As coisas complicaram após eu transar com meu filho!
A casa estava silenciosa naquela tarde quente de verão. Ana, com seus 42 anos bem vividos, corpo ainda firme mas marcado pelos anos de maternidade e divórcio, tinha o apartamento só pra ela. Ou pelo menos era o que achava. O filho, Lucas, de 23 anos, tinha dito que ia ficar até tarde na faculdade. Ela precisava disso. Depois de anos se sentindo invisível, o corpo dela clamando por atenção, Ana pegou o vibrador grosso que guardava no fundo da gaveta. Ela se deitou na cama grande do quarto, pernas abertas, a camisola fina subida até a cintura. A buceta dela já estava molhada só de imaginar. - Ah, porra... quanto tempo... - murmurou sozinha, ligando o brinquedo no modo baixo. O zumbido encheu o quarto enquanto ela passava a ponta grossa nos lábios inchados da xota, circulando o grelinho sensível que inchava rápido. Os gemidos começaram baixos. - Humm... isso... bem aí... - Ela empurrou o vibrador devagar, sentindo a buceta apertar em volta dele, os sucos escorrendo pela bunda. Aumentou a velocidade, o corpo arqueando. Os peitos grandes, com mamilos escuros e duros, balançavam enquanto ela fodia a si mesma com mais força. - Ai, caralho... que delícia... mete fundo... Não ouviu a porta da frente. Lucas chegou mais cedo, mochila no ombro, suado da caminhada. Parou no corredor ao ouvir os gemidos da mãe. O coração dele disparou. Ele sabia que não devia, mas os pés levaram ele até a porta entreaberta do quarto. Ana estava lá, pernas bem abertas, buceta brilhando de tesão, enfiando aquele pau de borracha grosso pra dentro e pra fora, gemendo como uma puta desesperada. - Ohhh fode... fode minha buceta... - Ela não viu o filho ali, olhos fechados, dedando o grelinho com a outra mão. Lucas sentiu o pau endurecer instantaneamente dentro da calça. A mãe dele, aquela mulher que sempre foi só "mãe", agora parecia uma vadia no cio. Ele ficou parado, assistindo, a mão apertando o volume na calça. De repente, Ana abriu os olhos e o viu. O choque congelou os dois por um segundo. O vibrador ainda zumbia dentro dela. - Lucas... meu Deus... sai daqui! - Ela tentou puxar o lençol, mas o corpo traía, tremendo de prazer ainda. Ele não saiu. Em vez disso, entrou no quarto, fechando a porta atrás de si. - Mãe... eu... porra, você tá tão gostosa... - A voz dele saiu rouca, os olhos fixos na buceta exposta, os sucos brilhando. Ana sentiu o rosto queimar de vergonha, mas o tesão não diminuiu. - Filho, isso é errado... por favor... - Mas as pernas continuavam abertas, o vibrador ainda meio enfiado. Lucas se aproximou da cama. - Eu não consigo parar de olhar, mãe. Sua buceta... tá tão molhada. Deixa eu te ajudar. - Ele estendeu a mão e pegou o vibrador, tirando devagar. O som molhado fez os dois gemerem. - Não... Lucas... a gente não pode... - Mas Ana não resistiu quando ele se ajoelhou entre as pernas dela e baixou a boca direto no grelinho inchado. - Haaaaaaa! - O gemido dela foi desesperado, as mãos agarrando os cabelos do filho. - Ai meu Deus... sua língua... chupa o grelinho da mamãe... porra... Lucas lambeu com fome, sugando o clitóris, enfiando a língua na buceta quente e apertada da mãe. O gosto era doce e salgado, viciante. Ele chupava forte, fazendo barulhos obscenos. - Mmm... mãe, sua xota é tão gostosa... tá pingando pra mim... Ana rebolava contra o rosto dele, os peitos balançando. - Isso, filho... come a buceta da sua mãe... lambe tudo... ahhh caralho, vou gozar... O orgasmo veio forte, o corpo dela convulsionando, sucos jorrando na boca de Lucas. Ele bebeu tudo, lambendo até a última gota. Depois disso, as coisas mudaram. Nas semanas seguintes, eles tentaram parar, mas sempre que ficavam sozinhos a tensão explodia. Uma noite, depois do jantar, Ana estava lavando louça na cozinha. Lucas chegou por trás, abraçando ela pela cintura, o pau duro roçando na bunda dela por cima da roupa. - Mãe... eu não aguento mais só pensar. Quero mais. - Ele beijou o pescoço dela, mãos subindo pros peitos. - Lucas... a gente prometeu que ia parar... isso é loucura... - Mas ela inclinou a cabeça, dando mais acesso. - Humm... para... Ele virou ela de frente, levantou a blusa e chupou um mamilo duro. - Olha como tá duro pra mim. Sua buceta também tá, né? - A mão dele desceu, enfiando por baixo da saia, dedos invadindo a calcinha molhada. - Ahhh... filho da puta... você me deixa louca... - Ana gemeu, abrindo as pernas. Os dedos dele fodiam a xota dela devagar, polegar no grelinho. Eles foram pro sofá. Lucas tirou a calça, a pica grossa e jovem pulando pra fora, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ana olhou hipnotizada. - Meu Deus... que pica grande... do meu próprio filho... - Ela se ajoelhou, pegando o pau nas mãos. - Tão duro... tão quente... - Chupa, mãe. Coloca na