O calor do verão grudava na pele quando eu entrei em casa. A reunião de família na casa dos meus pais estava a todo vapor, mas faltavam temperos e eu voltei correndo. Mal fechei a porta e ouvi aqueles gemidos. Achei que fosse um dos cachorros sonhando alto. Subi as escadas sem pressa, o vestido de verão colado nas coxas suadas. Empurrei a porta do nosso quarto e o mundo parou. Minha irmãzinha, 19 anos, estava inclinada sobre a cama, o cu e a buceta completamente expostos, o cabelo bagunçado, a bunda erguida. Meu marido se afastava dela naquele segundo exato. Um fio grosso de porra ainda escorria da buceta dela, pingando no lençol. Outro jato branco escorria pela coxa interna dela. O pau dele, grosso, veias saltadas, ainda pulsava, coberto de porra e dos fluidos dela. Ele levantou o olhar. Nossos olhos se cruzaram. Eu virei o corpo e saí. No meio do corredor ele me alcançou. A mão dele enfiou nos meus cabelos e puxou com força. Me arrastou de volta. Os dentes dele cravaram na minha orelha. - Você quer que eu te foda como eu a fodi? Não falei nada. Só balancei a cabeça, leve. Foi o suficiente. Ele me empurrou contra a parede com violência. O vestido subiu de uma vez. A calcinha foi puxada pro lado, o tecido fino esticando. A cabeça da pica dele, ainda quente e escorregadia da porra da minha irmã, abriu minha buceta sem carinho nenhum. Entrou fundo de uma tacada só. Eu senti o volume inteiro invadindo, abrindo as paredes internas, o excesso de porra dela escorrendo junto e me lubrificando ainda mais. - Ela ainda está no meu pau. Três estocadas secas, profundas, batendo no fundo. Na terceira ele gozou. O primeiro jato quente acertou direto no colo do útero. Eu gozei na hora. As pernas tremeram, a buceta apertou em volta da pica dele em espasmos desesperados, sugando cada gota. Gemidos saíram da minha garganta sem controle, altos, quebrados. - Aaaaaah… porra… enche… enche minha buceta… Ele se afastou na hora, como sempre fazia. O pau saiu com um ploc molhado, porra escorrendo pela minha coxa. Olhou pra mim com aquele sorrisinho torto. - Ela foi melhor. Mas não acabou ali. Ele me puxou de volta pro quarto. Minha irmã ainda estava de quatro na cama, o corpo tremendo, a buceta aberta e vermelha, porra pingando. Ela me olhou com os olhos vidrados, a boca entreaberta. - Maninha… ele me fodeu tão fundo… Meu marido me jogou de bruços na cama, ao lado dela. Levantou meu vestido até a cintura, rasgou a calcinha. A língua dele desceu direto pro meu cu. Lambeu, chupou, enfiou a língua. Eu gemi alto, o rosto enterrado no lençol. - Chupa a porra dela enquanto eu como teu cu. Minha irmã se aproximou. A boca dela se colou na minha. O gosto da porra dele ainda estava na língua dela. Beijamos com fome, trocando saliva e sêmen. Enquanto isso ele abria meu cu com dois dedos, enfiando a porra que ainda escorria da minha buceta como lubrificante. Depois a cabeça da pica pressionou o anel apertado. - Abre esse cuzinho, puta. Vai engolir a pica toda. Empurrou. O cu ardeu, esticou, aceitou. Ele enterrou até o saco bater na minha bunda. Começou a foder sem piedade, estocadas longas e pesadas. Cada vez que entrava eu gemia desesperada, a voz saindo em gritos. - Aiii porra… meu cu… tá rachando… mais fundo… fode meu cu… Minha irmã desceu a cabeça entre minhas pernas. A língua dela encontrou meu grelinho inchado. Chupou, lambendo em círculos enquanto o marido me arrombava o cu. Eu gozei de novo, o corpo inteiro se contorcendo, o cu apertando a pica dele em contrações violentas. Ele gritou e gozou de novo dentro do meu cu. Jatos quentes enchendo, escorrendo quando ele puxou pra fora. A porra escorreu pela minha bunda e pingou na boca da minha irmã, que lambia tudo como uma putinha faminta. Ele ainda não tinha acabado. Me virou de costas, me sentou no pau dele. A pica entrou na buceta de uma vez, ainda dura. Minha irmã subiu na cama e sentou na minha cara. A buceta dela, molhada de porra e de gozo, cobriu minha boca. Eu chupei, lambendo o grelinho dela, enfiando a língua dentro, bebendo o que restava do sêmen do meu marido. - Chupa essa buceta suja… limpa a porra que eu deixei nela… Eu chupava com fome enquanto ele me fodia por baixo, estocando pra cima com força. Minha irmã gemia alto, rebolando na minha cara. - Aaaaah maninha… sua língua… mais… chupa meu grelinho… vou gozar na sua boca… Ela gozou, o corpo tremendo, o líquido escorrendo direto na minha língua. Eu engoli tudo. Meu marido me segurou pelas cadeiras e fodeu ainda mais rápido, o pau batendo no fundo. Eu gozei de novo, a buceta esguichando em volta da pica dele. Ele me tirou de cima, me jogou de quatro. Chamou minha irmã. - Abre a boca. Vocês duas vão chupar juntas. Nós duas ajoelhamos. A pica dele, coberta de porra e dos nossos fluidos, foi lambida por quatro línguas. Eu chupava a cabeça, ela chupava o saco. Depois trocamos. Eu enfiei a pica inteira na garganta até engasgar, saliva escorrendo pelo queixo. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha boca. - Isso… engole essa pica… tua irmã engoliu melhor, mas você também é uma puta boa… Ele puxou e gozou na nossa caras. Jatos quentes acertando a boca, o queixo, os seios. Minha irmã e eu nos beijamos de novo, lambendo a porra uma da outra, passando de boca em boca. Ainda não era o fim. Ele me deitou de costas, abriu minhas pernas até doer e enfiou de novo na buceta. Dessa vez mais lento, mas fundo, girando o quadril pra acertar o ponto. Minha irmã ficou ao lado, chupando meu peito, mordendo o mamilo, a mão dela descendo pro meu grelinho e esfregando em círculos rápidos. - Goza pra ele, maninha… goza com a pica do teu marido dentro… Eu gozei gritando, o corpo arqueando, a buceta contraindo com força. Ele acompanhou, enchendo de novo. A porra já não cabia, escorria pelo meu cu e pela bunda. Quando finalmente parou, ele se afastou. Eu e minha irmã ficamos deitadas, pernas abertas, bucetas e cus abertos e escorrendo. Ele olhou pra nós duas e falou baixo, com aquele tom sarcástico que eu conhecia tão bem: - Vocês duas são umas putas deliciosas. Mas ela ainda foi melhor. Eu fechei os olhos, o corpo latejando, a buceta latejando, o cu latejando. O casamento era uma merda tóxica, cheio de veneno. Mas naquele momento, com a porra dele escorrendo de mim e o gosto da minha irmã na boca, eu só queria que ele me fodasse de novo. Mais fundo. Mais bruto. Até eu não aguentar mais gemer.
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