A casa estava quieta naquela noite. Os pais tinham saído pra jantar e só voltariam de madrugada. Eu estava deitada na cama, de shortinho e camiseta larga, rolando o celular sem prestar atenção em nada. A porta do meu quarto se abriu devagar e ele entrou. Meu irmão. Mais novo, mas já com aquele corpo de homem, ombros largos, braços fortes e o olhar que ultimamente me deixava molhada só de sentir. Ele fechou a porta atrás de si e ficou parado, me olhando. — Tá pensando no que, irmã? Eu soltei um risinho baixo. — Em você, seu tarado. Fica implorando pra me lamber todo santo dia. Ele sorriu daquele jeito safado e veio até a beira da cama. Sentou, passou a mão pela minha coxa e apertou devagar. — Então deixa. Eu quero sentir o gosto da tua buceta. Quero lamber esse grelinho até você gozar na minha cara. Meu coração bateu forte. Eu já estava molhada só de ouvir. A gente já tinha se beijado tantas vezes, se esfregado por cima da roupa, ele já tinha lambido a calcinha e beijado meu short. Mas nunca, nunca tinha tirado a roupa de verdade. Eu sempre parava. Com medo de me perder. Com medo de não conseguir mais voltar. Mas aquela noite… eu estava cansada de me segurar. — Tira a camiseta — eu mandei, a voz já rouca. Ele puxou a camisa pela cabeça e jogou no chão. O peito dele era liso, os mamilos duros. Eu sentei, passei as mãos pelo abdômen e desci até o short. A pica dele já estava dura, marcando o tecido. Eu apertei por cima e ele gemeu baixo. — Porra, irmã… Eu puxei o short e a cueca dele de uma vez. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, a cabeça rosada já pingando pré-gozo. Eu enrolei os dedos nela e comecei a bater devagar, de cima pra baixo, sentindo o calor e a umidade. — Você quer mesmo lamber minha buceta? — perguntei, olhando nos olhos dele. — Quero. Quero chupar esse grelinho até você tremer. Quero enfiar a língua no seu cu também se você deixar. Eu soltei a pica dele, deitei de novo e levantei o quadril. Tirei o short e a calcinha juntos. A buceta estava encharcada, os lábios inchados, o grelinho latejando. O cheiro do meu tesão se espalhou no quarto. Ele ficou olhando, a boca entreaberta, a pica latejando sozinha. — Porra… que buceta linda. Ele se ajoelhou entre minhas pernas, puxou meus joelhos pra longe e enterrou o rosto ali sem pedir licença. A primeira lambida foi longa, de baixo pra cima, passando pelo cu, subindo pela fenda e terminando no grelinho. Eu soltei um gemido alto, a cabeça jogada pra trás. — Aaaaah… caralho… Ele lambeu de novo, mais devagar, abrindo os lábios da buceta com os dedos e chupando o grelinho com força. A língua dele era quente, úmida, insistente. Ele chupava, soltava, chupava de novo, enquanto dois dedos entravam devagar na minha buceta molhada. — Que porra gostosa… você tá pingando, irmã. Tá molhada pra caralho. Eu enrolei os dedos no cabelo dele e puxei a cabeça pra mais perto. — Não para… lambe mais… chupa esse grelinho, porra… Ele obedeceu. A língua girava em círculos rápidos no grelinho enquanto os dedos entravam e saíam, fazendo barulho molhado. Eu rebolava contra a boca dele, gemendo sem vergonha nenhuma. — Assim… assim mesmo… ahhh, filho da puta, que língua boa… Ele desceu a língua pro meu cu, lambeu o furinho apertado, empurrou a ponta pra dentro e eu gritei. — Porra! No cu também? Aaaaah… Ele riu com a boca na minha pele e voltou pra buceta, chupando com mais força, os lábios apertando o grelinho enquanto a língua batia rapidinho. Eu estava perdendo o controle. As pernas tremiam, o ventre apertava, o gemido saía cada vez mais alto e desesperado. — Eu vou gozar… eu vou gozar na sua cara… não para, não para, porraaaa… Ele meteu os dois dedos até o fundo, curvou e chupou o grelinho com força. Eu explodi. O orgasmo veio forte, a buceta contraindo nos dedos dele, o corpo inteiro tremendo, gemendo alto, sem conseguir ficar quieta. — Aaaaaah caralhooooo… tô gozando… tô gozando, irmão… Ele continuou lambendo enquanto eu gozava, bebendo tudo, a língua suja de porra e saliva. Quando eu parei de tremer, ele subiu o corpo, se apoiou em cima de mim e beijou minha boca. Eu senti o gosto da minha própria buceta na língua dele e fiquei ainda mais puta. — Agora eu quero foder — ele disse, a voz baixa e rouca. — Quero enfiar essa pica toda na sua buceta. Eu abri as pernas mais ainda e segurei a pica dele, guiando até a entrada. A cabeça grossa esfregou no grelinho e depois encaixou. Ele empurrou devagar. A pica foi entrando centímetro por centímetro, esticando minha buceta, enchendo tudo. — Porra… que aperta… que buceta apertada… Quando ele enterrou até o saco, eu soltei um gemido longo e o puxei pra beijar. Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais rápido, a pica saindo quase inteira e voltando com força, batendo fundo. O barulho de pele com pele enchia o quarto. Minha buceta fazia barulho molhado a cada estocada. — Mais forte… mete mais forte, porra… Ele agarrou minhas coxas, abriu mais e meteu com tudo. A cama batia na parede. Eu gemia alto, sem conseguir controlar a voz. — Ahhh… ahhh… assim… fode essa buceta… fode a buceta da sua irmã… Ele puxou meu peito pra fora da camiseta e chupou o mamilo enquanto metia. Eu estava louca. Outro orgasmo já vinha subindo. — Eu vou gozar de novo… não para… não tira… aaaaah… Ele meteu mais rápido, mais fundo, a pica latejando dentro de mim. Eu gozei de novo, a buceta apertando a pica dele com força, o corpo se contorcendo. — Porra, irmã… eu também… eu vou gozar… — Dentro… goza dentro… enche essa buceta de porra… Ele deu três estocadas profundas e gozou. Eu senti a pica latejar e o jato quente enchendo tudo. Ele ficou metendo devagar enquanto gozava, gemendo baixo contra meu pescoço. Quando parou, ele não saiu. Ficou dentro, a pica ainda dura, a porra escorrendo pelos meus lábios e molhando o lençol. Eu passei a mão no cabelo suado dele e beijei a testa. — Ainda quer mais? — perguntei, a voz rouca. Ele sorriu, ainda ofegante. — Quero. Quero te foder de novo. Quero lamber essa buceta cheia de porra e meter no seu cu também. Eu ri, ainda com a pica dele latejando dentro de mim. — Então começa. A noite é nossa. Ele saiu devagar, se ajoelhou de novo e enterrou a cara na minha buceta suja. A língua limpou a porra que escorria, chupou o grelinho sensível e eu já estava gemendo de novo. Ele lambeu tudo, engoliu o que pôde e depois me virou de quatro. — Agora o cu — ele disse, passando o dedo no furinho ainda apertado. Eu abaixei a cabeça no travesseiro e abri as nádegas com as mãos. — Enfia. Devagar. Mas enfia. Ele cuspiu no meu cu, passou a cabeça da pica ali e empurrou. A pressão era forte. Eu gemia baixo enquanto ele entrava centímetro por centímetro. Quando a cabeça passou, eu soltei um gemido longo e ele continuou, até o saco bater nas minhas nádegas. — Porra… que cu apertado… Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais fundo. Eu gemia alto, a mão entre as pernas tocando o grelinho enquanto ele fodia meu cu. — Assim… fode meu cu… fode o cu da sua irmã, porra… Ele agarrou meu cabelo, puxou a cabeça pra trás e meteu com mais força. O barulho molhado, os gemidos desesperados, o cheiro de sexo no quarto… tudo misturado. Eu gozei de novo só com a pica no cu e o dedo no grelinho. Ele gozou logo depois, enfiando até o fundo e enchendo meu cu de porra quente. Quando terminou, a gente caiu na cama, suados, ofegantes, a porra escorrendo de todos os buracos. Ele me puxou pro colo e beijou minha testa. — Ainda quer manter a regra das roupas? — perguntou, rindo baixo. Eu soltei um riso cansado e passei a mão na pica dele, que ainda estava meio dura. — Essa regra morreu hoje. Agora você vai me lamber e me foder sempre que eu quiser. Entendeu? Ele beijou minha boca, a língua ainda com gosto de buceta e porra. — Entendi. E eu não vou parar nunca mais. A gente ficou ali, o corpo colado, a respiração se acalmando. Mas eu já sabia que antes do sol nascer ele ia querer de novo. E eu ia deixar. Porque depois de sentir aquela língua no grelinho, aquela pica esticando minha buceta e meu cu, não tinha mais volta. Eu queria tudo. Queria gemer, quiser gozar, queria sujar a cama inteira. E ele ia me dar. Toda vez que eu pedisse.
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