Jogando verdade ou desafio com meu papai!



A viagem para a Itália estava sendo um sonho. Depois que minha mãe surtou com aquele colega de trabalho e terminou tudo com meu pai, eu sugeri que eu fosse no lugar dela pra não desperdiçar as reservas. Ele hesitou no começo, mas aceitou. E foi a melhor decisão da minha vida. A gente sempre foi próximo, mas nessas férias a coisa mudou de patamar. Passeávamos pelas ruas de Roma, comíamos massa até explodir e toda noite íamos pra um barzinho beber vinho tinto barato e rir de bobagem.
Naquela noite específica, eu estava me sentindo especialmente safada. Coloquei uma saia plissada branca bem curtinha e fofa que balançava com o vento, mostrando minhas coxas grossas, e um top branco justo que deixava um decote generoso pros meus peitos empinados. Meu pai me olhava de canto de olho o tempo todo, mas fingia que era normal. Depois de umas taças de vinho, voltamos pro hotel rindo alto. No quarto, com as luzes baixas e a cidade iluminada pela janela, eu peguei o celular e sugeri:
- Vamos jogar verdade ou consequência? Tem um app bem legal aqui.
Ele riu, mas topou. As primeiras rodadas foram leves: ele confessou que já tinha fantasiado com a vizinha, eu admiti que às vezes me masturbava pensando em caras mais velhos. A tensão no ar foi crescendo. Então o app me desafiou:
- Mostre sua lingerie pro seu parceiro.
Eu corei, mas o vinho e o olhar dele me deram coragem. Levantei devagar a saia plissada, revelando minha calcinha fio dental preta que mal cobria minha bucetinha depilada. O tecido fino estava já um pouco úmido do calor e da excitação. Meu pai engoliu seco, os olhos fixos na minha virilha.
- Caralho, filha... você tá linda pra porra.
Aquilo me acendeu. Eu queria impressionar ele mais. Tirei o top devagar, mostrando o sutiã preto de renda que sustentava meus peitos cheios, os mamilos já duros marcando o tecido. Fiquei ali, só de saia e lingerie preta, na frente do meu próprio pai. Meu coração batia forte, a buceta latejando. Ele também tava visivelmente duro na calça.
Não demorou duas rodadas pra eu sentar no colo dele. Nossas bocas se encontraram num beijo faminto, línguas se enrolando, saliva trocando. As mãos grandes dele apertaram minha bunda por baixo da saia, puxando o fio dental pro lado e roçando os dedos na minha fenda molhada.
- Porra, você tá encharcada, menina... - ele murmurou entre beijos, apertando meus peitos por cima do sutiã.
Eu gemia baixinho, rebolando no colo dele, sentindo a pica grossa dele endurecer debaixo da minha saia. Desci de joelhos entre as pernas dele, ansiosa. Abri o zíper da calça com dedos trêmulos e puxei pra fora aquela pica grossa, veiosa, com a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Olhei bem nos olhos dele enquanto minha língua lambia devagar da base até a glande, sentindo o gosto salgado dele.
- Chupa o pau do seu pai, vai... - ele pediu rouco.
Eu obedeci. Fechei meus lábios macios ao redor da cabeça, sugando devagar, descendo centímetro por centímetro até sentir ele bater no fundo da minha garganta. Chupei com vontade, babando tudo, fazendo barulho molhado de sucção. Minha mão massageava as bolas pesadas dele enquanto minha cabeça subia e descia. Ele gemia alto, segurando meu cabelo.
- Isso, filha... mama essa pica gostosa... caralho, que boca quente.
Eu acelerava, olhos lacrimejando, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitos. Ele fodia minha boca com estocadas curtas, até que não aguentou mais. Puxou o pau pra fora e gozou forte: jatos grossos de porra quente acertaram meu rosto, escorrendo pelos lábios, queixo e caindo nos meus peitos. Eu abri a boca pra pegar o máximo possível, gemendo:
- Mmm... goza no rosto da sua filha, pai... adoro seu leitinho quente.
Ele tava ofegante, mas ainda duro. Me levantou e me jogou na cama. Tirou minha saia e calcinha com um puxão, deixando minha buceta lisinha exposta, inchada e pingando. Abriu minhas pernas e mergulhou o rosto ali, língua lambendo meu grelinho inchado com fome.
- Ahhh... pai... que língua boa... chupa minha bucetinha... - eu gemia desesperada, quadril rebolando contra a cara dele.
Ele enfiou dois dedos grossos na minha buceta apertada, curvando pra acertar o ponto G enquanto sugava o clitóris. Eu gozei pela primeira vez ali, jorrando um pouco na boca dele, corpo tremendo inteiro.
- Gozei, pai... porra, que delícia...
