Transei com o melhor amigo de meu irmão, enquanto meu namorado estava em casa!
Eu ainda sinto o cheiro dele na minha pele. O cheiro de porra, suor e daquela pica enorme que me arrombou enquanto meu namorado dormia do outro lado da casa. Não consigo parar de pensar. Toda vez que fecho os olhos é o Chad me fodendo, me chamando de putinha, me fazendo admitir que o pau do meu namorado é um brinquedinho de criança comparado com o dele. Sábado a festa tava rolando no jardim. Muita gente, muita bebida, música alta. Meu irmão tava lá, o namorado tava lá, e o Chad tava sentado longe, naquela cadeira de plástico, olhando pro nada com o copo na mão. Eu já tinha tentado flertar com ele antes. Várias vezes. Ele sempre desviava o olhar, respeitava meu irmão demais. Mas eu sou a irmã rebelde. Sempre fui. Já chupei dois amigos dele no banheiro de outras festas e meu irmão nunca soube. Naquela noite eu tava de shortinho curto e blusa sem sutiã. As tetas balançando cada vez que eu corria atrás da bola. Passei correndo perto dele de propósito, quase esbarrando. Pareii na frente dele, a bola na mão, o shortinho colado na buceta já úmida de tesão. — Vamo jogar uma partida, Chad? Ou você tem medo de perder pra mim? Ele levantou o olhar devagar. Olhou direto pra minha boca, depois pro meu shortinho. A voz dele saiu baixa, rouca, só pra eu ouvir: — Eu sei o que você quer. A frase bateu direto no meu grelinho. Senti a buceta latejar, o mel escorrendo pela calcinha. Fiquei parada olhando pra ele, as pernas tremendo. Ele não sorriu. Só me encarou e deu um gole na bebida. Eu virei de costas e senti o olhar dele queimando na minha bunda o resto da noite. Quando a festa acabou e o pessoal foi embora ou dormiu, eu fui pro quarto com o namorado. Ele deitou, puxou o celular e ficou mexendo. Eu fiquei deitada do lado, o corpo inteiro quente. Abri o Instagram, procurei o Chad e mandei solicitação. Ele aceitou em menos de um minuto. Mandei mensagem: — Vai ficar aqui essa noite? — Sim. Quarto de hóspedes. — Quer companhia? Ele demorou uns segundos. — Tô te esperando. Levantei da cama sem fazer barulho. O namorado nem levantou a cabeça do celular. Cruzei a casa descalça, o coração batendo forte, a buceta já encharcada. Abri a porta do quarto de hóspedes. A luz da rua entrava pela janela. O Chad tava deitado na cama, a calça abaixada até as coxas, a pica dele dura, grossa, veiuda, apontando pro teto. Era enorme. Quase o dobro do pau do meu namorado. A cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Fechei a porta e travei. Ele não falou nada. Só me olhou. Eu tirei a blusa, as tetas saltando soltas, os bicos duros. Tirei o shortinho e a calcinha de uma vez. Fiquei nua na frente dele. Ele segurou a pica com a mão e masturbou devagar. — Vem cá. Eu subi na cama de quatro, rastejei até ele e enfiei a boca naquela pica. Chupei a cabeça primeiro, lambendo o pré-gozo, depois desci a garganta o máximo que consegui. Ele soltou um gemido baixo e segurou meu cabelo. — Porra… que boca boa de puta. Sabe quanto tempo eu tô esperando pra enfiar essa pica nessa sua boceta safada? Eu gemi em volta do pau dele, a saliva escorrendo pelo pau e pingando nas bolas. Ele meteu a mão entre minhas pernas e enfiou dois dedos na minha buceta de uma vez. Eu tava tão molhada que os dedos entraram sem resistência. Ele enfiou fundo, curvou e achou o ponto. — Isso é meu agora. Dane-se seu namorado. Essa buceta é minha. Esse grelinho é meu. Esse cu também vai ser. Eu chupava mais forte, engasgando, os olhos marejando. Ele tirava os dedos e esfregava no meu grelinho inchado, depois enfiava de novo. Eu já tava gozando na mão dele, a buceta contraindo, o mel escorrendo pela coxa. — Senta nessa pica do papai. Agora. Quero ver você engolir tudo. Eu subi em cima dele, segurei a pica grossa e posicionei na entrada da minha buceta. Desci devagar. A cabeça abriu meus lábios e eu gemi alto demais. — Aaaaaahhh caralho… que pica grossa… tá arrombando minha buceta… Ele segurou meus quadris e puxou pra baixo de uma vez. Eu senti ele batendo no fundo, esticando tudo. Fiquei sentada nele, o pau inteiro dentro, latejando. Ele puxou minhas tetas pra boca e chupou os bicos com força, mordendo de leve. — Mexe essa bunda, putinha. Quero ver você cavalgando no pau do papai. Eu comecei a subir e