A casa estava silenciosa demais naquela tarde. Ana, com seus 43 anos bem vividos, tinha saído do trabalho mais cedo porque o corpo não aguentava mais. A perimenopausa tinha transformado ela numa fera. Buceta latejando o dia inteiro, mamilos duros roçando na blusa, mente cheia de imagens sujas. Ela se masturbava três, quatro vezes por dia, enfiando os dedos fundo na boceta molhada enquanto gemia o nome do filho baixinho. Lucas. Seu Lucas de 19 anos, corpo de homem feito, pau que ela tinha visto por acaso duas semanas atrás. Aquele dia ainda queimava na memória dela. Chegou em casa, ouviu o chuveiro ligado. Pensou que ele já tinha saído pro trabalho. Mas não. A porta do banheiro entreaberta, vapor saindo, e Lucas saiu nu, pingando água, pau semi-duro balançando pesado entre as pernas. Grossa, comprida, veias marcadas, cabeça rosada brilhando. Ana ficou parada no corredor, olhos grudados naquela pica. Ele não viu ela. Secou rápido e entrou no quarto. Desde então, a buceta dela não sossegava. Imaginava aquela rola abrindo ela, batendo fundo, enchendo de porra quente. Hoje ela não aguentava mais só imaginar. O corpo pedia. A mente gritava. Lucas estava em casa, folga do trabalho. Ela ouviu ele no quarto, jogando videogame. Ana vestiu só um robe fino, nada por baixo. Os peitos grandes, ainda firmes apesar da idade, balançavam livres. A buceta já molhada, grelinho inchado roçando na costura do robe. Ela parou na porta do quarto dele, coração martelando. - Lucas... filho... tá ocupado? Ele virou a cabeça, sorriso inocente. - Oi mãe, tudo bem? Acabei de matar uns caras aqui. Ana entrou, fechou a porta devagar. O robe escorregou um pouco no ombro, mostrando a pele macia. - Eu... preciso falar com você. É sério. Lucas pausou o jogo, sentou na cama. Só de short folgado, peito definido, aquele cheiro de homem jovem que deixava ela louca. Ela sentou ao lado dele, mão tremendo quando tocou a coxa dele. - Filho... desde aquele dia que te vi saindo do banho... eu não consigo parar de pensar em você. Na sua pica. Naquela rola grossa que balançava. Eu tô ficando doida, Lucas. Minha buceta tá pingando só de te olhar. Ele piscou, chocado, mas o pau dele já começou a crescer no short. Ana viu o volume. - Mãe... que porra é essa? Você tá falando sério? - Tô, meu filho. Tô desesperada. Me come. Me fode com essa pica que eu vi. Eu quero sentir você dentro de mim, batendo fundo na minha buceta madura. Por favor... A voz dela saiu rouca, gemido misturado. Lucas respirou pesado, mão indo pro pau que já estava duro como pedra. - Caralho, mãe... isso é errado pra caralho... mas... porra, você tá tão gostosa nesse robe. Ana abriu o robe devagar, mostrando os peitos grandes, mamilos escuros duros, a barriga macia, a buceta depilada brilhando de tesão. Os lábios inchados, melados. - Olha como eu tô molhada por você, filho. Toca. Sente como a buceta da sua mãe tá pedindo rola. Lucas hesitou só um segundo. A mão dele subiu pela coxa dela, dedos grossos tocando a boceta quente. Ana gemeu alto. - Aaaahhh... isso, meu filho... enfia o dedo na buceta da mamãe... Ele enfiou dois dedos fundo, sentindo o calor apertado, o mel escorrendo. Ana rebolou no dedo dele, peitos balançando. - Hummm... que delícia... mais fundo, Lucas... abre a buceta da sua mãe... Ele meteu os dedos com força, polegar no grelinho inchado, esfregando rápido. Ana arqueou as costas, gemendo desesperada. - Ai meu Deus... assim... vai fazer eu gozar, filho... aaaahhh porra... O orgasmo veio rápido, buceta apertando os dedos dele, jorrando mel na mão. Ana tremia, olhos revirados. - Gozei... gozei no dedo do meu filho... agora me dá essa pica, Lucas. Quero chupar. Ele tirou o short, a rola pulou pra fora. Grossa, veias pulsando, quase 20cm, cabeça brilhando de pré-gozo. Ana lambeu os lábios. - Que pica linda... maior do que eu imaginava... Ela se ajoelhou entre as pernas dele, mão segurando a base grossa. Cheirava a homem, suor e tesão. Ana lambeu da base até a cabeça, devagar, saboreando. - Hummm... gosto de pau de filho... tão quente... Abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, garganta apertando a rola. Lucas gemeu, mão na cabeça dela. - Caralho, mãe... que boca gulosa... chupa mais fundo... Ana babava, chupando com fome, mão masturbando o que não cabia na boca. Língua rodando no grelinho dele, sugando as bolas pesadas. O quarto enchia de sons molhados, slurp slurp, gemidos. - Mmmph... gluck gluck... que rola deliciosa... me fode a garganta, filho... Lucas segurou o cabelo dela e meteu, fodendo a boca da mãe com