Vestido rasgado no pré casamento e a aventura de uma noite!

Faltava apenas uma noite para o casamento, e eu consegui rasgar o vestido. Rasgar feio, sabe? Um rasgo que não dava mais pra disfarçar, bem na lateral, perto da costura. Eu entrei em desespero total, fiquei horas ligando pra todo mundo, até que achei uma loja pequena que ainda tava aberta. A mulher atendeu e falou que o costureiro tava lá, mas que ia fechar em poucos minutos. Eu pedi, implorei quase, e ela disse que se eu chegasse rápido ele dava uma olhada. Eram quase onze da noite.
Quando cheguei, o cara já tava apagando as luzes. Era um homem mais velho, uns quarenta e poucos, alto, moreno, de barba por fazer, e puta merda, ele era bonito. Não tava esperando isso. Ele olhou meu vestido, virou de um lado pro outro, verificou o rasgo com calma, e foi bem direto: "Não tem muito o que fazer, moça. Isso aí não se salva com uma costura simples. Precisaria de um reparo, talvez mudar o ajuste. E isso leva tempo."
Eu quase chorei na hora. Falei que ia casar no dia seguinte, que não tinha tempo, que não sabia o que fazer, que já tinha tentado todas as outras lojas. Ele me olhou, viu meus olhos cheios de lágrimas, deu um suspiro, e falou que tinha uns modelos na loja, que eu podia dar uma olhada. Era minha única chance, né? Ele acendeu as luzes de novo e me levou até o fundo, onde tinha alguns vestidos pendurados.
O primeiro vestido que ele me mostrou era lindo, todo de renda, com a parte de cima mais firme. Quando coloquei, não fechou de jeito nenhum na parte de cima. Ficou super apertado, o tecido não alcançava. Eu saí do provador segurando o tecido com as duas mãos cruzadas na frente, porque se eu soltasse, meus peitos iam escapar. "Acho que não vai dar", falei, meio sem jeito. Ele se aproximou, com a postura de quem já viu centenas de noivas, e disse: "Deixa eu ver, talvez dê pra soltar um pouco." Ele puxou o tecido pelas costas, tentando ajustar, mas quando foi ver como ficava na frente, a mão dele escorregou e meus peitos pularam pra fora, os bicos durinhos por causa do ar-condicionado. Eu fiquei vermelha, sem saber onde enfiar a cara, e rapidamente tentei cobrir com as mãos, mas ele já tinha visto tudo.
Por um segundo, ele parou. Depois, voltou ao tom profissional. "Desculpa, vou pegar alfinetes pra segurar isso." Ele foi até a bancada, pegou os alfinetes, e voltou. Com cuidado, ele segurou a parte de cima do vestido contra a minha pele com uma das mãos, firmando o tecido, enquanto a outra passava por cima, colocando os alfinetes. A ponta dos dedos dele roçou a lateral do meu seio, mas ele não desviou. Manteve o olhar focado no trabalho. "Você tem um corpo... que precisa de um vestido bem ajustado", ele disse, com a voz ainda profissional, mas com um tom mais baixo. Eu senti o toque, e a respiração dele parecia um pouco mais lenta, controlada. Ele deu um passo atrás, examinou, e disse que não ia ficar bom. "Esse não serve pra você."
O segundo vestido era mais bonito ainda, todo de cetim, com um decote bem aberto. Quando coloquei, desceu bem na parte de cima, mas não passou dos meus quadris. Minha bunda é grande, sempre foi, e o vestido simplesmente não descia, ficava preso na curva. Eu fiquei tentando puxar, me mexendo, balançando os quadris pra ver se o tecido cedia, e a bunda balançava toda no espelho. Ele ficou me olhando, eu vi pelo reflexo. Ele não disfarçou, tava vidrado no movimento. "Não tá dando certo", falei, frustrada. Ele se aproximou e disse: "Deixa eu ver, talvez seja só a costura lateral." Ele se ajoelhou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura, tentando puxar o tecido pra baixo. A mão dele escorregou e pegou na minha bunda. Não foi um toque qualquer, ele apertou, segurou firme, como quem quer sentir a forma. "Acho que vou ter que soltar uns centímetros aqui", ele falou, com a voz um pouco mais rouca. As mãos dele ficaram ali por um momento, pressionando, e eu senti o calor dos dedos através do tecido. Ele não tirou as mãos. Pelo contrário, passou elas lentamente, contornando a curva, como se estivesse avaliando o trabalho que teria. "É uma bunda... que precisa de espaço", ele murmurou, quase pra si mesmo. O tom profissional já não estava mais tão firme.
