Eu estava sentado no fundo daquele ônibus lotado, horário de pico, peguei linha da praça Ruy Barbosa até o bairro do Teresópolis, fones no ouvido, ouvindo Angra, tentando ignorar o calor e o balanço da rua esburacada. A música batia fraca, mas minha cabeça viajava longe. De repente, ela apareceu. Uma gordinha de uns vinte e dois anos no máximo, pele branca marcada por aquelas espinhas de adolescência que davam um ar meio vulnerável e ao mesmo tempo deliciosamente real. Cabelo curto, castanho escuro, bagunçado de um jeito que deixava o pescoço grosso à mostra. Os seios eram enormes, pesados, esticando a blusa azul clara de botões como se o tecido fosse explodir a qualquer segundo. A calça preta fina, apertada demais, marcava tudo: a bundona redonda, as coxas grossas roçando uma na outra e, principalmente, aquela buceta gordinha bem delineada, com a fenda bem visível no tecido esticado. Ela parou ao meu lado, segurando uma bolsa enorme de couro sintético com aquela logo falsa da Louis Vuitton balançando. Olhei pra cima e nossos olhos se encontraram por um segundo. - Posso sentar aqui? - ela perguntou baixinho, voz meiga. Fiz espaço e ela se apertou. A blusa estava tão justa que os botões puxavam, deixando um vão generoso onde dava pra ver a pele macia da barriga e o sutiã preto de renda por baixo. Os mamilos pareciam duros, marcando levemente o tecido. - Quer que eu segure isso pra você? - eu disse, apontando pra bolsa. - Ah, valeu mesmo. Tá pesada pra caralho hoje. Peguei a bolsa e, com o movimento, meu braço invadiu um pouco o corredor. Foi aí que aconteceu. Meu nó do dedo roçou bem na frente da calça dela, sentindo o calor daquela buceta através do tecido fino. Tirei rápido, mas ela não se afastou. Pelo contrário. O ônibus deu um solavanco e o quadril dela veio pra frente, pressionando de novo minha mão contra a fenda marcada. Pensei que fosse coincidência. Fiquei ali, mão parada, coração acelerando. Mas ela começou a roçar. Devagar no começo, tímida, mas sem parar. A buceta gordinha deslizava no meu dedo, quente, macia, o tecido já um pouco úmido. Olhei pra ela. Seus olhos estavam entreabertos, cara de safada total, mordendo o lábio inferior grosso. Meu pau deu um pulo dentro da calça. Estiquei o dedo indicador e comecei a acariciar os lábios grossos por cima da calça, sentindo cada contorno. Ela tremia de leve. Passei o polegar e o indicador apertando as laterais daquela buceta carnuda, massageando devagar. O tecido estava ficando molhado, grudando na carne. - Hmm... - ela soltou baixinho, quase inaudível com o barulho do ônibus. Eu aumentei a pressão, passando o dedo bem no meio da fenda, sentindo o grelinho inchado por baixo. Ela empurrou o quadril mais pra frente, roçando com mais força. Os seios enormes subiam e desciam rápido com a respiração. Eu queria abrir aqueles botões ali mesmo, chupar aqueles peitos pesados, morder os bicos. Um cara passou esbarrando nela. Meu dedo pressionou forte contra a entrada da buceta. Ela soltou um gemidinho abafado e ajeitou a calcinha rápido, mas a calça já estava molhada pra caralho. Minha parada estava chegando. Levantei com o pau latejando, sorrindo pra ela. - Obrigada - ela disse, voz doce, como se nada tivesse acontecido, sentando no meu lugar. De cima, a visão era insana. Aqueles seios gigantes, o decote profundo, o sutiã de renda mal contendo a carne branca. Ela pegou o celular, abriu o Instagram e deixou a tela na aba de conversas, o @ bem visível. Anotei mentalmente. No trabalho, mandei o follow. Ela aceitou rapidinho. Conversa foi rolando, cheia de indiretas. Dois dias depois, ela me chamou pra casa dela. Entrei no apartamento pequeno e bagunçado. Ela estava de shortinho curto e uma camiseta larga, mas os seios ainda marcavam tudo. Mal fechei a porta e ela já veio pra cima. - Tava louca pra te ver de novo - disse ela, olhos brilhando. - Eu também, sua safada. No ônibus você quase gozou na minha mão. Puxei ela pra mim, mãos afundando na bundona macia. Beijei com fome, língua entrando fundo na boca dela. Ela gemia baixinho, apertando o corpo gordinho contra o meu. Meu pau já estava duro pra caralho, roçando na barriga dela. - Quero sentir essa pica logo - ela sussurrou no meu ouvido. Tirei a camiseta dela num puxão. Os seios pularam livres, enormes, pesados, com bicos rosados grandes e duros. Peguei os dois com as mãos, apertando, amassando aquela carne macia. Ela gemeu mais alto. - Aiiiiiii... aperta mais... assim... Chupei um bico com força, sugando, mordendo de leve enquanto a mão descia pro shortinho. Tirei ele rápido. A buceta estava pelada, inchada, lábios grossos brilhando de