Minha irmã me pegou no flagra enquanto eu trepava com meu filho!



Eu tinha 38 anos, corpo maduro e cheio de curvas que ainda chamavam atenção, seios pesados que balançavam a cada passo, uma bundona redonda e uma buceta que apertava gostoso quando eu ficava bem excitada. Meu filho Lucas tinha acabado de fazer 18 anos, era alto, forte, com uma pica grossa, jovem e veiada que me deixava completamente louca de tesão. A gente vinha se pegando escondido há algumas semanas. Começou com olhares demorados, toques "acidentais" e virou uma atração proibida que a gente não conseguia mais controlar.
Naquela tarde eu tinha marcado de encontrar minha irmã mais cedo, mas ela não atendia o telefone de jeito nenhum. Mandei uma mensagem rápida pro Lucas: “Vem pra casa, tá vazia”. Meu coração já batia forte só de imaginar. Quando ele chegou, a música alta tocando na sala e as luzes baixas criavam uma vibe perfeita. Mal fechei a porta e ele já estava em cima de mim, me empurrando contra a parede.
— Porra, mãe, tô louco pra comer essa buceta hoje — disse ele com aquela voz rouca que me derretia.
Eu ri safada, já sentindo a bucetinha molhar na hora.
— Então vem, filho. Come a bucetinha da sua mãe bem gostoso.
Lucas ajoelhou rápido, levantou meu vestido e enterrou o rosto entre minhas coxas macias. A língua quente dele lambeu meus lábios carnudos devagar no começo, depois chupou meu grelinho inchado com fome de verdade. Eu segurei a cabeça dele com as duas mãos, rebolando devagar na cara do meu próprio filho.
— Aiiiii, caralho... isso, mama o grelinho da mamãe... hmmm... tá tão bom... — gemi, a voz saindo tremida de prazer.
A língua dele entrava na minha bucetinha quente, lambendo todo o mel que escorria abundante. Ele chupava forte, fazendo aqueles barulhos molhados que me deixavam ainda mais louca. Os dedos dele abriam meus lábios e a língua ia mais fundo. Minhas pernas tremiam, os peitos pesados subindo e descendo rápido. Eu já estava encharcada, o mel escorrendo pela coxa.
Ele levantou, virou meu corpo de costas e me mandou ficar de quatro no sofá. Empinei a bundona bem alto, o cuzinho piscando e a buceta pingando de tesão. Senti a pica grossa dele esfregando na entrada molhada e, de repente, ele meteu tudo de uma vez.
— Aaaahhh! — gritei desesperada, a voz ecoando pela casa. — Que pica grossa... me fode, Lucas... mete fundo na buceta da sua mãe!
Ele segurou meus quadris com força e começou a socar forte, sem piedade. O barulho de pele batendo em pele era alto, misturado com a música. Cada estocada fazia meus seios balançarem loucamente, minha buceta apertando em volta daquela pica grossa do meu filho. Ele acertava bem no fundo, no ponto que me fazia ver estrelas.
— Haaa... assim... fode essa bucetinha gulosa... nnghh... tô sentindo você todo dentro de mim... — gemia sem parar, rebolando pra trás pra encontrar as estocadas.
O suor escorria pelo meu corpo. Ele dava tapas fortes na minha bunda redonda, deixando a pele vermelha e ardendo gostoso. Depois me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu ainda mais fundo. A buceta fazia schlick schlick molhado a cada vez que ele entrava e saía, o mel escorrendo pelas bolas dele.
— Porra, mãe... sua buceta tá apertando tanto... vou gozar... — rosnou ele.
Mas ele segurou. Queria mais. Me puxou pro quarto, me colocou de quatro na cama, meu rosto enfiado no colchão. A bundona empinada alta pra ele. Ele meteu de novo, socando com força bruta, as bolas batendo no meu grelinho inchado a cada estocada.
— Aaaaiii... caralho... tá acertando tão fundo... me fode, filho... me usa como sua putinha... — eu gemia desesperada, a voz rouca, o corpo todo tremendo de prazer.
Eu rebolava pra trás como uma cadela no cio, encontrando cada metida. Ele segurava meu cabelo, puxando levemente, me dominando por completo. Minha buceta pulsava em volta da pica dele, apertando, sugando. O prazer subia cada vez mais forte.
