O ônibus balançava de um lado pro outro na avenida, lotado pra caralho, aquele cheiro misturado de suor, perfume barato e ar-condicionado quebrado. Eu tava em pé, agarrado no ferro, já meio tarado olhando pra uma branquinha de saia justa na minha esquerda. Calça jeans apertada, pau meio duro só de imaginar as coisas. Aí, do nada, senti uns dedinhos finos escorregando no bolso da frente da minha calça. Primeiro pensei: porra, tão tentando roubar o celular. Apertei o celular contra a coxa, mas os dedos continuaram, mais ousados, massageando, apertando. Virei o rosto devagar e vi ela. Mulata grandona, pele cor de café com leite, cabelo cacheado preso num rabo de cavalo bagunçado, uns dezoito anos no máximo. Segurava um caderno universitário contra o peito com uma mão e a outra... puta que pariu, a outra tava enfiada no meu bolso, alisando o que ela achava que era o celular. Olhos castanhos grandes, lábios carnudos, aquele corpo de quem joga bola e come bem: peitos pesados apertados num top preto, cintura fina e uma bunda que esticava o short jeans até quase rasgar. Ela me olhou de canto, sem nenhum pudor, e continuou o carinho, agora mais firme, esfregando a palma no volume que já tava crescendo de verdade. Eu não ia deixar a pobre moça enganada. Me virei um pouco pra direita, encaixando o corpo dela contra o meu, e empurrei a pica dura pro lado, bem no caminho dos dedos dela. Ela sentiu a diferença na hora. Os olhos se arregalaram, a boca se abriu num sorrisinho safado, e os dedos apertaram o pau por cima da calça com mais vontade. A massa quente e grossa latejava na mão dela. Eu soltei um suspiro baixo, quase um gemido, e ela respondeu roçando o polegar bem na cabeça, sentindo o formato. — Caralho, que pica grossa... — ela murmurou bem baixinho, quase colada no meu ouvido, a voz rouca de quem fuma e fode. Seguimos assim por uns quinze minutos. Busão lotado, gente se espremendo, e ela com uma mão no caderno e a outra fazendo carinho na minha pica, ainda por cima da calça. Eu empurrava de leve, sentindo o pau latejar, o saco já pesado. Quando o ônibus esvaziou um pouco, depois de duas paradas, eu me desloquei discretamente pra trás dela. Ela entendeu na hora. Empinou aquela bunda grande e gostosa pra trás, encaixando a rachadura do short bem no meu pau duro. O short era curto pra porra, a bunda quase saindo, e eu sentia o calor da buceta dela através do tecido. Comecei a encoxar devagar, esfregando a pica gorda na fenda, subindo e descendo, apertando a cabeça bem no meio da bunda. Ela gemeu baixinho, um som rouco que só eu ouvia, e empurrou ainda mais pra trás. — Isso, enfia essa pica grossa no meu cu... mesmo por cima da roupa — ela sussurrou, virando o rosto só o suficiente pra eu ver a língua molhando os lábios. Eu passei a mão pela cintura dela, descendo até a coxa, apertando a carne macia. O short subiu um pouco e meus dedos sentiram a pele quente. Continuei encoxando até o final da viagem, o pau latejando, pré-porra já manchando a cueca. Quando o ônibus parou no meu ponto, ela saiu na minha frente, sem falar nada, e desceu. Pensei que tinha acabado. Nunca mais ia ver aquela mulata safada. Mas alguns minutos depois, olhei pela janela e ela tava do outro lado da rua, no mesmo ponto que o meu. Desci rápido, atravessei, e ela me esperou, olhando pra trás, incrédula com a coincidência. Estávamos bem na frente do prédio onde eu morava, sozinho. Fiz um sinal com a cabeça. Ela veio. Dei um selinho rápido, os lábios dela quentes e macios, e a posicionei na minha frente enquanto abria o portão. Encoxei mais um pouco, a pica dura apertada entre as nádegas dela, e falei no ouvido: — Entra. Agora a gente pode ficar à vontade. Ela sorriu, passou a mão por trás e apertou meu pau com força, como se quisesse arrancar. Não soltou mais. Subimos o elevador colados, a mão dela massageando o volume pela calça, eu beijando o pescoço dela, lambendo o suor salgado. No apartamento, fechei a porta com o pé e a empurrei contra a parede. A boca dela se abriu no meu, a língua quente e molhada, gemendo enquanto eu apertava aqueles peitos pesados por cima do top. Puxei o tecido