Eu cheguei na casa da minha irmã por volta das quatro da tarde. O sol ainda batia forte e o cheiro de grama cortada vinha do quintal. Minha sobrinha, a Sofia, abriu a porta. Dezenove anos, cabelo solto caindo nos ombros, blusinha branca fina demais pra esconder o sutiã preto por baixo e uma saia de cintura baixa que mal cobria a metade da bunda. Ela sorriu daquele jeito meio de lado, o mesmo sorriso que vinha me provocando há semanas. — Oi, tio — falou, a voz baixa, quase um segredo. — A mamãe ainda não chegou. Tá só a gente e a Júlia no fundo, mas ela tá de fone. Eu entrei. O abraço foi demorado de propósito. Minha mão desceu pelas costas dela e parou bem em cima daquela curva. Senti a calcinha fina sob o tecido da saia, o calor da pele. Ela não se afastou. Pelo contrário, apertou um pouco mais o corpo contra o meu e soltou um suspiro curto no meu ouvido. — Você tá cheiroso hoje — murmurou. Eu não respondi com palavras. Deslizei a mão um pouco mais pra baixo, apertando a bunda com a ponta dos dedos. Ela soltou um gemidinho abafado e se afastou só o suficiente pra olhar nos meus olhos. As pupilas dela estavam dilatadas. — Quer ver o banheiro novo? — perguntou de repente, como se nada tivesse acontecido. — A mamãe reformou semana passada. Eu segui. O corredor era estreito. Ela andava na frente, a saia subindo a cada passo, mostrando a curva da bunda e o pedacinho de calcinha preta que escapava. Quando chegamos no banheiro, ela se curvou noventa graus pra pegar o rolo de papel toalha que estava no armário de baixo. A saia subiu de vez. Eu vi tudo: a calcinha enfiada no meio da bunda, o contorno do cu apertado, a pele clara e macia das coxas. Meu pau latejou dentro da calça. — Caralho, Sofia… — soltei baixo. Ela se endireitou devagar, virou o rosto por cima do ombro e sorriu. — Gostou da vista, tio? Eu fechei a porta atrás de mim. O clique da tranca ecoou no silêncio. Em dois passos eu estava atrás dela, as mãos agarrando a cintura fina e puxando o corpo dela contra o meu. Meu pau duro pressionou a fenda da bunda dela. — Tô doido pra te foder desde a última vez que você me mostrou aquela tatuagem embaixo do peito — falei no ouvido dela, a voz rouca. — Você fica me provocando de propósito, né? Usa essas roupas pra me deixar louco. Ela arqueou as costas, esfregando a bunda na minha pica. — E se eu estiver? — respondeu, a voz já trêmula. — Você não tem coragem de fazer nada… Eu virei ela de frente, agarrei o queixo e beijei com força. A língua dela encontrou a minha no mesmo segundo, molhada, urgente. Enquanto beijávamos, minhas mãos subiram por baixo da blusinha, apertaram os peitos por cima do sutiã e depois deslizaram por baixo do tecido. Os mamilos duros roçaram nas minhas palmas. Ela gemeu dentro da minha boca. — Porra… — sussurrou quando eu apertei os peitos com mais força. — Tio, a Júlia tá lá fora… — Então fica quietinha — respondi, puxando a blusinha pra cima e tirando o sutiã num movimento só. Os peitos saltaram livres, firmes, com a tatuagem pequena logo abaixo do seio esquerdo. Eu abaixei a cabeça e chupei o mamilo com vontade, mordendo de leve. Ela engasgou o gemido, as unhas cravando nos meus ombros. Eu desci a mão pela barriga, passei por cima da saia e enfiei os dedos por baixo da calcinha. A buceta dela já estava encharcada. O dedo médio deslizou entre os lábios inchados e encontrou o grelinho duro, latejando. Ela tremeu inteira. — Olha como essa putinha tá molhada — falei, esfregando o grelinho em círculos lentos. — Tá pingando de tesão só de eu te tocar. — Ahh… tio… assim não… — ela tentou falar baixo, mas a voz saiu embargada. — Eu vou gozar rápido se você ficar nisso… Eu empurrei dois dedos dentro da buceta apertada. Ela estava quente, escorregadia, se contraindo em volta dos meus dedos. Eu fodi ela com a mão enquanto chupava o outro peito, o polegar esmagando o grelinho a cada penetração. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais desesperados. — Cala a boca — ordenei baixinho, mordendo o pescoço. — Ou a sua amiga vai ouvir você gemendo pra porra do seu tio. Ela mordeu o lábio inferior com força, mas os sons continuavam escapando: ahhn, porra, mais… Eu tirei a mão da buceta, levei os dedos molhados até a boca dela e enfiei. Ela chupou limpo, a língua quente enrolando nos meus dedos. Eu a virei de frente pro espelho, levantei a saia até a cintura e puxei a calcinha pro lado. A bunda redonda ficou exposta, o cu piscando entre as nádegas. Eu cuspi na mão, passei o dedo pelo cu dela e empurrei a ponta. Ela soltou um gemido agudo e se apoiou na pia. — Vai enfiar no meu cu também? — perguntou, a voz já quebrada de tesão. — Faz o que quiser, tio… eu tô toda sua… Eu abri a calça, tirei o pau pra fora. Estava duro pra caralho, a cabeça vermelha e molhada de pré-gozo. Esfreguei a glande na entrada da buceta, subindo e descendo, molhando tudo. Depois posicionei e enfiei de uma vez só até o fundo. — Aaaahhh porraaa! — ela gritou, incapaz de segurar. — Que pica grossa… caralho, tá abrindo tudo… Eu agarrei o cabelo dela com uma mão e a cintura com a outra, começando a meter com força. O barulho molhado da buceta engolindo meu pau ecoava no banheiro. Cada estocada fazia a bunda dela bater na minha virilha com um estalo úmido. Eu olhava pro espelho e via o rosto dela contorcido de prazer, a boca aberta, os olhos revirando. — Isso… fode essa sobrinha puta… — ela gemia sem parar. — Mais forte, tio… arrebenta essa buceta… Eu acelerei. A mão que estava no cabelo desceu e deu um tapa forte na bunda. O som seco fez ela gritar de novo. Dei outro, e outro, até a pele ficar vermelha. Enquanto metia, enfiei o polegar no cu dela até a junta. O aperto duplo fez a buceta dela se contrair com força em volta do meu pau. — Tô gozando… tô gozando, caralho… — ela avisou, a voz falhando. — Não para… não paraaa… Ela gozou enfiada no meu pau, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando um pouco no meu saco. Eu continuei metendo sem piedade, usando o orgasmo dela pra foder ainda mais fundo. Quando ela quase desabou, eu a virei de frente, a levantei pela bunda e sentei ela na pia. Abri as pernas dela e enfiei de novo, agora olhando nos olhos. — Olha pra mim enquanto eu te encho de porra — falei. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, a boca aberta em gemidos contínuos. Eu meti rápido, curto, fundo. O pau latejando, pronto pra estourar. Em poucos segundos eu enterrei até o fim e gozei dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta. Ela sentiu cada pulsada e gemeu junto, como se estivesse gozando de novo só de sentir o esperma quente. Ficamos ali por um tempo, ofegantes, meu pau ainda latejando dentro dela. Eu beijei o pescoço, o peito, a tatuagem. Depois tirei o pau devagar. Um fio de porra escorreu pela coxa dela e pingou no chão. — A mamãe pode chegar a qualquer hora — ela sussurrou, ainda tremendo. — E a Júlia… Eu limpei a buceta dela com o papel toalha que ela tinha ido buscar, mas de propósito deixei um pouco da minha porra escorrendo. Puxei a calcinha dela de volta no lugar, ajeitei a saia e a blusinha. Ela ainda estava vermelha, ofegante, os lábios inchados. — Semana que vem a gente vai nadar — falei, beijando a boca dela de novo, mais devagar. — Vai de biquíni bem pequeno. Eu quero te foder de novo, dessa vez no chuveiro do clube ou atrás das árvores. E da próxima eu quero te ouvir gritando meu nome enquanto eu te como no cu. Ela sorriu, ainda com o olhar nublado de tesão. — Pode deixar, tio. Eu vou deixar essa buceta e esse cu prontinhos pra você. Saímos do banheiro. Eu fui pro quintal, ela foi encontrar a amiga como se nada tivesse acontecido. Minutos depois a mãe dela chegou. Conversamos normalmente, rimos, comemos alguma coisa. Mas toda vez que nossos olhares se cruzavam, eu lembrava do gosto da buceta dela, do aperto, dos gemidos desesperados. E eu já estava contando os dias pro próximo encontro.
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