Pessoal esse conto abaixo, eu escrevi como uma homenagem/prequel a um conto que li anos atrás chamando: Um cão chamado nenê. Vamos a narrativa.... Suzana estava sozinha em casa naquela tarde quente de verão. O marido tinha viajado a trabalho e o silêncio da casa só fazia o calor entre as pernas dela latejar mais forte. Ela era uma mulher de 37 anos, corpo cheio, peitos grandes e pesados que balançavam quando andava, bundona redonda e uma buceta que vivia molhada de tesão reprimido. Nenê, o pit bull forte e musculoso, dormia no canto da sala, mas ela não conseguia parar de olhar para ele. Fazia meses que aquilo tinha começado, aos poucos, como um segredo sujo que ela não conseguia mais controlar. Ela sentou no sofá, abriu as pernas e chamou baixinho: - Vem cá, Nenê... vem com a mamãe, meu cachorrão safado. O cão levantou a cabeça, abanou o rabo e veio cheirando. Suzana já estava sem calcinha por baixo do vestido leve. Ela levantou a barra, expondo a buceta peludinha, os lábios grossos inchados de desejo. O cheiro dela encheu o ar e Nenê aproximou o focinho, farejando forte. A língua quente e áspera dele tocou a coxa dela primeiro, depois subiu devagar até o grelinho. - Ai, porra... isso, lambe a bucetinha da mamãe, Nenê. Lambe gostoso, seu cachorro puto. A língua do pit bull era larga, molhada, e ele lambia com fome, passando por toda a fenda, enfiando a ponta entre os lábios carnudos e batendo direto no clitóris. Suzana gemia baixo no começo, mas logo os gemidos viraram desesperados. Ela segurava a cabeça dele com as duas mãos, empurrando o focinho contra a buceta. - Isso... ai que delícia, sua língua é tão grossa... lambe mais fundo, Nenê! Chupa o grelinho da mamãe, vai! O cão lambia sem parar, babando, fazendo barulhos molhados enquanto a saliva misturada com o mel dela escorria pelas coxas grossas. Suzana rebolava devagar no sofá, os peitos pulando dentro do vestido. O cheiro de buceta excitada e de cachorro enchia a sala. Ela sentia o orgasmo vindo rápido. - Tô gozando, Nenê! Ai, caralho, tô gozando na sua boca, seu cachorro safado! O corpo dela tremeu forte, as pernas apertando a cabeça do cão enquanto jatos quentes de gozo molhavam o focinho dele. Nenê não parava, continuava lambendo, excitado com o gosto. Suzana ofegava, suada, mas o tesão não diminuiu. Ela tirou o vestido, ficou completamente nua, os mamilos duros como pedras. - Vem, meu amor... hoje a mamãe vai te dar tudo. Ela se ajoelhou no chão, empinou aquela bundona branca e abriu as pernas. Nenê farejou o cu e a buceta expostos, o pau vermelho já saindo da bainha, brilhando, grosso e comprido, com a ponta pontuda pingando. Suzana olhou para trás, vendo aquela pica de cachorro latejando. - Olha só que pica linda você tem, Nenê... vem, monta na mamãe. Enfia essa rola de cachorro na minha buceta. O cão subiu nas costas dela, as patas dianteiras agarrando a cintura macia. Suzana sentiu o pau quente roçando na bunda, depois escorregando para baixo até achar a entrada molhada. Com um impulso instintivo, Nenê meteu metade da pica de uma vez. - Aaaaiii, porra! Que grossa... devagar, Nenê... ai que tá rasgando minha buceta! Mas o cão não tinha devagar. Ele começou a bombear rápido, o pau entrando e saindo com força, o nó inchando na base. Suzana gritava de prazer, a buceta esguichando a cada estocada. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc molhado, as bolas do cão batendo na bunda dela. - Mete, Nenê! Fode essa buceta da mamãe! Ai, que pica gostosa... mais fundo, seu cachorro! Me arromba! Ela rebolava contra ele, empurrando a bunda para trás, sentindo o nó pressionando a entrada. O cheiro de sexo animal era forte, suor, buceta e cachorro misturados. Os gemidos dela eram desesperados, quase uivos. - Ai ai ai, tô gozando de novo! Porra, Nenê, sua pica tá me matando de tesão! O orgasmo veio forte, a buceta dela apertando o pau do cão. Nenê rosnava baixo, as estocadas ficando mais curtas e brutas enquanto o nó entrava. De repente ele parou, o corpo tremendo, e jatos quentes de porra grossa de cachorro encheram a buceta