Minha irmãzinha virou uma máquina de fazer sexo!



Meu pau já acordava duro toda manhã pensando nela. Minha irmã, 18 anos recém-completados, tinha um corpo que parecia feito pra foder. Bunda grande, redonda, empinada, daquelas que balançavam hipnotizando quando ela andava pela casa só de fio dental. Peitos enormes, firmes, mamilos escuros que marcavam no sutiã apertado que ela usava de propósito. Lábios carnudos, feitos pra chupar rola até o fundo da garganta. Eu me masturbava todo dia pra ela antes de arrumar namorada. Punheta braba, imaginando aquela buceta rosada engolindo minha pica grossa.
Tudo começou a escalar de novo há algumas semanas. Ela sabia o efeito que causava em mim. Andava pela sala de calcinha fio dental enterrada entre as nádegas gordas, sutiã justo espremendo os peitos pra fora. - Olha só, irmão... tá gostando da vista? – ela dizia rindo, virando de costas e empinando a bunda pra mim enquanto fingia pegar algo no chão. Meu pau inchava na hora dentro da cueca. Eu ficava quieto, mas ela via o volume e mordia o lábio.
Uma noite, depois de uma festa, ela chegou em casa bêbada pra caralho. Eu tava no quarto jogando no celular quando ela entrou cambaleando. - Irmão... posso experimentar aquela molly que você tem? Só um pouquinho... tô curiosa. – A voz dela estava manhosa, os olhos brilhando. Eu hesitei, mas o tesão falou mais alto. Dei pra ela. Tomamos juntos no meu quarto, sentados na cama. O efeito bateu forte uns 40 minutos depois. O corpo dela começou a formigar, ela ria alto, se jogava pra trás.
De repente ela se aproximou, os peitos roçando meu braço. - Vem cá... me beija. – Nossas bocas se encontraram num beijo louco, línguas se enrolando desesperadas. Ela gemia baixo no meu ouvido enquanto a mão dela descia e esfregava meu pau por cima da calça. - Caralho, tá tão duro... essa pica é pra mim, né? – Eu não aguentei. Empurrei ela na cama, abri as pernas grossas dela e enterrei a cara naquela buceta depilada. Minha boca inteira cobriu a xoxota quente, língua enfiada fundo, lambendo as paredes molhadas, chupando o grelinho inchado que pulsava.
- Ai, porra! Come minha buceta assim, irmão! Mais fundo... lambe esse grelo! – Ela gritava, quadril rebolando na minha cara. O suco dela escorria pela minha barba, doce e salgado. Enquanto isso, a mão dela puxava meu pau pra fora da calça e batia uma punheta lenta, apertando a cabeça roxa. Eu comia ela com fome, sugando o clitóris, enfiando dois dedos no cu dela que piscava. Ela tremia inteira.
Foi aí que o vizinho apareceu. A porta tava entreaberta, ele ouviu os gemidos e entrou. A gente já tinha história juntos desde pequenos. Quando éramos mais novos, nós três transávamos o tempo todo. Ele comia ela do meu lado enquanto eu batia punheta olhando, depois ela lambia minha rola. Dessa vez não foi diferente. Enquanto eu devorava a buceta da minha irmã, ele se ajoelhou ao lado dela e enfiou a língua na boca dela num beijo babado.
- Continua comendo ela, cara. Essa vadia tá pingando. – Ele disse, tirando a calça. Minha irmã segurava a cabeça dele e gemia mais alto. Eu levantei um pouco, ainda com a boca na xoxota, e vi ele enfiando a pica na boca dela. Ela chupava com vontade, engolindo até as bolas, baba escorrendo pelos cantos da boca. - Engole tudo, sua putinha. Chupa a rola do vizinho enquanto o irmão come essa buceta gulosa.
