Duas amigas me desafiaram a transar com meu namorado na frente delas!
Tinha uns oito meses que estávamos namorando. A gente tava no meu apartamento, eu, o meu namorado e as duas amigas, as duas de vinte e três igual eu. A gente bebia vinho barato e cerveja, ria alto, o sofá já tava todo bagunçado. Elas começaram a me provocar, falando que eu e ele eram safados demais, que a gente se comia em qualquer canto. Uma delas, a loira de cabelo curto, olhou pra mim com aquele sorrisinho sujo e falou: - Desafia aí, putinha. Transa com ele na nossa frente agora. Vamos ver se você aguenta. A outra, a morena de peitos grandes, já tava com a mão na própria coxa, rindo: - Vai, sua putinha. Mostra pra gente como você engole aquela pica. Eu tava bêbada pra caralho e a buceta já pingava só de ouvir. Não pensei duas vezes. Puxei o meu namorado pelo braço, empurrei ele pro sofá, abri o zíper dele com pressa e tirei a pica dele pra fora. Tava dura pra porra, grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Me ajoelhei entre as pernas dele, passei a língua devagar na glande, sentindo o gosto salgado, e depois abri a boca e engoli até o fundo. Ele gemeu baixo: - Porra, amor… Eu subi nele de frente, abri a buceta com os dedos e enfiei a pica toda de uma vez. O barulho molhado ecoou alto. Comecei a cavalgar devagar, sentindo cada centímetro entrando e saindo, a buceta fazendo aquele barulho molhado de gozo. As duas amigas não falavam nada. Só olhavam. A loira já tinha a mão embaixo do vestido, dois dedos entrando e saindo da própria buceta. A morena abriu o jeans, puxou a calcinha pro lado e começou a esfregar o grelinho com força, os olhos fixos na minha pica entrando e saindo. Eu cavalgava mais rápido, a buceta engolindo a pica toda, o clitóris batendo no osso dele. Gemia alto: - Aaah… porra… tá entrando fundo… olha pra elas… elas tão se tocando vendo a gente… Ele segurava minha cintura e empurrava pra cima: - Goza pra elas, puta… mostra como essa buceta aperta… Eu gozei forte, a buceta contraindo, esguichando um pouco nele. As coxas tremiam. As duas gozaram quase juntas, gemendo baixinho, os dedos enfiados fundo. Depois a gente só se olhou, suados, e foi dormir. Ninguém falou nada. Mas eu não conseguia parar de pensar. Toda vez que fechava os olhos via elas se tocando, via a pica dele entrando em mim enquanto elas se masturbavam. A buceta ficava molhada no meio do dia. Algumas semanas depois eu dei uma festinha em casa. Vieram as mesmas duas, o namorado e mais uns amigos. Conforme a noite ia passando o pessoal foi embora. As duas ficaram até o fim, se olhando e me olhando de um jeito que não dava pra fingir. Quando só restamos nós quatro, eu trancou a porta e fomos pro quarto. A gente se despia sem pressa. Elas também. A loira tirou o sutiã e os peitos pequenos e duros apareceram, os mamilos duros. A morena tirou a calcinha e a buceta raspada, o grelinho já inchado, brilhando. Eu beijei o namorado, desci lambendo o peito, a barriga, até ajoelhar de quatro na cama. Ele ficou de pé na beira e eu abri a boca e engoli a pica toda, engasgando um pouco, saliva escorrendo pelo queixo. Sentia o olho delas em mim. Aí senti uma língua quente lambendo minha buceta por trás. A morena tava de quatro atrás de mim, a língua entrando na minha buceta, chupando o grelinho enquanto eu engolia a pica. Eu gemi com a boca cheia: - Mmmh… porra… lambendo minha buceta enquanto eu chupo… Ela lambeu mais forte, o nariz enfiado no meu cu, a língua entrando e saindo. Eu subia e descia a boca na pica, sentindo a glande bater no fundo da garganta. Depois subi nele, sentei de frente, enfiei a pica toda e comecei a cavalgar. A loira se ajoelhou do lado, pegou meu queixo e enfiou dois dedos na minha boca. Eu chupei os dedos dela como se fosse pica, lambendo entre eles, enquanto a buceta engolia a pica do namorado. A morena rastejou entre as pernas dele e começou a lamber meu cu e os testículos dele ao mesmo tempo. A língua dela passava na minha buceta, no pau dele, nos ovos, subia pro meu cu e enfiava a ponta. Eu tremia toda: - Aaaah… caralho… língua no meu cu… pica na buceta… dedos na boca… porra… Cavalguei mais forte, a buceta fazendo barulho molhado, o grelinho batendo. Gozei com a boca da morena ainda em mim, a buceta apertando a pica, o gozo escorrendo nela. Ela se levantou, me beijou fundo, enfiou a língua na minha boca pra eu sentir o gosto da minha própria buceta misturado com o dele. Eu desci dele e me deitei de costas, pernas abertas, dedos esfregando o grelinho. A morena sentou na pica dele de costas pra mim, enfiou tudo de uma vez e começou a cavalgar forte, a buceta dela engolindo até o fundo, o cu piscando. A loira subiu no rosto dele, sentou a buceta na boca dele e ele começou a chupar ela com vontade. Eu ficava me tocando, vendo as duas amigas nuas usando o meu namorado, a pica sumindo dentro da morena, a língua dele dentro da loira. A morena gemia: - Porra… pica grossa… tá me arrebentando… olha ela se tocando… A loira gemia alto, rebolando no rosto dele: - Chupa essa buceta… mais forte… aaah… Ele gozou dentro da morena com um gemido baixo, a pica pulsando, enchendo ela de porra. Ela desceu e a porra escorreu da buceta dela pro meu rosto. Eu lambei. A loira desceu e me beijou, as três se beijando, lambendo a porra uma da outra. Eu enfiei dois dedos na buceta da loira, sentindo ela molhada, e chupei o peito da morena. A gente ficou se tocando, dedos entrando em bucetas, línguas lambendo grelinhos, o namorado recuperando o fôlego e depois entrando de novo, agora na loira, fodendo ela de quatro enquanto eu e a morena nos beijávamos embaixo, lambendo os ovos dele e o cu dela. A loira gozou gritando: - Porra… gozandoooooo… buceta apertando… Ele tirou e gozou no rosto das três. A gente se lambuzou toda, lambendo a porra dos peitos, dos rostos, das bocas. Ficamos ali na cama por horas, corpos grudados, dedos ainda entrando e saindo, línguas ainda lambendo, sem pressa nenhuma de se vestir. O ar tava pesado de sexo, de gozo, de suor. Nunca falamos sobre isso. Continuamos saindo como se nada tivesse acontecido. Mas de vez em quando, quando somos só nós três, uma delas segura o olhar um segundo a mais… e eu sei que as três estão lembrando da mesma coisa: a pica entrando, as línguas lambendo, os gemidos, a porra escorrendo. Eu não me arrependo de um segundo. Ainda sonho com aquilo. Ainda acordo com a buceta molhada, os dedos no grelinho, imaginando as duas de novo, a pica do namorado dentro de uma enquanto eu chupo a outra. Às vezes, quando a gente bebe, eu sinto o cheiro delas de novo, o gosto da buceta da morena na minha boca, o gemido da loira quando ele gozou dentro. E eu sei que elas também. Porque o olhar não mente. E a buceta também não.
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