Peguei minha mãe no flagra caindo na pica de meu irmão, não resisti e tive que comer também!
A casa estava quieta naquela noite quente de verão. O pai tinha viajado de novo pra Bélgica, como sempre, deixando só o cheiro de ausência no ar. Eu, deitado na minha cama, não conseguia dormir. Meu irmão Lucas, com seus 20 anos, nerd até o osso, ficava o dia inteiro no quarto com a nossa mãe. Ela tratava ele como se fosse um menino pequeno ainda, mas eu via coisas que não batiam. Os olhares demorados, o jeito que ela entrava no banho com ele "pra ajudar com a água", os beijos na boca que duravam um segundo a mais que o normal. Eu jurava que eles se pegavam. E naquela noite, o gemido baixo que veio do quarto dele confirmou tudo. Levantei devagar, pé ante pé pelo corredor escuro. A porta do quarto do Lucas estava entreaberta, uma fresta de luz amarela escapando. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Espiei. Minha mãe, a Dona Clara, estava de joelhos na cama, completamente nua. O corpo dela, aos 42 anos, ainda era uma delícia: peitos grandes e pesados balançando, bunda empinada, pele morena brilhando de suor. O Lucas, magrinho mas com a pica dura latejando, estava sentado na beira da cama, mão no cabelo dela. - Ai, meu filho... você tá tão duro hoje – ela murmurou, voz rouca, passando a língua devagar na cabeça inchada da pica dele. – Essa pica da mamãe é tão gostosa... tão grossa... Lucas gemeu baixo, os olhos semicerrados. - Mãe... chupa mais fundo... por favor... Ela não esperou. Abriu a boca e engoliu metade da pica dele de uma vez, as bochechas afundando enquanto sugava com fome. O barulho molhado enchia o quarto: gluck, gluck, gluck. Saliva escorria pelo queixo dela, pingando nos peitos. Lucas segurava a cabeça dela com as duas mãos, empurrando devagar, fodendo a boca da própria mãe. Eu assistia tudo paralisado, o pau latejando dentro da cueca. Não conseguia parar de olhar. Clara tirou a pica da boca com um pop alto, babando. - Vem, meu amor. Deita aqui. A mamãe tá molhada pra caralho. Minha buceta tá piscando pedindo essa pica. Lucas deitou de costas. A mãe subiu nele, abriu as pernas grossas e segurou a pica dura com a mão. Esfregou a cabeça gorda no grelinho inchado dela, gemendo alto. - Ahhh... que delícia... tá roçando bem no meu grelinho... ai, filho da puta, você me deixa louca... Ela desceu devagar, engolindo a pica inteira. A buceta dela era depilada, carnuda, os lábios grossos esticados ao redor da vara do filho. Quando chegou no fundo, soltou um gemido desesperado: - Aaaahhh! Tá batendo no meu útero... que pica grande... me fode, Lucas... fode a buceta da sua mãe! Começaram a se mover. Clara quicava com força, os peitos pulando, batendo um no outro. O som de carne molhada contra carne ecoava: plap, plap, plap. Lucas segurava a bunda dela, abrindo as nádegas, dedo roçando no cu piscante. - Mãe... sua buceta é tão quente... tão apertada... eu amo foder você... Ela se inclinou pra frente, peitos esmagados contra o peito dele, e começou a rebolar rápido, girando o quadril. - Isso, meu filhinho... mete fundo... quebra a buceta da mamãe... ai, ai, ai... tô gozando já... aaaahhhhh! O corpo dela tremeu inteiro. Eu via o suco escorrendo pela pica do Lucas, molhando as bolas dele. Ela não parou. Continuou quicando mais rápido, gemendo sem controle. - Não para... não para... me fode mais... quero gozar de novo... porra, que delícia... Lucas virou ela de quatro de repente. Clara empinou a bunda alta, buceta vermelha e inchada brilhando. Ele cuspiu no cu dela e enfiou dois dedos, abrindo devagar. - Quero foder esse cu também, mãe... - Sim, meu amor... enfia no meu cu... a mamãe aguenta tudo de você... Ele colocou a cabeça da pica no cuzinho apertado e empurrou. Clara mordeu o travesseiro, gemendo alto de dor e prazer. - Aaaaiii... devagar... tá abrindo meu cu... que pica grossa... ai, que gostoso... Lucas começou a meter devagar, depois mais rápido. O cu dela engolia a pica inteira agora. Ele segurava os quadris dela, batendo forte. Plap, plap, plap. Os gemidos dela eram desesperados: - Me fode no cu... mete tudo... sou sua putinha... fode o cu da sua mãe... aaaahhh... tô gozando de novo... porraaa! Ele puxou a pica do cu e enfiou de volta na buceta, alternando os buracos. Clara delirava, babando no lençol. - Isso... usa os dois... me enche... quero