Eu e minha namorada vivíamos uma relação bem aberta, mas com regras. Toda semana ela recebia as amigas em casa pra conversar, beber um vinho e rir alto. E, cara, que grupo de gostosas. Todas com vinte e poucos anos, corpos bem cuidados. Mas a que sempre me deixava louco era a amiga negra dela, a Larissa. Pele escura brilhante, corpinho apertadinho, bundona empinada, peitos médios firmes e um olhar safado que parecia prometer o céu. Eu sabia que se um dia tivesse chance de meter naquela buceta, ia ser foda. Aquele dia eu cheguei do trabalho já com o pau meio duro só de imaginar. Abri a porta e lá estavam as duas no sofá da sala, rindo de alguma besteira. Minha namorada, a Clara, loirinha de corpo magrinho, e a Larissa de shortinho jeans justo que marcava a bunda grossa. Eu estava no clima. Tirei a camisa, olhei pra elas e soltei sem enrolação. — Hoje eu tô com muito tesão. Vou comer a Clara agora. Vocês podem ir embora ou ficar e participar. O que preferirem. As duas pararam de rir na hora. Clara ficou vermelha, mas sorriu daquele jeitinho safado que eu conhecia bem. Larissa só olhou pra mim, depois pra amiga, e mordeu o lábio. Não era a primeira vez que ela me via comendo a Clara. Da última, a morena tinha ficado quietinha no canto, mas eu notei a mão dela descendo devagar pra dentro da calça. Clara se levantou, veio até mim e me beijou com fome. Tirei a blusa dela, os peitinhos pequenos apareceram duros. Joguei ela no sofá e abri as pernas dela. A bucetinha da Clara já estava molhada, rosadinha e lisinha. Enfiei dois dedos fundo enquanto chupava o grelinho dela. — Hmmm... que delícia, amor... mete logo essa pica grossa em mim — gemeu ela, rebolando no sofá. Eu tirei a calça, a pica dura latejando, veias saltadas. Posicionei na entrada da buceta da Clara e meti tudo de uma vez. Ela gritou de prazer. — Aaaahhh... caralho, tá tão fundo... fode essa bucetinha, vai! Comecei a meter forte, o saco batendo na bundinha dela. O barulho molhado enchia a sala. Larissa assistia tudo, a mão já dentro do short, mexendo devagar. Os olhos dela grudados na minha pica entrando e saindo da Clara. Eu sorri pra ela enquanto fodia minha namorada. Cansar a Clara levou uns bons minutos. Meti em várias posições, de quatro, ela cavalgando, de lado. A loirinha gozou duas vezes, tremendo e gritando meu nome. Quando tirei a pica melada, ainda dura pra caralho, fui até Larissa. Parei na frente dela, o pau latejando bem na cara dela. Larissa olhou pra cima, depois pra Clara, que ainda ofegava no sofá, e agarrou minha pica com a mão quente. — Nossa... que pica grossa e gostosa — murmurou ela, a voz rouca. Sem dizer mais nada, abriu a boca carnuda e engoliu metade da pica. A mamada foi incrível. Língua girando na cabeça, sugando forte, descendo até quase engasgar. Ela babava tudo, saliva escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando de tesão. — Isso, chupa essa pica, sua putinha... engole fundo — eu disse, segurando o cabelo dela. Larissa gemia com a boca cheia, o som molhado ecoando. Clara assistia, tocando a própria buceta devagar. Depois de uns minutos mamando gostoso, eu puxei ela pro sofá, tirei o shortinho e a calcinha. A buceta da Larissa era linda: escura por fora, rosada por dentro, carnuda, já encharcada brilhando. Abri as pernas dela e enfiei a pica devagar no começo, sentindo a bucetinha apertadinha me apertar. — Aaaaiii... que delícia... tá me abrindo toda... — gemeu Larissa, os olhos revirando. Meti tudo, fundo, até o saco. Comecei a foder com força, o corpo dela tremendo a cada estocada. A bunda preta batia contra mim, rebolando perfeito. — Isso, rebola nessa pica, sua safada! Toma essa rola grossa na buceta gorda! Larissa rebolava como uma profissional, apertando a bucetinha em volta da minha pica. O barulho molhado era alto agora: ploc ploc ploc. Eu metia fundo, curvando pra acertar o ponto G dela. Os peitos dela balançavam, suor brilhando na pele escura. Clara se aproximou, começou a chupar os peitos da amiga enquanto eu fodia. Larissa estava no paraíso. — Haaa... caralho... tá me fodendo tão bom... mais fundo... aaaahhh! Eu aumentei o ritmo, segurando os quadris dela, metendo como um animal. O grelinho dela roçava na minha barriga a cada estocada. Larissa tremia inteira, as unhas cravadas nas minhas costas. — Vou gozar... porra... não para... — ela gritava, a voz rouca. Eu sentia o próprio gozo subindo. Segurei firme e avisei. — Vou gozar nessa buceta, Larissa. Ela abriu os olhos, desesperada de tesão, e gritou alto. — Cruza com essa buceta gorda! Goza tudo dentro, enche meu útero de porra quente! Naquele instante eu explodi. Jatos grossos de gozo jorraram fundo dentro da bucetinha dela, enchendo tudo. Larissa convulsionou no orgasmo, a buceta apertando minha pica, ordenhando cada gota. — Aaaaahhh... tá gozando tanto... me enchendo... nnghh... porraaa! Enquanto eu ainda estava dentro, gozando os últimos espasmos, Clara se ajoelhou e começou a lamber o gozo que escorria da buceta da amiga. Língua passando nos lábios carnudos, chupando a mistura de mel e porra, subindo até o grelinho inchado da Larissa. — Hmmm... que delícia de creampie... sua buceta tá tão cheia, amiga — murmurou Clara, lambendo com fome. Larissa tremia, gemendo baixinho agora, o corpo mole de prazer. Eu tirei a pica devagar, ainda meio dura, pingando. O gozo branco escorria da buceta escura dela, e Clara não perdia uma gota, lambendo tudo. — Vocês são minhas putas favoritas — eu disse, sorrindo, enquanto as duas se beijavam, trocando o gosto do meu gozo. Ficamos ali um tempo, recuperando o fôlego. Larissa rebolava devagar no sofá, sentindo o creampie escorrendo. Eu já imaginava a próxima vez. Queria foder as duas juntas de novo, talvez meter no cu da Larissa enquanto a Clara chupava. Desde aquele dia, o fetiche de cruzar só cresceu. Toda vez que via a Larissa, a pica endurecia na hora. E as duas adoravam. Amo minhas putas safadas.
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