A noite em que o namorado descobriu o tesão escondido da namorada!

Era uma terça-feira tranquila, temperatura perfeita, nem quente nem fria. O relógio marcava pouco mais das nove da noite quando o casal se deitou. Ele, cansado das últimas noites mal dormidas, apagou rapidinho. Ela, com 21 anos, baixinha, corpo natural delicioso, peitinhos firmes, bundinha empinada, cabelos loiros caindo nos ombros e aqueles olhos verdes que pareciam inocentes, ficou um tempo mexendo no celular ao lado dele.
Mas ela estava com fogo no corpo. Fazia dias que a bucetinha não parava de latejar. Quando teve certeza que ele tinha pegado no sono pesado, ela se mexeu com cuidado na cama. Levantou devagar, foi até a gaveta, pegou o vibradorzinho silencioso que guardava escondido e voltou pro colchão sem fazer barulho.
Ele acordou com o movimento, mas ficou quietinho, olhos fechados, fingindo que dormia. O coração já acelerou só de imaginar o que ela ia fazer. Nada deixava ele mais louco do que ver a namoradinha se tocando escondida.
Ela esperou uns minutos, respirando controlado, só pra ter certeza. Depois a respiração dela mudou. Ficou mais rápida, mais pesada. A mão direita desceu devagar pelo corpo, passando pelos peitinhos duros, beliscando de leve os bicos. Desceu mais, por cima da calcinha de renda preta que já estava molhada.
— Hmmm... tô tão molhada hoje — sussurrou baixinho pra si mesma.
Tirou a calcinha com um movimento rápido e deixou do lado do travesseiro. Agora estava completamente nua, perninhas entreabertas. Lambeu o vibrador devagar, enfiando na boca, chupando como se fosse uma pica grossa, cobrindo ele todo de saliva. Depois ligou. O zumbido baixinho começou.
Ela encostou a ponta vibrante direto no grelinho inchado. O corpo deu um salto de prazer.
— Ahh... caralho... que gostoso...
Começou a circular o vibrador no clitóris, pressionando, sentindo as vibrações atravessarem o corpo inteiro. A bucetinha soltava mel aos poucos, escorrendo pelos lábios carnudos. Ela mordia o lábio pra não gemer alto, mas os suspiros escapavam mesmo assim.
Depois de uns minutos, ela enfiou o vibrador na bucetinha quente. Entrou fácil, toda melada que estava. Começou a meter devagar, pra dentro e pra fora, enquanto o polegar não parava de esfregar o grelinho.
— Nnghh... tá bom demais... fode essa bucetinha...
Os movimentos foram ficando mais rápidos. O som molhado do vibrador entrando e saindo misturava com os gemidinhos dela. Ele, do lado, duro pra caralho, segurava a respiração pra não entregar que estava acordado. A pica latejava dentro da cueca, babando pré-gozo.
Ela tirou o vibrador, chupou todo o mel dela mesma, lambendo com gosto, e deixou de lado. Agora queria sentir os dedos. Dois dedinhos desceram direto pros lábios inchados, abrindo eles, espalhando o mel grosso. Esfregou a bucetinha toda, de cima a baixo, passando no cuzinho piscando também.
Enfiou dois dedos de uma vez. A bucetinha apertou em volta, quente, molhada, gulosa.
— Porra... que delícia... schlick... schlick...
O barulho molhado enchia o quarto. Dedos entrando fundo, curvando pra acertar o ponto G, polegar no grelinho esfregando rápido. Os gemidos foram ficando mais descontrolados.
— Haaa... aiiiii meu Deus... vou gozaaaaaaar... não para...
O corpo dela começou a tremer. As pernas se abriram mais, os peitinhos subindo e descendo rápido. A bucetinha contraiu forte nos dedos.
— Nnghh... ahhh... tô gozandoooooooo... caralhooo!
O orgasmo explodiu. Um esguicho forte saiu da bucetinha, jorrando no lençol, molhando tudo. Ela se contorceu inteira, gemendo abafado, o corpo convulsionando de prazer. O clitóris pulsava loucamente. Mel escorria pelos dedos, pela coxa, formando uma poça quente.
Ela ficou uns segundos recuperando o fôlego, ofegante. Depois pegou a calcinha e limpou a bucetinha encharcada e um pouco do lençol. Levantou e foi pro banheiro.
Ele esperou um pouco, coração disparado, pica latejando. Quando ouviu a porta do banheiro fechar, levantou em silêncio e foi atrás. A porta tinha uma frestinha. Ele espiou.
Ela estava nua, uma perna apoiada na pia, a outra no chão, bucetinha toda exposta pro espelho. Olhava pro próprio corpo, olhos cheios de tesão. Dois dedos já entravam e saíam rápido, fazendo aquele barulhinho molhado de novo.
— Hmmm... ainda tô com tanta vontade... que safada eu sou...
Os dedos metiam fundo, rápido, o braço se movendo com força. A bucetinha estava vermelha, inchada, pingando. Ela rebolava o quadril contra a mão, gemendo cada vez mais alto.
— Aiiiiiiiiii... fode... mete mais fundo... ahh... vou gozar de novo...
Os olhos reviraram, a boca aberta. Os peitinhos balançavam com o movimento. Ela enfiou três dedos dessa vez, esticando a bucetinha gulosa.
— Nnghh... porra... tá vindo... tá vindo forte...
O segundo esguicho foi ainda mais intenso. Jatos quentes saíram da bucetinha, molhando a pia, o espelho, escorrendo pelas coxas. Ela quase caiu, se apoiando na borda com a mão livre, o corpo todo tremendo, gemendo desesperada.
— Haaaa... caralhooo... que gozadaaa... ahhh...
Ele voltou correndo pro quarto, deitou e fingiu que dormia. O pau duro latejava, louco pra foder ela, mas ele queria que isso se repetisse. Queria ver a namoradinha safada se tocando mais vezes sem saber que ele assistia.
Quando ela voltou pro quarto, limpinha por fora mas ainda com a bucetinha sensível, deitou do lado dele. Ele esperou uns minutos e fingiu acordar, virando pra ela e dando um beijo no pescoço.
— Dormiu bem, amor? — perguntou baixinho.
Ela sorriu, corada, ainda sentindo os resquícios do prazer.
— Dormi... foi uma noite ótima.
Ele sorriu no escuro, sabendo o segredo dela. A partir daquela noite, sempre que deitavam, ele ficava atento. E ela, sem imaginar, continuava sendo a putinha que se masturbava escondida, gemendo baixinho, esguichando na cama e no banheiro, enquanto ele guardava cada detalhe na memória pra bater uma depois.
Às vezes ele imaginava o dia em que ia contar pra ela. Ia falar que assistiu tudo, que viu a bucetinha dela jorrando, que ficou louco de tesão. Aí ia chupar aquela buceta até ela esguichar na cara dele, depois meter a pica grossa fundo e foder até os dois gozarem juntos.
Mas por enquanto, o segredo tornava tudo mais safado. Toda noite ele esperava, duro, torcendo pra ela repetir a performance. E ela, inocente por fora, safada por dentro, sempre acabava cedendo ao tesão quando achava que ele estava dormindo.
A relação deles nunca mais foi a mesma. Por trás da tranquilidade, tinha uma putaria deliciosa rolando toda semana.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A noite em que o namorado descobriu o tesão escondido da namorada!

Codigo do conto:
267989

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
23/07/2026

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