Rayanne tinha vinte e dois anos, corpo delicado de pele clara, curvas suaves que chamavam atenção sem exagerar. Trabalhava na área da saúde, sempre com aquele jeitinho profissional, sorriso educado e postura impecável. Por fora, a enfermeira comportada. Por dentro, uma putinha que adorava brincar com fogo. Naquela quarta-feira, resolveu repetir a safadeza que nunca enjoava: sair de casa sem calcinha nenhuma. Escolheu uma calça bege clarinha, de tecido fininho e soltinho, quase transparente quando a luz batia de certo jeito. A blusa social branca por cima, discreta. Quando estava no quarto terminando de vestir, a moça que trabalhava na casa entrou de repente pedindo cabides. Ela estava com a calça ainda na metade da coxa, bucetinha lisinha e peladinha totalmente à mostra, os lábios carnudinhos levemente inchados de tesão matinal. A moça parou na porta, olhos arregalados por um segundo. Viu tudo: a buceta exposta, a calça subindo devagar pelas pernas lisas. — Ah... os cabides estão ali na cadeira — disse ela, tentando manter a voz normal, terminando de puxar a calça. O tecido fino deslizou sobre a pele nua, roçando de leve nos lábios da buceta e fazendo um arrepio subir pela espinha. A moça pegou os cabides, murmurou um obrigado e saiu rápido, mas aquele olhar ficou gravado. O que será que passou na cabeça dela? Será que imaginou alguém metendo a língua naquela bucetinha? Ou que a patroinha safada vivia molhada o dia todo? Ela terminou de se arrumar, o coração já batendo mais forte. Quando saiu de casa e o vento bateu de leve na calça, a sensação foi imediata. O tecido fininho roçava direto na bucetinha, sem barreira nenhuma. Cada passo fazia os lábios carnudinhos se mexerem, o grelinho roçando sutilmente contra o pano. Parecia que estava quase pelada na rua. — Caralho, que delícia... tô me sentindo uma vadia completa — pensou, mordendo o canto do lábio enquanto caminhava até o ponto de ônibus. No ônibus lotado, ela ficou de pé. A calça soltinha deixava tudo solto. Quando o veículo balançava, a bucetinha roçava no tecido, já começando a melar. Sentiu um fiozinho de mel escorrendo devagar pela coxa interna. Apertou as pernas uma na outra, disfarçando, mas o grelinho latejava pedindo mais. Chegou no trabalho e o dia começou normal por fora. Atendia pacientes, conversava, anotava informações. A maioria eram homens adultos, alguns jovens de dezoito, dezenove anos, que olhavam pra ela com respeito sem imaginar nada. Enquanto explicava procedimentos, ela sentia a bucetinha quente, os lábios inchadinhos roçando na calça fina a cada movimento. Quando se abaixava pra pegar algo, o tecido esticava e pressionava o grelinho, mandando choquinhos de prazer. Numa consulta, um paciente de uns trinta anos sentou na frente dela. Enquanto falava, ela cruzou as pernas e sentiu a bucetinha apertar sozinha, soltando mais mel. Imaginou ele descobrindo o segredo, enfiando a mão por baixo da mesa e dedando ela ali mesmo. — O senhor precisa manter o repouso por mais três dias — disse ela, voz calma e profissional, enquanto por dentro pensava: "Se você soubesse que minha bucetinha tá pelada e molhada aqui do teu lado..." O dia seguiu assim, um tesão constante e silencioso. Entre um paciente e outro, ela ia pro banheiro só pra respirar fundo. Uma vez, trancou a porta, baixou a calça até os joelhos e olhou no espelho. A bucetinha estava vermelhinha, inchada, brilhando de mel. Passou o dedo de leve no grelinho e quase gemeu alto. — Hmmm... porra, que buceta safada... tá pingando o dia todo — sussurrou pra si mesma, dando duas voltinhas rápidas no clitóris antes de parar. Não podia gozar ali, mas o risco deixava tudo mais intenso. Voltou pros atendimentos. Outro paciente, um rapaz de dezoito anos bem tímido, precisou de um exame simples. Enquanto ele falava, ela sentia o cu piscando de tesão também, imaginando alguém metendo a pica grossa ali enquanto ela atendia. A calça bege quase transparente na luz do consultório fazia ela se sentir nua o tempo todo. Cada vez que se levantava, o tecido deslizava na pele, roçando a bucetinha melada. No almoço, sentou sozinha num canto. Cruzou as pernas e apertou forte, sentindo a pressão no grelinho. Rebolou discretamente a bunda na cadeira, o tecido fininho fazendo fricção gostosa. A bucetinha latejava, querendo dedos, querendo pica, querendo qualquer coisa que aliviasse. — Aiii, caralho... tô louca pra meter alguma coisa aqui — pensou, o rostinho corado disfarçado pelo calor do dia. A tarde foi ainda pior. Atendeu um homem mais velho que elogiou o atendimento dela. Por fora sorriu educada. Por dentro imaginava ele jogando ela na maca, abrindo as pernas e enfiando a língua na bucetinha molhada, chupando o grelinho enquanto ela gemia baixinho pra não fazer barulho. O dia inteiro foi essa tortura deliciosa. Ninguém notou nada. Ninguém imaginou que a enfermeira profissional tinha a bucetinha pelada, melando a calça fininha por baixo. O segredo só dela deixava o tesão insuportável. Quando o expediente terminou, ela praticamente correu pra casa. As pernas tremiam de tanto tesão acumulado. Entrou no quarto, trancou a porta e tirou a calça num segundo. A bucetinha estava inchada pra caralho, os lábios brilhando, um fio grosso de mel escorrendo até o joelho. Deitou na cama de pernas bem abertas, espelho grande na frente pra ver tudo. Enfiou dois dedos de uma vez na bucetinha quente. — Ahhh... finalmente... — gemeu alto, voz rouca de tesão. Os dedos entravam e saíam rápido, fazendo aquele barulhinho molhado schlick schlick ecoar no quarto. O polegar esfregava o grelinho inchado sem parar. Ela rebolava o quadril, fodendo os próprios dedos com desespero. — Haaa... caralho... que buceta gulosa... meteu o dia todo querendo pica... nnghh... Os gemidos ficaram mais altos, desesperados. Imaginava a moça da casa entrando de novo e vendo ela assim, dedando a bucetinha encharcada. Imaginava os pacientes do dia ali, um atrás do outro, metendo as picas duras nela. Enfiou três dedos, curvando pra acertar o ponto G. A bucetinha apertava forte, pulsando. — Vou gozar... porra... tô gozando... aaaahhh!!! O orgasmo explodiu. Um jato quente saiu da bucetinha, molhando a mão, o lençol, escorrendo pelo cu. O corpo inteiro tremia, pernas abertas tremendo sem controle. Ela continuou metendo os dedos, prolongando o prazer, gemendo alto. — Nnghh... haaa... tá gozando tanto... que delícia... fode essa bucetinha safada... Foram ondas e ondas de prazer. Quando acalmou, ficou lá ofegante, dedos ainda dentro, sentindo os espasmos. A calça bege jogada no chão ainda tinha manchas úmidas do mel do dia todo. Depois de recuperar o fôlego, sorriu safada. Aquela sensação de estar nua o dia inteiro, com o risco constante, tinha transformado um dia comum em algo inesquecível. Amanhã talvez repetisse, ou quem sabe ousasse mais. Quem sabe sem sutiã também, deixando os biquinhos duros marcando a blusa fina. A putinha dentro dela já planejava a próxima loucura.
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