Nesse momento, ele se levantou e foi até a bancada, pegou a fita métrica. Voltou, e sem avisar, passou a fita em volta do meu quadril, bem rente, as mãos dele roçando pelo meu corpo. Quando chegou na parte de trás, os dedos dele se demoraram, pressionaram a fita contra minha bunda, e ele segurou ali por mais tempo do que o necessário. Eu senti minha respiração mudar, um calor subindo pelo meu peito. Ele deu um passo atrás, anotou num papel, e quando levantou os olhos, eu vi um brilho diferente neles. Ele ainda tentou manter o controle, mas a tensão tava ali, no ar.
O terceiro vestido era o escolhido. Um modelo lindo, de renda e cetim, com uma parte de cima que abraçava os seios e uma saia leve que marcava a cintura. Quando coloquei, encaixou perfeitamente, marcou minha cintura, meus quadris, meus peitos. O decote deixava um pouco dos peitos de fora, mas ficava lindo, elegante. Eu me olhei no espelho e me senti bonita de verdade. Ele ficou atrás de mim, as mãos ajeitando a costura na altura das costas. Eu senti o corpo dele próximo, o calor vindo dele, e a respiração dele contra meu cabelo. A mão dele passou pela minha lateral, ajustando a parte de cima, e por um instante, ele parou. "Ficou perfeito em você", ele disse, a voz quase um sussurro. Eu senti o pau dele duro pressionando minha bunda, através do tecido da calça. Ele não se afastou. Ficou ali, parado, como se estivesse decidindo alguma coisa.
Falei que não tava mais pensando no casamento, que aquilo tudo tinha virado uma confusão, e ele me virou devagar. Os olhos dele tavam escuros, a respiração pesada. Ele me beijou. Foi um beijo que me pegou de surpresa, forte, com língua, como se tivesse guardado aquele desejo desde o primeiro toque. Minha mão desceu e achei o pau dele por cima da calça, apertei, e ele gemeu dentro da minha boca. Ele me levou pra bancada, levantou minha saia, puxou minha calcinha pro lado e enfiou dois dedos dentro de mim, encontrando a entrada molhada. Eu soltei um gemido alto, os dedos dele se mexendo rápido, achando o ponto certo, e eu já tava toda tremendo.
Falei que queria ele com o vestido, e ele entendeu. Não tirou o vestido. Só levantou a saia, expôs minha bunda, e eu ouvi o zíper da calça. Senti a cabeça do pau dele roçando minha buceta molhada, deslizando na umidade, e ele entrou devagar, centímetro por centímetro. Eu gritei baixinho, sentindo o tamanho, ele me enchendo toda. O vestido ainda tava em mim, os peitos balançando dentro do decote a cada empurrão. Ele me comeu por trás, as mãos apertando minha cintura, me puxando contra ele, o ritmo acelerando. Eu me olhei no espelho: a noiva sendo fodida, o vestido ainda perfeito, os peitos pulando pra fora, a cara de prazer, o rosto corado.
Ele acelerou, e eu senti que ia gozar, as pernas tremendo. Ele falou que ia gozar também, sem fôlego, e eu pedi: "Goza na minha cara." Ele tirou o pau de dentro, me virou, e ajoelhou na minha frente. Segurou o pau, duro, a cabeça brilhando com a minha umidade, e começou a se masturbar rápido, me olhando com o vestido. Ele gemeu e o jato quente saiu, espalhou pela minha bochecha, pelo meu lábio, pelo queixo. Caiu no meu decote também, uma mancha branca escorrendo pelo cetim. Ele continuou, mais jatos, até meu rosto ficar todo coberto, o gosto salgado entrando na minha boca.
Eu fiquei parada, sentindo a porra escorrendo. Ele se levantou, ofegante, e eu me virei pro espelho. Vi a noiva de vestido perfeito, os peitos aparecendo, a bunda marcada, e o rosto todo sujo de esperma. Uma bagunça que eu nunca vou esquecer. Fiquei ali, olhando, guardando cada detalhe.
Ele me ajudou a limpar com um pano macio, com cuidado, passando devagar no meu rosto, no decote. Ajeitou o vestido, alisou a saia. Deu um beijo no meu ombro e disse que eu ia ser uma noiva linda. A voz dele já tava mais calma, mas com um sorriso no canto da boca.
Menos de uma hora depois, peguei o vestido e fui embora, com o coração acelerado e as pernas ainda fracas.
Casei. O vestido ficou pronto. Ninguém nunca soube de nada...

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Vestido rasgado no pré casamento e a aventura de uma noite!

Codigo do conto:
269339

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
08/08/2026

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