Após nadar na piscina com minha irmã, passei a rola nela!
A tarde estava quente pra cacete na casa da minha irmã. Ela, com seus 22 anos, era aquela latina baixinha que fazia qualquer um virar a cabeça. Cabelos negros longos e sensuais caindo pelas costas, seios fartos que balançavam a cada passo, e um bumbum redondo, empinado, do tamanho perfeito que me deixava com a pica latejando toda vez que eu via ela de shortinho ou biquíni. Eu, com 26, tentava disfarçar, mas era impossível não imaginar aquelas curvas enquanto a gente convivia tão perto. A gente passou o dia todo juntos, rindo, bebendo cerveja gelada e batendo papo. Quando o sol começou a baixar, decidimos pular na piscina. Ela apareceu com aquele biquíni preto de duas peças que mal dava conta do recado. A parte de cima apertava os seios dela de um jeito que metade da carne farta escapava, os mamilos marcando o tecido fino. A calcinha sumia entre as nádegas grossas, deixando quase tudo à mostra. Meu pau já deu sinal de vida dentro da sunga. - Porra, mana, você tá uma delícia hoje hein – eu disse, tentando soar casual enquanto entrávamos na água. Ela riu, aquele riso manhoso de quem já estava um pouco alta. - Cala a boca, seu safado. Vem logo pra água que tá quente pra caralho aqui fora. Nadamos um tempo, brincando, jogando água um no outro. Depois de umas duas horas, o céu escureceu e a bebida bateu mais forte nela. Minha irmã ficou tonta, rindo sem parar, os olhos brilhando. - Tá muito calor, irmão. Que tal a gente tirar tudo e nadar pelado? Ninguém vai ver mesmo. Fiquei surpreso, o coração acelerando. Mas não ia dizer não pra aquilo. Tirei a sunga ali mesmo, meu pau enorme balançando pesado na água. Os olhos dela foram direto pra ele. Ela mordeu o lábio. - Caralho... você tá impressionante, hein? Essa pica é gigante mesmo. Sempre imaginei, mas ver assim... porra. Ela desamarrou o biquíni devagar. Primeiro a parte de cima, os seios fartos saltando livres, mamilos pequenos e marrons já duros. Depois a calcinha, revelando a buceta quase toda depilada, só um fiozinho de pelos pretos acima do grelinho inchado. O cu redondo, a bunda perfeita brilhando molhada. Meus olhos deviam estar saltando das órbitas. - Olha só pra você, mana. Que buceta linda... e essa bunda, meu Deus, eu morreria pra enfiar a cara aí. A gente começou a nadar em volta um do outro, os corpos se roçando. Virou uma luta brincalhona na água. Nossos peitos deslizavam, minhas mãos agarravam sem vergonha. Meu pau duro pra caralho cutucava tudo: as coxas grossas dela, a barriga, os seios macios, a buceta quente mesmo na água fria. Num momento, quando ela passou por mim, a cabeça da pica roçou direto nos lábios da buceta dela, depois subiu e encostou no cu. - Ai, porra! – ela gemeu, a voz rouca. – Sua pica tá roçando na minha bucetinha... tá duro pra caralho, irmão. Eu não aguentei e agarrei aqueles seios fartos com as duas mãos, apertando, torcendo os mamilos. - Esses peitos são perfeitos, mana. Tão macios... quero chupar eles até você gritar. Ela riu, mas o riso virou gemido quando minha mão desceu e apertou a bunda redonda, um dedo roçando o cuzinho enrugado. - Safado... você tá pegando na minha bunda toda. Gosto disso... aperta mais forte. A luta virou puro tesão. Nossos corpos se embolavam na água, pernas entrelaçando, meu pau latejando contra ela o tempo todo. Eu roçava a pica dura na fenda da buceta dela, sentindo o calor saindo dali. Ela rebolava devagar, pressionando o grelinho inchado contra a minha vara. - Hmm... ai, caralho... tá roçando no meu grelinho... continua, irmão, não para. Gemidos desesperados escapavam da boca dela enquanto eu apertava tudo. Minhas mãos estavam em todo lugar: apertando os seios, enfiando um dedo na buceta molhada, agarrando a bunda e abrindo as nádegas. - Sua buceta tá encharcada, mana. Tá pingando mesmo na água. Quer minha pica, né? Quer que eu te foda aqui na piscina? - Quero... porra, quero sim. Mas vamos devagar... ai, gemeu ela, a voz falhando quando enfiei dois dedos na bucetinha apertada. A gente se cansou da brincadeira depois de um tempo que pareceu eterno. Saímos da piscina, os corpos brilhando. Ela nem se cobriu, caminhando nua pra dentro de casa, a bunda rebolando a cada passo. Joguei a toalha no chão e segui, meu pau ainda duro apontando pra cima. Dentro de casa, sob a luz, eu vi tudo com mais clareza. Os seios balançando, a buceta inchada dos roçamentos, o cu perfeito. Ela se virou pra mim no corredor. - Olha o que você fez comigo... tô toda molhada, irmão. Sua pica ainda tá assim? – perguntou, olhando direto pro meu pau. - Tá latejando por você, mana. Nunca vi uma mulher tão gostosa. Essa buceta, esse cu... quero comer