Fumando uma com meu filho, não resisti ao carinho dele!
Eu estava ali no quartinho dos fundos com meu filho, o ar pesado de maconha, aquela fumaça doce e densa que deixava tudo mais lento, mais quente. A gente fumava junto fazia tempo, curtindo a companhia um do outro como sempre, mas naquela noite algo mudou. Sentados no sofá velho, ouvindo uma música baixa que batia no peito, ele pegou minha mão de repente. Os dedos dele eram quentes, firmes, e ele apertou a minha como se não quisesse soltar nunca. Depois, sem pressa, a mão dele desceu pra minha coxa, apertando a carne macia por cima da calça fina de moletom. Eu sorri, relaxada pela erva, e deixei. - Eu te amo, mãe – ele sussurrou com a boca, sem som, só o movimento dos lábios. Eu inclinei a cabeça pra trás, os olhos meio fechados, sentindo aquela mão forte subir devagar pela minha perna. Os dedos massageavam, apertavam, chegavam cada vez mais perto da virilha. Meu corpo respondeu antes da cabeça: um calor subindo pela buceta, uma umidade começando a molhar a calcinha. Olhei pra ele de novo e, num impulso louco, estendi a mão, puxei ele pra cima de mim. Nossos corpos se colaram. Eu abracei ele forte, sentindo o peito largo dele contra os meus peitos, e comecei a beijar ele com fome. Nossas bocas se abriram, línguas se enroscando, saliva misturada, gemidos baixos escapando. - Hummm... filho... – eu murmurei entre beijos, mordendo o lábio dele de leve. Ele se esfregava em mim, o volume duro da pica já marcando contra minha coxa. Nem percebi direito quando ele abaixou o moletom, ficando só de cueca. A mão dele subiu por baixo da minha blusa, dedos quentes roçando a barriga, subindo até quase tocar meus seios. Eu arqueei as costas, querendo mais. Ele tirou a camisa, o corpo jovem, musculoso, brilhando um pouco de suor. Eu vi ele se tocando por cima da cueca, a mão grande apertando o pau grosso que já esticava o tecido. Nossos olhares se encontraram. Ele parou, respirando pesado. - A gente pode ir mais longe, mãe? – perguntou, a voz rouca de tesão. Eu passei as mãos pelo peito dele, descendo pela barriga, sentindo os gominhos. - Mais longe quanto, amor? – respondi, mordendo o lábio. Ele não falou. Só puxou a cueca pra baixo e tirou a pica pra fora. Meu Deus, que pau lindo. Grosso, veioso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo, uns bons 20 centímetros pulsando no ar. Ele acariciou devagar, olhando pra mim com aqueles olhos cheios de desejo proibido. Eu não pensei mais. Puxei ele de volta, beijando com mais força, enquanto minha mão descia e envolvia aquela pica quente. A pele era macia, mas o pau duro como pedra. Comecei a bater punheta lenta, sentindo ele latejar na palma. - Ai, mãe... sua mão tá tão quente na minha pica – ele gemeu, empurrando o quadril pra frente. Eu tirei a blusa, os seios grandes pulando livres, mamilos duros. Ele atacou logo, boca gulosa chupando um, depois o outro, sugando forte, dentes roçando. Eu gemi alto, mão na cabeça dele. - Chupa os peitos da mamãe, filho... isso, assim... morde de leve. Enquanto ele mamava, eu tirei o moletom e a calcinha, abrindo as pernas. Minha buceta estava encharcada, os lábios inchados, o grelinho latejando pedindo atenção. Ele olhou pra baixo e lambeu os lábios. - Caralho, mãe, sua buceta tá tão molhada... tá brilhando pra mim. Ele desceu o rosto, nariz roçando nos pelos curtos, e deu uma lambida longa da entrada até o grelinho. O gosto salgado, o cheiro de mulher excitada misturado com maconha. Eu segurei a cabeça dele, quadril rebolando contra a boca. - Isso, filho... lambe a buceta da mamãe... enfia a língua dentro... ahhh, porra! Ele obedeceu, língua fodendo o buraco, sugando o clitóris, dois dedos entrando fácil na minha xota escorregadia. Eu tremia, gemendo desesperada, os peitos balançando. - Hummm... tá bom demais... não para, amor... vou gozar na sua boca! O orgasmo veio forte, minhas