Acidentalmente gozei na frente de minha irmã, após isso ela me deu uma surra de buceta!
O quarto da casa da mãe ainda cheirava a aquele perfume doce que a Luísa usava desde adolescente, uma mistura de baunilha e algo mais quente, quase animal. Eu estava sentado na beira da cama dela, as pernas abertas demais sem perceber, enquanto ela ficava de pé na frente do espelho arrumando o cabelo. A blusa branca justa marcava os seios pesados, os mamilos grossos desenhando dois pontos escuros no tecido. Desde que ela chegou pra festa da mãe, eu não conseguia parar de olhar. Dezenove anos e a porra da minha irmã de vinte e nove parecendo a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na vida. Ela virou pro lado, os peitos balançando pesados, e perguntou: - E aí, maninho, como tá a faculdade? Tá comendo alguém ou só comendo a mão? Eu forcei um sorriso, mas a pica já tava dura pra caralho dentro da bermuda. Aquele volume grosso apertava o tecido, a cabeça inchada latejando. Eu empurrei a virilha pra baixo com a mão, tentando esconder, mas o movimento só fez a rola roçar no short e eu soltei um gemido baixo, quase um chiado. Ela parou de mexer no cabelo. Os olhos castanhos fixaram na minha virilha. Um sorrisinho apareceu no canto da boca. - Tá tudo bem aí embaixo, hein? Tá se mexendo feito um putinho com a mão na pica. O tom dela era suave, mas carregado. Aquilo me matou. A pica latejou forte, o saco subiu, e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa o gozo veio quente e grosso. Eu soltei um gemido agudo, desesperado, a porra jorrando dentro da bermuda, molhando a cueca, o short, escorrendo pela coxa. Uma mancha escura se espalhou rápido, visível pra caralho. Meu rosto queimou. - Porra... desculpa, Luísa... eu... Ela riu. Não foi uma risada de nojo. Foi baixa, gostosa, quase um ronronar. - Você é engraçado pra caralho, irmãozinho. Gozo só de eu olhar pra sua pica dura? Que putinho fofo. Ela se aproximou. Eu estava de pé agora, tentando cobrir a mancha com as mãos, o coração batendo na garganta. O cheiro do meu próprio gozo subia quente. Ela parou bem na minha frente, os seios quase roçando no meu peito. A mão dela desceu e apertou o volume molhado da minha bermuda. - Nossa... jorrou bastante, hein. Tá quente ainda. Quer que eu limpe pra você? Eu engasguei. A pica, mesmo mole depois do gozo, já começava a endurecer de novo só com o toque dela. - Luísa... a gente não podia... Ela me empurrou de volta pra cama. Eu caí sentado, as pernas abertas. Ela se ajoelhou entre elas, puxou a bermuda e a cueca de uma vez só. A pica saltou pra fora, ainda brilhando de porra, a cabeça vermelha e sensível. Ela lambeu o lábio inferior. - Cala a boca. Eu vi você roubando minha calcinha suja ontem à noite. Vi você cheirando e batendo uma com ela enfiada no nariz. Achei fofo. E excitante pra caralho. A língua dela saiu e lambeu a porra que ainda escorria do meu pau. Lenta, suja, sugando a cabeça com um barulho molhado. Eu gemí alto, a mão indo pro cabelo dela sem querer. - Porra, Luísa... sua boca... Ela abriu mais a boca e engoliu metade da pica de uma vez. O calor molhado, a língua girando em volta da cabeça, o barulho de saliva e gozo antigo. Eu joguei a cabeça pra trás e soltei um gemido desesperado, quase um choro. - Ahh... porra... sua boca é quente pra caralho... Ela chupou fundo, o nariz batendo na minha virilha, engasgando um pouco, cuspe escorrendo pelo queixo. Depois puxou a boca pra fora com um estalo molhado e olhou pra cima, os olhos brilhando de safadeza. - Sua pica tem gosto de putinho envergonhado. Adorei. Agora tira essa blusa. Quero que você chupe meus peitos enquanto eu sento nessa rola. Ela se levantou, tirou a blusa e o sutiã num movimento só. Os seios caíram pesados, grandes, os mamilos grossos e escuros, duros pra caralho. Eu me senti hipnotizado. Ela subiu na cama, ajoelhou em cima de mim e empurrou um peito na minha boca. - Chupa, irmãozinho. Chupa forte. Morde o biquinho se quiser. Eu abocanhei o mamilo grosso, chupando com fome, a língua girando, os dentes roçando de leve. Ela gemeu alto, a buceta já molhada esfregando na minha pica ainda