Ajudando minha tia, fui recompensado com buceta!



A noite estava insuportavelmente quente, daqueles calores abafados de verão que grudam a roupa na pele e deixam todo mundo suado antes mesmo de mexer um dedo. Eu tinha acabado de chegar na casa da tia Carla, prima da minha mãe, depois que ela ligou pedindo ajuda pra montar um armário novo. O marido dela tava servindo na Marinha, longe pra cacete, e ela não dava conta sozinha. Minha mãe insistiu: - Vai lá ajudar a Carla, filho. Ela tá precisando e mora pertinho.
Quando ela abriu a porta, meu pau já deu um sinal de vida. Tia Carla tava suada, o cabelo preso num coque bagunçado, gotas escorrendo pelo pescoço e sumindo no decote. O corpo dela era daqueles curvilíneos pra caralho, bunda empinada, cintura marcada e peitos cheios que balançavam de leve com cada movimento. Ela usava uma legging marrom bem justa, marcando a bundona redonda e carnuda, e uma blusinha curta e solta que mal cobria até o umbigo, deixando a barriga lisinha à mostra.
- Nossa, que bom que você veio! - ela disse, me puxando pra um abraço apertado. Os peitos dela espremeram contra meu peito e eu senti o cheiro dela, suor misturado com um perfume doce barato. Meu pau endureceu na hora dentro da bermuda. Ela não soltou logo, ficou ali colada uns segundos a mais.
- Sem problema, tia. Vamos montar essa porra rapidinho - respondi, tentando disfarçar a excitação.
Entramos na sala e as peças do armário estavam espalhadas pelo chão. O ar tava pesado, ventilador no máximo mas só empurrando calor. Ela se curvou pra pegar uma peça grande e a legging esticou na bunda, marcando o fio dental que sumia entre as nádegas grossas. Eu não conseguia tirar os olhos. Enquanto eu parafusava as laterais, ela segurava as partes maiores, inclinada pra frente bem na minha direção. A blusa solta caía pra baixo e eu via os peitos pesados balançando livres, sem sutiã, mamilos escuros e duros roçando o tecido fino.
O suor escorria pelo meu rosto, pelas costas. Ela também tava pingando, a legging molhada nas coxas, o cheiro de mulher suada enchendo o quarto pequeno. Meu pau latejava, duro pra caralho, formando uma barraca na bermuda.
- Segura firme aqui, tia - eu disse, martelando um prego. Ela se abaixou mais, a bunda empinada quase roçando minha virilha. Eu sentia o calor do corpo dela.
- Assim tá bom? - ela perguntou, virando o rosto com um sorrisinho. Os olhos dela brilharam quando viu o volume na minha bermuda. Em vez de se afastar, ela pressionou um pouco pra trás.
Terminamos o armário depois de quase duas horas de suor e tensão. Colocamos no lugar, suados pra porra. Ela me deu outro abraço apertado, o corpo colado no meu. Meu pau cutucou forte a barriga dela.
- Opa... o que é isso aí? - ela murmurou, sem se afastar. Em vez de choque, um sorriso safado surgiu nos lábios carnudos. - Tá excitado ajudando a tia velha?
- Tia, você tá uma delícia suada assim... não aguento - confessei, a voz rouca.
Ela riu baixinho e apertou mais o abraço, roçando a buceta coberta pela legging no meu pau duro.
- Vem cá, safado. Faz tanto tempo que não sinto uma pica de verdade... o maridão tá longe e eu tô louca de tesão.
Não esperei mais. Agarrei a bunda dela com as duas mãos, apertando aquelas carnes grossas, e enfiei a língua na boca dela. O beijo foi molhado, desesperado, saliva misturando com suor. Ela gemeu no meu ouvido:
- Hmmm... que delícia, me aperta essa bundona.
Tirei a blusinha dela num puxão. Os peitos pularam livres, pesados, mamilos duros como pedrinhas. Chupei um com fome, mordiscando, sugando forte enquanto ela gemia:
- Aiiii sobrinho, chupa o peito da tia... morde devagar, porra...
Ela enfiou a mão na minha bermuda e pegou minha pica latejante, masturbando devagar, polegar roçando a cabeça melada de pré-gozo.
- Nossa, que pica grossa e quente... tá babando pra mim.
Abaixei a legging dela até os joelhos. A buceta tava inchada, lábios carnudos brilhando de tesão e suor, o grelinho protuberante pedindo atenção. Cheirei ali, cheiro forte de mulher excitada, e enfiei a língua, lambendo o grelinho com fome. Ela tremeu, segurando minha cabeça:
- Isso... lambe a bucetinha da tia... ai, que língua gostosa, enfia fundo!
