Meu padrasto me pegou no flagra me acabando gostoso na siririca!
A tarde estava quente pra porra naquela casa grande e vazia. Eu, a enteada de 19 anos, tinha acabado de chegar da escola, jogado a mochila no canto da sala e me largado no sofá da sala de estar. O corpo ainda ardendo de tesão acumulado o dia todo, pensando naquela pica grossa que via nos sonhos. Tirei a saia do uniforme devagar, a calcinha já encharcada grudando na pele. Sentei de pernas bem abertas, os pés apoiados na mesinha de centro, e comecei a me tocar. Meus dedos deslizavam fácil na buceta molhada, inchada, os lábios carnudos brilhando de tanto tesão. O grelinho latejava, pedindo atenção. Eu circulava ele devagar no começo, gemendo baixinho, depois apertava mais forte, enfiando dois dedos fundo, sentindo a buceta apertar e soltar suco quente que escorria pro sofá. O cheiro de boceta excitada enchia o ar, aquele aroma doce e safado que me deixava ainda mais louca. Não ouvi a porta da frente abrir. Meu padrasto, o homem alto, musculoso, com aquela cara de quem trabalha duro o dia todo, entrou silencioso. Ele me pegou no flagra: eu completamente nua, pernas escancaradas, dedos enfiados até o fundo na minha bucetinha rosada, o corpo se contorcendo no sofá. - Continua, sua putinha safada. É isso que você merece por se masturbar no meio da sala como uma vadia no cio. A voz dele era rouca, grave, cheia de autoridade. Eu parei por um segundo, o coração disparado, mas o tesão foi maior. Olhei pra ele e vi o volume enorme na calça jeans, a pica já endurecendo, marcando o tecido. Voltei a me tocar, mais devagar agora, exibindo tudo pra ele. Meus dedos entravam e saíam com um som molhado, schlick schlick, a buceta fazendo barulho de tão encharcada. - Olha só pra essa bucetinha gulosa... Tá pingando no sofá todo. Boa menina, continua se dedando pra mim. Ele tirou a camisa devagar, revelando o peito largo, os músculos definidos. Ficou só de cueca boxer preta e camiseta fina, mas logo puxou a camiseta também, jogando no chão. A cueca mal continha aquela pica grossa, veias saltadas, a cabeça inchada empurrando o elástico. Eu gemia mais alto, os olhos fixos naquela montanha. - Ahhh... Padrasto... Eu tô tão molhada... Olha como minha buceta tá piscando pra você... Ele se aproximou, sentou na poltrona em frente, abrindo as pernas pra eu ver melhor o pau latejando. Eu acelerei os movimentos, esfregando o grelinho com o polegar enquanto enfiava três dedos agora, sentindo a buceta esticar, o suco escorrendo pelas coxas. O orgasmo veio forte, me fazendo arquear as costas, os peitos empinados, mamilos duros como pedra. Gritei desesperada: - Tô gozando! Ahhh porra, tô gozando na frente do meu padrasto! O corpo inteiro tremeu, a buceta contraindo forte em volta dos dedos, jorrando um pouco de squirt misturado com o gozo. O sofá ficou marcado com uma mancha escura e cheirosa. Ele sorriu, se levantando. Pegou a camiseta dele do chão e veio até mim. Primeiro limpou o sofá com ela, passando devagar no lugar onde eu tinha gozado, depois virou pra mim. - Agora deixa eu limpar essa bucetinha suja da minha putinha. Ele pressionou o tecido macio contra minha buceta ainda sensível. Esfregou devagar no começo, limpando o excesso de suco, mas logo começou a pressionar mais forte, esfregando pra frente e pra trás com força, o pano áspero roçando meu grelinho inchado. - Isso... assim... ahhh caralho, tá bom demais... Eu rebolava contra a camiseta, sentindo o tecido absorver tudo, o cheiro da minha buceta misturando com o suor dele. Ele apertava mais, enfiando um pedaço da camiseta entre os lábios da buceta, fodendo devagar com o tecido. - Goza de novo pra mim, vadia. Goza na camiseta do seu padrasto. Não demorou. O segundo orgasmo veio mais intenso, eu gritando, as pernas tremendo, gozando forte, molhando a camiseta toda. Ele tirou o pano encharcado e cheirou fundo, gemendo satisfeito. - Que cheiro gostoso de boceta nova... Agora vem aqui, sua safada. Ele me puxou pro colo dele, me sentando de frente, minha buceta molhada roçando na cueca esticada. A pica dele pulsava quente contra mim. Ele abaixou a cueca e liberou aquela monstrosidade: grossa como meu pulso, veias grossas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 22 centímetros de pura carne dura. - Olha o tamanho dessa pica, menina. Vai caber todinha na sua bucetinha apertada. Eu segurei ela com as duas mãos, sentindo o calor, a pele macia por cima da rigidez. Masturbei devagar, espalhando o pré-gozo que escorria. Ele gemeu baixo, segurando meus cabelos. - Chupa primeiro, putinha. Quero ver essa boca safada trabalhando. Me ajoelhei entre as pernas dele, abri bem a boca e engoli a cabeça grossa. O gosto salgado e masculino me encheu a boca. Chupei com fome, lambendo as veias, descendo o máximo que conseguia, engasgando um pouco quando batia no fundo da garganta. Babava tudo, saliva escorrendo pelo queixo, molhando as bolas pesadas dele. - Isso, engole mais fundo... Que boquinha gulosa... Porra, tá chupando como uma profissional. Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca com estocadas curtas mas firmes. Eu gemia com a pica na boca, os sons abafados, molhados. Depois de minutos ele me puxou pra cima, me jogou de novo no sofá, abriu minhas pernas bem largas. - Agora vou comer essa buceta virgem de verdade. Ele esfregou a cabeça da pica na minha entrada, molhando tudo com minha lubrificação e a saliva dele. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, esticando minha buceta ao limite. Doía um pouco no começo, mas o prazer era maior. - Ai caralho... Tá muito grossa... Tá abrindo minha buceta toda... - Aguenta, vadia. Essa bucetinha vai aprender a tomar pica de homem. Ele meteu até o fundo, as bolas batendo na minha bunda. Começou a foder forte, o sofá rangendo, o som de carne contra carne ecoando na sala. Ploc ploc ploc, rápido e fundo. Meus peitos balançavam, eu segurava nas costas dele, unhas cravando. - Mais forte! Me fode, padrasto! Rasga minha bucetinha! Ele acelerava, suando, gemendo rouco. Eu gozei pela terceira vez, a buceta apertando forte em volta da pica dele, esguichando um pouco. - Tô gozando de novo! Ahhh porraaa! Ele não parou. Continuou metendo como um animal, mudando de posição: me virou de quatro, segurando meus cabelos como rédea, batendo forte na bunda enquanto metia fundo. - Olha esse cu piscando enquanto eu como a buceta... Tá pedindo pra ser fodido também. Depois de mais de meia hora de foda intensa, ele avisou que ia gozar. - Vou encher essa buceta de porra quente, sua putinha. - Goza dentro! Me enche toda! Ele deu umas estocadas finais brutais e explodiu. Jatos grossos e quentes de sêmen jorrando fundo na minha buceta, enchendo até transbordar. Senti cada pulsada, a pica inchando dentro de mim. Gozei junto, gritando desesperada. - Tá enchendo tudo! Sinto a porra quente batendo no fundo! Ele ficou lá dentro um tempo, depois tirou devagar, um rio de porra misturada com meus sucos escorrendo da buceta aberta, pingando no sofá. Mas ele não tinha terminado. Virou-me de lado, levantou uma perna minha e apontou a pica ainda dura, suja de porra e suco, pro meu cu virgem. - Agora vai tomar no cu, menina. Vai doer, mas você vai adorar. - Não... Tá muito grande... Meu cu é apertadinho... - Cala a boca e relaxa. Ele cuspiu na mão, passou no cu piscando e na pica, depois pressionou a cabeça grossa contra o anel apertado. Empurrou forte. Doeu pra caralho no começo. Eu gritei, o corpo tensionando. - Ai ai ai porra! Tá rasgando meu cu! Tá doendo muito! Ele segurou firme meus quadris e meteu mais, centímetro por centímetro, ignorando meus gemidos de dor. A pica esticava o cu ao máximo, queimando, ardendo, mas misturado com um prazer profundo que eu nunca senti. - Relaxa o cu, vadia. Deixa ele engolir minha pica. Depois de minutos lutando, ele estava todo dentro. Começou a foder devagar, saindo quase tudo e enfiando de novo. A dor foi virando prazer insano. Meu cu se acostumava, apertando em volta da grossura dele. - Agora tá gostoso... Ahhh fode meu cu... Mais fundo! Ele acelerou, metendo com força, as bolas batendo na minha buceta cheia de porra. Eu me acabava de gozar, o corpo convulsionando, gozo escorrendo da buceta enquanto o cu era arrombado. - Tô gozando com esse pau no meu cu! Ahhh caralho, tô gozando de novo! Gemia desesperada, lágrimas de prazer escorrendo. Ele metia sem parar, suado, rosnando. - Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar toda! Não goza dentro, por favor! Mas ele não parou. Fodia mais forte, o cu fazendo barulhos molhados e obscenos. - Vou gozar sim, sua putinha. Vou encher esse cu virgem de porra. - Nãooo! Se gozar eu vou cagar! Ahhh porra tô gozando de novo! O orgasmo foi o mais forte da vida. Eu gritei como louca, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando tanto que quase expulsava a pica. Ele rugiu e explodiu dentro do meu cu, jatos grossos de sêmen quente enchendo as entranhas. - Tá gozando no meu cu! Sinto a porra quente! Ele tirou a pica devagar. Assim que a cabeça saiu do cu arrombado, eu não consegui segurar. Rebolei desesperada, o cu piscando aberto, e comecei a cagar mesmo. Um jorro de merda mole misturada com a porra branca dele saiu, escorrendo pela minha bunda, pingando no sofá, o cheiro forte e sujo enchendo o ar. Eu rebolava, gemendo de vergonha e prazer residual. - Olha o que você fez... Caguei tudo misturado com sua porra... Que nojeira... Ele olhava satisfeito, passando a mão na bagunça, esfregando na minha bunda. - Boa menina. Agora você é minha vadia completa. A sala cheirava a sexo, suor, porra e merda. Nós dois ofegantes, sujos, exaustos, mas com aquele tesão que ainda não acabava.
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