Ele subiu, posicionou a pica grossa na entrada da minha buceta encharcada e empurrou devagar. Senti cada centímetro abrindo minhas paredes, esticando minha carne quente.
- Que buceta apertada, filha... tá me engolindo todo... - ele rosnou, começando a estocar fundo.
O quarto encheu de sons molhados: ploc ploc ploc da pica entrando e saindo, meus gemidos altos e os dele roucos. Ele apertava meus peitos, chupava meus mamilos enquanto metia cada vez mais forte. Eu cravava as unhas nas costas dele, pernas enroladas na cintura.
- Mete mais fundo, pai... fode a buceta gulosa da sua filha... ahhh... mais forte!
Ele acelerou, batendo as bolas na minha bunda, suor escorrendo. O cheiro de sexo enchia o ar: buceta molhada, suor, porra velha no meu rosto. Eu gozei de novo, apertando a pica dele com espasmos, gritando:
- Tô gozando de novo... caralho... sua pica é perfeita!
Ele não parou. Continuou metendo como um animal até sentir as bolas apertarem. Grunhiu alto e gozou dentro: jatos quentes e grossos enchendo minha buceta até transbordar, escorrendo pela minha bunda. Ele ficou lá dentro pulsando, me enchendo toda de porra.
- Tomei a porra do meu pai... que delícia quente... - eu sussurrei, beijando ele molhado.
Mas ele não tinha terminado. Virou meu corpo de bruços, levantou minha bunda empinada e cuspiu na minha bundinha virgem. A cabeça da pica pressionou o cu apertado.
- Agora vou comer esse cu gostoso, filha. Vai doer, mas você vai amar.
Eu tremi de medo e excitação.
- Vai devagar no começo, pai... meu cu é virgem...
Ele empurrou devagar. A dor foi intensa quando a cabeça entrou, esticando o anel apertado ao limite. Eu gritei, mordendo o travesseiro.
- Ai porra... tá doendo... mas não para... enfia essa pica no meu cu...
Centímetro por centímetro ele foi entrando, até as bolas encostarem na minha buceta cheia de porra. A dor queimava, mas misturada com um prazer sujo que me fazia tremer. Ele começou a meter devagar, depois mais rápido, o cu fazendo barulhos obscenos.
- Que cu apertado... tá me espremendo a pica toda... - ele gemia, dando tapas na minha bunda.
Eu rebolava de volta, dor virando prazer puro. O pau dele batia fundo, roçando lugares que eu nem sabia que existiam. Meu grelinho latejava, buceta escorrendo porra misturada com meus sucos.
- Ahhh... fode meu cu, pai... mete forte... tô sentindo sua pica toda dentro de mim...
Ele metia como louco, mãos segurando meus quadris, suor pingando nas minhas costas. Eu gozava sem parar, corpo convulsionando, gritando desesperada:
- Tô gozando com esse pau no meu cu... caralho... que prazer... não aguento... se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar, pai... vou me cagar toda!
Ele riu rouco e meteu mais fundo ainda.
- Então aguenta, filha... vou encher esse cu de porra também.
Os gemidos dela viraram gritos agudos quando outro orgasmo rasgou seu corpo. O cu apertava a pica dele ritmicamente, leite escorrendo pela coxa. Ele não aguentou: grunhiu alto e explodiu dentro do cu, jatos grossos de sêmen quente enchendo as entranhas dela.
No momento em que ele começou a gozar, ela se acabou completamente, rebolando a bunda com força, gritando:
- Tô gozando... porra... goza no meu cu... ai ai ai...
Ele puxou o pau devagar. No instante em que a cabeça saiu do cu dilatado, ela continuou rebolando, empinando a bundinha. Um jorro de porra misturado com merda mole saiu, escorrendo pela bunda, coxas, sujando os lençóis. Ela tremia, gemendo envergonhada mas excitada:
- Olha o que você fez... me fez cagar com a porra no cu... tá saindo tudo... que sujeira gostosa...
Ele assistia hipnotizado, passando a mão na bunda suja dela, espalhando um pouco. Os dois caíram na cama, ofegantes, corpos suados e sujos, o quarto cheirando a sexo proibido, porra, suor e um toque de algo mais sujo.
Eles ficaram ali, abraçados, sabendo que aquela viagem tinha mudado tudo pra sempre. A filha lambia os restos de porra do peito dele, sorrindo safada.
- Quero mais dessa viagem, pai... quero que você foda todos os meus buracos de novo amanhã.
Ele riu e apertou a bunda ainda melada dela.
- Pode deixar, filha. Essa buceta e esse cu agora são meus.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Jogando verdade ou desafio com meu papai!

Codigo do conto:
264536

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/06/2026

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