Namorado de minha irmã tava no banho, daí aproveitei pra matar a saudade de comer a bucetinha dela!
A casa estava quieta naquela tarde quente, o tipo de silêncio que deixa a gente nervoso. Fazia poucos dias que o namorado da minha irmã, o Lucas, tinha pedido pra ficar lá em casa enquanto a reforma da casa dele rolava. Minha mãe achou normal, afinal ele era gente boa, educado, daqueles que ajudam na cozinha. Eu, com meus vinte anos, só dei de ombros e continuei minha vida. Voltei da academia suado pra caralho, a camiseta grudada no peito, o moletom cinza meio baixo na cintura, e o corpo ainda quente do treino pesado. Entrei em casa e ouvi o barulho do chuveiro ligado no banheiro do corredor. O Lucas tomando banho, demorando no banho dele. Fui direto pro quarto da minha irmã, empurrando a porta devagar. Lá estava ela, deitada na cama de casal, de shortinho jeans curto e uma regata fina branca que marcava os bicos dos peitos. Mexia no celular, as pernas cruzadas, o cabelo castanho solto bagunçado no travesseiro. Ela olhou pra mim e sorriu daquele jeito safado que só eu conhecia. - Ei... posso ficar um pouco aqui contigo até ele terminar? – perguntei baixinho, fechando a porta atrás de mim. Ela assentiu, dando um tapinha na cama ao lado dela. Sentei, sentindo o cheiro dela misturado com o perfume barato que ela usava. Passaram uns minutos de silêncio, mas minha cabeça não parava. Fazia tempo que a gente não rolava nada, desde que ela começou a namorar sério. A curiosidade me comeu por dentro. Olhei pra ela e soltei: - E aí, maninha... ele tá te dando prazer direitinho?Do jeito que eu dava antes? Ela mordeu o lábio inferior, corando um pouco, mas os olhos dela brilharam. Olhou rápido pra porta, conferindo se o chuveiro ainda estava ligado, e respondeu quase sussurrando: - Pra ser sincera, ele é ok na cama. A pica dele é bem grande, grossa, mas ele só sabe se dar prazer. Não me faz gozar igual você fazia... me deixava louca, molhada, tremendo. Meu pau deu uma pulsada forte dentro do moletom só de ouvir aquilo. Ela continuou, a voz ficando rouca: - A gente não pode mais fazer isso, né? Mas... caralho, eu tô precisando tanto de um orgasmo de verdade. Meu desejo tá lá em cima esses dias, a buceta latejando o dia todo pensando em você. Fiquei parado ali, o suor escorrendo pelo meu peito nu, o corpo ainda quente da academia. Sem pensar duas vezes, levantei um pouco o quadril, abaixei o moletom e a cueca de uma vez. Minha pica saltou pra fora, já meio dura, pesada, a cabeça rosada brilhando. Comecei a acariciar ela devagar com a mão, olhando nos olhos da minha irmã. - Vamos lá, irmãzinha... me mostra o que você tava perdendo todo esse tempo. Olha como ela tá sentindo sua falta. Ela respirou fundo, os olhos fixos na minha rola. Sem dizer mais nada, sentou na cama, tirou a regata devagar, os peitos firmes pulando livres, bicos duros como pedrinhas. Depois o shortinho e a calcinha, revelando a bucetinha depilada, já brilhando de tesão, os lábios inchados e molhados. Ajoelhou na minha frente, o olhar faminto. - Porra, que saudade dessa pica grossa... – murmurou ela, segurando a base com a mãozinha quente. Lambeu de baixo pra cima, devagar, a língua quente passando pela veia inchada, subindo até a glande. Chupou a ponta, sugando gostoso, fazendo barulhinhos molhados. Eu gemi baixo, segurando a cabeça dela com as duas mãos: - Isso... chupa a pica do irmãozinho, vai... engole mais fundo. Ela obedeceu, enfiando metade da minha pica na boca quente e molhada, a língua rodando em volta. Eu balançava a cabeça dela devagar, pra frente e pra trás, controlando pra não fazer barulho demais. O chuveiro ainda corria lá fora, mas o risco deixava tudo mais gostoso. Ela babava, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos lacrimejando enquanto tentava