O acampamento que fomos com a família, na zona rural de Araçás, interior da Bahia, estava mergulhado naquela quietude típica das noites no mato. As barracas espalhadas entre as árvores, o cheiro de fogueira ainda no ar, risadas distantes dos tios e primos mais novos que já tinham ido dormir. Dentro da barraca que eu dividia com meu primo Lucas, o ar estava quente, abafado, carregado de algo que nenhum de nós queria admitir no começo. A gente tinha 18 anos eu, ele com 30, o mais velho da galera. Sempre fomos próximos, mas naquela viagem algo mudou. Jogávamos cartas à luz de uma lanterna pequena, só de camiseta e short, suados do dia inteiro de trilha. De repente, notei o volume na calça dele. O pau do Lucas começou a crescer, marcando o tecido fino da bermuda. Pulsando. Latejando visivelmente, como se tivesse vida própria. Tentei desviar o olhar, mas meus olhos voltavam sozinhos. Meu corpo reagiu antes da cabeça: o grelinho inchou rapidinho, latejando entre as pernas, e a xoxota começou a vazar, molhando a calcinha num instante. Eu me mexia devagar no colchão inflável, esfregando as coxas uma na outra pra aliviar aquela coceira gostosa que subia pela barriga. Ele percebeu. Os olhos dele desceram pro meu colo, onde os bicos dos meus peitos marcavam a camiseta fina. O jogo de cartas parou. O silêncio ficou pesado. - Tá olhando o quê, prima? – ele perguntou baixinho, a voz rouca, quase um ronronar. Eu engoli em seco, o coração batendo no peito como tambor. Meu rosto queimava, mas a buceta traía tudo. Tava encharcada, latejando, pedindo atenção. - Eu... vi teu pau duro, Lucas. Tá pulsando pra caralho. – respondi, a voz tremendo. – O que você acha de me usar hoje à noite? Quero sentir essa pica enorme dentro de mim. Ele não pensou duas vezes. O sorriso safado que abriu no rosto dele me deixou ainda mais molhada. Lucas abaixou a bermuda num movimento rápido. A pica dele saltou pra fora, grossa, venosa, com a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Era enorme, imponente, bem maior do que eu imaginava. Veias saltadas percorriam o comprimento todo, e as bolas pesadas pendiam cheias. Meu primo de um jeito completamente novo. Meu primo virando meu macho. - Porra, prima... você não sabe o quanto eu quero te foder desde que a gente armou essa barraca. – ele rosnou, se aproximando de quatro no colchão. Ele agarrou minha calça de moletom e rasgou com força, o tecido cedendo fácil. Minha calcinha já tava ensopada, o cheiro de buceta molhada enchendo o espaço pequeno da barraca. Lucas puxou ela pro lado e enfiou a cara ali, lambendo minha xoxota com fome. A língua dele girava no grelinho, chupando forte, sugando os lábios inchados. Eu tremia inteira, mordendo o braço pra não gemer alto. - Ahhh... Lucas... que delícia... chupa minha bucetinha, primo... tá tão melada pra você... Ele não parava. Enfiava a língua fundo, depois voltava pro grelinho, mordiscando de leve. Meu corpo se contorcia, coxas apertando a cabeça dele. O medo de alguém ouvir só aumentava a excitação. E se meus pais acordassem? E se a família toda descobrisse que a filhinha de 18 tava sendo comida pelo primo dentro da barraca? Lucas levantou, a boca brilhando com meus sucos. Segurou a pica grossa pela base e começou a esfregar entre minhas coxas. A cabeça quente deslizava pra cima e pra baixo na minha buceta, batendo no grelinho a cada passada. Eu via a glande grossa saindo e entrando entre minhas pernas, lambuzando tudo. - Olha pra isso, vadiazinha... minha pica tá babando pra entrar nessa bucetinha apertada de prima. – ele sussurrou, a voz carregada de tesão. Eu tremia incontrolavelmente. As mãos dele apertavam minhas coxas, abrindo mais. Ele deu uma estocada e a cabeça entrou, abrindo meus lábios. Depois outra, mais fundo. A pica dele me invadia centímetro