Eu estava no paraíso. Língua fundo na buceta, dedos no cu, e ela mamando outra pica. De repente ela gozou forte, esguichando na minha cara. - Aaaahhh! Porra, tô gozando! Não para, irmão! – O corpo dela convulsionava. Eu continuei lambendo até ela parar de tremer.
Eles me viraram de lado. Ela começou a me chupar de verdade. Primeira vez que sentia aquela boca quente de verdade desde os tempos de criança. Ela enfiou minha pica inteira na garganta, nariz encostando na minha barriga, engasgando mas sem parar. - Meu Deus, que boca... chupa assim, mana! – Eu gemia. O vizinho meteu por trás nela, estocadas fortes fazendo a bunda dela bater contra ele. Cada vez que ele entrava, ela engolia mais fundo minha rola.
Eu não aguentei. Gozei como nunca. Um jato grosso, copo inteiro de porra quente explodindo na cara dela. Esporro branco cobrindo os olhos, nariz, boca, pingando nos peitos. Parecia que tinha jogado leite condensado. Ela ria, lambendo o que conseguia. O vizinho gozou logo depois, enchendo a bunda dela de leite. Ele tirou e espalhou o resto nas nádegas redondas.
Depois daquilo, nada mais rolou por um tempo. Ela não lembrava quase nada por causa da molly e da bebida. Mas as provocações continuaram. Ela se gabava o tempo todo: - Eu consigo engolir uma banana inteira, sabia? Imagina o que faço com uma pica de verdade... – Dizia isso olhando pro meu pau enquanto tomava café de manhã, só de camiseta larga sem nada por baixo.
Uma noite eu não aguentei. Ela dormia de bruços, fio dental perdido entre as bundas. Eu me masturbei ali do lado, bem pertinho. Punheta rápida, olhando aquela carne macia. Gozei forte na bunda dela, jatos quentes cobrindo as nádegas. Limpei um pouco com o dedo e passei na buceta dela. Ela se mexeu no sono mas não acordou.
Eu andava pelado no quarto agora, porta aberta, punhetando alto, gemendo o nome dela na esperança que ela entrasse. E um dia ela entrou.
- Que porra é essa, irmão? Tá se masturbando pensando em mim de novo? – Ela fechou a porta, olhos fixos na minha pica latejando. Tirou a camiseta devagar, peitos pulando livres, mamilos duros. A calcinha desceu pelas coxas grossas. Buceta inchada, brilhando de tesão.
- Vem cá, sua safada. Chega de provocação. Hoje você vai virar minha máquina de sexo. – Eu puxei ela pra cama. Beijos violentos, mãos apertando aqueles peitos enormes, torcendo os bicos. Ela montou em mim, esfregando a buceta molhada na minha rola dura.
- Quero essa pica toda dentro de mim. Me fode, irmão. Me faz sua putinha. – Ela desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro. A buceta apertada, quente, sugando minha pica. - Aaaaiii, caralho! Tá tão grossa... rasgando minha xoxota! – Gemidos desesperados enchiam o quarto.
Eu segurei a bunda dela e comecei a meter forte por baixo. Estocadas fundas, bolas batendo no cu. Ela rebolava, peitos pulando no meu rosto. Eu chupava os mamilos, mordia de leve. - Mais forte! Me arromba essa buceta! Quero sentir você batendo no fundo! – Ela gritava, unhas cravando no meu peito.
Viramos de lado. Eu meti por trás, uma mão no pescoço dela, outra no grelinho. Dedo no cu dela enquanto a pica entrava e saía da buceta encharcada. - Olha esse cu piscando pedindo rola também. – Eu sussurrei. Ela empinava mais. - Enfia um dedo primeiro... depois me fode no cu também. Quero os dois buracos cheios.
