Finalmente consegui trepar com meu enteado!

A noite estava quente pra caralho naquela casa grande e vazia. Eu, aos 30 anos, casada com o pai dele há oito longos anos, cheguei da academia por volta das 22h, o corpo ainda suado, a legging preta colada na pele como uma segunda camada, marcando cada curva da minha bunda redonda e firme, o top esportivo apertando os peitos cheios, os mamilos já meio duros do atrito. Meu enteado, o garoto de 19 anos que eu via crescer virando um homem, estava largado no sofá da sala, sem camisa, o peito largo e definido da academia brilhando sob a luz fraca da TV. Ele jogava videogame, os músculos dos braços tensionados, a bermuda folgada mal escondendo o volume que eu já tinha notado crescendo ultimamente quando eu passava perto.
A tensão no ar era palpável, pesada, como se o silêncio gritasse que algo ia explodir. Fui pro banheiro, o coração batendo forte, e deixei a porta entreaberta de propósito. A água quente do chuveiro escorria pelo meu corpo, lavando o suor, mas não a safadeza que fervia na minha buceta. Eu me ensaboava devagar, passando a mão entre as pernas, sentindo os lábios inchados, o grelinho latejando só de imaginar ele ali.
- Ei, filho... traz uma toalha pra mim? Esqueci de pegar.
A voz saiu rouca, convidativa. Segundos depois, a porta abriu. Ele congelou na entrada, os olhos arregalados fixos no meu corpo nu molhado. A água escorrendo pelos meus peitos, descendo pela barriga, pingando na buceta depilada, brilhante. A bermuda dele armou uma barraca na hora, a pica grossa marcando o tecido, latejando visivelmente.
Eu não me cobri. Em vez disso, dei um passo à frente, peguei a mão grande dele e plantei direto no meu peito esquerdo, o mamilo duro roçando a palma quente.
- Olha o que você faz comigo, menino... sente como tá duro.
Ele respirou fundo, o peito subindo rápido, e de repente me puxou com força, colando a boca na minha num beijo faminto, quase bruto. A língua dele invadiu minha boca, chupando, mordendo meu lábio inferior enquanto as mãos grandes apertavam minha bunda por baixo, abrindo as nádegas, um dedo roçando o cuzinho enrugado.
- Porra, mãe... você é tão gostosa... eu sonho com isso toda noite.
O -mãe- saiu rouco, cheio de tesão proibido, e me fez melar inteira. A gente se pegou ali no corredor mesmo, ele me imprensando contra a parede, a boca descendo pro meu pescoço, chupando forte, deixando marcas. Eu gemia alto, desesperada, as unhas cravadas nas costas dele.
- Ai, caralho... chupa mais, filho... mama esses peitos que te criaram.
Ele obedeceu, sugando um mamilo com fome, mordendo de leve, enquanto a outra mão descia e enfiava dois dedos grossos na minha buceta encharcada. O som molhado ecoava, ploc ploc, enquanto ele dedava fundo, roçando o ponto G.
- Tá tão molhada, mãe... essa buceta tá piscando pra mim.
Eu caí de joelhos ali mesmo, puxando a bermuda dele pra baixo. A pica dele saltou, grossa, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo, uns 20cm de tesão puro. Eu lambi da base até a glande, sentindo o cheiro forte de macho jovem, e enfiei tudo na boca, engasgando, babando, chupando com vontade.
- Isso, mãe... chupa a pica do seu filho... engole fundo, porra.
Ele segurava minha cabeça, fudendo minha garganta com estocadas curtas, gemendo alto. Eu olhava pra cima, olhos lacrimejando de tesão, enquanto saliva escorria pelo queixo. Ele me levantou como se eu não pesasse nada, me carregou pro quarto do pai dele e me jogou na cama king size.
- Abre as pernas, vadia... deixa eu ver essa buceta que eu vou comer.
Eu abri bem, os joelhos no peito, mostrando tudo: os lábios inchados, o grelinho protuberante, o mel escorrendo pro cu. Ele mergulhou a cara ali, lambendo como um animal, chupando o grelinho com força, enfiando a língua na buceta, depois no cu, alternando.
- Ahhh! Filho da puta... come minha buceta com essa boca... isso, lambe o cu da mamãe também!
Eu me contorcia, gemendo desesperada, as mãos no cabelo dele, empurrando a cara mais fundo. O orgasmo veio forte, minhas pernas tremendo, squirtando um pouco na cara dele.
