Não aguentei ficar só ouvindo meu pai comendo minha irmã!



Eu tinha voltado pra casa há uma semana, depois de um semestre pesado na faculdade. Queria economizar uma grana e focar nos estudos sem ter que ralar em dois empregos. A casa era a mesma de sempre: eu no quarto de baixo, minha irmã Letícia no de cima e nosso pai no corredor do fundo. Com 45 anos, ele ainda era um homem forte, daqueles que trabalhavam duro a vida inteira e nunca reclamavam. Depois que nossa mãe morreu, quando eu e Letícia éramos pequenos, ele virou o centro do mundo pra gente. Nunca trouxe outra mulher pra casa. Dizia que a gente bastava.
Mas naquela noite, por volta das quatro da manhã, o sono não vinha. Eu virava de um lado pro outro na cama quando comecei a ouvir uns barulhos abafados vindo do teto. No começo achei que era Letícia andando pelo quarto, talvez mexendo no celular ou arrumando alguma coisa. Coloquei o ouvido na parede fria e esperei. Os sons eram ritmados, suaves, quase como passos leves. Até que um gemido baixo escapou. Um gemidinho rouco, daqueles que a gente solta quando tenta segurar.
- Ahh... porra... – veio a voz dela, abafada mas clara o suficiente.
Meu coração deu um salto. Fiquei paralisado, o pau já começando a latejar dentro da cueca. Achei que era ela se tocando sozinha, coisa normal de uma garota de 19 anos cheia de tesão. Mas aí o barulho parou de repente. Ouvi a porta do quarto dela ranger, passos pesados descendo a escada de madeira. Eram passos de homem, firmes, conhecidos. Meu pai.
Fiquei acordado o resto da madrugada, o corpo quente, a mente girando. No dia seguinte, não consegui olhar pra nenhum dos dois do mesmo jeito. Mas a curiosidade queimava. Duas noites depois, aconteceu de novo. E na terceira, eu já estava esperando. Deitado na cama, pau na mão, o ouvido colado na parede.
Dessa vez os sons eram mais fortes. O colchão rangia num ritmo constante, batendo contra a parede. Gemidos dela enchiam o ar.
- Isso, pai... mete mais fundo... ai, caralho, sua pica tá tão grossa hoje...
A voz do meu pai saiu grave, cheia de desejo contido.
- Calma, filha... shhh... não faz barulho senão teu irmão acorda. Mas que buceta apertada, porra. Tá molhada pra mim, né?
- Tô encharcada... desde que você começou a me comer eu vivo pingando. Enfia tudo, vai... quero sentir suas bolas batendo no meu cu.
Eu bati uma punheta devagar, imaginando a cena. Letícia de quatro na cama, a bundinha empinada, o pai atrás dela enfiando aquela pica grossa e veiada que eu tinha visto sem querer uma vez no banheiro. Os gemidos dela ficaram mais desesperados.
- Aiiiiiii, aiiiiii, aiiii paaai... tá batendo no fundinho... fode minha bucetinha, vai... me faz tua putinha...
O ritmo acelerou. O barulho de pele contra pele era claro agora, molhado, obsceno. Meu pai grunhia baixo.
- Toma, safada... essa buceta é minha. Tão quente, tão molhadinha... vou encher você de porra de novo.
Letícia soltou um gemido longo, quase um choro de prazer.
- Isso... goza dentro... me enche toda... quero sentir escorrendo pela coxa...
Eu gozei junto com eles, jatos grossos sujando a barriga, o corpo tremendo. Mas não foi suficiente. A partir daí, toda noite eu esperava. Virava ritual. Eu ficava ali, pau duro, escutando meu pai comer minha irmã como um animal.
Uma noite, a coisa subiu de nível. Eu não aguentei só ouvir. Subi a escada devagar, o coração martelando no peito. A porta do quarto dela estava entreaberta, uma fresta de luz amarela vazando pro corredor. Eu me aproximei, pé ante pé, e espiei.
A cena me acertou como um soco. Letícia estava completamente nua, de bruços na cama, as pernas abertas. O pai dela – nosso pai – estava por cima, o corpo musculoso brilhando de suor. A pica dele, grossa como meu pulso, entrava e saía da buceta rosada dela com força. O cu dela piscava a cada estocada, brilhando de lubrificação natural.
- Mais forte, pai... me rasga... quero sentir essa pica toda dentro do meu cu depois... – ela implorava, a voz rouca de tesão.
Ele agarrou os cabelos dela, puxando a cabeça pra trás enquanto metia.
- Sua putinha gulosa... primeiro vou acabar na buceta. Tá apertando tanto que eu tô louco pra gozar.
Eu não consegui me segurar. Meu pau estava latejando dentro da calça. Empurrei a porta devagar. Os dois congelaram por um segundo. Letícia olhou pra mim, os olhos vidrados de prazer, as bochechas vermelhas. Meu pai virou o rosto, mas não saiu de dentro dela.