Eu obedeci. Cuspi no cu dela, enfiei o dedo devagar, sentindo o anel apertado relaxar. Depois tirei a pica da buceta e pressionei a cabeça contra o cu. - Relaxa, mana. Vai entrar todinha. – Empurrei. Ela gemeu alto, dor misturada com prazer. - Porraaa! Tá abrindo meu cu! Mais devagar... ai, agora mete fundo! – Meti tudo, pica enterrada no cu virgem dela. Comecei a bombear, devagar no início, depois cada vez mais rápido.
Ela tocava o próprio grelinho, buceta escorrendo suco na cama. - Tô virando uma puta pra você! Fode meu cu, irmão! Me usa como uma cadela no cio! – Os gemidos eram desesperados, voz rouca. Eu metia com força, bunda batendo contra minha barriga, suor escorrendo.
Trocamos de novo. Ela de quatro, eu alternando: buceta, cu, buceta, cu. Cada vez que saía de um buraco e entrava no outro ela tremia. - Sim! Me fode nos dois! Sou sua máquina de sexo agora! Chupa minha buceta depois, quero gozar na sua boca de novo!
Eu comi ela por horas. Posições intermináveis. Ela cavalgando, eu em pé segurando ela no colo, contra a parede, na mesa do quarto. Cada estocada era acompanhada de gemidos altos: - Aaaahhh! Mais! Não para! Tô gozando de novo! – Ela gozou umas cinco vezes, esguichando, corpo convulsionando.
Eu gozei pela primeira vez enchendo a buceta dela de porra quente. - Toma meu leite, mana! Sente enchendo sua xoxota! – Ela apertava os músculos internos, ordenhando cada gota. Depois virou e chupou minha pica limpa, lambendo o gosto misturado de buceta, cu e esperma.
- Delícia... quero mais. Me fode a noite toda. – Ela pediu, olhos vidrados de tesão.
E foi o que fizemos. Viramos máquinas de sexo mesmo. No dia seguinte, ela acordou cedo e veio me acordar com boquete profundo. - Bom dia, irmão. Sua pica já tá dura pra mim? Engole tudo... – Garganta apertada, baba escorrendo, olhos lacrimejando enquanto ela forçava até o fundo.
Eu levantei ela, coloquei de bruços na cama e meti no cu sem aviso. - Toma no rabo logo cedo, sua safada. – Estocadas brutais, mão dando tapas na bunda que ficava vermelha. Ela mordia o travesseiro, gemendo abafado: - Sim! Bate mais! Arromba esse cu! Quero ficar dolorida o dia todo!
Passamos o dia todo transando quando possível. Ela me provocava na cozinha, se abaixando pra pegar coisas, buceta à mostra. Eu metia rapidinho ali mesmo, encostado na pia. - Rápido, antes da mamãe chegar! Enche minha buceta de novo! – Gemidos baixos mas intensos.
À noite chamamos o vizinho de novo, revivendo os velhos tempos. Ele chegou e encontrou a gente já pelados. Ela de joelhos chupando minha pica, eu segurando a cabeça dela. - Olha só, vizinho. Minha irmã virou uma puta completa. Quer participar? – Ele não pensou duas vezes.
Nós dois usamos ela ao mesmo tempo. Eu na buceta, ele no cu. Dupla penetração que fazia ela gritar de prazer. - Aaaaiii! Tô cheia de pica! Me fodem juntos! Mais fundo, caralho! – O corpo dela tremia entre nós dois, peitos balançando, suor e sucos escorrendo.
Ela engolia nossas rolas alternadamente, babando, cuspindo, pedindo mais. - Quero porra na cara de novo. Os dois gozando em mim! – Quando gozamos, jatos grossos cobriram o rosto, peitos e língua dela. Ela lambia tudo, sorrindo safada.
A partir daí virou rotina. Toda provocação dela terminava em foda selvagem. Eu deixava a porta aberta, pelado, e ela entrava correndo, pulava no meu pau. - Me come, irmão! Sou viciada nessa pica agora! – Diálogos chulos o tempo todo, gemidos ecoando pela casa quando os pais não estavam.
