Comendo minha amiga lésbica!



Me chamo Bruno, tenho 18 anos, 1,70 de altura, corpo definido de quem malha pra valer, moreno, cabelo preto. Naquele dia do jogo do Brasil, a Maria Luiza, minha amiga lésbica de 19 anos, morena de pele macia, cabelo cacheado que caía nos ombros, bunda grande e empinada, coxas grossas que balançavam a cada passo, me chamou pra assistir o jogo na casa dela. A prima ia estar junto no começo, mas no fim ficou só nós dois depois que o jogo terminou.
Cheguei lá quase na hora do apito inicial. Ela estava terminando um caldo quente pra gente comer porque tava frio pra porra. A roupa dela já me deixou meio ligado: shortinho jeans bem curtinho, socado no meio daquela bunda enorme, marcando tudo, e um cropped do Palmeiras decotado pra caralho, mostrando o vale entre os peitos médios e firmes. Sentei no sofá, o jogo rolou, a gente conversou com a prima, riu, gritou pros gols. Quando o Brasil ganhou, a prima bocejou e foi dormir no quarto dela.
Aí a Maria Luiza olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou:
- Bruno, tá tarde pra você voltar, dorme aqui, vai. A gente coloca um colchão na sala e assiste um filme.
Topei na hora. Colocamos o colchão grandão no chão da sala, ela disse que ia tomar banho primeiro porque ainda não tinha tomado. Eu, de short de futebol, fui pro quarto dela, tirei a cueca rapidinho e fiquei só com o short solto, sem nada por baixo, confortável pra dormir. Quando ela voltou do banho, puta que pariu... Vestidinho curtinho do Palmeiras, quase transparente de tão fino, a barra mal cobrindo metade da bunda redonda e empinada. Os mamilos marcando o tecido, sem sutiã. Ela sentou do meu lado no colchão, a gente escolheu um filme qualquer, mas nem olhamos pra tela.
Ficamos conversando, mexendo no celular, rindo de bobagem. Em certo momento ela levantou pra pegar água. Quando voltou, não se cobriu. Sentou de pernas um pouco abertas e, caralho, ali estava: a buceta dela completamente exposta, sem calcinha nenhuma. Lábios grossos, morenos, já brilhando de umidade. Ela nem percebeu no começo, continuou falando. Eu sentia meu pau engrossando dentro do short.
A conversa foi esquentando. Falamos de sexo, experiências. Ela desabafou que tava na seca total, só batendo siririca de vez em quando, nada sério. Depois começou a contar em detalhes de uma menina que tinha ficado semanas atrás. Como lambeu os peitos dela, como chupou o grelinho devagar, como enfiou dois dedos na bucetinha apertada enquanto a mina gemia. Enquanto falava, eu olhava disfarçado: a buceta da Maria Luiza tava meladinha pra caralho, os lábios inchados, um fiozinho de lubrificação escorrendo devagar.
Não aguentei mais.
- Porra, amiga, aí você me quebra, né haha.
Ela sorriu, curiosa.
- Por quê, Bruno?
- Você aí toda molhada, sem calcinha, tô vendo tudo. Você sabe que sou homem, isso é tentador demais. Já tô de pau durasso aqui.
Ela arregalou os olhos, mas não fechou as pernas. Em vez disso, abriu um pouquinho mais, mostrando aquela buceta brilhante.
- Ai amigo, nem percebi, me desculpa... Mas você tá gostando do que tá vendo?
- Lógico que tô. Essa buceta tá meladinha só de lembrar da mina. Pena que você gosta só de mulher, né.
- Ah, experimentar outra coisa uma vez não faz mal, né...
- Realmente não faz. Uma chupada só não diz nada, né.
- Quer tentar?
Ela fez uma cara de puta querendo pica, olhos semicerrados, mordendo o lábio inferior.
- Oh, se quero.
Não esperei nem um segundo. Puxei ela pro colchão, abri aquelas coxas grossas e caí de boca. O cheiro dela era forte, almíscar misturado com sabonete do banho, buceta quente e molhada. Passei a língua devagar do cuzinho até o grelinho inchado. Ela tremeu inteira, agarrou meu cabelo.
- Ahhh... Bruno... que delícia...
Chupei o grelinho com vontade, sugando, lambendo em círculos rápidos, enfiando a língua dentro da entradinha apertada. O gosto era azedinho, doce, viciante. Ela rebolava devagar no meu rosto, molhando meu queixo todo. Dedos entraram fácil, dois primeiro, depois três, abrindo aquela buceta quente que apertava em volta. Ela respirava ofegante no meu ouvido.
- Isso... assim... não para, por favor... tá tão gostoso...
Tirei a blusa dela, o vestidinho subiu, peitos médios com bicos duros aparecendo. Chupei um mamilo enquanto dedava mais fundo, o som molhado ecoando na sala. Ela gemia baixinho, se segurando pra não acordar a prima.