coxas apertando a cabeça dele, buceta pulsando, jorrando um pouco de squirt no rosto dele. Ele lambeu tudo, olhos brilhando. - Deliciosa, mãe. Quero te comer agora. Eu abri mais as pernas, segurando a pica dele e guiando pra entrada. - Enfia essa pica grossa na buceta da mamãe, filho. Me fode. Ele empurrou devagar no começo, a cabeça abrindo meus lábios, esticando a carne quente. Centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Eu senti ele bater fundo, roçando no colo do útero. - Aaaahhh! Que pauzão... tá me enchendo toda... fode, filho, fode forte! Ele começou a meter com ritmo, o saco batendo na minha bunda, barulho molhado de pica entrando em buceta encharcada ecoando no quartinho. Suor escorrendo, peitos pulando, mãos dele apertando minha cintura. - Porra, mãe... sua buceta tá apertando minha pica... tá tão quente e molhada... eu te amo tanto. Eu rebolava por baixo, unhas arranhando as costas dele. - Me fode mais fundo... rasga essa buceta... sou sua vadia agora, filho... usa a mamãe. Os gemidos ficavam mais altos, desesperados. Ele acelerou, metendo como um animal, a pica inchando dentro de mim. Eu gozei de novo, paredes da buceta contraindo forte ao redor dele. - Tô gozando... aaaaiii... enche a buceta da mamãe! Ele não aguentou. Com um grunhido rouco, enterrou fundo e explodiu. Jatos quentes de porra grossa enchendo minha xota, transbordando pelos lados, escorrendo pela bunda. Senti cada pulsada, o sêmen quente marcando dentro. - Toma toda a porra do filho, mãe... caralho... Ficamos ofegantes, ele ainda dentro, porra vazando. Mas não acabou. Ele tirou a pica devagar, brilhando de mistura de gozo e meus sucos. Olhou pra mim com fome ainda maior. - Quero teu cu agora, mãe. Deixa eu foder esse cuzinho apertado. Eu tremi. Era proibido demais, mas o tesão falava mais alto. Virei de quatro no sofá, empinando a bunda, abrindo as nádegas com as mãos. O cu piscava, rosado, virgem pro pau dele. - Vai devagar no começo, amor... tá apertado... mas quero sentir você me arrombando. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e no meu cu. Pressionou. A cabeça forçou, queimando, esticando o anel apertado. Eu gritei de dor misturada com prazer. - Aaaaiii... devagar... tá doendo... mas não para... enfia essa pica no cu da mamãe! Ele empurrou mais, centímetro dolorido após centímetro, até metade. Meu cu queimava, mas a sensação de ser cheia era insana. Ele começou a meter devagar, entrando mais fundo a cada estocada. Lágrimas escorriam dos meus olhos, mas eu rebolava contra ele. - Porra... tá rasgando meu cu... mas tá gostoso... mete mais... ahhh! Ele acelerou, mãos apertando meus quadris, pica indo fundo no intestino. O barulho de bolas batendo na buceta molhada, meus gemidos virando gritos. - Tá apertado pra caralho, mãe... teu cu tá mamando minha pica... vou te foder até você se acabar. Eu gozei de novo, só com pau no cu, corpo convulsionando, buceta jorrando no sofá. - Tô gozando pelo cu... aaaahhh! Não aguento... me fode mais forte! Ele metia selvagem agora, dor virando puro prazer, meu cu se acostumando, piscando ao redor da grossura. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar, filho... tô falando sério... vou soltar tudo... aaaai! Ele riu rouco, sem parar de socar. - Quero exatamente isso... encher esse cu de porra e te ver se cagando pra mim. Os gemidos dele ficaram mais urgentes. Eu sentia o pau inchar ainda mais no cu, latejando. - Tô gozando, mãe... toma no cu! Jatos quentes explodiram fundo no meu intestino, porra grossa enchendo o cu. Eu gritei, gozando outra vez, corpo tremendo inteiro. - Aaaahhh! Tá enchendo meu cu... vou me cagar... porraaa! Ele deu mais algumas estocadas, esvaziando tudo. Depois, devagar, puxou a pica pra fora. Meu cu ficou aberto, piscando, e logo veio: uma mistura de porra branca grossa com fezes moles escorrendo, sujando minhas coxas, o sofá. Eu