Uma tarde ela me surpreendeu. Chegou do banho só com toalha, deixou cair. - Olha como minha buceta tá inchada de tanto foder. Quer comer de novo? – Eu sentei ela na mesa, abri as pernas e enfiei a língua fundo, chupando o grelinho enquanto enfiava dedos no cu. Ela segurava minha cabeça: - Lambe tudo! Chupa minha xoxota molhada! Tô pingando pra você!
Depois eu meti em pé, pernas dela enroladas na minha cintura. Estocadas fortes, fazendo os peitos pularem. - Sente como tá apertada ainda? Mesmo depois de tanta rola? – Ela rebolava: - Sim! Me arromba! Quero gozar gritando seu nome!
Gozei dentro dela de novo, porra escorrendo pelas coxas quando tirei. Ela pegou um pouco com os dedos e lambeu. - Hum... gosto de nós dois juntos.
As noites viravam maratonas. Horas seguidas de sexo sem parar. Ela cavalgando devagar, depois rápido, peitos na minha boca. Eu virando ela de quatro, metendo no cu enquanto puxava o cabelo. - Puxa mais forte! Me trata como uma cadela! – Gemidos desesperados, corpos colados, suor, porra, baba por todo lado.
Eu narrava o tesão o tempo todo: - Olha essa bunda quicando na minha pica. Buceta apertando, cu engolindo. Você é perfeita pra foder, mana. – Ela respondia: - E você é viciado em mim. Me enche de novo, quero sentir seu leite pingando o dia todo.
Incontáveis rodadas. Oral profundo, 69 com ela engasgando na minha rola enquanto eu comia a buceta e o cu. Dupla penetração com o vizinho quando ele vinha. Ela virando sanduíche, gemendo entre nós: - Tô cheia! Vou gozar de novo! Não parem!
O clímax de uma dessas noites: ela deitada de costas, pernas abertas ao máximo. Eu metendo na buceta, vizinho no cu, ela masturbando o grelinho. Corpo inteiro tremendo, voz rouca: - Aaaahhh! Porra! Tô gozando tão forte! Enchem meu cu e minha buceta de porra! – Gozamos juntos, enchendo os dois buracos até transbordar. Ela ficou ali, ofegante, porra escorrendo, sorriso satisfeito.
Depois daquilo, ela me abraçou suada. - Irmão... a gente virou máquinas de sexo mesmo. Não quero parar nunca. Me provoca de volta agora. – E eu fazia. Andava pelado, punhetava na frente dela, gozava na boca dela de surpresa.
A provocação inicial dela tinha virado uma obsessão mútua. Todo dia era buceta, cu, boca, peitos usados sem dó. Gemidos desesperados, tapas, puxões de cabelo, chupadas fortes. Detalhes suados, molhados, cheiros de sexo no ar. Ela engolia banana na frente pra me provocar, depois engolia minha pica de verdade, garganta apertando.
Eu me masturbava menos sozinho porque agora ela estava sempre disponível, pronta pra virar máquina de novo. - Vem, mana. Monta nessa pica dura. Rebola essa bunda grande. – E ela montava, rebolando, gemendo: - Tá tão fundo... me mata de rola!
A história continuou assim por semanas. Intensidade total, sem limites. Irmão e irmã virando viciados um no outro, corpos usados ao máximo, diálogos chulos constantes, prazer cru e animal.
Em uma madrugada, ela acordou com tesão e veio me chupar enquanto eu dormia. Acordei com a boca quente dela engolindo minha pica semidura, que inchou rápido. - Que delícia acordar assim... chupa mais fundo, sua gulosa. – Ela obedeceu, babando tudo, mãos massageando minhas bolas. Depois subiu e sentou na minha cara. - Come minha buceta agora. Lambe tudo enquanto eu sento no seu rosto. – Eu enfiei a língua, sugando o suco que já escorria. Ela rebolava, grelinho esfregando no meu nariz.