boca. - Lucas segurou os cabelos dela. Ana abriu a boca gulosa, engolindo a pica até a garganta. - Gluuu... mmmph... - Ela chupava com fome, saliva escorrendo, olhos lacrimejando enquanto ele fodia a boca dela. - Porra, mãe... que boca gostosa... engole fundo... isso... vadia da mamãe... Os gemidos enchiam a sala. Ana mamava a bola, lambia o saco, voltava pra chupar a cabeça inchada. Lucas gemia alto. - Haaaa... vou gozar na sua boca... Ele gozou forte, jatos grossos enchendo a garganta dela. Ana engoliu tudo, lambendo o pau até limpar. Mas eles queriam mais. A intensidade crescia a cada encontro. Numa tarde chuvosa, Lucas chegou e encontrou Ana no quarto, só de calcinha. Eles se jogaram na cama, beijos molhados, línguas se enroscando. - Quero te foder hoje, mãe. Quero enfiar minha pica nessa buceta que me pariu. - Ele disse, voz rouca de tesão. Ana hesitou, mas o corpo queimava. - Filho... isso é pecado... mas eu quero tanto... me fode... me usa como sua puta... Lucas tirou a calcinha dela, abriu as pernas grossas, posicionando a pica na entrada molhada. Ele esfregou a cabeça no grelinho, provocando. - Para de torturar... enfia logo essa pica grossa... - Ana implorou, rebolando. Com um gemido longo, ele empurrou. - Aaaahhh... porra... tão apertada... sua buceta tá me engolindo... - Haaaaaaa! Filho... tá me rasgando... que delícia... mete tudo... - Ana gritou, unhas cravando nas costas dele. Lucas começou a bombear, devagar no início, depois forte, as bolas batendo na bunda dela. O quarto encheu de sons molhados de carne contra carne, gemidos desesperados. - Toma, mãe... toma a pica do seu filho... que buceta gulosa... - Ele metia fundo, girando os quadris pra esfregar o grelinho. Ana gozou primeiro, a xota apertando o pau dele como um torno. - Aiiiii caralhooo... tô gozandoooo, porra... não para, não para... fode a mamãe com força... aaaahhhhh! Ele continuou, virando ela de quatro. A bunda grande e redonda empinada, o cu piscando. Lucas cuspiu na mão, esfregou na rola e enfiou de novo na buceta, metendo com força. - Olha esse cu... tão apertadinho... um dia vou foder ele também. - Ele deu tapas na bunda, marcando vermelho. - Sim... fode meu cu depois... tudo que você quiser... sou sua vadia agora... - Ana gemia, empinando mais. Os encontros viraram rotina intensa. Uma vez, ele comeu ela na mesa da cozinha, pernas dela em volta da cintura, pica entrando e saindo rápido enquanto os pratos balançavam. - Hummm... Lucas... mais forte... quebra minha buceta... - Ela pedia, suada. Outra noite, no banheiro, ele fodeu a boca dela no chuveiro, água escorrendo nos corpos, depois virou ela contra a parede e meteu por trás, dedo no cu dela. - Isso... deda o cuzinho da mamãe enquanto fode a buceta... porra... vou gozar de novo... - Gemidos ecoavam no banheiro. Ana se sentia dividida. De dia, era a mãe carinhosa, cozinhando, perguntando da faculdade. À noite, virava a puta do filho. A culpa batia forte, mas o prazer era maior que tudo. Ela se sentia desejada, viva, o corpo todo respondendo aos toques dele como nunca antes. Num final de semana inteiro sozinhos, eles não saíram da cama quase. Lucas comeu a buceta dela de manhã, gozou na boca ao meio-dia, fodeu o cu dela pela primeira vez à tarde – devagar, lubrificando com óleo, enfiando centímetro por centímetro enquanto ela gemia de dor e prazer. - Aaaaiiii... tá entrando... meu cu tá te apertando... devagar, filho... hummm... agora mete... fode o cu da mamãe... - O cu dela se acostumou, e logo ele metia fundo, bolas batendo. - Porra... que cu apertado... melhor que qualquer buceta... vou encher você de porra... - Ele gozou dentro, jatos quentes enchendo o intestino dela. Eles se limpavam, comiam, e voltavam. Oral, 69, ele chupando os peitos enquanto dedava os dois buracos, ela cavalgando a pica dele, peitos pulando, gemendo sem parar. - Monta, mãe... rebola nessa pica... - Lucas mandava, mãos na bunda dela. - Assim? Olha como engulo tudo... haaaa... seu pau é perfeito... me enche... - Ana rebolava selvagem, grelinho roçando na base, gozando várias vezes. Os diálogos ficavam cada vez mais chulos, mais intensos. - Sua puta... mãe safada... gosta de ser comida pelo filho, né? - Gosto... adoro ser sua vadia... fode mais... enche minha buceta de leite... A intensidade era louca. Suor, fluidos, gemidos que pareciam gritos. Ana gozava tanto que às vezes squirtava, molhando a cama toda. Eles sabiam que era complicado, que o mundo não entenderia. Mas entre quatro paredes, era puro fogo. Lucas a fazia se sentir mulher de novo, desejada, sexy. Ana dava pro filho o corpo que ele tanto queria. E assim, a cada dia, a linha que cruzaram ficava mais distante, o desejo mais forte. A culpa ainda vinha, mas o prazer sempre vencia.
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