Perdi minha virgindade com meu vizinho casado, enquanto esposa estava na minha festa!
O ar da noite de julho ainda estava quente, carregando o cheiro de churrasco e cerveja derramada pelo quintal. No dia dos fatos ocorridos pelo qual vim relatar, eu estava completando 18 anos e o vestido azul de verão colava na minha pele morena como uma segunda camada, marcando os bicos dos meus peitos que já estavam duros de expectativa. A festa era grande, cheia de vizinhos, balões coloridos balançando na brisa e o bolo enorme no centro da mesa. Meus pais riam alto, orgulhosos, sem imaginar nada. Ele chegou com a esposa, aquele pai branco casado da casa ao lado. Uns 40 e poucos anos, corpo forte de quem trabalha com as mãos, barba bem aparada e um sorriso que sempre me fazia apertar as coxas quando ele lavava o carro sem camisa. Trouxeram salada de batata. Quando me cumprimentou, a mão dele apertou a minha um segundo a mais que o normal. Os olhos desceram pelo meu decote por um instante. Senti um calor subir pela buceta só com aquilo. - Parabéns, garota. Tá ficando uma mulher linda – ele murmurou baixo, quase no meu ouvido. A esposa dele, uma loira simpática, conversava com minha mãe perto da churrasqueira. A festa ia acabando devagar. Os adultos já estavam bem bêbados, as vozes altas misturadas com risadas. Eu entrei de fininho na casa dele pela porta dos fundos, fingindo que ia pegar mais gelo ou qualquer coisa. Meu coração batia forte no peito. Não sei se planejei, mas quando senti a presença dele atrás de mim no corredor escuro, não parei. Ele me puxou pela cintura sem dizer nada. A porta do quarto deles se fechou com um clique abafado. Era a cama dele e da esposa, arrumada com lençóis limpos, o cheiro dele misturado com perfume feminino. Meu vestido subiu rápido quando as mãos grandes dele apertaram minha bunda. - Porra, você tá pedindo pra isso desde que apareceu com esse vestidinho – ele rosnou, a voz rouca de tesão. Eu não respondi com palavras. Só gemi baixinho quando ele me jogou na cama. A boca dele veio pesada no meu pescoço, chupando forte enquanto a mão subia pela coxa morena até encontrar a calcinha já molhada. Ele puxou o tecido pro lado e enfiou dois dedos grossos na minha buceta virgem de uma vez. - Aiiiiii, caralho... tá tão apertadinha... nunca foi comida, né? – ele sussurrou, os dedos entrando e saindo rápido, fazendo um barulho molhado que me deixava louca. - Não... nunca... por favor... me come – eu pedi, a voz tremendo. Ele tirou a calça rápido. A pica dele era grossa, veiada, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros fácil, latejando no ar. Ele esfregou a cabeça na minha entradinha, batendo no grelinho inchado. - Vai doer um pouco, mas você vai gostar, vadiazinha. Relaxa essa bucetinha pra mim. Ele pressionou pra dentro. Senti a dor queimando quando a cabeça abriu caminho, rasgando a virgindade. Mordi o lábio pra não gritar. Ele colocou a mão grande sobre minha boca, o anel de casado frio pressionando meu quadril enquanto metia mais fundo. - Shhh... quietinha. Não quero que ninguém ouça você gemendo na minha cama. A pica dele entrava centímetro por centímetro, esticando minhas paredes virgens. Sangue misturado com melzinho escorreu pela minha coxa. Doía pra caralho, mas o prazer vinha junto, uma onda quente que me fazia revirar os olhos. Ele começou a meter mais forte, o saco batendo na minha bundinha. - Isso... toma essa pica, garota. Sua buceta tá engolindo tudo. Tão quente, tão molhada... porra, você nasceu pra ser comida assim. Eu gemia desesperada contra a mão dele, o som abafado saindo rouco. - Mmmph... aiiiiiiii... mais... me fode... sua pica tá me abrindo toda... Ele tirou a mão da boca por um segundo só pra enfiar a língua na minha, um beijo molhado e safado enquanto acelerava as estocadas. O barulho da cama rangendo baixo, o tapa da pele contra pele, meu mel escorrendo até molhar os lençóis da esposa dele. Ele apertava meus peitos por cima do vestido, beliscando os bicos duros. - Olha como você tá safada... gozando na pica de um homem casado no dia do seu