rebolava, gemendo de vergonha e prazer doentio, empinando mais a bunda pra ele ver. - Olha o que você fez... me fez cagar com a porra no cu... seu safado... mas eu amei... Ele olhava hipnotizado, passando a mão na bagunça, espalhando um pouco. A gente ficou ali, suados, sujos, ofegantes, a maconha ainda no ar. O amor proibido tinha virado uma foda animal, intensa, que nenhum de nós ia esquecer. Depois daquela primeira explosão, ele não me deu descanso. Virou meu corpo de lado, uma perna levantada, e enfiou a pica ainda dura na buceta novamente, misturando a porra que já estava lá. Metia devagar agora, sentindo cada dobra interna, roçando o grelinho com o polegar enquanto entrava fundo. - Sente como tua buceta tá cheia da minha porra, mãe? Tá escorregando tudo... que delícia. Eu gemia baixo, olhos semicerrados, sentindo o pau grosso abrir caminho na meleira quente. - Sim, filho... me usa como quiser... essa buceta é tua agora. Ele aumentou o ritmo, mão apertando meu peito, beliscando o mamilo. O sofá rangia, nossos corpos batendo, suor pingando. Eu sentia outro orgasmo se formando, profundo, vindo das entranhas. - Mais rápido... bate no fundo... quero gozar de novo na pica do meu menino... Ele obedeceu, socando com força, o som molhado ecoando. Meu corpo tremia, pernas abertas ao máximo, buceta inchada pulsando. - Aaaahh... tô gozando... porra, que delícia! Líquido quente jorrou ao redor da pica dele. Ele gemeu, segurando o gozo, e tirou devagar. Virou minha atenção pro cu de novo. - Agora vou arrombar esse cuzinho direito. Prepara. Cuspiu mais, lubrificando o pau sujo de porra e o meu cu já abusado. Empurrou com mais força dessa vez, entrando até o talo num só movimento. A dor foi lancinante no começo, como se estivesse me rasgando ao meio, mas logo virava um prazer doentio, cheio, completo. - Uiuiui... tá doendo pra caralho... mas fode... rasga o cu da mamãe... quero sentir cada veia dessa pica dentro de mim! Ele metia com vontade, mãos segurando meus ombros, quadril batendo contra minha bunda redonda. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, meus gemidos virarem uivos. - Teu cu tá me apertando tanto... parece que vai quebrar minha pica... mas eu amo, mãe... amo te foder assim. Eu rebolava contra ele, sentindo as bolas baterem, o pau tocando lugares proibidos dentro do intestino. O prazer era insano, ondas de gozo subindo pela espinha. - Mais fundo... me destrói... tô virando uma puta viciada no teu pau... aaaaiii! Outro orgasmo me acertou como um soco, cu contraindo forte ao redor da pica, corpo todo se contorcendo. Eu gritava, unhas cravadas no sofá. - Gozando pelo cu de novo... não para... me fode até eu perder os sentidos! Ele continuou implacável, suor escorrendo pelo peito, pingando nas minhas costas. O cheiro de sexo, maconha, suor e porra enchia o ar. Meu cu já estava mais solto, mas ainda apertado o suficiente pra dar prazer. - Vou gozar de novo, mãe... bem fundo nesse cu... - Se gozar dentro, eu vou me cagar de novo, filho... tô sentindo a pressão... por favor, enche... quero sentir tudo saindo... Ele acelerou como um louco, estocadas curtas e profundas. Com um rugido, explodiu outra vez. Sêmen quente jorrando em jatos grossos, enchendo meu intestino até transbordar. A sensação me fez gozar mais uma vez, gritando rouca. - Aaaahhh! Tá enchendo... vou cagar... porraaa! Quando ele puxou o pau devagar, o cu aberto não segurou. Uma avalanche de porra misturada com fezes moles saiu, escorrendo pelas coxas, pingando no chão, eu rebolando e gemendo de prazer vergonhoso, empinando pra ele ver o estrago. - Olha o que teu pau fez... me fez cagar toda suja de porra... mas eu adorei, filho... vem cá, me abraça. A gente se abraçou, sujos, exaustos, mas felizes no proibido. Aquela noite marcou o começo de algo que ia muito além de uma simples brincadeira.
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