Ela não resistiu quando viu o irmão fodendo uma buceta de plástico!
A casa dos pais estava silenciosa demais naquela tarde quente de quinta. Ela, a irmã mais velha de 27 anos, chegou bem antes do combinado. O carro do irmão mais novo era o único na garagem. Ela deixou a bolsa no quarto de hóspedes, tirou os sapatos e caminhou pelo corredor com aquele sorriso brincalhão nos lábios. - Fratello mais novo, sua irmã favorita tá em casa! - gritou ela, mas ninguém respondeu. O coração dela acelerou um pouco quando chegou perto do quarto dele. A porta estava escancarada, batendo quase contra a parede. E lá estava ele, o garoto de 20 anos, completamente nu, ajoelhado na cama, metendo com força num daqueles brinquedos de silicone que imitava um torso de mulher. Os peitos falsos balançavam enquanto ele socava a bucetinha artificial com a pica dura, grossa, veias saltadas brilhando de lubrificante. Ela parou. Devia ter virado as costas na hora, mas não conseguiu. Os olhos dela grudaram na cena. O pau do irmão era maior do que ela imaginava, latejando, entrando e saindo daquele buraco falso com estalos molhados. O suor escorria pelas costas dele, os músculos das coxas tensionados. Ela sentiu a própria buceta latejar, um calor subindo pela barriga. Ele metia cada vez mais forte, o quadril batendo contra o brinquedo. - Porra... veio aqui só por causa dessa bucetinha apertada, não veio? - ele grunhiu, a voz rouca de tesão. - Essa buceta gulosa que engole minha pica toda... Ela sentiu um choque. Ele estava falando sozinho, ou com o brinquedo, mas as palavras pareciam direcionadas a algo proibido. A culpa bateu forte, mas as pernas dela não se mexiam. A calcinha já estava molhada, o clitóris inchado roçando no tecido. De repente ele virou um pouco o corpo e viu ela ali, parada na porta. Os olhos dele se arregalaram, mas a pica não amoleceu. Continuava latejando, vermelha, brilhante. - Mana... caralho... você... - ele gaguejou, mas não cobriu nada. Ela entrou no quarto devagar, fechando a porta atrás de si. O cheiro de sexo masculino, suor e lubrificante encheu o nariz dela. - Eu cheguei mais cedo... - murmurou ela, a voz tremendo. - E vi tudo. Não consegui sair. Ele ainda segurava o brinquedo, a pica pulsando no ar. - Você... tá com nojo? - perguntou ele, baixinho. - Não. Tô molhada pra caralho - confessou ela, mordendo o lábio. - Olha o tamanho dessa pica, irmão. Tá louco pra foder de verdade, né? Ele soltou o brinquedo. A irmã se aproximou, tirando a blusa devagar, revelando os seios firmes, mamilos duros. A saia caiu no chão. A calcinha estava encharcada, um fio de tesão escorrendo pela coxa. - Vem cá - disse ela, empurrando ele na cama. - Deixa a mana cuidar dessa pica grossa. Ela se ajoelhou entre as pernas dele e pegou o pau com as duas mãos. Era quente, pesado, a cabeça inchada pingando pré-gozo. Ela cheirou, lambendo a glande devagar, sentindo o gosto salgado. - Hummm... que pica deliciosa, mano. Grossa pra caralho. Vai caber inteira na minha buceta? Ele gemeu alto quando ela enfiou metade na boca, chupando com fome, a língua rodando no frenulum. Saliva escorria pelo queixo dela, pingando nos ovos dele. - Mana... porra... sua boca tá quente demais... chupa mais fundo, vai... Ela engoliu tudo, garganta apertando a cabeça da pica, engasgando mas continuando, os olhos lacrimejando de tesão. Ele segurou a cabeça dela e fodeu a boca com estocadas curtas. Depois de minutos babando, ela subiu, tirando a calcinha. A buceta dela estava inchada, grelinho protuberante, lábios melados brilhando. - Olha como tá minha bucetinha, irmão. Toda molhada por você. Ela sentou por cima, esfregando a pica entre os lábios da buceta, o grelinho roçando na cabeça grossa. - Enfia logo, mana. Quero sentir essa buceta apertando minha pica - pediu ele, mãos apertando os quadris dela. Ela desceu devagar. A cabeça abriu os lábios, esticando a entrada. Centímetro por centímetro, a pica grossa invadiu, abrindo a buceta quente e molhada. - Aaaahhh... caralho... que pica enorme... tá me rasgando... mas tá gostoso pra porra - gemeu ela, descendo até sentar completamente, os ovos dele encostando na bunda. Começaram a foder com intensidade. Ela