- Filho... – ele começou, a voz baixa.
Mas Letícia sorriu, maliciosa.
- Entra, mano... tá há dias ouvindo, né? Eu sei. Vem cá. Olha como o papai me fode gostoso.
Meu pai hesitou só um instante, depois deu uma estocada lenta, fazendo ela gemer de novo.
- Se vai ficar, fecha a porta. E tira essa roupa.
Eu entrei como se estivesse sonhando. Tirei a camisa, a calça, o pau saltando duro, a cabeça brilhando de pré-gozo. Letícia esticou a mão.
- Vem, irmão... quero chupar essa pica enquanto o pai me come.
Eu me ajoelhei na frente dela na cama. Ela abriu a boca quente e engoliu minha rola até o fundo, a língua girando no grelinho sensível. O pai voltou a meter nela com força, cada estocada empurrando o corpo dela pra frente, fazendo meu pau entrar mais fundo na garganta dela.
- Caralho... que boca gulosa, mana... – eu gemi, segurando a cabeça dela.
Os sons eram loucos. O barulho molhado da buceta dela sendo arrombada, os gemidos abafados dela com minha pica na boca, o grunhido grave do nosso pai.
- Olha só isso... meus dois filhos... que família safada – ele disse, dando tapas na bunda dela que deixavam marcas vermelhas.
Letícia tirou meu pau da boca, babando, os olhos cheios d'água de tanto engasgar.
- Me fode também, mano... quero as duas picas me enchendo. Primeiro o pai no cu, você na buceta.
Eles me posicionaram deitado. Letícia sentou na minha pica devagar, a buceta quente e apertada me engolindo inteira. Ela rebolava devagar, gemendo.
- Aiiiiii, que pica boa... tão dura... me enche, irmão...
Meu pai se ajoelhou atrás dela, cuspiu no cu dela e foi enfiando devagar. Eu sentia a pica dele roçando na minha através da parede fina que separava os dois buracos. Letícia gritou de prazer.
- Isso... me arromba os dois buracos... tô virando uma vadia completa... aiiiiii, aiiiiii, caralho... vou gozaaaaaar!
O ritmo virou frenesi. Eu metia de baixo, ele de cima. As bolas dele batiam nas minhas. Letícia tremia inteira, os seios balançando, o suor escorrendo entre os corpos.
- Goza pra mim, filha... aperta essa buceta – nosso pai mandou, a voz rouca.
Ela explodiu num orgasmo violento, o corpo convulsionando, esguichando um pouco na minha barriga. Os gemidos eram desesperados, quase soluços.
- Aaaahhh... porra... tô gozando tanto... não para... me enche!
Meu pai grunhiu e gozou primeiro, enchendo o cu dela de porra quente. Eu senti o calor e gozei logo depois, jatos grossos explodindo dentro da buceta dela. Letícia desabou entre nós dois, o corpo tremendo, o cu e a buceta escorrendo sêmen misturado.
Ficamos ali, ofegantes, suados, os corpos colados. Meu pai passou a mão no cabelo dela, depois no meu.
- Isso fica entre a gente – ele disse, mas com um sorriso satisfeito.
Letícia virou o rosto pra mim, os olhos brilhando.
- Amanhã eu quero de novo... os dois me comendo ao mesmo tempo... e talvez eu chupe o pai enquanto você me fode por trás. Tô viciada nisso agora.
Desde aquela noite, a casa virou um ninho de sacanagem. Toda madrugada eu subia. Às vezes eu comia ela primeiro, lambendo aquela buceta inchada até ela implorar. Outras vezes o pai me ensinava ângulos novos, como segurar os quadris dela enquanto enfiava até o talo.
- Olha como ela engole tudo, filho. Essa putinha nasceu pra levar pica – ele dizia, rindo baixo.
Letícia, sempre safada:
- Vocês dois são meus machos... me enchem até transbordar... quero porra na boca, na buceta, no cu... me sujem toda.
Eu nunca mais dormi direito. Mas agora era de propósito. A cada gemido desesperado dela, a cada estocada que eu dava, a cada vez que via meu pai gozando na boca da própria filha enquanto eu metia no cu dela, eu me sentia vivo pra caralho. A família que sempre foi unida... agora era unida de um jeito bem mais gostoso e proibido.
E toda noite, quando os barulhos começavam, eu já sabia: era hora de subir e participar da festa.

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matheusmela Comentou em 22/07/2026

Onde come um come 2




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não aguentei ficar só ouvindo meu pai comendo minha irmã!

Codigo do conto:
267937

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/07/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
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