Quando senti que ele estava quase gozando, ele tirou a pica brilhante de mel e me virou na beirada da cama. Minha cabeça pendurada pra fora do colchão, boca aberta, pronta. Ele enfiou aquela pica grossa direto na minha garganta, fodendo fundo, as bolas batendo no meu queixo.
— Chupa, mãe... engole essa pica toda... tô quase... — mandou ele.
Eu gorgolejava, saliva escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando, mas mamava com fome. A garganta apertava em volta da glande inchada, chupando e engolindo o máximo que conseguia. Ele metia rápido, segurando minha cabeça.
Foi exatamente nesse momento que a porta do quarto abriu de repente.
Minha irmã, com 36 anos, linda e com corpo parecido com o meu, entrou sem avisar. Ela tinha decidido aparecer do nada. Ficou parada ali por um segundo, olhos arregalados, vendo o sobrinho de 18 anos com a pica enterrada até o fundo na garganta da própria mãe, minha buceta pingando mel na cama toda.
— Que porra é essa?! — soltou ela, chocada.
Mas fechou a porta rápido e saiu. O susto foi enorme, mas estranhamente me deixou ainda mais excitada. Meu corpo inteiro apertou. Lucas, claramente excitado com o risco de ter sido flagrado pela tia, não aguentou mais. Segurou minha cabeça com força e gozou uma quantidade absurda, jatos grossos e quentes descendo direto pela minha garganta.
— Aaaahhh... toma, mãe... engole tudo... porra... — gemeu ele alto.
Eu engasguei um pouco com o volume, mas engoli avidamente, sentindo o sêmen quente do meu filho enchendo minha boca e descendo. Gozei junto com ele, a buceta pulsando forte no vazio, um jato de mel escorrendo pelas minhas coxas. Os gemidos saíam abafados pela pica ainda na garganta.
— Mmmghhh... nnghh... que porra... gozei tanto... — consegui murmurar quando ele tirou devagar.
Um fio de porra e saliva ainda ligava meus lábios à cabeça inchada da pica dele. Ficamos os dois ofegantes, olhando pra porta. Meu coração batia disparado. Minha irmã tinha visto tudo. A buceta ainda latejava, uma mistura louca de tesão, vergonha e adrenalina pura.
A gente se arrumou rápido, sem falar muito sobre o que tinha rolado. O resto da tarde foi estranho pra caralho. Quando minha irmã voltou mais tarde, agiu como se nada tivesse acontecido, mas o olhar dela era diferente. Cumprimentou Lucas com um abraço um pouco mais demorado e, quando olhou pra mim, tinha um sorrisinho discreto no canto da boca.
À noite, sozinha na cama, eu não conseguia dormir de jeito nenhum. Minha buceta ainda molhada e sensível, lembrando de cada detalhe. Toquei meu grelinho inchado devagar, enfiando dois dedos na bucetinha melada, imaginando o que minha irmã tinha pensado ao ver o sobrinho fodendo a garganta da irmã dela.
— Caralho... ela viu tudo... viu a pica grossa do Lucas na minha boca... — murmurava baixinho, os dedos entrando e saindo mais rápido.
Gozou de novo, gemendo o nome do meu filho, o corpo tremendo inteiro com a memória do flagra. Lucas, no quarto dele, provavelmente batia uma punheta pensando na tia ali parada, talvez excitada com a visão.
Desde aquele dia a casa nunca mais foi a mesma. Eu vivo nervosa, molhada o tempo todo, esperando o próximo momento com meu filho e imaginando se minha irmã vai tocar no assunto. O risco deixou tudo mil vezes mais intenso. E no fundo, uma parte safada de mim torce pra que ela tenha gostado do que viu.
Talvez um dia os três tenhamos uma conversa bem safada...

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Comentários


foto perfil usuario claudiofloripabi

claudiofloripabi Comentou em 24/07/2026

Votei e estou torcendo por um sexo a 3 nessa família. Tesão de história




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã me pegou no flagra enquanto eu trepava com meu filho!

Codigo do conto:
268120

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/07/2026

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4

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