por centímetro, esticando as paredes da minha xoxota que nunca tinha sentido algo tão grosso. - Aaaaiii... porra... tá entrando demais... sua pica é enorme, Lucas... me rasga... – gemi, desesperada, tentando ficar quieta. Ele meteu com força de uma vez. A pica inteira afundou até o talo, as bolas batendo na minha bunda. Eu soltei um grito agudo, como uma vadia patética no cio. - Shhh... quieta, prima... senão a família inteira vai saber que você tá levando rola do primo. – ele riu baixinho, mas não parou. Começou a meter forte, ritmado. O barulho molhado da buceta dele entrando e saindo ecoava dentro da barraca. Ploc, ploc, ploc. Cada estocada fazia meus peitos balançarem. Lucas segurava meus quadris, puxando pra si, batendo fundo. Meu grelinho roçava na base da pica dele a cada vez que ele enterrava tudo. - Goza pra mim, prima... aperta essa buceta no pau do teu primo... – ele mandou, acelerando. Eu não aguentei. O orgasmo veio violento, minhas paredes contraindo em volta da pica grossa, esguichando um pouco nos lençóis. Gemi abafado contra o braço dele. - Aaaahhh... tô gozando... Lucas... tua pica tá me matando de prazer... Ele não parou. Virou meu corpo, colocou de quatro. Agarrou meu cabelo e meteu de novo, mais fundo ainda. A posição fazia a cabeça da pica dele bater direto no ponto G. Eu empinava a bunda, rebolando contra ele, pedindo mais. - Mete mais forte, primo... fode essa bucetinha da tua prima... sou tua vadia agora... – implorei, a voz rouca de tanto gemer. Lucas deu tapas na minha bunda, o som seco misturando com os gemidos. Ele metia como um animal, suado, respirando pesado. A barraca toda balançava levemente com o ritmo. O risco de sermos pegos me deixava ainda mais louca. - Porra... que buceta gulosa... tá engolindo minha pica toda... – ele grunhia entre dentes. Eu sentia outra onda vindo. Meu cu piscava de tesão também. Ele percebeu, molhou o dedo na minha buceta melada e enfiou devagar no meu cuzinho apertado. - Ahhh... no cu também... devagar... tá gostoso pra caralho... – choraminguei, empinando mais. Ele dedava meu cu enquanto a pica castigava a xoxota. Dois buracos sendo usados pelo primo. Eu tremia, suava, babava um pouco no colchão. Os gemidos saíam mais altos, desesperados. - Lucas... me fode... me usa... quero teu gozo todo dentro... enche a buceta da tua priminha... Ele acelerou como louco. A pica inchando ainda mais dentro de mim, pulsando. As bolas batendo forte. Eu gozei de novo, mais forte, apertando ele com tudo que tinha. Lucas rosnou baixo, segurou meus quadris com força e explodiu. - Tô gozando... toma, prima... todo meu leite na tua bucetinha... Jatos quentes, grossos, encheram minha xoxota até transbordar. Ele continuou metendo devagar enquanto gozava, lambuzando tudo: coxas, bunda, lençóis. Quando saiu, a pica ainda semi-dura pingava gozo misturado com meus sucos. Eu desabei no colchão, ofegante, a buceta aberta, vermelha, escorrendo porra do primo. A gente ficou ali um tempo, respirando pesado. Ele me puxou pro peito, acariciando meu cabelo. - Isso foi foda pra caralho... – ele murmurou. – Mas a noite ainda tá longe de acabar, prima. E não acabou mesmo. Depois de um tempo descansando, ele me fez chupar aquela pica que tinha acabado de me foder. Eu ajoelhei, lambendo as bolas pesadas, subindo pela veia grossa até a cabeça. Engoli o máximo que consegui, engasgando, babando, enquanto ele segurava minha cabeça e fodia minha boca devagar. - Isso... chupa o pau do primo... engole fundo, vadia... – ele sussurrava. Depois me colocou de lado, levantou uma perna e meteu de novo na buceta melada de gozo. O barulho era ainda mais safado agora, tudo escorregadio. Ele alternava entre buceta e cu, enfiando a cabeça no cuzinho apertado, esticando devagar até entrar mais fundo. Eu gemia sem parar, o