Chupei o grelinho, enfiando dois dedos na buceta molhada que fazia barulhos schlick-schlick. Ela gozou pela primeira vez ali, de pé, pernas tremendo:
- Aiiiiii, porra... tô gozandoooooo... não para, não para!
Levantei ela no colo e joguei no sofá velho. Tirei o resto da roupa. Minha pica tava roxa de tão dura, veias saltadas. Ela abriu as pernas:
- Vem, enfia essa pica toda na buceta da tia... me fode gostoso.
Posicionei a cabeça na entradinha quente e molhada e meti devagar, sentindo as paredes apertarem. Centímetro por centímetro, até bater fundo. Ela arqueou as costas:
- Aaaahhh... que delícia... tá enchendo toda... me fode, mete forte!
Comecei a bombear, ritmado no começo, depois mais bruto. O som de bolas batendo na bunda molhada de suor ecoava. Peitos dela pulando, suor escorrendo entre eles. Eu apertava os mamilos, chupava o pescoço, mordia o ombro.
- Que buceta apertada e quente... tá sugando minha pica, tia...
- Sim... me usa como uma puta... mete mais fundo... ai, ai, ai!
Aumentei o ritmo, metendo como um animal. Ela cravava as unhas nas minhas costas, gemendo desesperada:
- Hmmm... tô quase... goza dentro, enche a buceta da tia de porra quente!
Senti o orgasmo dela apertando minha pica. Meti mais fundo e gozei forte, jatos grossos enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pelas coxas misturado com os cremes dela.
- Aaaahhh... tá enchendo... que porra quente... delícia...
Ficamos ofegantes uns minutos, suor colando os corpos. Mas eu ainda tava duro. Ela virou de quatro, empinando aquela bundona suada:
- Agora quer o cu, né? Vai devagar... faz tempo que não dou o rabo...
Cuspi na mão, passei na pica e no cuzinho piscante dela. O buraco era apertado, rosadinho. Empurrei a cabeça devagar. Ela gemeu de dor:
- Aiiiiiiii... dói... devagar, porra... tá rasgando o cu da tia...
Mas empurrei mais, sentindo o anel apertar forte. Metade da pica entrou. Ela tremia, suor pingando da testa.
- Aaaaiii... que dor gostosa... vai fundo... me arromba esse cu!
Meti tudo, devagar no começo, sentindo o cu dela se acostumar. Depois acelerei. Ela gemia alto, misturando dor e prazer:
- Isso... fode o cu... mais forte... ai, meu deus, tá roçando tudo dentro!
O cu dela tava quente pra caralho, apertando como um punho. Eu dava tapas na bunda, deixando marcas vermelhas. Ela rebolava, pedindo mais:
- Me fode como uma cadela no cio... enfia essa pica grossa no meu rabo!
O prazer dela cresceu rápido. Ela enfiou a mão na buceta, esfregando o grelinho enquanto eu metia no cu. Os gemidos viraram gritos desesperados:
- Tô gozando pelo cu... aaaahhh... não para... vou me acabar!
Ela gozou forte, o cu piscando e apertando minha pica, corpo convulsionando, suco escorrendo da buceta pro sofá.
- Isso... goza pra mim, safada.
Continuei metendo, o cu dela mais molhado agora. Ela gritou, voz rouca:
- Se você gozar dentro do cu, eu vou me cagar toda... tá me avisando... não goza dentro, porra!
Mas eu tava perto demais. Meti mais fundo, segurando os quadris dela com força. Senti o orgasmo subir e gozei jatos grossos bem no fundo do intestino dela.
- Tô gozando no seu cu, tiaaaaa... toma toda a porra!
- Aaaaiiii... tá enchendo meu rabo de porra... vou cagar... ai, meu deus!
Quando puxei a pica devagar, o cu dela ficou aberto, piscando. Ela rebolou, gemendo, e começou a cagar mesmo ali. Um fio de merda misturado com minha porra grossa e branca escorreu, sujando as coxas, o sofá, pingando no chão. O cheiro forte encheu o ar, mas ela tava no êxtase, tremendo de prazer:
- Olha o que você fez... me fez cagar com a pica no cu... que safadeza...
Eu assisti hipnotizado, a porra escorrendo junto com o resto, ela rebolando devagar, gemendo baixinho de alívio e tesão.
- Que delícia, tia... você é uma puta safada mesmo.
Ela virou o rosto, sorrindo suada e suja:
- Vem limpar com a língua agora, seu pervertido...
A noite ainda tava só começando. O calor, o suor, os gemidos... tudo se misturou numa foda animal que nenhum de nós ia esquecer.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ajudando minha tia, fui recompensado com buceta!

Codigo do conto:
265198

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/06/2026

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