pra baixo, os mamilos escuros e duros saltaram. Chupei um, depois o outro, mordendo de leve, e ela gemeu alto: — Aih, porra... chupa esse peito, caralho... Desci a mão pelo short, enfiei os dedos por baixo e senti a buceta já encharcada. O grelinho inchado latejava quando eu roçava. Ela abriu as pernas, empurrando a buceta na minha mão. — Mete os dedos, porra... enfia fundo nessa buceta molhada... Enfiei dois dedos de uma vez, a buceta apertada e quente engolindo. Ela gemeu desesperada, a cabeça jogada pra trás, o cabelo cacheado bagunçado. Tirei os dedos, lambi o gosto dela — doce e ácido — e a puxei pro quarto. Joguei ela na cama, tirei o short e a calcinha de uma vez. A buceta era gorda, lábios escuros e brilhantes de porra, o grelinho saltado, pedindo pra ser chupado. Me ajoelhei, abri as coxas dela e enfiei a língua fundo. Chupei o grelinho com força, sugando, lambendo de cima a baixo, enfiando a língua no buraco quente. Ela gritou, as mãos no meu cabelo, empurrando a buceta na minha cara: — Aih, caralho! Chupa essa buceta, porra! Mama o grelinho, mama forte... aaaah, vai gozar na sua boca... Continuei, dois dedos entrando e saindo enquanto a língua trabalhava o grelinho. Ela gozou rápido, a buceta contraindo, o líquido escorrendo na minha língua, o corpo tremendo. Antes que ela se recuperasse, me levantei, tirei a calça e a cueca. A pica saltou grossa, veias latejando, a cabeça brilhando de pré-porra. Ela se sentou, agarrou o pau com as duas mãos e engoliu até o fundo. A garganta quente e apertada, ela engasgou mas não parou, chupando com vontade, a saliva escorrendo pelo saco. Eu gemiam, segurando o cabelo dela: — Isso, engole essa pica, putinha... chupa fundo, caralho... Ela tirou a boca só pra falar, a voz embargada de saliva: — Que pica gostosa... quero essa porra toda na minha buceta... Deitei ela de novo, abri as pernas e enfiei de uma vez. A buceta apertada engoliu a pica inteira, quente, molhada, contraindo. Empurrei fundo, até o saco bater na bunda dela. Ela gritou: — Aih, porra! Que pica grossa... mete forte, caralho! Fode essa buceta... Comecei a meter sem dó, estocadas longas e profundas, a pica saindo quase toda e entrando de novo com força. O barulho molhado da buceta engolindo ecoava no quarto. Ela gemia desesperada, as unhas nas minhas costas, a voz alta: — Aaaaah! Mais forte! Fode essa puta! Enfia essa pica até o fundo... aih, caralho, vai gozar de novo... Virei ela de quatro. A bunda grande e redonda ficou empinada, a buceta pingando, o cu apertado e convidativo. Enfiei de novo na buceta, segurando a cintura, metendo com força. Ela empurrava pra trás, engolindo a pica toda. — Mete no meu cu também... porra, quero sentir essa pica no cu... Cuspi no dedo, passei no cu apertado e enfiei devagar. Ela gemeu alto, o corpo inteiro tremendo. Depois tirei a pica da buceta e enfiei no cu de uma vez. O cu apertou a pica como um torniquete, quente pra caralho. Meteri fundo, sem piedade, a bunda batendo contra a minha barriga. — Aiiiiii, caralho! Que pica grossa e gostosa arrombando meu cu... fode meu cu, porra! Mete forte nessa bunda... aaaah! Ela gozou de novo, o corpo inteiro contraindo, o cu apertando minha pica. Eu não aguentei. Puxei a pica, enfiei de volta na buceta e gozei fundo, jatos grossos enchendo ela, a porra escorrendo pela coxa. Continuei metendo, a porra fazendo barulho, até a última gota. Ela caiu na cama, ofegante, a buceta aberta e cheia, o cu latejando. Mas não acabou. Em menos de cinco minutos eu já tava duro de novo. Ela se virou, sorriu safada e falou: — Ainda não terminou, né? Quero mais dessa pica... Passamos a noite inteira. Ela chupou, eu chupei, meti na buceta, no cu, gozei na cara dela, no peito, de novo dentro. Cada gemido mais desesperado, cada estocada mais forte. Quando o sol nasceu, ela ainda tava com a mão na minha pica, sussurrando: — Amanhã a gente se encontra de novo no busão... e dessa vez eu já desço com a buceta molhada te esperando. E foi assim que a mulata do busão virou rotina. Toda vez que o ônibus lotava, os dedos dela achavam o caminho.
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