- Quero uma coisa que nenhuma mulher tem... Quero sentar na piroca...
- É pica que você quer, sua puta? É pica que vai ter.
- Sim... me dá pica... eu quero...
Abri as pernas dela bem abertas, tirei o short, meu pau grosso e latejando pulou pra fora. Esfreguei a cabeça na entrada melada, sentindo o calor. Empurrei devagar, centímetro por centímetro. A buceta dela era apertada pra caralho, quente como forno, sugando meu pau.
- Aaaaiiii... tá entrando... que grossa...
Comecei a meter ritmado, fundo, as bolas batendo na bunda dela. O som de carne molhada, ploc ploc ploc, enchia a sala. Ela rebolava embaixo de mim, unhas cravadas nas minhas costas.
- Fode... fode essa buceta... nunca senti uma pica assim...
Fodemos no colchão, depois no sofá, ela de quatro com a bunda empinada, eu metendo forte enquanto puxava o cabelo cacheado. Pele batendo, suor escorrendo, cheiro de sexo puro. Troquei pra papai e mamãe, olhando nos olhos dela enquanto metia fundo, roçando o grelinho a cada estocada.
- Que bom que a primeira vez que eu escolhi dar pra um homem foi com você, amigão... seu pau é bem grosso, tá me enchendo toda...
Ela gozou pela primeira vez assim, corpo tremendo, buceta apertando meu pau como um punho, gemendo desesperada:
- Tô gozando... aaaahhh porra... não para...
Continuei metendo, cada vez mais rápido, até sentir as bolas apertarem. Enfiei tudo e gozei forte dentro dela, jatos grossos de porra quente enchendo aquela buceta lésbica.
- Toma toda... enche essa bucetinha de leite...
Ela gemeu alto, sentindo o calor da porra.
Mas não acabou. Depois de um descanso curto, ela virou de lado, bunda pra mim, ainda melada da minha gozada escorrendo.
- Quero mais... quero você no meu cu agora.
Eu estava surpreso, mas o pau endureceu de novo na hora. Cuspi na mão, passei no cuzinho virgem dela, apertadíssimo, franzido. A cabeça do pau pressionou, ela tensionou.
- Vai devagar... tá doendo...
Empurrei devagar, sentindo o anel apertar forte, quase dolorido pro meu pau também. Ela mordeu o travesseiro, gemendo de dor misturada com prazer.
- Aaaai... tá rasgando meu cu... devagar...
Meti mais, centímetro por centímetro, até as bolas encostarem na buceta melada. Comecei a bombear devagar, o cu dela apertando tanto que parecia que ia quebrar meu pau. Aos poucos ela relaxou, rebolando pra trás.
- Tá ficando bom... fode meu cu... mais fundo...
Aumentei o ritmo, metendo com força, a bunda grande tremendo a cada estocada. O som era diferente, mais seco, mais sujo. Ela gemia desesperada, voz rouca.
- Isso... me arromba o cu... tô sentindo sua pica toda dentro...
Dedilhei o grelinho dela enquanto fodia o cu, ela se contorceu inteira, gozando de novo, buceta jorrando um pouco, cu piscando em volta do meu pau.
- Tô gozando pelo cu, brunoo... aaaahhh caralho... que delícia...
Gritei que ia gozar também. Ela, no meio do orgasmo, berrou:
- Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, Bruno... porra...
Não parei. Enfiei tudo e explodi, enchendo o intestino dela de porra quente, jato atrás de jato. Ela tremia descontrolada, gozando ainda mais forte.
- Aaaaiiii tô gozando... com essa porra enchendo meu cu...
Quando tirei o pau devagar, o cuzinho dela ficou aberto, vermelho, e ela começou a rebolar, empinando a bunda. Um gemido baixo saiu, e veio junto: um pouco de merda mole misturada com minha porra grossa escorrendo, sujando as coxas dela, o colchão. Ela rebolava, envergonhada mas excitada, sentindo o líquido quente sair.
- Olha o que você fez... me fez cagar com porra no cu... porra...
A gente ficou ali, suados, sujos, ofegantes. De manhã, ela acordou primeiro. Pediu uma rapidinha. Levantei a perna dela, comi de ladinho na buceta ainda melada, gozei na bunda. Depois fomos pro banho, ela bateu uma pra mim, mãozinha habilidosa no meu pau até eu jorrar de novo. Disse que provavelmente não ia repetir, mas que tinha sido intenso pra caralho.
Tomamos café, fingimos normalidade quando a prima acordou. Horas depois fui embora, com a memória daquela noite gravada na cabeça: a buceta melada, o cu apertado, os gemidos desesperados e o jeito safado como ela se sujou toda no final.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo minha amiga lésbica!

Codigo do conto:
264991

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/06/2026

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