a porta. A Julia, minha irmã mais velha, abriu sem bater. Eu só percebi quando ouvi a voz dela: — Que porra é essa, caralho?! Eu travei com a pica ainda enterrada até o talo na buceta da Lara. A Lara gritou e tentou se esconder, mas eu ainda tava por cima dela, as bolas coladas na bunda. A Julia ficou parada na porta, olhos arregalados, olhando a minha pica grossa saindo toda molhada da buceta da irmã. — Vocês dois… porra… estão se fodendo?! Eu respirei fundo, ainda com a pica latejando dentro da Lara. Tirei devagar, o pau brilhando de porra, e me virei pra Julia. A Lara se sentou na cama, peitos à mostra, buceta aberta e pingando. — Julia… calma… a gente pode conversar… Ela fechou a porta atrás dela e veio pra cima da gente, tremendo de raiva: — Conversar o caralho! Vocês são irmãos, porra! E tão se comendo que nem cachorro no cio! Eu me levantei nu, a pica ainda dura apontando pra ela. A Lara falou com a voz rouca de tanto gemer: — Julia… por favor… não conta pra ninguém… a gente… a gente não consegue parar… A Julia olhou pra pica dela, depois pra buceta molhada da Lara, e engoliu seco. Eu vi o olhar dela mudar. Aquele olhar que eu conhecia. Eu dei um passo à frente: — Você tá molhada, Julia. Dá pra ver o shortinho grudado na buceta. Ela soltou um “cala a boca” fraco, mas não saiu do lugar. Eu cheguei perto, peguei a mão dela e coloquei na minha pica ainda quente e molhada da porra da Lara. — Sente… ainda tá quente da buceta dela. Você pode gritar, pode contar… ou pode chupar essa pica agora e a gente resolve isso aqui mesmo. A Julia tremeu. Os dedos dela apertaram o pau. A Lara se levantou atrás de mim, peitos colados nas minhas costas, e falou baixinho no ouvido da irmã: — Julia… a gente já faz isso há meses… e você sempre olhou estranho pra gente… agora pode experimentar… ninguém precisa saber… Eu empurrei a Julia pra baixo de joelhos. Ela não resistiu. A boca dela abriu e engoliu a cabeça da minha pica, lambendo a porra da Lara que ainda tava escorrendo. Eu gemei fundo: — Isso… chupa essa pica suja, puta… limpa a buceta da irmã com a língua… A Lara se ajoelhou do lado e começou a beijar a Julia enquanto ela chupava. As duas línguas se encontravam no meu pau, lambendo juntas, babando, engolindo. Eu segurava a cabeça das duas e metia a pica na boca de uma e depois na outra. — Porra… duas irmãs chupando meu pau… caralho… A Julia parou, olhou pra cima com os olhos marejados e falou: — Se eu fizer isso… vocês não contam pra ninguém… e eu também não… Eu puxei ela pra cima, tirei o short e a calcinha dela de uma vez. A buceta dela tava encharcada, o grelinho inchado. Eu enfiei três dedos de uma vez e ela gritou: — Ahhhhh caralhoooo! A Lara se deitou de costas e abriu as pernas. Eu empurrei a Julia pra cima dela: — Chupa a buceta da Lara enquanto eu te fodo, Julia… A Julia obedeceu. Enterrou o rosto na buceta da Lara e começou a chupar o grelinho com força. Eu enfiei a pica de uma vez na buceta apertada da Julia. Ela era mais apertada que a Lara, quente pra caralho. Eu meti fundo, batendo as bolas na bunda dela enquanto ela gemia com a boca cheia de porra da irmã. — Aaaaahhh! Porraaaa! Mais forte! Arrebenta meu cu também! Eu cuspí no cu dela e enfiei o polegar enquanto metia na buceta. A Lara gemia alto embaixo, segurando a cabeça da Julia: — Isso, irmã… chupa meu clitóris… porra… tô gozando na sua boca! A Lara gozou primeiro, tremendo, esguichando na cara da Julia. Eu puxei a pica da buceta da Julia e enfiei direto no cu dela. Ela gritou alto, a voz abafada na buceta da Lara: — Meu cuuuuu! Caralhoooo! Tá me arrombandoooo! Eu metia sem dó no cu apertado, segurando os quadris dela e puxando pra trás. A cada estocada o cu engolia a pica até as bolas. A Lara se levantou, se ajoelhou na frente da Julia e enfiou a buceta na boca dela de novo, sentando no rosto da irmã. — Chupa essa buceta enquanto o irmão te fode o cu, puta… Eu metia mais rápido, sentindo o cu da Julia apertar e soltar. Ela gemia desesperada: — Ahhhh! Ahhhh! Vou gozar! Porraaaa! Tô gozando pelo cuuuu! Ela gozou forte, o corpo todo tremendo, o cu pulsando em volta da minha pica. Eu tirei, enfiei de novo na buceta dela e gozei fundo, enchendo ela de porra quente. A Lara se abaixou e chupou a porra que escorria da buceta da Julia, lambendo tudo, dividindo com a irmã num beijo babado. A gente ficou ali, os três suados, ofegantes, a cama toda molhada de porra e saliva. Eu olhei pra Julia, ainda com a pica semi-dura, e falei: — Agora você é da gente também. Ninguém conta porra nenhuma. Se alguém perguntar, a gente tava só assistindo filme. A Julia, ainda com a boca suja de porra, respondeu baixinho: — Tá… mas amanhã… vocês dois… eu quero de novo… quero a sua pica no meu cu e depois na minha buceta também… Eu sorri, puxei as duas pra cima de mim e a gente se embolou de novo. A Lara chupando meu pau, a Julia sentando no meu rosto, a buceta ainda pingando porra na minha língua. Eu lambia o grelinho dela enquanto metia os dedos no cu, e a Lara subia e descia no pau, gemendo: — Porra… irmão… mete fundo… enche minha buceta de novo… A Julia gemia em cima da minha boca: — Chupa meu clitóris mais forte… porra… eu quero gozar de novo… A gente ficou a noite inteira. Eu fodi as duas de todas as formas. A Lara de quatro enquanto a Julia chupava as bolas. A Julia cavalgando de costas, o cu engolindo a pica enquanto a Lara chupava o grelinho dela. Eu gozei na boca das duas, no peito, no cu, na buceta. Elas gozaram tantas vezes que a cama ficou encharcada. Quando o sol começou a nascer, a Julia beijou a boca da Lara e depois a minha e falou: — Isso fica entre a gente. Se alguém descobrir, a gente nega tudo. Mas de agora em diante… toda noite que os outros dormirem… a gente se fode. Eu ainda tava com a pica dentro do cu dela quando respondi: — Combinado, irmã. Agora abre mais essa bunda que eu ainda não terminei de te arrombar. E a gente recomeçou. Gemidos abafados, pica entrando e saindo molhada, bucetas se esfregando, cus e línguas, tudo misturado. A casa inteira dormindo, e a gente se comendo que nem bicho no cio, sem poupar nada, sem freio, sem vergonha. E assim a gente continua até hoje.
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