engolir mais. - Hmmm... delícia... sua pica tem gosto de homem de verdade – ela sussurrou quando tirou pra respirar, lambendo as bolas. Levantei ela apressado, puxando pro meu colo. Beijamos de língua, um beijo molhado, desesperado, línguas se enrolando, saliva trocando. Minhas mãos apertavam a bunda redonda dela, dedos afundando na carne macia. Esfreguei minha pica dura na xoxota molhada, sentindo o calor e a lubrificação dela escorrendo. - Tá tão molhada... essa bucetinha tá pedindo pra ser comida – rosnei no ouvido dela. Ela gemeu baixinho, rebolando contra mim: - Enfia logo... por favor... mete essa pica grossa na minha buceta apertada. Segurei ela pela cintura, levantei um pouco e posicionei a cabeça da pica na entradinha quente. Deslizei devagar no começo, sentindo a buceta dela me agarrar, quente, molhada, apertadinha como eu lembrava. Entrei todo, centímetro por centímetro, até as bolas encostarem na bundinha dela. - Aaaahhh... caralho... que delícia... tá me enchendo toda... – ela gemeu no meu ouvido, unhas cravando nas minhas costas. Comecei a socar devagar no início, segurando ela apertado contra meu peito suado. O quarto enchia com o barulho molhado da pica entrando e saindo da buceta encharcada. Aumentei o ritmo, metendo mais forte, mais fundo. Ela mordia meu ombro pra abafar os gemidos. - Isso... soca essa buceta... me fode gostoso... eu tava louca pela sua pica, irmão... o Lucas não sabe comer igual você... – ela sussurrava entre gemidos. Eu acelerava, o suor pingando dos dois, corpos colados. Segurava a bunda dela e levantava e baixava, metendo com força. A cama rangia baixinho, mas o chuveiro ainda disfarçava. Ela rebolava no meu colo, a buceta piscando em volta da minha rola. - Ai... ai... vai... mais forte... tá batendo no fundinho... meu grelinho tá pegando fogo... – gemia desesperada. Virei ela de quatro na cama rapidinho, sem sair de dentro. Segurei os quadris e comecei a meter por trás, vendo a bundinha empinada, o cu piscando. Metia fundo, as bolas batendo na buceta molhada. Ela enterrava o rosto no travesseiro, gemendo abafado: - Porra... assim... me rasga... fode sua irmãzinha... eu sou sua putinha... aaaahhh... tá tão fundo... Eu suava pra caralho, as mãos apertando a cintura dela, metendo implacável. O quarto cheirava a sexo, suor e buceta molhada. Lembrei das vezes antigas, quando a gente transava escondido no quarto dela, o risco de ser pego pela mãe deixando tudo mais intenso. Agora era ainda melhor, com o namorado dela a poucos metros. - Tá gostando, maninha? Tá sentindo a diferença dessa pica? – perguntei, dando um tapa leve na bunda. - Tô... tô gozando... não para... soca mais... aaaahhh... meu Deus... – ela tremia, a buceta apertando forte em volta da minha pica. Continuei metendo sem parar, sentindo o orgasmo dela apertando. Não aguentei mais. Empurrei fundo e gozei forte, atirando cordas grossas de porra quente bem no fundo da buceta dela. Trememos juntos, corpos convulsionando, gemidos abafados. - Porra... toma toda a porra do irmão... enche essa buceta... – rosnei. Ficamos ali uns segundos, eu ainda dentro dela, pulsando, ela tremendo. Beijamos de língua mais uma vez, molhado, preguiçoso, saboreando o gosto um do outro. Saí devagar, vendo a porra escorrendo da bucetinha inchada. Ela virou, sorriu safada e sussurrou: - Caralho... precisava disso. Mas vai... sai antes que ele termine o banho. Levantei o moletom correndo, ainda com o pau semi-duro sujo de porra e lubrificação dela. Dei um último beijo rápido e saí do quarto, coração disparado. Fui pro meu quarto, fechando a porta, ouvindo o chuveiro finalmente desligar. Deitei na cama, sorrindo, o corpo ainda formigando. A gente tinha conseguido de novo. E eu sabia que não seria a última vez.
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