dela até transbordar. - Isso, goza dentro! Enche a buceta da Suzana de porra quente, Nenê! Ai, tô sentindo tudo... tá jorrando tanto! A porra escorria pelas coxas dela, branca e espessa, misturada com os sucos dela. Nenê ficou preso uns minutos, o nó travado, pulsando. Suzana gemia fraca, gozando em ondas menores, o corpo todo tremendo de prazer animal. Quando o nó desinchou e ele saiu, um rio de porra escorreu da buceta aberta. Suzana virou de lado, ofegante, mas o tesão ainda queimava. Ela olhou para o pau ainda semi-duro do cão, brilhando de porra e mel. - Agora... agora a mamãe quer no cu, Nenê. Vai doer, mas eu quero sentir você me arrombando o cuzinho. Ela se posicionou de quatro novamente, cuspiu na mão e passou no cu apertado, depois esfregou no pau dele. Nenê cheirou, montou de novo. A ponta pontuda pressionou o anelzinho. - Vai devagar no começo... ai, caralho! Ele empurrou e a cabeça entrou com um estalo. Suzana gritou de dor. - Aaaahhh! Tá doendo, porra! Mas não para... enfia mais, Nenê! O cão meteu mais, o pau grosso abrindo o cu virgem dela centímetro por centímetro. A dor era lancinante, queimando, mas misturada com um prazer sujo que fazia a buceta dela pingar de novo. Suzana mordia o braço, lágrimas nos olhos, mas rebolava. - Ai nenê, meu cu tá ardendo... sua pica é enorme pro meu cu, Nenê! Me fode o cu, seu cachorro! Rasga ele! As estocadas ficaram mais rápidas. O pau entrava quase todo agora, o nó batendo contra o cu esticado. A dor virava prazer puro. Suzana gritava sem parar. - Isso! Mete no meu cu! Ai ai ai, tô gozando com seu pau no meu cu! Porra, Nenê, me fode mais forte! Ela gozava sem tocar na buceta, o corpo convulsionando, o cu apertando o pau dele como um punho. Os gemidos eram roucos, desesperados. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, Nenê! Mas goza, vai! Enche meu cu de porra! O cão rosnou e meteu fundo. O nó entrou com força, travando. Suzana sentiu os jatos quentes explodindo dentro do intestino. - Aaaaaiiiii! Tá gozando no meu cu! Eu tô gozando também! Porra, tô me acabando! O orgasmo dela foi o mais forte da vida, o corpo inteiro tremendo, urros de prazer saindo da garganta. Quando Nenê terminou e começou a puxar o pau, o nó saindo devagar, Suzana rebolava loucamente. - Sai devagar... ai, tá saindo... O pau saiu com um plop molhado e imediatamente o cu dela se abriu. Uma mistura nojenta de porra grossa de cachorro, fezes moles e lubrificação escorreu, sujando as coxas, o chão. Ela rebolava, empurrando, cagando mesmo enquanto gemia de prazer sujo. - Olha o que você fez, Nenê... eu tô cagando sua porra toda misturada... ai, que delícia safada... Suzana caiu de lado, ofegante, o corpo suado, buceta e cu latejando, coberta de porra e sujeira. Nenê lambeu o rosto dela, depois desceu e começou a lamber a mistura que saía do cu. Ela riu fraca, acariciando a cabeça dele. - Você é meu macho agora, Nenê... ninguém nunca me fodeu assim. Amanhã a mamãe vai querer de novo. A tarde continuou com ela deitada no chão, exausta, sentindo o sêmen escorrendo devagar, o cu ardendo deliciosamente. O cheiro forte de sexo animal impregnava tudo. Suzana sabia que aquilo era errado, nojento, proibido, mas o tesão era mais forte que qualquer vergonha. Nenê deitou ao lado, o pau ainda meio de fora, e ela esticou a mão para acariciar devagar, já pensando na próxima vez que ia deixar ele montar e encher os dois buracos. Ela ficou ali horas, repetindo baixinho: - Meu cachorro puto... meu Nenê... você me fode melhor que qualquer homem. O sol se pondo lá fora, a casa silenciosa exceto pelos suspiros satisfeitos dela e o respirar pesado do cão. Aquela relação secreta tinha começado de verdade, e Suzana não queria mais parar. Cada detalhe sensorial ficava gravado: o calor da porra enchendo o cu, a dor queimando virando prazer, o gosto salgado quando ela lambia os dedos sujos depois, o jeito que o corpo dela tremia incontrolável nos orgasmos. Era intenso, animal, cru. E ela amava cada segundo chulo e sujo daquilo.
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