aniversário. Sua bucetinha tá piscando em volta de mim. Eu sentia o orgasmo subindo forte. As pernas tremiam, o cu apertando de tesão. Ele metia fundo, girando o quadril pra roçar no meu grelinho a cada estocada. - Goza pra mim... goza na pica do tio, vai... - Ahhh... caralho... tô gozandoooooooo... não para... fode minha buceta... aaaahhh! O gozo veio violento. Meu corpo inteiro convulsionou, a buceta apertando a pica dele como um punho molhado. Ele grunhiu, segurando o ritmo enquanto eu me contorcia, gemendo desesperada, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto. Ele não parou. Virou meu corpo de lado, levantou uma perna minha e meteu de novo, mais fundo ainda. A mão dele agora apertava minha bunda, o dedo polegar roçando o meu cu virgem. - Essa bundinha também tá pedindo, né? Um dia eu vou comer esse cu apertado... mas hoje é a buceta que vai levar porra. As estocadas ficavam mais brutas. Eu mordia o travesseiro pra abafar os gemidos. - Sim... me usa... sou sua putinha agora... mete tudo... ahh... que pica gostosa... Ele suava, o peito colado nas minhas costas. O anel dele marcava minha pele a cada movimento. De repente ele puxou a pica pra fora, me virou de quatro e enfiou de novo com força, batendo fundo contra o meu colo do útero. - Toma... toma tudo... vou encher essa bucetinha de leite. Os gemidos dele ficaram mais graves. Eu rebolava contra ele, a bunda batendo na barriga dele, o suor misturando com o cheiro de sexo no quarto. - Goza dentro... por favor... me enche... quero sentir sua porra quente... Com um grunhido rouco ele gozou. Jatos grossos e quentes invadiram minha buceta, transbordando junto com meu sangue virgem. Ele ficou lá dentro, pulsando, esvaziando tudo enquanto eu tremia em outro orgasmo menor, a buceta sugando cada gota. Ficamos ali uns segundos, ofegantes. Ele puxou a pica devagar, vendo o mel misturado com porra e sangue escorrer pela minha coxa morena. - Linda... você foi perfeita. Agora volta pra festa antes que alguém note. Eu me arrumei rápido, o vestido amarrotado, a buceta latejando dolorida e cheia. Voltei pro quintal cinco minutos depois, as pernas bambas. A esposa dele me viu e sorriu, estendendo um pedaço de bolo. - Toma, aniversariante. Tá gostando da festa? - Obrigada... tá ótima – respondi, a voz ainda rouca. Senti a porra dele escorrendo devagar pela calcinha enquanto comia o bolo. Ninguém nunca soube. Nem meus amigos, nem meus pais, nem o cara com quem eu saía na época. Aquela noite mudou tudo. A culpa nunca veio. Pelo contrário. Aos 20 anos agora, já me peguei com outros três homens casados. Sempre busco aquele mesmo tesão proibido, aquela sensação de ser comida na cama alheia, gemendo baixinho enquanto a esposa está por perto. Lembro de cada detalhe daquela primeira vez. O jeito que a pica dele me abriu, o anel frio no meu quadril, os gemidos desesperados que eu segurava, o gosto de pecado na boca. Toda vez que passo na frente da casa dele, minha buceta molha só de lembrar. E eu sorrio, sabendo que ninguém nunca vai descobrir o quanto eu adorei ser a putinha virgem dele naquela noite quente de julho. A intensidade daquela foda ficou marcada na minha pele. Às vezes, sozinha no quarto, eu me toco pensando nele. Dedos na buceta, imaginando aquela pica grossa esticando tudo de novo, o cu piscando de vontade. Gozo gemendo baixo o nome dele, sentindo falta da mão tapando minha boca. Se um dia ele quiser repetir, eu não vou hesitar. Vou até a casa dele, tiro a calcinha na porta e peço pra ele me foder de novo na mesma cama. Quero sentir aquela dor gostosa, o sangue misturado com porra, os tapas na bunda e os gemidos abafados. Porque depois daquela noite eu descobri quem eu sou: uma vadia que adora pica casada, que goza mais forte quando é proibido. E toda vez que vejo uma esposa sorrindo pra mim em alguma festa, eu penso: ela não faz ideia do quanto o marido dela me comeu gostoso enquanto ela conversava do lado de fora. A buceta lateja, o grelinho incha e eu só quero mais. Muito mais.
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