Transando gostoso com o ginecologista!



A manhã estava quente demais pra um dia de consulta de rotina. Eu tinha saído de casa já pensando no almoço importante que viria logo depois. Roupa de executiva séria, mas com aquela saia justa que marcava minha bunda redonda, subindo um palmo acima do joelho. Sem calcinha nenhuma, porque adoro sentir o ar roçando na buceta lisinha e não marcar a roupa. Blusa fina por baixo do blazer, sem sutiã, os bicos dos meus peitos grandes roçando no tecido leve. Salto alto, cabelo solto e arrumado, perfume doce misturado com o cheiro natural da minha pele hidratada. Unhas feitas, maquiagem leve. Estava me sentindo uma mulher poderosa.
Cheguei na clínica por volta das dez. Tudo tranquilo, sem atraso. A recepcionista pegou meus documentos e perguntou, com um sorrisinho meio sem graça:
- Tudo bem se for atendida por um médico em vez da médica hoje?
Fiquei surpresa. Médico? Mas a clínica era boa, eu confiava. Dei de ombros e respondi que sim. Entrei no consultório batendo de leve na porta e abrindo só metade do corpo. Quando meus olhos caíram nele, gelei inteira. Porra, que homem era aquele? Um Deus grego de jaleco branco. Alto, ombros largos, barba bem feita, olhos escuros penetrantes, boca desenhada que dava vontade de morder. Cabelo escuro, corpo que o jaleco não conseguia esconder. Meu coração disparou.
Ele olhou direto nos meus olhos, sorriu devagar e disse com aquela voz grave:
- Pode entrar, fique à vontade.
Sentei na cadeira tentando não demonstrar nada, mas minhas pernas já tremiam um pouco. Ele se apresentou, disse que estava substituindo a Dra. Andrea por um tempo. Perguntou o que me trazia ali. Falei que era só consulta de rotina. A conversa fluía normal, mas eu sentia o olhar dele queimando em mim. De vez em quando ele passava a língua nos lábios, devagar, como se estivesse imaginando o gosto da minha pele. Meu grelo latejava dentro da saia. Eu estava molhando a coxa, caralho. Tentei me controlar.
Ele perguntou sobre o preventivo. Eu pausei, olhei pra ele e respondi baixinho:
- Sim, posso fazer com você.
Ele pediu que eu tirasse a calcinha e vestisse o avental. Eu sorri, nervosa, e deitei na maca ainda de roupa.
- Na verdade... já estou sem calcinha.
Ele parou um segundo, os olhos escurecendo. Levantou, ajeitou o jaleco e veio até mim. Pediu licença e começou a desabotoar minha blusa. As mãos dele eram grandes, quentes, firmes. Quando ele segurou meus peitos, apertando devagar pra sentir se tinha nódulo, eu soltei um suspiro longo. Não resisti.
- Continua... por favor.
Ele percebeu o tom na minha voz. A pegada mudou. Os dedos dele apertaram meus bicos, girando devagar, puxando. Meu corpo arqueou na maca. Eu estava encharcada. Ele desceu a mão pela minha barriga, levantou a saia e tocou minha bucetinha depilada. O dedo médio dele roçou direto no grelo duro e escorregadio.
- Caralho... você está pingando – ele murmurou, a voz rouca.
Começou a masturbar meu grelo em círculos lentos, enquanto a outra mão apertava meu peito. Eu gemia baixinho, mordendo o lábio. Dois dedos dele entraram na minha buceta quente, abrindo caminho, fodendo devagar. Eu rebolava contra a mão dele, desesperada.
Bateram na porta. Ele parou na hora, tirou a mão e foi atender. Eu me levantei rápido, coração na boca, tentando fechar os botões da blusa. "Que loucura é essa? Eu preciso sair daqui agora", pensei. Mas quando me virei pra pegar minha bolsa, senti ele atrás de mim. O corpo dele colado nas minhas costas. A respiração quente no meu ouvido.
- Deixa... relaxa – ele sussurrou, a voz grossa de tesão. – Eu sei que você quer tanto quanto eu.
Senti a pica dele, dura pra caralho, roçando na minha bunda por cima da calça. Ele segurou minha cintura com uma mão e subiu a outra pro meu pescoço, enfiando um dedo entre meus lábios. Eu chupei na hora, lambendo, gemendo em volta do dedo dele.
- Isso, chupa meu dedo, delícia – ele rosnou no meu ouvido.
Levantou minha saia até a cintura, roçando aquela vara grossa, veiada, entre minhas nádegas. A cabeça rosinha já babava pré-gozo. Eu abri o zíper dele com as mãos tremendo e peguei aquela pica na mão. Grossa, quente, latejando. Comecei a bombear devagar, sentindo as veias pulsando.
- Aiii, que pau gostoso... quero ele todo dentro de mim – implorei, a voz manhosa.
Ele me virou, me pegou no colo e me sentou na mesa dele. Abriu minhas pernas bem abertas, a saia toda embolada na cintura. A cabeça da pica dele roçou na entrada da minha buceta encharcada.
- Olha como você está molhada pra mim... buceta gulosa – ele disse, empurrando devagar.
Centímetro por centímetro, aquela pica grossa me abriu, me encheu inteira. Quando bateu no fundo, eu soltei um gemido alto, desesperado:
- Aaaahhh... me fode, seu safado... soca fundo!
Ele começou a meter com força. O vai e vem molhado, barulhento, ecoando no consultório. Meus peitos pulavam fora da blusa aberta. Ele pegava meus cabelos por trás da orelha, olhava nos meus olhos enquanto socava.
- Toma essa pica, sua safada... aperta minha rola com essa buceta quente – ele grunhia.