prazer misturado com aquela dorzinha gostosa. - Tá gostando de levar no cu, priminha? – ele perguntava, metendo mais fundo. - Sim... adoro... fode meu cu também... sou tua putinha de acampamento... A intensidade só aumentava. Suor escorrendo pelos corpos, cheiro de sexo puro dominando a barraca. Ele me virou de frente de novo, meus pés no peito dele, metendo fundo enquanto olhávamos nos olhos. O risco de alguém passar perto da barraca e ouvir os gemidos só deixava tudo mais quente. - Vou gozar de novo... enche meu cu agora, Lucas... – pedi, apertando os peitos. Ele obedeceu. Gozou dentro do meu cuzinho, enchendo até vazar. Depois me limpou com a língua, chupando a mistura de gozo dos dois buracos. Eu gozei na boca dele mais uma vez, tremendo inteira, mordendo o travesseiro pra abafar os gritos. Passamos a noite toda assim. Metendo em todas as posições que cabiam na barraca pequena. Ele me fez sentar na pica, rebolando enquanto ele chupava meus peitos. Depois de conchinha, metendo devagar e apertando meus peitos por trás. Cada vez que ele gozava, lambuzava mais um pedaço meu: rosto, peitos, barriga, buceta, cu. Eu tava completamente marcada por ele. De manhã, quando o sol começou a entrar pela tela da barraca, a gente tava exausto, grudado, cheios de marcas de chupão e arranhões. A família acordando lá fora, chamando pra café. Eu ainda sentia a buceta e o cu latejando, cheios do gozo seco do primo. - Isso fica nosso segredo, né? – ele sussurrou, dando um beijo na minha boca. - Claro... mas quero repetir sempre que der. – respondi, já sentindo a xoxota molhar de novo só de pensar. Até hoje, anos depois, eu penso nessa noite com frequência. Aquele acampamento mudou tudo. Toda vez que vejo o Lucas em reunião de família, meu corpo reage. O grelinho incha, a buceta vaza, e eu lembro da pica enorme do primo me rasgando, me enchendo, me transformando na vadiazinha dele dentro daquela barraca. O medo de ser pega, os gemidos abafados, o prazer proibido... nada se compara. E eu sei que, se tiver outra oportunidade, vou me entregar de novo sem pensar duas vezes. Porque foder com o primo no acampamento foi a coisa mais safada e deliciosa que já vivi. Naquela madrugada, antes do segundo round, ele me fez ficar de pé, curvada, segurando na estrutura da barraca. A pica dele entrava por trás enquanto eu tentava não fazer barulho. Cada estocada profunda fazia meus joelhos fraquejarem. - Mais fundo... quebra minha buceta, Lucas... – eu pedia baixinho. Ele obedecia, segurando meus quadris, batendo forte. O suor pingava das costas dele nas minhas. Meu grelinho roçava na mão dele que descia pra estimular. Eu gozei de pé, esguichando no chão da barraca, pernas tremendo tanto que ele teve que me segurar pra eu não cair. Depois, deitado de lado, ele levantou minha perna e alternava: enfiava na buceta, tirava, esfregava no cu, enfiava um pouco, voltava. Torturando de prazer. Os diálogos sujos não paravam. - Olha como tua bucetinha tá aberta pro primo... toda vermelha e inchada... – ele dizia, olhando enquanto metia devagar. - Sim... tá toda usada... mas quero mais... me enche de novo... – respondia, rebolando contra ele. A gente perdeu a conta de quantas vezes gozamos. Meu corpo todo lambuzado, o cheiro forte de sexo impregnado nas roupas e nos sacos de dormir. Quando finalmente amanheceu, a gente se limpou rápido com lenços, mas o brilho nos olhos traía tudo. O primo mais velho tinha me reivindicado como dele naquela noite proibida, e eu adorei cada segundo chulo, intenso e desesperado. Essa experiência ficou marcada na minha memória pra sempre. Os detalhes da pica pulsando, da buceta escorrendo, dos gemidos abafados, do risco constante... tudo volta quando fecho os olhos. E o tesão também.
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