mole. - Isso... porra... sua boca quente... ahh, chupa o outro também, caralho. Enquanto eu mamava nos peitos dela, a mão dela desceu e começou a masturbar minha pica de novo, rápida, apertada, o polegar passando na cabeça sensível. Em menos de um minuto eu já estava duro pra caralho outra vez, latejando na mão dela. Ela se levantou só o suficiente pra puxar a saia e a calcinha pro lado. A buceta apareceu inchada, o grelinho grande e vermelho, brilhando de porra. Sem aviso, ela desceu e enfiou a pica inteira de uma vez. - Ahh caralho! Que pica grossa... encheu minha buceta inteira... Eu gritei. O calor apertado, molhado, a buceta dela sugando cada centímetro. Ela começou a rebolar pesado, os peitos batendo na minha cara, o cu roçando nas minhas bolas a cada descida. - Porra, Luísa... sua buceta é apertada pra caralho... tô gozando de novo... - Goza então, putinho. Enche a buceta da sua irmã. Jorra tudo dentro. Ela rebolava cada vez mais rápido, o barulho molhado de buceta engolindo pica enchendo o quarto. Eu segurei a cintura dela e comecei a meter pra cima, fundo, duro, o saco batendo no cu dela. - Ahh! Isso... mete fundo... arromba essa buceta... porra, irmãozinho... Os gemidos dela ficaram desesperados, altos, quase gritos. A buceta apertava e soltava, o grelinho roçando na base da minha pica a cada estocada. Eu chupei o outro peito, mordendo o mamilo, e ela gozou primeiro. O corpo tremeu, a buceta engasgou na minha pica, um jato quente molhando minhas bolas. - Ahh caralho tô gozandoooooo... porra... sua pica tá acabando comigo... ahh! Eu não aguentei. Segurei o cu dela com as duas mãos e meti fundo, jorrando grosso dentro dela. O gozo saiu quente, em jatos fortes, enchendo a buceta até vazar pelas laterais. Eu gemei desesperado, a voz falhando. - Porra... tô gozando... enchi sua buceta... ahh caralho... Ela continuou rebolando devagar, espremendo cada gota, o gozo escorrendo pela minha pica e molhando o lençol. Quando parou, ficou sentada em cima de mim, a pica ainda dentro, latejando. - Isso foi só o começo, caçula. Você vai chupar essa buceta agora. Quero sua língua no meu cu também. Ela se levantou, a porra escorrendo pela coxa interna, e se virou de quatro na cama. A buceta inchada, o cu apertado, tudo brilhando. Eu me ajoelhei atrás dela sem pensar duas vezes e enterrei a cara. A língua passou no grelinho inchado, chupou a porra que ainda saía, depois desceu pro cu e empurrou dentro. - Isso... lambe meu cu, putinho... enfia a língua fundo... ahh porra... Eu chupava e lambia como um desesperado, a língua entrando e saindo do cu apertado, o nariz enterrado na buceta molhada. Ela rebolava pra trás, esfregando a bunda na minha cara, gemendo alto. - Mais fundo... chupa esse cu... porra, sua língua é quente... Quando a pica endureceu de novo, eu me alinhei e enfiei de uma vez na buceta. Ela gritou. Eu meti sem dó, as mãos apertando a bunda, os dedos enterrados na carne macia. O barulho de pele batendo em pele ecoava, misturado com os gemidos dela. - Arromba... mete nesse cu também... quero sua pica no meu cu, irmãozinho... Eu puxei a pica pra fora, toda melada de porra e buceta, e empurrei a cabeça no cu apertado. Ela empurrou pra trás e engoliu tudo de uma vez. - Ahh caralho que pica grossa no meu cu... arromba... fode meu cu... Eu fodi o cu dela com força, fundo, o saco batendo na buceta a cada estocada. Ela gozava sem parar, o corpo tremente, gemidos desesperados saindo da boca. - Tô gozando de novo... porra... seu pau no meu cu tá me arrombando gostoso... ahh! Eu gozei dentro do cu dela, jorrando grosso, enchendo até vazar. Caímos os dois na cama, suados, ofegantes, a porra escorrendo de todos os buracos dela. Ela virou o rosto pra mim, o cabelo grudado na testa, e sorriu safada. - Ainda tem dois dias. Vai ter que me foder até eu não aguentar mais andar. E da próxima vez, eu quero que você goze na minha boca e me faça engolir tudo. Eu só consegui acenar com a cabeça, a pica ainda latejando, já querendo mais. A casa estava quieta. A mãe dormia lá embaixo. E eu ia foder a minha irmã até ela tremer de tanto gozar.
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