- Aaaai, irmão! Sua língua é mágica! Enfia no meu cu também! – Eu alternava, língua no cu, dedos na buceta. Ela gozou molhando meu rosto inteiro.
Depois eu a fodi de conchinha, devagar no começo, sentindo cada centímetro do cu apertado. - Sente como meu cu te abraça? Quero leite dentro. – Meti mais rápido, mão no clitóris dela. Gemidos baixos e longos enchiam o quarto escuro. Gozamos juntos, eu enchendo o cu dela.
Dias depois, ela me mandou mensagem: "Vem no meu quarto. Tô pelada esperando." Entrei e ela estava de quatro na cama, bunda empinada, dedos abrindo a buceta e o cu. - Olha como tá pronta pra você. Escolhe o buraco. – Eu escolhi o cu primeiro, metendo seco quase, lubrificado só com saliva. - Caralho, tá apertado hoje! Me arromba! – Estocadas violentas, bunda vermelha dos tapas.
Ela virava a cabeça: - Beija mim enquanto me fode. – Beijos molhados, línguas se batendo no ritmo das metidas. Troquei pra buceta, depois voltei pro cu. - Alterna assim... me deixa louca! – O corpo dela suava, peitos balançando, voz falhando nos gemidos.
Mais uma rodada longa: ela de lado, perna levantada, eu metendo fundo, dedo no cu. - Toca meu grelinho! Quero gozar apertando sua pica! – Ela gozou forte, buceta espremendo, leite dela escorrendo pela minha rola.
Viramos máquinas incansáveis. O vizinho voltou várias vezes, fazendo trios selvagens. Uma vez ele comeu a buceta dela enquanto eu enfiava no cu, depois trocamos. Ela de boca cheia de uma rola, outro buraco cheio. - Mmmph! Tão bom! Me usam toda! – Porra voando pra todo lado, cara, peitos, barriga cobertos.
Detalhes sem fim: o cheiro de sexo no quarto, lençóis molhados, marcas de chupão nos peitos dela, bunda marcada de tapas. Diálogos constantes: - Engole minha pica, mana. – - Sim, me dá essa rola grossa! – Gemidos: Aaaahhh! Porraaa! Tô gozando de novo!
A provocação inicial dela tinha destruído qualquer barreira. Agora éramos só corpos se devorando, intensidade pura, prazer sem limites. E continuava, dia após dia, noite após noite.
Em outra sessão, eu a fiz sentar no meu pau de frente pro espelho. - Olha como sua buceta engole minha pica. Rebola devagar. – Ela via tudo, olhos vidrados: - Caralho, que visão... olha minha bunda quicando. Me fode mais rápido! – Eu segurava os quadris, estocando pra cima. Peitos pulando, gemidos ecoando. Gozei dentro, porra transbordando enquanto ela continuava rebolando.
Depois ela me chupou limpando tudo, garganta trabalhando, olhos lacrimejando de esforço. - Quero mais porra. Goza na minha língua. – Eu bati punheta na boca dela até explodir de novo.
Cenas assim se multiplicavam. Banho juntos: ela ajoelhada no box, água caindo, chupando enquanto eu fodia a boca dela. - Engole com água, sua puta. – Ela engasgava, ria, pedia mais.
Na sala, risco de serem pegos: rápida foda no sofá, ela sentada no meu colo, rebolando escondido. - Silêncio... mas me fode fundo. – Gemidos abafados, tesão dobrado pelo perigo.
O conto se alonga em memórias misturadas com o presente: flashbacks dos tempos de criança, o episódio da molly revivido com mais consciência agora, ela lembrando pedaços e ficando ainda mais safada.
- Lembra quando o vizinho gozou na minha bunda enquanto você comia minha buceta? Quero repetir isso todo dia agora. – E repetíamos, intensificando cada vez mais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmãzinha virou uma máquina de fazer sexo!

Codigo do conto:
264867

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/06/2026

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