Eu rebolava, cravando as unhas nas costas dele por baixo do jaleco. O abdômen dele era tanquinho, suado, perfeito. Ele mordia meu pescoço, chupava meus bicos, metia cada vez mais rápido. O som de saco batendo na minha bunda molhada enchia o ar.
- Aiiiiiii, aiiiiiii, aiiiiii... vaaaaai... mais forte... me arromba! – eu gemia, quase chorando de tesão.
Ele me virou de quatro na mesa. Segurou meus cabelos como rédea e enfiou tudo de novo. O ângulo batia direto no meu ponto G. Eu tremia inteira.
- Isso... fode minha bucetinha... sou sua putinha agora – eu choramingava.
Ele metia com tudo, a mão descendo pra esfregar meu grelo inchado. Eu gozei pela primeira vez, apertando a pica dele, jorrando na mesa.
- Aaaahhh porra... estou gozando... não para!
Ele não parou. Continuou socando enquanto eu convulsionava. Depois me puxou pra ficar de frente de novo, me beijando com fome, línguas se enrolando, saliva escorrendo.
- Quero te comer mais... vira de lado – ele mandou.
Eu obedeci. Uma perna dele por cima da minha, ele enfiou de lado, fundo, girando a pica dentro de mim. A mão dele apertava minha bunda, dedo roçando meu cuzinho.
- Olha esse cu apertadinho... depois eu quero foder ele também – ele sussurrou.
Eu gemia sem parar. Ele acelerou, o suor dele pingando nos meus peitos. A pica inchando mais dentro de mim.
- Vou gozar... onde você quer? – ele perguntou, a voz rouca.
- Dentro... enche minha buceta de porra quente! – implorei.
Ele socou fundo umas últimas vezes e explodiu. Jatos grossos, quentes, enchendo meu útero. Eu gozei de novo junto, gritando:
- Isso... me enche... aaaahhh caralho!
Ficamos ofegantes, ele ainda dentro de mim, pulsando. Beijou meu pescoço devagar.
- Você está ótima... precisa voltar mais vezes pra eu fazer um exame mais completo – ele disse, sorrindo safado.
Eu ri, ainda tremendo.
- Pode deixar... vou marcar toda semana.
Ele saiu de dentro, a porra escorrendo pela minha coxa. Me ajudou a me arrumar, mas antes limpou minha buceta com a própria língua, chupando o grelo devagar, me fazendo gemer mais uma vez.
- Deliciosa... gosto doce de puta molhada – ele murmurou.
Saí da clínica com as pernas bambas, a buceta latejando, cheia da porra dele. O almoço de negócios ia ser interessante... eu mal conseguia pensar em outra coisa além daquela pica grossa me abrindo toda.
Depois do almoço, eu mandei mensagem pra ele. Queria mais. Ele respondeu na hora: "Volta aqui às 18h, o consultório vai estar vazio."
Voltei. Dessa vez sem roupa nenhuma por baixo. Ele me esperava já com a pica dura dentro da calça. Mal fechei a porta e ele me jogou contra a parede, levantando minha saia e enfiando dois dedos na buceta ainda melada da porra anterior.
- Já estava com saudades dessa bucetinha gulosa – ele rosnou, chupando meu pescoço.
Eu abri a calça dele, ajoelhei e engoli aquela rola toda. Cabeça rosinha brilhando, veias saltadas. Chupei com fome, lambendo as bolas, enfiando fundo na garganta até engasgar.
- Isso... engole minha pica, vadia... chupa gostoso – ele gemia, segurando minha cabeça.
Fodi ele com a boca até ele me puxar pelos cabelos e me jogar na maca. Abriu minhas pernas no máximo e meteu a cara na minha buceta. Língua no grelo, chupando forte, dois dedos no cu.
- Aaaahhh... mama minha buceta... lambe meu grelo... – eu gritava, rebolando na cara dele.
Ele me fez gozar na boca dele, bebendo tudo. Depois me virou de bruços, cuspiu no meu cu e começou a enfiar a pica devagar no cuzinho apertado.
- Relaxa o cu... deixa eu arrombar esse rabinho virgem – ele sussurrava.
Doía gostoso. Ele foi fundo, centímetro por centímetro, até as bolas estarem batendo na minha buceta molhada. Começou a foder meu cu com força, estocadas longas e fundas.
- Aiiiii que delícia... fode gostoso meu cu... rasga ele! – eu choramingava, dedo no meu próprio grelo.
Ele alternava: tirava do cu e enfiava na buceta, depois voltava pro cu. Duas xoxotas dele pra usar. Eu estava em êxtase, gemendo sem parar, o corpo todo suado.
- Mais... mais forte... me usa como sua putinha particular! – implorava.
Ele gozou de novo, dessa vez enchendo meu cu de porra quente. Eu gozei junto, jorrando na maca.
Passamos horas ali. Ele me fodeu em todas as posições. Na cadeira, eu cavalgando aquela pica grossa, peitos balançando, ele chupando os bicos. De pé, contra a parede, pernas enlaçadas na cintura dele. Na mesa de novo, de quatro, ele dando tapas na minha bunda enquanto socava.
Cada estocada era acompanhada de gemidos desesperados meus:
- Aaaahhh... que pica gostosa... me mata de tesão!
E dele:
- Toma tudo... aperta essa rola com sua buceta apertada... você é minha agora.
Quando saí da clínica pela segunda vez, já era noite. Buceta e cu latejando, pernas fracas, corpo marcado de chupões. A porra dele escorrendo pelas minhas coxas. Eu sorria, sabendo que ia voltar. Muito. Aquele médico tinha virado meu vício.
E assim, o que era pra ser uma consulta de rotina virou a foda mais intensa e safada da minha vida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Transando gostoso com o ginecologista!

Codigo do conto:
265298

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
25/06/2026

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