descer. No começo devagar, sentindo cada veia, cada centímetro. Depois mais rápido. A buceta fazia barulho molhado cada vez que eu descia. Ele batia a mão na minha bunda, deixando marca. — Isso… assim… aperta essa buceta no meu pau… porra, que xota apertada de vadiazinha safada… Eu gemia sem parar, a boca aberta, a baba escorrendo. Ele chupava uma teta e apertava a outra. Eu gozei em cima dele, o corpo tremeu, a buceta esguichou um pouco nele. Ele riu baixo. — Já gozou? Ainda nem comecei de verdade. Ele me tirou de cima, me colocou de joelhos no chão e enfiou a pica de novo na minha boca. Ficou de pé, segurando minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta. Eu engasgava, a saliva pingava no chão, os olhos lacrimejavam. Ele falava sem parar: — Boa garota… engole tudo… você é o meu segredinho sujo… a putinha do melhor amigo do seu irmão… e seu namorado tá lá no quarto sem saber que essa boca tá engolindo pica de verdade… Eu chupava como uma desesperada. Quando ele tirou, um fio de saliva ligava minha boca à cabeça do pau dele. Ele me puxou de volta pra cama, me virou de quatro e enfiou de uma vez na buceta. — Aaaaaaiiiii porraaaaaa… mete… mete forte… Ele metia sem dó. A mão numa das minhas tetas, a outra apertando meu quadril. Cada estocada fazia minhas tetas balançarem e a cama ranger. Ele cuspía na minha bunda e enfia o polegar no meu cu enquanto fodia a buceta. — Seu namorado nunca te comeu assim, né? Fala. Fala pra mim. — Não… aahh… o pau dele é pequeno… nunca me fodeu assim… só você… só essa pica grossa… — Mais alto. Quero ouvir. — Meu namorado não consegue me comer como você… ahh caralho… arromba essa buceta… ela é sua… Ele metia mais fundo, mais rápido. O barulho da pele batendo era alto. Eu gemia desesperada, a cara enterrada no travesseiro pra não acordar a casa. Ele puxou meu cabelo, levantou minha cabeça e falou no meu ouvido: — Essa buceta vai ficar arrombada de tanto pau. Amanhã você vai sentar do lado do seu namorado com o cu e a xota latejando e ele nem vai saber que foi eu que te usei a noite inteira. Eu gozei de novo, o corpo inteiro sacudindo, a buceta apertando o pau dele com força. Ele tirou, me virou de barriga pra cima, abriu minhas pernas o máximo que deu e enfiou de novo. Agora ele olhava pra minha cara enquanto metia. — Olha pra mim enquanto eu te encho de porra. Quero ver sua cara de puta quando eu gozar dentro. Eu olhava. Os olhos dele escuros, a boca entreaberta, o suor escorrendo no peito. Ele metia fundo, as bolas batendo na minha bunda. Eu sentia a pica latejando, preparando pra gozar. — Dentro… goza dentro… enche essa buceta… Ele enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes e grossos enchendo minha buceta. Eu sentia cada pulsada, a porra escorrendo pra fora mesmo com ele ainda dentro. Ele ficou parado, ofegante, a pica ainda latejando dentro de mim. — Porra… que buceta gostosa… Ele tirou devagar. A porra escorreu imediatamente, molhando o lençol. Ele passou dois dedos, coletou a mistura de porra e mel e enfiou na minha boca. Eu chupei os dedos limpos. — Boa garota. Ficamos um tempo ali, suados, o cheiro de sexo impregnando o quarto. Ele me beijou de novo, mais calmo, mas ainda com a mão na minha buceta, brincando com o grelinho sensível. Eu gemi baixinho. — Eu quero de novo… quero mais dessa pica… Ele riu baixo. — Seu namorado vai perceber se você voltar com a buceta arrombada e cheia de porra. — Não me importa. Ele me fodeu mais uma vez, dessa vez mais devagar, me fazendo gozar de novo com o polegar no grelinho enquanto a pica entrava e saía molhada de porra. Quando terminou, me ajudou a me vestir. Eu coloquei a calcinha de volta, sentindo a porra escorrer e molhar o tecido. Voltei pro quarto do namorado de mansinho. Ele ainda tava no celular. Deitei do lado, a buceta latejando, o cu formigando, a porra escorrendo devagar pela coxa. Agora ele me excluiu de tudo. Sumiu. Mas eu acordo de madrugada com a mão na buceta, lembrando daquela pica grossa me arrombando, da voz dele me chamando de putinha, de como ele me fez admitir que meu namorado nunca vai conseguir me comer daquele jeito. E eu gozo sozinha, mordendo o travesseiro, desejando que ele volte e me use de novo enquanto o namorado dorme do lado.
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