força. Ana engasgava, baba escorrendo no queixo, olhos lacrimejando de tesão. - Isso... engole a pica do seu filho... aaaahhh... Depois de minutos babando, ela soltou com um pop molhado. - Agora me fode, Lucas. Quero essa pica na minha buceta. Ana deitou na cama, abriu as pernas bem abertas, buceta exposta, rosada e pingando. Lucas se posicionou, cabeça da rola roçando os lábios molhados. - Tem certeza, mãe? - Fode logo, filho. Enfia essa pica grossa na buceta da mamãe. Me arromba. Ele empurrou. A rola abriu ela devagar, centímetro por centímetro, esticando as paredes quentes. - Aaaaiiiiii... que grossa... vai devagar... aaahhh tá enchendo tudo... Lucas meteu até o fundo, bolas batendo na bunda dela. Ana gritou de prazer. - Aaaahhh porra... tá no fundo... me fode forte agora! Ele começou a bombear, estocadas profundas, ritmadas. A cama rangia. Peitos dela pulavam a cada metida. Ana cravava as unhas nas costas dele. - Isso... mete essa pica... fode a buceta da sua mãe... mais forte... aaaahhh... - Caralho, mãe... sua buceta é tão apertada... tá me apertando inteiro... Os gemidos enchiam o quarto. Ana rebolava, quadril subindo pra encontrar as estocadas. Suor escorrendo entre os corpos. - Hummm... mais fundo... bate no fundo da minha buceta... quero gozar na rola do meu filho... Lucas acelerou, metendo como um animal. O barulho molhado de pica entrando e saindo ecoava. Ele pegou os peitos dela, chupando os mamilos com força. - Delícia... mama os peitos da mamãe enquanto me fode... aaaahhh... O segundo orgasmo dela veio forte, buceta contraindo em volta da pica, esguichando mel nas bolas dele. - Tô gozando... aaaahhh filho... gozando na sua rola... não para... Lucas não parou. Virou ela de quatro, bunda empinada, cu piscando. Passou a rola na fenda, molhando tudo. - Quero foder seu cu também, mãe. Posso? - Fode tudo que é meu, filho. Enfia no meu cu. Quero sentir essa pica arrombando meu rabinho. Ele cuspiu na rola, pressionou a cabeça contra o cu apertado. Ana relaxou, empurrando pra trás. - Aaaaiii... devagar... que grossa... tá abrindo meu cu... aaaahhh... Centímetro a centímetro, a rola invadiu o cu dela. Ana gemia alto, dor misturada com prazer insano. - Isso... fode o cu da mamãe... mete tudo... aaaahhh porra que delícia... Lucas segurou os quadris e começou a meter no cu, cada vez mais fundo. A bunda dela balançava, vermelha dos tapas que ele dava. - Que cu apertado... tá me sugando... vou gozar aqui dentro... - Goza, filho... enche o cu da sua mãe de porra... me usa como uma vadia... As estocadas ficaram selvagens. Ana masturbava o grelinho enquanto levava no cu, gemendo sem parar. - Aaaahhh... tô gozando de novo... no cu... aaaaiiii... Lucas urrou, rola pulsando, jorrando porra quente fundo no cu dela. Jatos grossos, enchendo até transbordar. Eles caíram na cama, ofegantes. Mas não acabou. Depois de minutos, a pica dele endureceu de novo. Ana montou nele, descendo devagar na rola. - Agora eu vou cavalgar essa pica... quero sentir cada veia dentro de mim. Ela subia e descia, peitos pulando, buceta engolindo a rola inteira. Rebolava no fundo, moendo o grelinho na base. - Hummm... que rola... me enche toda... fode a mamãe assim... Lucas segurava a bunda dela, dedo enfiando no cu ainda melado de porra. - Vai, mãe... rebola gostoso... sua buceta tá me matando de prazer... O ritmo aumentou. Ana cavalgava desesperada, suor escorrendo nos peitos, cabelo bagunçado. Gemidos roucos. - Aaaahhh... vou gozar de novo... aperta minha bunda... isso... Mais um orgasmo, corpo tremendo inteiro. Lucas virou ela de lado, perna levantada, metendo de lado, fundo. - Quero te encher de novo... buceta e cu... Ele alternava: tirava da buceta e enfiava no cu, depois voltava. Ana delirava. - Isso... fode os dois buracos... sou sua puta, filho... me usa quando quiser... Horas se passaram. Eles foderam em todas as posições. De pé, contra a parede, ela chupando enquanto ele comia a buceta dela, 69 safado, ele lambendo o cu dela enquanto metia os dedos na buceta. Porra escorrendo nas coxas, lençóis molhados de mel e sêmen. No final da tarde, os dois exaustos na cama, Ana deitada no peito dele, mão brincando com a pica semi-dura. - Filho... isso foi melhor do que qualquer fantasia. Quero que você me foda todo dia agora. Essa pica é minha. Lucas beijou o topo da cabeça dela. - Pode deixar, mãe. Agora que provei essa buceta e esse cu... não vou mais parar. Eles dormiram abraçados, o cheiro de sexo no ar, prometendo mais noites como aquela.
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