tesão. Passei os dedos por cima, sentindo o mel escorrendo. - Tá encharcada, hein, vadia. - É pra você... enfia o dedo logo. Enfiei dois dedos de uma vez na buceta quente e apertada. Ela arqueou as costas, gemendo desesperada. - Ahhh... isso... fode minha buceta com esses dedos... Movimentei rápido, curvando pra acertar o ponto G. O barulho molhado enchia o quarto. Com o polegar, massageava o grelinho inchado. Ela tremia toda, coxas grossas apertando minha mão. - Vooou goooozar... aiiiiii meu Deus... não para, não paraaaaa... A buceta dela pulsava forte, esguichando um pouco nos meus dedos. Ela gritou, corpo convulsionando. Mas eu não parei. Tirei os dedos e lambi tudo, olhando nos olhos dela. - Deliciosa essa bucetinha gordinha. Empurrei ela pra cama. Tirei a roupa, pau latejando, cabeça vermelha brilhando. Ela olhou com fome. - Que pica grossa... quero chupar. Ajoelhou na minha frente, segurou o pau com as duas mãos e enfiou na boca quente. Chupava com vontade, babando, descendo até o fundo da garganta. Os seios balançavam a cada movimento da cabeça. - Isso, engole tudo, sua putinha. Ela gemia com a boca cheia, olhos lacrimejando. Segurei o cabelo curto e fodi a boca dela devagar, sentindo a língua girando na glande. Depois de uns minutos, puxei ela pra cima. - Quero comer essa buceta agora. Deitei ela de quatro, bundona empinada. Abri as nádegas grossas, vi o cuzinho rosado piscando e a buceta pingando. Passei a língua do grelinho até o cu, saboreando tudo. Ela gritava. - Ahhh... lambe meu cu também... que delícia... Enfiei a língua no cuzinho apertado enquanto dois dedos fodiam a buceta. Ela rebolava desesperada, gemendo sem parar. - Me fode... enfia essa pica logo... quero sentir você me arrombando... Posicionei o pau na entrada da buceta e empurrei devagar. A carne gordinha engoliu centímetro por centímetro, quente, molhada, apertando forte. - Porra... tá tão apertada... que buceta gostosa. Comecei a meter fundo, estocadas ritmadas. Os seios dela balançavam pra baixo, batendo um no outro. Segurei a cintura grossa e aumentei o ritmo. - Aiiiii... aiiiii... fode mais forte... me quebra toda... Metia com força, bolas batendo na buceta. O barulho de carne contra carne era obsceno. Ela empinava mais, pedindo. - Mais fundo... quero sentir sua pica no fundo do meu útero... Virei ela de lado, uma perna pra cima, e continuei metendo. Via os seios enormes tremendo, o rosto vermelho, boca aberta gemendo. - Tô gozandoooo de novo... ahhhhhhh! A buceta apertou meu pau como um torno. Gozei junto, enchendo ela de porra quente, jatos grossos. Mas não acabou. Depois de um descanso curto, ela sentou no meu pau, rebolando devagar no começo, depois cada vez mais rápido. Os seios pulavam na minha cara. Chupei e mordi enquanto ela cavalgava. - Isso... monta na minha pica, sua gorda safada. - Adoro ser chamada assim... me usa... sou sua putinha do ônibus... Rebolava com força, buceta engolindo o pau inteiro. Peguei os seios, apertando os bicos. Ela gemia alto, suor escorrendo entre os peitos. Fiz ela virar de costas pra mim, posição de vaqueira reversa. Segurava a bundona, abrindo bem enquanto ela subia e descia. O cuzinho piscava pra mim. Molhei o dedo e enfiei devagar no cu dela. - Ahhh... devagar... tá gostoso... fode meu cu com o dedo enquanto como sua pica... Aumentei o ritmo. Ela gritava, corpo inteiro tremendo. Gozou de novo, esguichando na minha barriga. Levantei, pus ela contra a parede. Meti por trás, uma mão no pescoço, outra apertando os seios. Estocadas brutais. - Toma essa pica toda, vadia. Sente como tá fundo. - Sim... me arromba... quero sua porra de novo... Gozei pela segunda vez, enchendo a buceta até transbordar. Porra escorrendo pelas coxas grossas. Passamos a tarde toda assim. Chupei a buceta dela até ela implorar pra parar. Fiz ela me chupar enquanto eu comia os peitos. Fodi o cuzinho dela devagar no final, com muito lubrificante e paciência, até ela acostumar e começar a pedir mais forte. - Enfia no meu cu... quero sentir você gozar dentro da minha bundinha... Quando gozei no cu dela, ela tremia inteira, gemendo meu nome. Depois, deitados na cama suada, ela sorriu. - Nunca imaginei que o roçar no ônibus ia acabar assim. - Eu sabia que você era uma safada desde o primeiro olhar. Rimos, e ela já começou a passar a mão no meu pau de novo. - Vamos tomar banho juntos? Quero sentir você me fodendo em pé... Aquela gordinha do ônibus virou minha puta particular, sempre pronta pra qualquer sacanagem. E toda vez que pego o ônibus, lembro dela roçando na minha mão, e meu pau endurece só de pensar.
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