tudo. Ela mordeu o lábio de novo e foi pro quarto "se trocar", mas deixou a porta entreaberta. Eu me troquei também, mas meu pau não amolecia. Quando saí, ela me acompanhou até o carro, ainda nua, o corpo iluminado pela luz da varanda. - Boa noite, irmão – disse, dando um beijo na minha bochecha. Mas o beijo demorou, os seios encostando no meu peito. Eu queria ficar, queria perguntar se ela queria que eu entrasse de novo, mas ela estava alta demais. Fui pra casa com a cabeça explodindo de tesão, imaginando o que poderia ter rolado se eu tivesse ficado. Mas a noite não terminou ali pois naquela mesma noite, depois que eu cheguei em casa, o celular vibrou. Era mensagem dela. - Não consigo dormir... tô pensando na sua pica enorme roçando em mim na piscina. Vem pra cá de novo? Meu pau endureceu na hora. Voltei voando. Quando cheguei, ela abriu a porta completamente pelada, os cabelos molhados caindo nos ombros, os mamilos duros. - Entra logo, irmão. Tô louca pra sentir essa pica de verdade. Não perdi tempo. Agarrei ela ali no hall, beijando a boca com fome, línguas se enrolando. Minhas mãos desceram pros seios fartos, apertando forte, chupando um mamilo enquanto ela gemia. - Ai, caralho... chupa mais forte, irmão. Morde esse bico. Desci a boca pela barriga até a buceta. Ajoelhei e abri as pernas dela. O cheiro de tesão era forte. Lambi o grelinho inchado devagar, depois enfiei a língua na fenda molhada. - Porra, mana... sua buceta é deliciosa. Tão quente, tão molhada. Ela agarrou meus cabelos, pressionando minha cara. - Come minha bucetinha, vai... lambe esse grelinho... ai, ai, tá bom pra caralho! Os gemidos dela ficaram desesperados enquanto eu chupava, enfiando dois dedos fundo, curvando pra acertar o ponto G. O corpo dela tremia, as coxas apertando minha cabeça. - Vou gozar... porra, irmão, não para... aaaahhh! Ela gozou forte, esguichando um pouco na minha boca, o corpo convulsionando. Mas não parei. Levantei ela no colo, carregando pro quarto, meu pau roçando no cu dela. Joguei ela na cama e abri as pernas bem abertas. A buceta brilhava, inchada, vermelha de tanto tesão. - Agora vou te foder, mana. Vou enfiar essa pica toda nessa bucetinha apertada. - Enfia logo, caralho! Quero sentir você me arrombando. Posicionei a cabeça grossa na entrada e empurrei devagar. Ela era apertada pra porra. Centímetro por centímetro, senti as paredes quentes engolindo minha vara. - Ai... tá grande demais... mas continua... me fode fundo! Comecei a meter com força, os seios dela pulando a cada estocada. O barulho de pele contra pele enchia o quarto junto com os gemidos. - Que buceta gostosa... tá engolindo minha pica toda, mana. Olha como tá molhada. - Mais forte... me fode como uma puta... aaaah, caralho, tá batendo no fundo! Virei ela de quatro, admirando aquela bunda redonda. Abri as nádegas e cuspi no cu, roçando o dedo enquanto metia na buceta. - Esse cu também é meu, né? Um dia vou arrombar ele também. - Sim... tudo seu... me come, irmão! Meti mais fundo, agarrando os cabelos longos dela, puxando enquanto estocava. Os gemidos viraram gritos. - Tô gozando de novo... porra... aaaaiii! O corpo dela apertou minha pica, ordenhando. Não aguentei e gozei junto, enchendo a bucetinha de porra quente, jatos grossos. A gente caiu na cama, suados, ofegantes. Mas a noite estava só começando. Depois de um tempo descansando, ela montou em mim, rebolando devagar, os seios balançando no meu rosto. - Agora eu vou cavalgar essa pica enorme... olha como ela some toda na minha buceta. Rebolava gostoso, subindo e descendo, o grelinho roçando na base. Eu chupava os mamilos, apertava a bunda. - Que delícia, mana... sua bucetinha tá me mamando. Os movimentos ficaram mais rápidos, desesperados. Gemidos ecoavam. - Tô sentindo de novo... vou gozar cavalgando você... hmm... caralho! Ela gozou tremendo, e eu enchi ela mais uma vez. A gente fodeu em todo canto: no banheiro, contra a parede, na mesa da cozinha. Eu comi a buceta, chupei o cu, meti os dedos enquanto ela gritava de prazer. Diálogos sujos o tempo todo. - Enfia no meu cu agora, irmão... quero sentir essa pica grossa abrindo meu cuzinho. Lubrifiquei com a própria porra e empurrei devagar no cu apertado. Ela gemeu alto. - Ai, dói... mas continua... me arromba esse cu! Depois de acostumar, meti fundo, fodendo a bundinha redonda enquanto ela masturbava o grelinho. - Que cu guloso... tá apertando minha pica toda. Gozamos juntos mais uma vez, exaustos, corpos colados. A noite virou madrugada de pura sacanagem entre irmãos, sem limites, só tesão cru e gemidos desesperados. E a gente sabia que aquilo ia se repetir muitas vezes.
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