leite quente dentro... Eu não aguentei. Entrei no quarto sem pensar. Os dois pararam por um segundo, olhos arregalados, mas o tesão foi maior. - Porra... você viu tudo – Lucas disse, ainda com a pica dentro da mãe. Clara sorriu safada, buceta piscando. - Vem, filho. Entra. A mamãe tem buraco pra dois. Eu tirei a roupa rápido. Meu pau estava duro pra caralho. Clara puxou minha pica e começou a chupar enquanto Lucas voltava a foder a buceta dela por trás. - Hmmm... duas picas... que delícia... duas picas duras e latejando pra mamãe... – ela gemia entre chupadas. Lucas metia forte, fazendo os peitos dela balançarem enquanto ela mamava minha pica com vontade. O quarto cheirava a sexo: buceta molhada, suor, porra. - Troca comigo – Lucas disse. Ele deitou e Clara sentou na pica dele de novo, de costas pra ele, rebolando. Eu me ajoelhei na frente dela e enfiei na boca. Depois, ela se inclinou pra frente e eu enfiei na buceta também, os dois paus esticando ela ao mesmo tempo. - Aaaahhh! Tô cheia... duas picas na minha buceta... me rasga... ai, meus filhos... que tesão... Gemíamos os três juntos. Eu sentia a pica do Lucas roçando na minha dentro dela. Clara tremia, gozando sem parar, suco jorrando. - Goza dentro... os dois... enche a buceta da mamãe... Não demorou. Lucas gozou primeiro, jatos grossos enchendo a buceta. Eu segui, pintando o interior dela de porra quente. Clara gritou, corpo convulsionando num orgasmo violento. - Aaaaiii... tô sentindo... quente... porra dos meus filhos... delícia... Caímos os três na cama, suados, ofegantes. Clara beijou a boca do Lucas demoradamente, depois a minha. - Isso fica entre nós... mas sempre que quiserem, a mamãe tá aqui pra cuidar dos dois. Eu sorri, ainda sem acreditar. A suspeita tinha virado realidade, e era muito mais safada do que eu imaginava. Eles continuaram por semanas. Eu virava voyeur quase toda noite. Uma vez, entrei e peguei a Clara sentada no colo do Lucas na cadeira do computador, quicando devagar enquanto ele jogava. Ela rebolava gostoso, gemendo baixinho pra não fazer barulho. - Devagar, filho... a pica tá batendo tão fundo... ai... continua jogando... a mamãe goza assim... Outra noite, ela estava no banho com ele. Eu abri a porta e vi ela de quatro no box, Lucas fodendo o cu dela enquanto a água caía. Sabonete escorria pelos corpos. - Enfia mais... lava meu cu com sua pica... aaaah... que delícia... Eu entrei, tirei a roupa molhada e enfiei na buceta dela por baixo. Dupla penetração no banho, os gemidos ecoando no banheiro. - Meus filhos... me usando... sou a puta de vocês... fodem... fodem... O gozo misturava com a água, escorrendo pelas pernas dela. Teve uma tarde que ela ficou nua no quarto, trocando de roupa na frente do Lucas como sempre. Mas dessa vez ela sentou na cama, abriu as pernas e mandou: - Vem chupar a buceta da mamãe, filho. Lucas se ajoelhou e enfiou a língua fundo, sugando o grelinho, enfiando dedo no cu. Ela segurava a cabeça dele, rebolando na cara. - Isso... lambe meu grelinho... enfia a língua na buceta... ai, que filho safado... Eu assistia da porta, pau na mão. Quando ela gozou na boca dele, me chamou: - Vem, troca com seu irmão. Quero porra fresca na boca. E assim foi. Noites e noites de sacanagem sem limite. Clara virava uma puta insaciável pros dois filhos. Ela pedia pra gente gozar nos peitos, na cara, dentro da buceta, no cu. Adorava quando a gente alternava os buracos, deixando ela pingando porra. Uma noite especial, ela deitou de lado, uma perna levantada. Lucas enfiou no cu, eu na buceta. Metíamos sincronizado, sentindo um ao outro através da carne fina. - Aaaahhh... tô sendo destruída... dois paus me enchendo... goza... goza tudo... Os gemidos dela eram desesperados, roucos, quase animal. O quarto virava um puteiro particular. - Porra, mãe... sua buceta e seu cu são viciantes – eu dizia, metendo forte. - Então fode mais... usa a mamãe... sou sua cadela... aaaaiii! Ela gozava tanto que às vezes squirtava, molhando a cama inteira. Depois lambia nossas picas limpas, sorrindo safada. - Meus filhotes... a mamãe ama isso. Nunca para. E a gente não parava. Todo dia era uma nova foda intensa, chula, cheia de gemidos e porra. A casa virou um ninho de sacanagem proibida, e eu nunca me arrependi de ter espionado aquela primeira noite.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.