quicava, os seios balançando, a buceta fazendo barulhos molhados a cada descida. Ele metia de baixo, batendo fundo, tocando o fundo da buceta dela. - Isso, mana... rebola nessa pica... sua buceta tá sugando tudo... tá tão quente e apertada... - Mete mais forte, irmão! Fode sua irmã gostosa! Ai, ai, ai... tá batendo no meu ponto G... vou gozar... Os gemidos dela ficaram desesperados. Ela cravou as unhas no peito dele, quicando mais rápido, o suor misturando nos corpos. O cheiro de sexo enchia o quarto. - Goza na minha pica, mana! Deixa essa buceta apertar... Ela gozou forte, o corpo tremendo, buceta contraindo em espasmos, esguichando um pouco de tesão que escorreu pela pica dele. - Aaaahhhhhh... tô gozando... porra... que delícia... Mas ele não parou. Virou ela de quatro, metendo por trás com força bruta. A bunda dela balançava a cada estocada, o pau entrando até o fundo, batendo nas paredes internas. - Toma essa pica, sua safada... sua buceta tá me ordenhando... vou encher você de porra... Ele meteu mais rápido, os tapas da pele ecoando. Ela gemia sem parar, o rosto enfiado no travesseiro. - Enche, irmão... bota toda essa porra quente na minha buceta... Com um grunhido animal, ele gozou. Jatos grossos de sêmen quente invadiram a buceta dela, enchendo até transbordar, escorrendo pelos lábios inchados. - Porraaa... tá enchendo tudo... sinto pulsando dentro... hummmm... Eles ficaram conectados por um momento, ofegantes. Mas o tesão não acabou. Ele puxou o pau ainda duro, brilhando de porra e tesão da irmã. A buceta dela piscava, vazando sêmen branco. - Agora quero seu cu, mana. Tá pronta pra levar no rabo? Ela olhou para trás, olhos vidrados de tesão. - Vai devagar no começo... mas depois mete fundo. Quero sentir essa pica abrindo meu cu. Ele cuspiu na mão, espalhou na rola e no cuzinho apertado dela. Pressionou a cabeça contra o anelzinho franzido. Ela respirou fundo. - Vai... enfia... A cabeça forçou, doeu. Ela mordeu o travesseiro. - Ai... caralho... tá doendo... mas continua... abre meu cu... Centímetro a centímetro, a pica grossa invadiu o intestino dela. O ardor era intenso, mas misturado com um prazer sujo, proibido. Quando ele estava todo dentro, ela soltou um gemido longo, desesperado. - Aaaaiii... tá todo no meu cu... que dor gostosa... começa a mexer... Ele começou devagar, saindo e entrando, o cuzinho dela esticado ao máximo ao redor da grossura. Aos poucos acelerou. O prazer dela cresceu, o grelinho latejando mesmo sem ser tocado. - Mete mais forte, irmão! Fode meu cu! Ai... ai... tá batendo fundo... tô sentindo na barriga... Os gemidos viraram gritos. Ela se empinava, rebolando contra as estocadas, o cu fazendo barulhos obscenos. - Porra, mana... seu cu tá apertando minha pica... tá quente pra caralho... vou gozar de novo... Ela se contorcia, o orgasmo vindo forte, o corpo inteiro tremendo. - Tô gozando com seu pau no cuuuu! Aaaahhhhh... não para... mete mais... Enquanto gozava, ela gritou: - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, irmão! Vai vazar tudo... mas goza... enche meu intestino de porra! Ele não aguentou. Com estocadas brutais, gozou fundo no cu dela. Jatos quentes encheram o intestino. Ela gritava de prazer e dor misturados. - Tá gozando no meu cuuu... sinto quente... ai porra... Quando ele puxou o pau devagar, o cuzinho dela não fechou de imediato. Ficou aberto, vermelho, piscando. Ela rebolou, empinando a bunda, e começou a cagar. Um fluxo de sêmen branco misturado com fezes moles escorreu do cu, sujando as coxas, a cama, pingando no chão. O cheiro forte de sexo e merda encheu o ar, mas ela continuava gemendo, rebolando, gozando mais um pouco com a sensação suja. - Olha o que você fez... encheu meu cu e agora tô cagando sua porra toda... hummm... que delícia safada... Ele assistia hipnotizado, a pica ainda semi-dura pingando. Ela se virou, beijou ele com fome, os corpos sujos, melados, exaustos mas satisfeitos. - Isso fica entre nós, mano. Sempre que eu vier... essa buceta e esse cu são seus. Eles ficaram abraçados, o quarto cheirando a sexo proibido, enquanto o sol da tarde entrava pela janela.
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