- Tô gozando, caralho! Não para, filho... mama tudo!
Ele subiu, alinhou a pica grossa na entrada da minha buceta e meteu tudo de uma vez, sem piedade. A sensação de ser arrombada por aquela rola jovem me fez gritar.
- Ai, porra! Que pica grande... me fode, me rasga!
Ele metia forte, as bolas batendo na minha bunda, o som de carne molhada enchendo o quarto. - Toma, mãe... essa buceta é minha agora... vou encher de porra.
A gente fodeu de quatro, ele segurando meu cabelo como rédea, metendo fundo, batendo no colo do útero. Eu rebolava pra trás, pedindo mais.
- Mais forte, filho... quebra essa buceta da sua madrasta!
Depois eu montei nele, cavalgando como uma louca, os peitos pulando, a buceta engolindo a pica inteira. Ele apertava meus mamilos, me chamando de puta, de vadia safada. Gozei de novo, apertando ele, e senti ele inchar.
- Vou gozar, mãe... toma toda a porra do seu enteado!
Ele explodiu dentro, jatos quentes enchendo minha buceta, transbordando pelos lados enquanto eu rebolava devagar, ordenhando cada gota.
Mas não parou. A gente continuou a noite toda. No chuveiro, ele me fodeu contra a parede, água caindo, minha perna erguida, a pica entrando e saindo rápido. No meio da noite, acordamos e ele me comeu de lado, devagar no começo, depois selvagem, gozando de novo na buceta já cheia.
Pela manhã, eu fazia café de roupão aberto, os peitos à mostra, a buceta latejando. Ele me olhava com fome, mas o dia seguiu tenso, cheio de olhares.
Naquela mesma tarde, a tesão voltou insana. Ele me pegou na cozinha, me curvou sobre a mesa e meteu de novo, rápido e bruto. Depois do terceiro gozo dele na minha buceta, o sêmen escorrendo pelas coxas, ele sussurrou no meu ouvido:
- Agora eu quero esse cu, mãe... vou arrombar ele.
Eu tremi, mas o tesão falava mais alto. - Vai devagar no começo, filho... tá apertado.
Ele cuspiu na mão, passou na pica ainda dura e na minha roseta, e começou a pressionar. A cabeça grossa forçou a entrada, doeu pra caralho, um ardor queimando enquanto ele abria meu cu virgem.
- Ai, merda! Tá doendo... mas não para... enfia mais.
Ele meteu centímetro por centímetro, gemendo rouco. - Porra, que cu apertado... tá estrangulando minha pica.
A dor misturava com prazer insano quando ele começou a bombear devagar. Eu gemia desesperada, lágrimas nos olhos, mas rebolando pra trás.
- Isso... fode o cu da mamãe... rasga ele.
Ele acelerou, metendo fundo, as bolas batendo na buceta melada. O prazer crescia, meu grelinho latejando. Ele enfiava um dedo na buceta enquanto socava o cu.
De repente, ele tirou a pica quase toda. Eu rebolava, o cu piscando, e soltei um peido longo, quente, enquanto rebolava mais.
- Olha isso, filho... tô peidando com seu pau saindo...
Ele riu safado e meteu forte de novo. Cada vez que ele tirava, eu peidava, rebolava, o cu soltando ar e gemendo, e ele voltava com tudo, o som molhado e sujo enchendo o ar.
- Peida mais, vadia... rebola nesse pau enquanto peida!
Eu me acabava, gozando sem parar, o corpo convulsionando, gritos roucos. - Ahhh! Tô gozando no cu! Não para, caralho!
Ele metia cada vez mais selvagem, o cu dilatado, ardendo, mas o prazer era avassalador. Finalmente, ele inchou dentro.
- Vou encher esse cu de porra, mãe!
Ele gozou forte, jatos grossos explodindo fundo no meu intestino. A sensação me fez chorar de prazer, gritar alto, o corpo inteiro tremendo num orgasmo brutal. Meu cu expeliu o sêmen misturado com peidos molhados enquanto ele tirava devagar, eu rebolando, gozando ainda, lágrimas escorrendo pelo rosto.
- Porra... tô gozando tanto... olha o que você fez comigo, filho...
A gente desabou, suados, sujos, o quarto cheirando a sexo proibido, porra, buceta e cu. O tabu tinha virado vício.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Finalmente consegui trepar com meu enteado!

Codigo do conto:
264404

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/06/2026

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